Programa Mútua Júnior é lançado em parceria com o Crea-RJ

Em parceria com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (Crea-RJ), o presidente da Mútua (a caixa de assistência dos profissionais do Sistema Confea/Crea), Francisco Almeida, lançou nesta quinta-feira, dia 25 de julho, o Programa Mútua Júnior, que vai atender, apoiar e incentivar os futuros profissionais das áreas tecnológicas. A solenidade de lançamento, na sede do Crea, contou com a presença do presidente do Crea-RJ, engenheiro Miguel Fernández; de diretores da Mútua Regional; do coordenador do Programa Crea Júnior do Rio, Eduardo Santos; e do ex-presidente do Crea-RJ e ouvidor da Mútua, Reynaldo Barros.

O Programa Mútua Júnior vai atender os integrantes do programa Crea Júnior, que são estudantes das áreas de engenharia, agronomia e geociências e recém-formados ainda sem registro. Eles poderão se inscrever na Mútua e usufruir de uma série de benefícios que antes eram exclusivos para profissionais registrados.

Durante o lançamento, foi assinado um Acordo de Cooperação Técnica entre a Mútua, a Caixa Regional RJ e o Crea-RJ. A Mútua será responsável pelo gerenciamento do programa com apoio das Caixas de Assistência Regionais, enquanto o Crea compartilhará o banco de dados dos membros do Crea Júnior Rio de Janeiro com a Mútua, informando novos ingressos, exclusões ou alterações de registros.

“Eu sou fruto do programa Crea Júnior; e agora, em parceria com a Mútua, lançamos o Mútua Júnior com a lógica de oxigenar o sistema mas principalmente ajudar os estudantes das engenharias a fazerem esse percurso de se formar e entrar no sistema profissional; tenho certeza de que isso será um importante instrumento para milhares de estudantes e futuros profissionais do nosso sistema”, afirmou Miguel Fernández, que parabenizou a direção da Mútua e do programa Crea Júnior.

Fernández lembrou que ao assumir o Programa Crea Júnior há 20 anos ouviu do então presidente do Crea-RJ, Reynaldo Barros, que ali estavam futuros presidentes do Crea. A profecia se cumpriu. Barros, que participou do lançamento do Mútua Júnior, lembrou que em sua gestão foi criada a Mútua em 1977, por legislação que determinou também a criação de um banco de empregos para profissionais do Sistema Confea/Crea.

“Só agora foi implantado o banco de empregos na atual gestão da Mútua”, observou Reynaldo Barros.

Para o presidente da Mútua, Francisco Almeida, o Programa Mútua Júnior promove a inclusão dos estudantes no Sistema Confea/Crea e Mútua e reforça a importância do planejamento e da preparação para o futuro profissional.

“O programa não apenas fortalece a inserção dos acadêmicos no Sistema Confea/Crea/Mútua, como também, reforça o compromisso dessas instituições com o desenvolvimento profissional e pessoal dos nossos futurosprofissionais. Desejamos que o Mútua Júnior se multiplique por todo o território nacional, ampliando os benefícios e oportunidades para mais estudantes e recém-formados”, assinalou Almeida.

Conheça as vantagens do Programa Mútua Júnior

Os participantes do Programa Mútua Júnior terão acesso a uma variedade de produtos e serviços, incluindo parcerias e convênios do Clube Mútua de Vantagens, previdência complementar exclusiva – Tecnoprev, planos de saúde e odontológicos, plataforma de empregabilidade, cursos e capacitações, acesso on-line e gratuito a todas as normas da ABNT e participação sem custos em eventos patrocinados pela Mútua.

Além disso, os jovens filiados terão acesso ao Clube Mútua de Vantagens, plataforma que oferece descontos e condições especiais em uma ampla rede de parceiros, abrangendo áreas como educação, lazer, cultura e produtos.

Mãe, a vencedora de todos os dias

O Dia das Mães é uma celebração que ultrapassa a simples homenagem: é o reconhecimento da força inabalável que move essas mulheres, diariamente. Mães são verdadeiras guerreiras que demonstram garra e resiliência em todas as etapas de suas vidas, enfrentando os desafios do dia a dia com equilíbrio, determinação, coragem e, principalmente, amor incondicional. 

Nesta data, é importante valorizar não apenas o papel materno, mas também a capacidade dessas mulheres de se reinventarem, de perseverarem, mesmo diante das adversidades, e de encontrarem soluções criativas para superar obstáculos. Seja na criação dos filhos, na administração do lar ou no ambiente profissional, as mães demonstram seu forte espírito empreendedor, sempre buscando o melhor para suas famílias, seja em que formato for.

