CREA-RJ GREEN SUMMIT reforça o compromisso com a sustentabilidade e a preservação ambiental

Com o objetivo de promover o debate e a troca de experiências sobre práticas sustentáveis, inovação tecnológica e soluções inteligentes aplicadas às áreas da Engenharia, Agronomia, Geociências e Meio Ambiente, foi realizado no dia 3 de junho de 2026 o “CREA-RJ GREEN SUMMIT – Construindo um Amanhã Mais Inteligente e Sustentável”. O evento gratuito foi realizado pelo CREA-RJ, por meio do CREA Sustentável e com apoio da Comissão de Meio Ambiente – CMA e do Progredir, reunindo profissionais, estudantes, pesquisadores e empresas relacionadas aos temas discutidos. A mesa de abertura institucional do encontro foi composta pelo superintendente estratégico do CREA-RJ, gestor e biólogo Pedro Coelho; o coordenador do CREA Sustentável, jornalista, arquiteto e urbanista Nato Kandhall; e o coordenador da CMA, engenheiro ambiental Diego Luiz Fonseca. O superintendente estratégico do CREA-RJ, gestor e biólogo Pedro Coelho, destacou a relevância do CREA-RJ GREEN SUMMIT. “Eu me alegro em falar que o evento de hoje tem uma pauta muito positiva, que engloba ESG, reciclagem e coleta seletiva. Hoje vocês vão ouvir três especialistas falarem a respeito disso, indo direto ao ponto de uma maneira muito interessante.” O coordenador do CREA Sustentável, jornalista, arquiteto e urbanista Nato Kandhall, reforçou o objetivo do tema. “Vamos buscar dentro dessa iniciativa realizar um trabalho de networking para todos que estão aqui possam aprender um pouco mais com quem já está trabalhando na questão da sustentabilidade. Mas o mais importante é a honestidade e a coragem de falar sobre um assunto dentro de uma cadeia de construção que ainda é extremamente poluente.” O coordenador da CMA, engenheiro ambiental Diego Luiz Fonseca, pontuou o pioneirismo do CREA-RJ nos debates sobre sustentabilidade. “Muitas vezes a nossa interpretação sobre o que é meio ambiente está parada na década de 60, com o conceito de beleza cênica. Isso é visto nas posturas institucionais, mas ainda bem que o CREA-RJ está começando a mudar, sendo o pioneiro no tema em relação a todo o Sistema CONFEA/CREA.” Após a mesa de abertura, a programação do evento seguiu com três palestras técnicas. O coordenador do CREA Sustentável, Nato Kandhall, retornou para apresentar a palestra “CREA Sustentável, um Plano ESG”, onde falou mais detalhadamente sobre a atuação do programa. Em seguida, o CEO da Repense Reciclagem, Renato Novis, trouxe o tema “O Valor da Reciclagem – O Lixo que Vira Joia”. Por fim, o professor do CEFET-RJ, André Leone, discutiu sobre os desafios da coleta seletiva cidadã . No final de cada apresentação, o CREA-RJ, por meio do CREA Sustentável, entregou um certificado de participação no evento para os palestrantes. Ao término do encontro, foi aberto o espaço para perguntas da plateia aos três especialistas.
CREA-RJ GREEN SUMMIT vai promover discussão sobre sustentabilidade e conscientização ambiental
No dia 3 de junho de 2026, o CREA-RJ, por meio do CREA Sustentável e com apoio da Comissão de Meio Ambiente – CMA e do Progredir, vai realizar o evento gratuito “CREA-RJ GREEN SUMMIT – Construindo um Amanhã Mais Inteligente e Sustentável”. O encontro será das 9h às 12h30, na sede do Conselho, no Centro do Rio. A iniciativa tem como objetivo promover o debate e a troca de experiências sobre práticas sustentáveis, inovação tecnológica e soluções inteligentes aplicadas às áreas da Engenharia, Agronomia, Geociências e Meio Ambiente. O evento também busca incentivar a conscientização ambiental, o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento de parcerias entre profissionais, instituições, empresas e sociedade, contribuindo para a construção de um futuro mais eficiente, sustentável e socialmente responsável. O público-alvo é formado por profissionais, estudantes, pesquisadores e empresas das áreas de Engenharia, Agronomia, Sustentabilidade, Meio Ambiente, Tecnologia e Inovação. O encontro é voltado ainda para representantes do setor público, instituições de ensino, startups, organizações ambientais e sociedade civil interessados no tema. Serviço: Evento: CREA-RJ GREEN SUMMIT – Construindo um Amanhã Mais Inteligente e Sustentável Data: 3 de junho de 2026 Hora: das 9h às 12h30 Local: Sede do CREA-RJ – Rua Buenos Aires, 40/4º andar – Centro, Rio de Janeiro Inscrições gratuitas e programação completa: clique aqui
Brasil amplia investimentos em reflorestamento e avança rumo à meta de 12 milhões de hectares até 2030

