Crea-RJ notifica engenheiros da escola de samba que teve carro alegórico incendiado

Bombeiros acompanham carro alegórico que teve princípio de incêndio na Sapucaí / Foto: Jornal Extra/ João Vitor Costa

Após o princípio de incêndio que atingiu um carro alegórico da escola de samba Império da Tijuca, no Sambódromo, na noite de sexta-feira, dia 9, o CREA-RJ (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia), com o objetivo de apurar o fato, já identificou e vai notificar os engenheiros responsáveis pelos trabalhos da escola. Esta semana o CREA instalou no Sambódromo uma base operacional para a fiscalização do exercício profissional de 138 engenheiros de 54 empresas registradas para a realização do megaevento.

Autarquia federal cuja missão principal é fiscalizar o exercício profissional e de empresas do setor, o CREA-RJ completa em junho 90 anos de atividades. A entidade está atuando na fiscalização das atividades de engenheiros no Sambódromo antes, durante e depois dos desfiles das escolas de samba do Rio, quando os engenheiros atuam na desmontagem de estruturas e equipamentos.

– O CREA está atento, presente, e vai continuar acompanhando todo o carnaval 2024 com o objetivo de se verificar os responsáveis por problemas e suas consequências, assim como evitar que fatos como esse ocorram novamente – afirmou o presidente do CREA-RJ, engenheiro Miguel Fernández.

Até o dia 09/02/2024, a equipe da Fiscalização do CREA-RJ do sambódromo, analisou documentos fornecidos pela Riotur e pela LIESA e solicitou, por meio de ofício, a relação das empresas e profissionais responsáveis pelos serviços técnicos em execução nos grandes camarotes em montagem. Também foram oficiados alguns dos camarotes menores que estão localizados nos setores 4 e 6 do sambódromo. Foi realizado também o levantamento das ARTs (Anotação de Registro Técnico) no sistema corporativo do CREA-RJ para atualização da planilha onde é acompanhada a evolução das atividades cadastradas pelos profissionais.

O princípio de incêndio atingiu o último carro alegórico do Império da Tijuca, assustando os componentes da escola. A fumaça começou quando o carro passava pelo meio da Avenida Marquês de Sapucaí. Os bombeiros, que acompanhavam o desfile, agiram rapidamente e conseguiram conter as chamas. Os componentes tiveram que descer do carro e somente o destaque foi até a dispersão. Com o enredo “Sou Lia de Itamaracá, cirandando a vida na beira do mar’, a Império da Tijuca foi a segunda escola a desfilar pela série Ouro.

Crea-RJ prestigia cerimônia de posse na Aenfer

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro prestigiou a cerimônia de posse da Diretoria Colegiada e dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Aenfer - Associação dos Engenheiros Ferroviários.

O Presidente da Aenfer, Engenheiro Eletricista Marcelo Freire da Costa, que foi reeleito para o biênio 2024-2025, abriu o evento: “É muito importante essa participação do Crea-RJ, sempre nos apoiando, sempre se engajando. Contamos com o Crea-RJ nestes próximos dois anos na defesa da ferrovia, do ferroviário, dos nossos direitos e dos direitos da Engenharia, que vêm sendo tão vilipendiados ao longo dos anos”, afirmou.

Estiveram presentes ao evento o Presidente do Crea-RJ, Engenheiro Civil Miguel Fernández e o Superintendente Administrativo do Conselho, Engenheiro Civil e Mestre em Engenharia de Transportes, Édipo Ázaro.

“A nova Diretoria é sensível aos desafios que os sistemas ferroviários enfrentam aqui no estado do Rio de Janeiro e por isso estamos aqui para aproximar o Crea-RJ dessa entidade histórica. Temos essa preocupação da valorização das entidades de classe e do papel fundamental que elas representam dentro da nossa sociedade, apresentando os problemas e as soluções”, afirmou Édipo Ázaro.

A Presidente da Federação das Associações de Engenheiros Ferroviários, Engenheira Mecânica Clarice Maria de Aquino Soraggi, falou sobre a relevância da Aenfer. “Essa casa tem uma história tradicional e ela permanece viva nesse resgate da importância do transporte ferroviário ao estado, ao município, ao país”.

Diretora Administrativa da Mútua-RJ Eleita, Engenheira Civil Ana Paula Masiero compôs a mesa de abertura representando a Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea.