Dia das Mães no Brasil

A primeira comemoração do Dia das Mães, no Brasil, ocorreu em 12 de maio de 1918, em Porto Alegre, porém só foi oficializada em 1932, pelo Decreto nº 1.366, publicado em 5 de maio, pelo presidente Getúlio Vargas, a pedido das feministas da Federação Brasileira pelo Congresso Feminino, no segundo domingo de maio.

A iniciativa da criação do Dia das Mães fez parte da estratégia de valorização da importância das mulheres na sociedade, que haviam conquistado o direito ao voto, em fevereiro daquele mesmo ano. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também do calendário oficial da Igreja Católica.

Mães e profissionais

Equilibrar múltiplos papéis e responsabilidades, estar comprometida e atenta: neste Dia das Mães, o Crea-RJ homenageia todas as mães que fazem parte do Sistema Confea/Crea, reconhecendo sua capacidade de conciliar a maternidade e a superação das maiores dificuldades para alcançar o sucesso em suas carreiras profissionais.

O Crea-RJ, por meio de seu Programa Mulher, tem a missão de promover a igualdade de gênero e de defender os direitos das mulheres no âmbito profissional, incentivando sempre a criação de ambientes mais inclusivos, nos quais mães engenheiras, geógrafas, agrônomas e das outras áreas ligadas ao Sistema Confea/Crea possam desenvolver suas carreiras sem preconceitos e discriminações ao mesmo tempo que desempenham a maternidade. 

Neste 12 de maio, o Crea-RJ celebra todas as mães por seu trabalho e dedicação na criação das futuras gerações e na construção de um mundo melhor!

Engenheiro eletricista Márcio Silva apresenta palestra sobre carregamento de carros elétricos no Crea-RJ

"Instalação Elétrica para Ponto de Carregamento de Veículo Elétrico". Este é o tema da palestra apresentada no Crea-RJ no último dia 6 de maio pelo engenheiro eletricista e de segurança do trabalho Márcio Silva - profissional responsável técnico por uma empresa especializada no assunto, que já realizou mais de 300 instalações elétricas.  

Márcio adianta alguns tópicos apresentados: “Na palestra eu destaco algumas questões importantes que temos visto e tem acontecido durante todo esse período que temos trabalhado. Hoje já temos mais de 300 instalações e verificamos algumas dificuldades. Temos encontrado, por exemplo, situações em que o vendedor tem passado para o cliente que é só chegar em casa e ligar numa tomadinha que você vai carregar o seu carro. Não é bem assim. Então, nós detalhamos um pouco mais sobre isso. Abordamos, também, equipamentos de proteção de segurança, que é bastante importante para você usar com mais segurança e qualidade o carregador na sua casa. E demonstramos, também, alguns modelos de carregadores e o seu funcionamento”

Márcio conta que muitas vezes chega na casa dos clientes para fazer a pré-vistoria antes da instalação e condena a instalação elétrica encontrada, não tendo como instalar o ponto de carregamento, a não ser que se faça uma readequação do sistema. Ele ressalta que muitas vezes as pessoas já estão com os carros comprados.

Recentemente, quando foi fazer um atendimento, viu uma cena inusitada. O dono do carro plugou uma extensão na tomada de casa e a jogou pela janela do segundo andar para abastecer o veículo, que estava na rua. Ele alerta: “a Norma ABNT NBR 17019, que trata da alimentação de veículos elétricos,  é bem clara ao afirmar que tem que  ser circuito único, exclusivo para o carregamento, não pode ter derivação, ou seja, não pode ter extensão”.

Márcio Silva afirma que a instalação elétrica, sendo realizada segundo as normas vigentes de instalação e segurança  e por mão de obra técnica qualificada, tende a ser eficaz e sem problemas, sem colocar em riscos o usuário,  o bem material ou o meio ambiente.

O Crea-RJ orienta os consumidores a procurarem profissionais e empresas registrados no Conselho, com a devida habilitação técnica, para a realização do serviço. 

Para conferir se um profissional ou empresa é registrado no Crea-RJ acesse nosso portal de serviços, na opção “Consultas".

Assista à palestra na íntegra em nosso canal WebTV Crea RJ no YouTube.

 

Crea-RJ e Defesa Civil estadual vão firmar acordo de cooperação técnica

Em reunião no Quartel-central do Corpo de Bombeiros, na terça-feira, dia 7 de maio, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (Crea-RJ), Miguel Fernández, e o secretário estadual de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Leandro Monteiro, concordaram em fazer uma parceria por meio de um termo de cooperação técnica entre as duas entidades para atuarem na fiscalização de forma conjunta. O secretário Leandro Monteiro colocou à disposição do Crea-RJ a estrutura do Corpo de Bombeiros, que inclui até helicópteros, para o Conselho fiscalizar o exercício legal da profissão de engenheiro.