O Brasil tem ampliado suas iniciativas voltadas à restauração florestal, com base em políticas públicas, investimentos e programas estruturados que buscam recuperar áreas degradadas e fortalecer a sustentabilidade ambiental. A meta nacional de restaurar 12 milhões de hectares até 2030 orienta esse conjunto de ações, alinhado aos compromissos climáticos assumidos pelo país. Entre as medidas em curso, destacam-se aportes recentes como os R$ 126 milhões do Fundo Amazônia destinados a projetos de restauração, além de editais que somam cerca de R$ 150 milhões voltados ao reflorestamento em assentamentos rurais. As iniciativas priorizam modelos como sistemas agroflorestais, que associam recomposição da vegetação nativa à geração de renda e à inclusão produtiva. A estratégia adotada envolve diferentes órgãos federais e alcança dezenas de territórios, com ações que já contemplam a recuperação de milhares de hectares e o plantio de milhões de mudas em diferentes biomas. Esse movimento contribui para consolidar uma base institucional voltada à ampliação da restauração em escala nacional, com participação de comunidades locais e da agricultura familiar. No entanto, a dimensão das metas estabelecidas impõe desafios significativos. A escala atual das iniciativas, ainda que em expansão, permanece inferior ao volume necessário para o cumprimento integral da meta de 12 milhões de hectares, o que exige continuidade dos investimentos, ampliação do ritmo de execução e fortalecimento dos mecanismos de governança e monitoramento. Dessa forma, o conjunto de ações em andamento indica um caminho consistente para a restauração florestal no Brasil, ao mesmo tempo em que evidencia a necessidade de ampliar e consolidar essas iniciativas para que o país alcance, de fato, uma posição de referência global no setor.
Dia Mundial da Engenharia para o Desenvolvimento Sustentável
Instituído em novembro de 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o Dia Mundial da Engenharia para o Desenvolvimento Sustentável é celebrado no dia 4 de março. O objetivo da data é reforçar o papel fundamental dos(as) engenheiros(as) na construção de um futuro sustentável, enfrentando os desafios causados pelos impactos ambientais por meio de técnicas e inovações efetivas. Em 2026, a data aborda o tema “Engenharia Inteligente para um Futuro Sustentável através da Inovação e da Digitalização”. A ideia é destacar o papel de novas tecnologias como BIM, Inteligência Artificial e Big Data na promoção de práticas sustentáveis, com a meta de atingir os parâmetros dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). A Engenharia vai além das construções civis e procura sempre medidas para enfrentar os desafios complexos do nosso tempo. Para isso, os(as) engenheiro(as) concebem tecnologias e meios otimizadores para melhorar a qualidade de vida e proteger o ambiente, colocando o desenvolvimento sustentável do planeta em prioridade. Estruturas sustentáveis, no geral, passam por processos de transição para fontes de energias mais limpas, gestão resiliente de água e instalações de tratamento de resíduos. Essas ações realizadas por meio de práticas de Engenharia fornecem serviços acessíveis e de confiança às comunidades e também propiciam a melhora do bem-estar social e a minimização de consequências das mudanças climáticas. Engenharia dos ODS Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, formalizados por meio da ONU, compõem uma agenda de metas globais, abordando os desafios sociais, econômicos e ambientais enfrentados pelo mundo. Contemplando temas importantes a serem resolvidos, como erradicação da pobreza, segurança alimentar, igualdade de gênero, redução das desigualdades e saneamento, o relatório destaca a importância da Engenharia na conquista de cada objetivo. Os ODS fazem parte da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que foi adotada por 193 Estados-Membros da ONU, em setembro de 2015, durante uma cúpula em Nova Iorque. São aplicadas para todos os países, agindo com um esforço coletivo e adotando uma abordagem integrada. Valoriza-se no Dia Mundial da Engenharia para o Desenvolvimento Sustentável a necessidade de um ambiente adequado e de uma infraestrutura para que engenheiros e engenheiras possam executar seu papel com eficácia, bem como o entendimento da melhor capacitação para os profissionais da área em todo o mundo. A data também é uma janela importante para incentivar mulheres jovens a ingressar na Engenharia, apresentando o desempenho da profissão na modernidade e a extensa área de atuação que ela abrange. Celebrar o dia de hoje é reafirmar o compromisso de transformar o conhecimento técnico em soluções que respeitam os limites da natureza e potencializam a vida. Fonte: Unesco e PrimeIT