“A Mútua apoiou financeiramente a Condecoração Paulo de Frontin, que reconheceu algumas personalidades que dedicaram tempo da sua vida em prol das ferrovias. Neste ano em que nós comemoramos os 170 anos de implementação das ferrovias no Brasil com toda certeza a Mútua vai auxiliar a Aenfer e todas as outras parceiras que estarão ao longo deste ano desenvolvendo uma série de eventos da nossa ferrovia”, destacou Ana Paula.

Na ocasião também aconteceu a entrega da Condecoração Engenheiro Paulo de Frontin às personalidades que se destacaram na prestação de relevantes serviços à Engenharia Ferroviária.

Entre os homenageados, o Deputado Estadual, Engenheiro Civil Luiz Paulo Corrêa da Rocha, Coordenador da Frente Parlamentar Pró-Ferrovias Fluminenses da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. “Ao longo de 2023, a Frente Parlamentar Pró-Ferrovia, fez cinco audiências públicas sobre essa logística de transporte de carga e de turismo, para que no ano de 2024, a gente entre na logística também de passageiros na Região Metropolitana”, adiantou o deputado.

O evento foi uma realização da Aenfer em parceria com a Mútua-RJ e com apoio do Crea-RJ.

Na plateia, associados, familiares e amigos dos homenageados. Foi um dia de reencontros e confraternização. Todos unidos por uma paixão em comum: a ferrovia.

Crea-RJ e CAU/RJ assinam Protocolo de Intenções

Em visita institucional ao Crea-RJ, a comitiva do CAU-RJ, composta pela Vice-Presidente Michelle Beatrice, pelo Presidente Sydnei Dias Menezes
e pelo Gerente de Fiscalização Rodrigo Abadi, encontrou-se com o presidente do Crea-RJ Miguel Fernández

O Presidente do Crea-RJ, Engenheiro Civil Miguel Fernández recebeu hoje, em seu Gabinete, a visita do Presidente do CAU/RJ - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro, Arquiteto e Urbanista  Sydnei Dias Menezes juntamente com a Vice-Presidente, a Arquiteta e Urbanista Michelle Beatrice.

Os engenheiros e arquitetos fazem atividades que se complementam. E é muito importante que os Conselhos atuem juntos em algumas pautas. Portanto, nossa visita é no sentido de construir uma pauta comum para os engenheiros, arquitetos e urbanistas do Rio de Janeiro”, afirma o presidente do CAU/RJ, Arquiteto e Urbanista Sydnei Menezes.

A Vice-Presidente do CAU/RJ, Arquiteta e Urbanista Michelle Beatrice, completa: “Este é um momento histórico, juntos arquitetos e engenheiros. Este momento não só visa trazer de fato essa união entre nós engenheiros e arquitetos, mas juntos, no melhor sentido da palavra parceria,  compartilhar todo o nosso momento histórico e multidisciplinar para o bem da sociedade”.

A pauta do encontro foi a realização de uma parceria entre os conselhos a fim de criar uma Fiscalização Inteligente através das ARTs (Anotações de Responsabilidade Técnica) do Crea-RJ  e das RRTs (Registros de Responsabilidade Técnica) do CAU/RJ. O intuito é garantir que profissionais registrados no Crea-RJ e no CAU/RJ estejam à frente dessas obras.

O Presidente do Crea-RJ, Engenheiro Civil Miguel Fernández, avalia o encontro: “A nossa gestão à frente do Crea começa mostrando que vai ser uma gestão de diálogo. Hoje, o presidente do Conselho de Urbanismo do Estado do Rio de Janeiro, meu amigo Sydnei, veio nos visitar. E eu vou retribuir esta visita em breve ao CAU/RJ mostrando que nós vamos defender os interesse do nosso setor, dialogando e trabalhando conjuntamente. 

Miguel continua: “Estamos fazendo história aqui, mostrando que os conselhos são autônomos, mas os interesses profissionais são conjuntos e agindo de forma coletiva nós vamos alcançar a defesa das nossas profissões. Conto com cada um de vocês profissionais que estão aí trabalhando construindo sim essa harmonia  da defesa dos interesses das políticas da nossa área

Ao final do encontro foi assinado o Protocolo de Intenções, tendo por objetivo o compartilhamento de informações e ações com objetivos comuns, com vistas a intensificar e fortalecer as atividades institucionais e de fiscalização das entidades.