O Crea-RJ, por sua vez, vai oferecer o acesso a informações sobre a habilitação de profissionais de engenharia, assim como se uma obra está ou não legalizada perante o Conselho. O presidente do Crea-RJ, Miguel Fernández, ficou muito animado com a parceria com a Secretaria de Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros, dois órgãos públicos essenciais para a prevenção de acidentes e crises humanitárias.

“Fomos muito bem recebidos pelo secretário Leandro Monteiro. Com essa parceria dos órgãos do Estado do Rio vamos avançar também em nossa parceria com o Ministério Público estadual para a a fiscalização do exercício ilegal da profissão, de obras irregulares e grandes eventos, o que vai contribuir para a segurança de todos. O Crea-RJ também está à disposição da Defesa Civil no que for preciso”, afirmou o presidente do Crea-RJ.

O secretário de Estado de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Leandro Monteiro, afirmou considerar estratégica a parceria com o Crea-RJ para a prevenção de acidentes.

"Estamos estabelecendo uma parceria estratégica entre o Corpo de Bombeiros e o Crea-RJ para fortalecer a fiscalização e garantir a segurança da população. Esta cooperação técnica vai permitir uma atuação conjunta na verificação do exercício legal da profissão de engenharia, contribuindo para a prevenção de acidentes. Juntos, vamos avançar na promoção da segurança e na defesa dos interesses da sociedade", declarou o secretário de Estado de Defesa Civil e comandante-geral do CBMERJ, coronel Leandro Monteiro.

Na reunião, o presidente do Crea-RJ solicitou ao comandante-geral do Corpo de Bombeiros que aprecie um pleito da Câmara Especializada de Engenharia Química do Conselho. A Câmara havia enviado ofício ao comandante do Corpo de Bombeiros pedindo que os engenheiros químicos registrados no Crea-RJ também sejam contemplados na resolução dos bombeiros para manipular produtos químicos empregados na proteção contra incêndio.

Além do secretário e do presidente do Crea, participaram da reunião o chefe de gabinete da Secretaria de Defesa Civil, coronel Rodrigo Polito, e os superintendentes administrativo e técnico do Crea, respectivamente Édipo Ázaro, e Leonardo Dutra.

Fiscais do Crea-RJ começam a debater propostas para atualização do manual de fiscalização

Grupo de fiscais se reúne na sede do Crea-RJ para discutir a atualização do manual de fiscalização

Grupo de fiscais se reúne na sede do Crea-RJ para discutir a atualização do manual de fiscalização

Um grupo de fiscais das regiões Metropolitana 1 (Rio de Janeiro e Zona Oeste da cidade) e Serrana se reuniu na quinta-feira, dia 25, no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (Crea-RJ) com o objetivo de discutir propostas para a atualização do Manual de Fiscalização do Conselho.

– Com a chegada dos novos colegas, agentes de fiscalização, nós temos dois aqui hoje, na supervisão, nós sentimos a necessidade de atualizarmos nosso manual de fiscalização, que foi lançado em 2001. Então nós chamamos os colegas da Região Serrana para vir participar dessa segunda reunião da discussão do Manual – explicou o fiscal Alex José Ferreira, que é Supervisor da Supervisão de Fiscalização Metropolitana I e Serrana.

Há 38 anos no Crea, Alex atuou na investigação do caso do desabamento do Edifício Palace II, ocorrido em 1998. Na ocasião, Alex José descobriu quem era o calculista da obra, que acabou sendo um dos responsáveis pela tragédia. Ele obteve essa informação porque havia feito uma fiscalização na obra.

A reunião dos fiscais, ocorrida na sede do Crea-RJ, no Centro do Rio, é apenas uma das várias que ainda vão ocorrer. O objetivo do debate é apresentar à Gerência de Fiscalização propostas de atualização dos normativos e de padronização da abordagem, além das formas de fiscalizar cada área da engenharia e agronomia. Com cerca de 50 fiscais, o setor de fiscalização tem como foco principal o exercício ilegal da profissão. O Manual de Fiscalização do Crea, com 129 páginas, não é atualizado desde 2001.

O gerente da fiscalização do Crea, Cosme Luiz Chiniara Junior, destacou a importância da iniciativa de se atualizar o Manual da Fiscalização:

– É uma excelente oportunidade de debater os assuntos ligados à fiscalização, trazendo melhorias e inovações com foco na qualidade do serviço realizado – afirmou Cosme.

O número de autos de infração registrados pela fiscalização passou de 3.143 em 2022 para 3.269 no ano passado. O número de denúncias de irregularidades no exercício profissional também subiu, de 2.302 em 2022 para 3.470 no ano passado – um aumento de 51%. A apuração das denúncias também aumentou, passando de 2.256 (2022) para 3.422 no ano passado.