Tendências para a Engenharia e Construção Civil em 2026

A Engenharia e a Construção Civil brasileiras chegam a 2026 vivendo uma mudança estrutural profunda. O setor consolida a transição da simples digitalização de processos para um modelo de automação integrada, no qual tecnologia, sustentabilidade, inteligência de dados e responsabilidade técnica passam a orientar decisões estratégicas, investimentos e políticas públicas. Impulsionado pela necessidade urgente de aumento de produtividade, pela escassez de mão de obra qualificada e pelos efeitos cada vez mais concretos das mudanças climáticas, o setor deixa de tratar inovação como tendência futura e passa a incorporá-la como requisito básico para garantir segurança, eficiência e desenvolvimento sustentável. Descarbonização e novos materiais sustentáveis A agenda ambiental ocupa papel central em 2026. A pressão por metas de emissão zero de gás carbônico, transforma a forma de projetar e construir. O Brasil avança no uso de materiais de baixo carbono, com destaque para o concreto verde, que incorpora resíduos industriais ou agregados reciclados, reduzindo significativamente a emissão de CO₂, e para o aço verde, produzido com menor impacto ambiental. Outros materiais ecológicos ganham espaço nos canteiros de obras, como: A sustentabilidade deixa de ser discurso e passa a ser critério para financiamentos, licitações e certificações ambientais, influenciando diretamente a viabilidade econômica e a valorização dos empreendimentos. Construção modular ganha maturidade A construção off-site, com sistemas modulares e pré-fabricados, consolida-se em 2026 como resposta à alta dos custos, à falta de mão de obra e à necessidade de maior previsibilidade. Elementos estruturais, fachadas, banheiros e módulos completos passam a ser produzidos em ambiente industrial e montados no canteiro. Esse modelo reduz desperdícios, encurta prazos — com obras entregues até 40% mais rápido — e melhora o controle de qualidade, sendo amplamente aplicado em habitação, hospitais, edifícios corporativos, galpões logísticos e empreendimentos industriais. Tecnologia, automação e gestão inteligente das obras A tecnologia deixa os escritórios e passa a atuar diretamente no canteiro. Em 2026, o uso de Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT), drones e sensores torna-se padrão em obras de média e grande complexidade. Soluções como: permitem antecipar falhas, reduzir acidentes, evitar retrabalhos e garantir maior segurança para trabalhadores e usuários. BIM e gêmeos digitais ao longo de toda a vida útil O BIM (Building Information Modeling) evolui para os gêmeos digitais operacionais, que acompanham o empreendimento desde o projeto até a operação. Em 2026, o modelo digital passa a fornecer dados em tempo real para manutenção preditiva, gestão de ativos e tomada de decisões, aumentando a eficiência e reduzindo custos ao longo da vida útil das edificações e infraestruturas. Infraestrutura inteligente e adaptação climática A Engenharia também assume papel estratégico na resiliência urbana e adaptação climática. Sistemas inteligentes de drenagem, redes elétricas automatizadas e monitoramento de estruturas críticas permitem respostas mais rápidas a eventos extremos, como chuvas intensas e ondas de calor. Rodovias passam a utilizar asfalto sustentável, com polímeros reciclados e misturas mornas, enquanto cidades avançam em projetos de infraestrutura conectada, integrando dados para melhorar mobilidade, saneamento e segurança. O engenheiro de 2026 e a valorização do exercício profissional Nesse cenário, o perfil do profissional de Engenharia também evolui. Além da sólida formação técnica, cresce a demanda por competências em análise de dados, gestão de sistemas, automação e visão multidisciplinar. A atuação do profissional legalmente habilitado torna-se ainda mais essencial em obras cada vez mais complexas e tecnológicas. A valorização do exercício profissional, da responsabilidade técnica e do cumprimento das normas é fundamental para garantir segurança, qualidade e proteção à sociedade. Em 2026, a Engenharia brasileira aponta para um futuro mais automatizado, sustentável, inteligente e humano, reafirmando seu papel estratégico no desenvolvimento do país e na melhoria da qualidade de vida da população.