No cumprimento da legislação que regula o exercício das profissões relacionadas à Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia e Meteorologia, é por meio da fiscalização que o Crea-RJ verifica se as obras e serviços estão sendo conduzidas tecnicamente por profissionais e empresas legalmente habilitados. Ao responsável técnico cabe exercer a sua profissão em observância aos princípios éticos, tecnológicos e ambientais compatíveis com as necessidades da sociedade.

Ao fiscalizar as obras e os serviços técnicos relacionados às diversas profissões libgadas ao Sistema Confea/Crea, o Crea-RJ busca também salvaguardar a sociedade de possíveis danos que possam vir a ocorrer a pessoas e a bens por ocasião de sua execução. A legislação que rege a fiscalização das profissões estabelece que somente os profissionais habilitados podem executar obras e serviços de Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia e Meteorologia. Esses profissionais estão aptos a oferecer à sociedade um acompanhamento idôneo e tecnicamente correto.

SERVIÇO SOBRE A FISCALIZAÇÃO

ART na obra/serviço
Uma via ou cópia da ART deve, obrigatoriamente, permanecer na obra/serviço, enquanto esta durar. O objetivo é identificar o responsável técnico do empreendimento, evitando autuações por parte do Crea-RJ.

Placa na obra/serviço
A fixação da placa na obra/serviço, mais que uma exigência legal (art. 16 da Lei nº 5.194, de 1966), é um bom instrumento de divulgação do profissional e/ou empresa responsável pela execução ou pela elaboração dos projetos.

A placa também serve para informar à sociedade sobre a atuação de profissionais habilitados no empreendimento.

A placa da obra/serviço deve ser visível e legível ao público e conter as seguintes informações:

  • Nome do autor e/ou co-autor do projeto e do responsável técnico pela execução da obra, instalação ou serviço;

  • Título, número do registro e/ou do visto do profissional no Crea-RJ;

  • Atividade técnica pela qual o profissional é responsável;

  • Nome da empresa executora da obra, instalação ou serviço, se houver, com a indicação do respectivo número do registro ou visto no Crea-RJ.

Presidentes de conselhos profissionais se reúnem com deputados para discutir mudanças em projeto de autovistoria predial

O presidente  do Crea-RJ, Miguel Fernandez, o Deputado Estadual Luiz Paulo, a Deputada Estadual Martha Rocha, o presidente do CAU, Sydnei Menezes, e Mario Jorge Campos da Silva, conselheiro do CRT-RJ

O presidente do Crea-RJ, Miguel Fernandez, o Deputado Estadual Luiz Paulo, a Deputada Estadual Martha Rocha, o presidente do CAU, Sydnei Menezes, e Mario Jorge Campos da Silva, conselheiro do CRT-RJ

Duas semanas após a assinatura de protocolo de intenções entre os conselhos regionais de Engenharia, Arquitetura e de Técnicos Industriais do Rio, ocorreu nesta sexta-feira, dia 19 de abril, o primeiro resultado prático da parceria. Houve na Assembleia Legislativa do Rio uma reunião de trabalho entre os representantes dos três conselhos e os deputados Luiz Paulo e Martha Rocha, que estão empenhados em fazer alterações no projeto de lei 1.556, de 2019, que propõe mudanças na autovistoria predial.

O presidente do Crea-RJ, Miguel Fernández, que participou da reunião, afirmou ser muito importante a união dos três conselhos em torno da discussão para mudanças da autovistoria predial. Uma das modificações será a incorporação no serviço dos 90 mil técnicos registrados no Conselho Regional de Técnicos Industriais (CRT). Atualmente apenas engenheiros e arquitetos estão autorizados a fazer a autovistoria predial, no Rio.

Esse projeto a ser apresentado na Alerj vai permitir não só a inclusão dos técnicos, mas permitir uma espécie de certificação dos profissionais qualificados para o serviço, além de dar maior transparência ao trabalho, facilitando o acesso de todos aos laudos de autovistoria e não só o síndico de cada prédio – observou o engenheiro Miguel Fernández.

Engenheiro e técnico em estradas, o deputado Luiz Paulo, autor da lei de autovistoria criada em março de 2013, destacou a importância de que um substitutivo ao projeto seja resultado do consenso entre os três conselhos profissionais.

O projeto de lei, de autoria do deputado Rodrigo Bacellar, prevê a inclusão dos técnicos. A próxima etapa será apresentar a proposta aos presidentes dos conselhos – explicou o deputado Luiz Paulo.

Além do presidente do Crea e do deputado Luiz Paulo, participaram da reunião a deputada Martha Rocha, autora de duas emendas ao projeto de Bacellar; o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo, Sydnei Menezes; e de representantes do CRT. A reunião durou cerca de duas horas.

Feriado de Tiradentes: o martírio do republicano mineiro

O feriado do dia 21 de abril celebra um dos maiores nomes da história do Brasil: Tiradentes. O apelido, dado a Joaquim José da Silva Xavier, tem origem em uma das diversas outras atividades que também exerceu, entre ela a de minerador, comerciante e alferes da cavalaria de Dragões Reais de Minas, a força militar atuante na Capitania de Minas Gerais e subordinada à Coroa Portuguesa.

O que tornou Tiradentes conhecido como um herói nacional, entretanto, foi o fato de ter sido um dos líderes da Inconfidência Mineira, movimento contra os impostos exacerbados cobrados no  Brasil, pela Coroa Portuguesa, que durou de 1789 a 1792.

Tiradentes nasceu na Capitania de Minas Gerais, em 12 de novembro de 1746 e, apesar da pouca instrução, era um republicano convicto e adepto dos ideais do Iluminismo. O movimento dos inconfidentes, organizado em 1788, foi consequência do contato dos colonos brasileiros com os ideais iluministas divulgados na Europa, ideais que haviam, por sua vez, inspirado o movimento de independência dos Estados Unidos. Os historiadores atribuem a divulgação do pensamento iluminista no Brasil ao contato de estudantes brasileiros com o Iluminismo ao serem enviados por suas famílias da elite econômica da colônia para estudarem na Universidade de Coimbra, em Portugal. 

Além da propagação dos ideais iluministas, a Inconfidência Mineira aconteceu em consequência da insatisfação das elites da Capitania de Minas Gerais com a pesada política de cobrança de impostos estabelecida por Portugal sobre os colonos.

Contexto histórico

Durante o período colonial, o Brasil gerava muitos lucros à Coroa Portuguesa, através da exploração do ouro mineiro, que era quase totalmente destinado à metrópole. Além disso, ainda eram cobrados altos impostos da população. O quinto, por exemplo, equivalia a cerca de 20% do total de ouro extraído. Com o passar do tempo, a capacidade de mineração foi diminuindo — e a arrecadação de impostos passou a aumentar. Em 1788, Portugal nomeou o 6º Visconde de Barbacena como governador da capitania para promover a derrama, ou seja, a cobrança obrigatória dos impostos atrasados sobre a extração do ouro, o que permitia, inclusive, que oficiais confiscassem bens materiais dos devedores.

Essa derrama havia sido determinada por Portugal em razão das dívidas acumuladas dos impostos que não estavam sendo pagos. A intransigência portuguesa na arrecadação de impostos manteve as cobranças altas, mesmo com a queda na extração de ouro na região, o que acabou por gerar o acúmulo de dívidas.

Inconfidência Mineira

A insatisfação das elites da capitania com esse contexto gerou a mobilização contra o domínio português. Os inconfidentes planejavam assassinar o governador da capitania e proclamar o republicanismo na Capitania de Minas Gerais. Tiradentes era um dos envolvidos na conspiração, pois, além de ser um defensor dos ideais iluministas, também havia sido prejudicado pela gestão do visconde de Barbacena ao ser destituído do comando da cavalaria, que fiscalizava uma importante estrada da região.

O movimento conspirado pelas elites mineradoras, entretanto, não chegou a acontecer. Todos os envolvidos foram denunciados por Joaquim Silvério dos Reis, que optou por denunciar o movimento para se livrar das dívidas pessoais que havia adquirido com a Coroa Portuguesa. Assim, em 1789, o visconde de Barbacena suspendeu a derrama e prendeu os envolvidos na conspiração – entre eles, Tiradentes.

O processo de julgamento dos envolvidos na Inconfidência estendeu-se por três anos. Durante esse período, muitos dos presos negaram sua participação no movimento, com exceção de Tiradentes, que reconheceu abertamente seu envolvimento. A sentença dos inconfidentes saiu em 1792 e determinava a pena de morte por enforcamento a dez pessoas. Entretanto, por intermédio da Rainha D. Maria I, nove dos envolvidos na Inconfidência foram perdoados e condenados ao degredo (expulsos do Brasil), enquanto a sentença de morte foi mantida para apenas para Tiradentes.

Entre muitas possibilidades para ele ter sido o único a chegar de fato à pena capital, duas são mais consideradas. A primeira por ele não pertencer à elite mineradora e, portanto, não possuir influência na Coroa e a segunda possibilidade é a de que, por falar abertamente do seu envolvimento na conspiração durante o interrogatório, Tiradentes foi considerado um elemento perigoso pela Coroa e, por isso, deveria ser eliminado.