Dia do(a) Engenheiro(a) de Pesca
Responsáveis por planejar e implementar sistemas de criação de vida marinha, monitorando a qualidade da água e definindo métodos de captura sustentável, os(as) engenheiros(as) de pesca são de suma importância para a conservação de espécies com risco de extinção e no desenvolvimento da atividade no setor. Comemorado em 14 de dezembro, o Dia do(a) Engenheiro(a) de Pesca teve a data escolhida para coincidir com a colação de grau da primeira turma de engenheiros de pesca do país, realizada em 1974, no estado de Pernambuco. A profissão foi normatizada pela Resolução Nº 279, de 29 de junho de 1983, do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), e estabelecida na categoria da Agronomia, previsto no Art. 6º da Resolução nº 232/1975, também do Confea. Em relação ao curso de Engenharia de Pesca, o Ministério da Educação – MEC o regulamentou em 2 de fevereiro de 2006, por meio da Resolução CNE/CES nº 5, que detalhou todo o processo de graduação. Como ingressar na carreira? O curso de Engenharia de Pesca possui duração média de cinco anos, com uma carga horária que varia entre 3.600 e 4.000 horas, conforme as diretrizes do MEC. Durante todo o período de estudos, as aulas abordam temas voltados para ciências exatas e biológicas, além de disciplinas mais específicas da área. A capacitação dos alunos possibilita que eles estejam preparados para atuarem principalmente em técnicas de cultivo e nutrição dos seres aquáticos, análise química voltada para o controle da qualidade da água e a instalação e manutenção de equipamentos. É importante também os estudantes se manterem atualizados regularmente, em especial sobre as normas ambientais, avanços tecnológicos e políticas públicas voltadas ao setor pesqueiro. Especialização A pós-graduação é voltada para preparar o profissional para áreas específicas dentro da Engenharia de Pesca, oferecendo oportunidades amplas e variadas. Unindo inovações tecnológicas aplicadas e entendimento de mercado, a profissão conta com áreas incluídas como: Aquicultura: é a área desempenhada no gerenciamento em cativeiro de espécies aquáticas,como peixes, camarões, ostras, moluscos, plantas marinhas e outros seres vivos, até mesmo os que vivem parcialmente em ambientes hídricos. Por meio de equipamentos especiais, a prática tem como objetivo conservar recursos naturais e produzir de forma sustentável. Tecnologia do Pescado: toda a qualidade, desde a conservação até a embalagem final do pescado, é garantida por esses profissionais. Por meio de tecnologias que são aplicadas ao desenvolvimento, o profissional prolonga a vida útil Gestão ambiental: é fundamental na manutenção e recuperação de ambientes aquáticos e degradados, onde o profissional também atua no manejo sustentável de recursos hídricos. Engenharia naval aplicada: trabalha no desenvolvimento de projetos e adaptação de embarcações e equipamentos voltadas para as atividades que envolvem toda a área pesqueira. Fonte: Gov.br, Guia da Carreira
Dia Mundial do Solo
No dia 5 de dezembro é celebrado o Dia Mundial do Solo. Implementada em 2013 pela Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU), com recomendação da União Internacional de Ciências do Solo e apoio da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), a data nasceu visando a conscientizar a importância dos solos saudáveis, bem como sua gestão de forma sustentável. Além do 5 de dezembro, ainda existem outras duas datas para celebrar o solo: 15 de abril (Dia Nacional da Conservação do Solo) e 22 de abril (Dia Internacional da Mãe Terra). Um solo em bom estado é responsável pela manutenção da biodiversidade, atuando como um regulador ambiental na filtragem e armazenamento de água, decomposição de resíduos e reciclagem de nutrientes, habitat para seres vivos e contenção de grande quantidade de carbono. Atividades humanas essenciais também dependem de sua eficiência, tanto para práticas de cultivação quanto para atividades profissionais e culturais. No Brasil, a qualidade do solo vem sendo comprometida por diversos fatores, sejam eles naturais ou atrelados à infraestrutura. De acordo com dados do Ministério do Meio Ambiente (MMA), 140 milhões de hectares de terras se encontram degradadas, o que corresponde a 16,5% do território nacional. Em escala global, 33% do solo sofre degradação de moderada à alta, segundo dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). O estudo de novas tecnologias que potencializam o tratamento e a manutenção do solo tem avançado através de pesquisas recentes, fundamentais para diagnosticarem a saúde de terrenos e prever problemas antes que se tornem visíveis. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, por exemplo, desenvolveu um laser chamado LIBS (Espectroscopia de Emissão Óptica com Plasma Induzido por Laser), que permite analisar a composição elementar do solo sem a utilização de elementos químicos. O manuseio de drones, satélites e inteligências artificiais também já é uma realidade na agricultura de precisão, otimizando recursos e amplificando a eficiência do monitoramento. O solo, de maneira mais ampla, é uma das bases primordiais do planeta. Sua valorização é, como um todo, parte de um dever da sociedade em prol da manutenção dos recursos naturais e do funcionamento adequado de suas propriedades, evitando danos a médio e longo prazo. Fonte: Embrapa.br