Tiradentes foi usado como bode expiatório, sendo enforcado na manhã de 21 de abril de 1792, na cidade do Rio de Janeiro. Em seguida, teve o corpo esquartejado em quatro partes e espalhado pela estrada de acesso a Ouro Preto. Sua cabeça foi exibida em uma estaca colocada na praça central da cidade. A condenação de Tiradentes foi utilizada como demonstração de força da Coroa para evitar que futuras rebeliões acontecessem.

Tiradentes como herói

A figura de Tiradentes permaneceu esquecida durante o resto do período colonial e também no período imperial, principalmente pelo caráter republicano dos envolvidos na Inconfidência Mineira. A imagem de Tiradentes como herói foi construída com a Proclamação da República, quando os republicanos desejavam exaltar as figuras de brasileiros que haviam se contraposto aos tempos de monarquia. Republicano convicto, Tiradentes foi exaltado como um mártir do movimento republicano e, portanto, um herói nacional.

Em consequência disso, o dia de sua execução, 21 de abril, foi estabelecido como feriado, e sua imagem passou a ser retratada, muitas vezes, parecida com a de Cristo crucificado, uma forma de relacionar Tiradentes como mártir e herói."

Homenagem do Crea-RJ

Assim como Tiradentes lutou com convicção por liberdade e justiça, o Crea-RJ se empenha diariamente em promover a excelência e a ética no exercício das profissões que regulamenta. Neste Dia de Tiradentes, reafirmamos nosso compromisso com a construção de um futuro onde a integridade e a inovação caminhem lado a lado, honrando o legado daqueles que não mediram esforços para ver o Brasil próspero e independente. Que a memória de Joaquim José da Silva Xavier inspire não apenas os profissionais do Sistema Confea/Crea e Mútua, mas a todos, a buscarem os ideais de liberdade e progresso.

Nowcasting reúne tecnologias de ponta para precisão meteorológica

A previsão de curtíssimo prazo, também conhecida como "nowcasting", tem se destacado cada vez mais no campo da Meteorologia, oferecendo uma abordagem inovadora para antecipar eventos atmosféricos iminentes em um período de até duas horas. Esse termo, em alta no linguajar meteorológico, tem sido fundamental para alertar sobre condições climáticas extremas que podem resultar em desastres ou situações de calamidade pública em regiões específicas.

De acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM), o nowcasting emprega uma combinação de tecnologias de ponta, redes observacionais e técnicas de sensoriamento remoto para proporcionar uma visão mais precisa e imediata das condições atmosféricas.

Dados provenientes de diversas fontes, como radar meteorológico, satélites, observações de superfície e modelos numéricos de alta resolução, são processados em tempo real para identificar padrões e tendências. Além disso, a utilização de sensores de descargas atmosféricas e inteligência artificial acrescenta uma camada adicional de precisão à previsão, permitindo uma avaliação mais detalhada da cobertura de nuvens, tamanho, forma, intensidade, velocidade e direção de fenômenos climáticos.

O investimento em computadores de última geração tem impulsionado significativamente a capacidade de processamento e análise de dados meteorológicos em tempo real. Essa infraestrutura tecnológica avançada tem possibilitado uma melhor compreensão e previsão de eventos atmosféricos severos, contribuindo para a mitigação de danos financeiros e, mais importante, para a preservação de vidas.

O nowcasting não apenas fornece alertas precoces sobre condições climáticas adversas, mas também oferece às autoridades e comunidades informações essenciais para o planejamento e a implementação de medidas de precaução e resposta em tempo hábil. Com isso, torna-se uma ferramenta crucial para a gestão de riscos e a proteção da população em face das crescentes ameaças relacionadas às mudanças climáticas.

A Meteorologia

Tamanha é a importância da Meteorologia, que a Organização das Nações Unidas (ONU) criou a Organização Meteorológica Mundial (OMM), órgão especializado que reúne 193 países membros e foi estabelecido com o objetivo de coordenar, normalizar e melhorar em benefício das diversas atividades humanas os serviços que presta à área, no mundo inteiro.

A ideia é demonstrar a importância dessa ciência para o bem-estar da humanidade e valorizar o trabalho dos meteorologistas e cientistas do clima, cuja dedicação é fundamental para compreender e prever os padrões climáticos que influenciam tudo, desde as atividades diárias até os ecossistemas globais.

A Terra enfrenta desafios cada vez maiores, como as mudanças climáticas, a escassez de água e a intensificação de eventos climáticos extremos. Diante desse cenário, é fundamental o trabalho integrado para a proteção do planeta e garantia de futuro sustentável para as próximas gerações.

O Crea-RJ é o Conselho profissional de todos os profissionais que trabalham para entender e prever os caminhos do tempo e do clima e valoriza a importância vital desta ciência e seu conhecimento para a preservação do planeta e para a continuação da VIDA!

Crea-RJ presente na celebração dos 90 anos do Crea de Minas Gerais

Na noite de 15 de abril, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais foi palco de uma solenidade especial: a entrega de uma Placa Comemorativa em celebração ao 90° aniversário de fundação do Crea-MG. A cerimônia contou com a presença de autoridades e lideranças do Sistema Confea/Crea e Mútua, incluindo os presidentes do Confea e dos 27 Creas, representantes de diversos conselhos profissionais, bem como parlamentares e demais representantes das áreas de engenharia, agronomia e geociências.

Entre os presidentes, Miguel Fernández do Rio de Janeiro, comemorou a data, lembrando que o Crea-RJ é um dos regionais que completa 90 anos em 2024.

Colégio de Presidentes

A solenidade comemorativa foi seguida pela realização da 3ª Reunião Ordinária do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea e Mútua, realizada nos dias 16 e 17 de abril, em Belo Horizonte/MG.

Entre os assuntos da pauta do primeiro dia, foram destacadas ações do Confea junto ao Conselho Federal de Química, informes sobre as Comissões Nacionais de Educação e Atribuição Profissional - CEAP, de Ética e Exercício Profissional - CEEP, de Organização, Normas e Procedimentos - CONP, além de discussões sobre revisões de algumas Resoluções do Confea, como a 1.137/2023, a 1.066/2015 e a 1.007/2003.

Engenheiros químicos

Sobre as ações junto aos profissionais da Engenharia Química para registrarem-se no Sistema Confea/Crea e Mútua, foram detalhadas as estratégias de comunicação para a área. Estão sendo planejadas ações de divulgação, o levantamento de profissionais, além do envolvimento de conselheiros com acesso a instituições de ensino, visando à realização de palestras sobre o papel do Sistema Confea/Crea para os futuros engenheiros químicos.

Grande incentivador das ações de comunicação como forma de trazer os profissionais e as empresas para perto do dia a dia do Sistema, o presidente do Crea-RJ, Miguel Fernández, apoia as campanhas que falam diretamente com esse público-alvo.

Coordenadorias Nacionais de Câmaras Especializadas

O coordenador adjunto da Coordenadoria das Câmaras Especializadas de Engenharia Química, conselheiro do Crea-RJ, Erick Galante, está presente na 2ª Reunião de coordenadores da CCEEQ, que ocorre simultaneamente, em Brasília, nos dias de 15, 16 e 17.
A valorização da modalidade de Engenharia Química junto ao Sistema tem permeado as discussões da CCEEQ, levantando a interferência de outros conselhos em atribuições destes profissionais. Foi ainda verificado que houve um incremento de serviços que hoje estão fora da Tabela de Obras e Serviços (TOS), que é adotada no preenchimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), constatando-se a necessidade de incluir serviços para a ART Múltipla.

Convênio com FGV

Um dos assuntos levantados no último dia do CP foi a aprovação de uma proposta para que o Confea realize tratativas junto à Fundação Getúlio Vargas, no sentido de promover um convênio que possa disponibilizar gratuitamente aos profissionais e empresas registrados os indicadores econômicos do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), como os índices de confiança, de incerteza e de produção industrial.

A justificativa é a crescente demanda por este tipo de serviço no segmento da construção e a necessidade de reorganização de toda a cadeia produtiva, com base na análise desses índices de variação mensal.

O futuro da Mobilidade Urbana, avanços rumo à sustentabilidade e eficiência

O ano de 2024 marca não apenas um potencial recorde de calor, mas também um chamado urgente da ONU para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e combater as mudanças climáticas. Nesse contexto, a mobilidade urbana emerge como uma peça-chave para enfrentar esse desafio global, impulsionando inovações rumo à sustentabilidade e eficiência.

Seguindo essa tendência, a venda de veículos elétricos e híbridos está projetada para um aumento significativo este ano. A Anfavea estima um crescimento de 61%, com cidades como Curitiba, Goiânia, Salvador e São Paulo liderando a transição para frotas de ônibus elétricos. Além disso, o Brasil se destaca na produção de combustíveis sustentáveis, prevendo-se um influxo de mais de 200 bilhões de reais em investimentos até 2037.

Olhando para o horizonte de 2030, o estudo Mobility Futures da Kantar aponta para uma mudança nos meios de transporte predominantes, com o ciclismo liderando o crescimento global, seguido pela caminhada e o uso do transporte público. Scooters, patinetes e bicicletas compartilhadas estão ganhando popularidade nas áreas urbanas, oferecendo alternativas sustentáveis para deslocamentos curtos.

A automação também está remodelando a paisagem da mobilidade urbana. Não apenas vê-se o aumento no número de veículos de passageiros autônomos, mas também o advento da entrega autônoma de mercadorias, prometendo revolucionar a logística urbana.

O Brasil não fica para trás nessa corrida rumo à mobilidade inteligente e sustentável. Projetos como a tarifa zero no transporte público já estão em vigor em 90 cidades do país, com um foco crescente na implementação de infraestruturas inteligentes e na integração da Internet das Coisas (IoT) para otimizar a gestão do tráfego, identificar estacionamento livre e promover o transporte multimodal.

No entanto, o desafio persiste em movimentar um número cada vez maior de pessoas pelas cidades de forma inteligente e sustentável. A busca por soluções que preservem o planeta e a sociedade continua sendo o cerne dessa jornada, onde a mobilidade urbana desempenha um papel crucial na construção de um futuro mais verde e equilibrado para todos.

O Crea-RJ, por meio de sua Comissão de Mobilidade Urbana, participou da elaboração do documento “Os Dez Mandamentos da Mobilidade Urbana Fluminense”, material que elenca dez princípios básicos que devem nortear as políticas públicas para o setor. Produzido pelo Fórum Permanente de Mobilidade Urbana da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, em parceria com a DTRL (Divisão de Transporte e Logística do Clube de Engenharia) e a FAM-Rio ( Federação das  Associações de Moradores do Rio de Janeiro), os princípios do Decálogo prevêem a necessidade de implementação de um sistema de transporte público que proporcione o bem-estar aos passageiros, entre outros aspectos. 

Conheça a íntegra do documento:

1

Que sejam criadas e/ou fortalecidas unidades administrativas e empresas públicas voltadas à Mobilidade Urbana, isto é, dedicadas ao planejamento, gerenciamento, contratação, fiscalização e, se necessário, à operação dos serviços de Transportes Públicos Urbanos, equipando-as com pessoal capacitado e suficiente para, ao menor custo, assessorar os tomadores de decisão e atender à população com presteza e competência;

2

Que seja efetivada a contribuição do cidadão às Políticas Públicas de Mobilidade, direito assegurado pelos Artigos 14º e 15º da Lei Federal de Mobilidade (nº 12.587 de 2021), através da participação paritária e permanente da sociedade civil organizada nos Conselhos dos órgãos públicos encarregados do gerenciamento da mobilidade;

3

Que sejam especificados, com efetiva participação da sociedade civil, padrões mínimos de atendimento das empresas operadoras, incluindo redução da emissão de poluentes, acessibilidade total, informação abrangente, layout, ordenação, conforto, manutenção, limpeza, segurança, intervalo (ou tempo de espera) e lotação máxima em veículos e em instalações fixas de Transporte Público;

4

Que a tarifa máxima a ser paga pelos usuários não ultrapasse a uma despesa mensal de 6% do salário-mínimo local, avaliando-se a viabilidade de adoção da Tarifa Zero;

5

Que sejam realizadas novas licitações e firmados novos contratos de prestação de serviços de Transporte Público, onde se declare vencedor o concorrente que requerer o menor valor mensal para prestar os serviços de transporte especificados pelo Poder Público, observados os padrões mínimos de atendimento;

6

Que os novos contratos de prestação de serviços de Transporte Público sejam custeados pelo Poder Público através de Fundos de Mobilidade Municipal, Estadual e Federal, os quais também estarão disponíveis para o financiamento da implantação e da renovação da infraestrutura e veículos, assim como para o gerenciamento de todos os sistema;

7

Que os Fundos de Mobilidade Municipal, Estadual e Federal venham a ser compostos não apenas pela arrecadação tarifária, mas também por novas fontes permanentes de receita, como os Orçamentos Públicos das três esferas de poder, as Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE), a cobrança de estacionamento em vias públicas, as multas de trânsito, o Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), as taxas de licenciamento, o pedágio urbano, os impostos sobre a valorização de imóveis vizinhos ao sistema de Transporte Público e as receitas acessórias das empresas operadoras de Transporte Público;

8

Que os novos contratos de prestação de serviços de Transporte Público sejam amplamente divulgados para a população e rigorosamente fiscalizados por esta e pelo Poder Público;

9

Que seja garantido ao cidadão o direito de realizar no espaço metropolitano viagens plenamente integradas, em termos físicos, operacionais e tarifários, sem impedâncias e sobretaxas, independentemente da quantidade e da diversidade dos serviços de Transportes Públicos Urbanos utilizados;

10

Que sejam estabelecidos acordos institucionais e operacionais entre empresas gerenciadoras de transporte e trânsito de municípios vizinhos, evoluindo até a implantação do gerenciamento metropolitano da mobilidade.