Crea-RJ em Ação – Edição 22 de novembro

RESULTADO DAS ELEIÇÕES GERAIS 2023

Eleitos os novos representantes do Sistema Confea/Crea e Mútua

Nesta sexta-feira (17), foram realizadas as Eleições Gerais do Sistema Confea/Crea e Mútua, que definiram os representantes dos profissionais da Engenharia, Agronomia e Geociências para o triênio 2024-2026. Somente no Rio de Janeiro, mais de 78 mil profissionais participaram da votação.

Os nomes dos eleitos só foram divulgados após as 19 horas, devido ao horário de encerramento das votações em cada estado. A eleição contou com a participação de 141.784 mil profissionais (19,17%), dos cerca de 739. 428 mil eleitores habilitados a votar em todo o país.

No Crea-RJ, dos 78.094 mil profissionais habilitados, 9.758 (12,5%) participaram do pleito. Os profissionais escolheram os candidatos entre as diversas chapas concorrentes aos cargos de Presidente do Confea; Presidente do Crea-RJ; Diretor-Geral da Mútua e Diretor Administrativo da Mútua.

A eleição eletrônica possibilitou uma maior participação dos profissionais em todo o país e agilidade no processo de apuração, que foi divulgado pelo canal do Confea/Crea no Youtube. No entanto, para muitos profissionais, o fato de o pleito ter sido marcado para esta sexta-feira, véspera de um feriado nacional prolongado, gerou uma menor adesão tanto nos estados, quanto em nível nacional.

Veja os eleitos:

Para Presidência do Confea:
Eng. Civil Vinícius Marchese Marinelli (62.939 votos – 47,71% dos votos válidos).

  • Para Presidência do Crea-RJ:
    Eng. Civil Miguel Alvarenga Fernández y Fernández (3.643 votos – 39,50% dos votos válidos).
  • Para Diretor(a)-Geral da Mútua-RJ:
    Eng. Civil Jamerson Freitas (3.046 votos – 35,81% dos votos válidos).
  • Para (Diretor(a) Administrativo(a) da Mútua-RJ:
    Eng. Civil Ana Paula Masiero (3.472 votos – 41,01% dos votos válidos).

*A Decisão Nº: PL-1870/2022 fixou o período de 17 de novembro de 2023 a 1º de dezembro de 2023 para os Regionais elegerem o Diretor Financeiro da Mútua. No Rio de Janeiro, a eleição será no dia 22/11/2023 em Sessão Extraordinária do Plenário do Crea-RJ (Art. 41 da Resolução 1.117/2019 – Regulamento Eleitoral da Mútua) tendo como candidato único o engenheiro civil Pietro Valdo Rostagno.

Revista Ângulos: atenção para o artigo da semana!

Em setembro de 2023, a Petrobrás adquiriu a licença ambiental, emitida pelo Ibama, para exploração na Bacia Potiguar, na margem Equatorial, quase dez anos após as primeiras descobertas na região. A decisão foi um marco na história petrolífera do Brasil, apresentando grande potencial para o futuro da companhia, garantindo a oferta de petróleo necessária para o desenvolvimento do país e financiamento da transição energética, além de gerar oportunidades de emprego no estado do Rio Grande do Norte.

No artigo da Ângulos desta semana, o autor Sidney Roos fala sobre os aspectos históricos da exploração de petróleo na Bacia Potiguar e suas perspectivas para o futuro.

Informamos que os profissionais da área tecnológica que tiverem interesse em publicar na revista, podem remeter sua proposta ao e-mail redacao@crea-rj.org.br

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29º Congresso da Confederação Pan-Americana de Engenharia Mecânica, Elétrica e Ramos Afins (COPIMERA)

[vc_row][vc_column][vc_column_text]29º Congresso da Confederação Pan-Americana de Engenharia Mecânica, Elétrica e Ramos Afins (COPIMERA), realizado entre os dias 5 e 7 de junho de 2023, reuniu autoridades e lideranças do setor em Maceió, Alagoas.

Conversamos com o Presidente da COPIMERA e membro do Conselho Consultivo da Federação Nacional de Engenharia Mecânica e Industrial (FENEMI), Mestre, Doutor e Pós-Doutor em Engenharia Mecânica, Professor do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSJ, Jorge Nei Brito. 

O que representa a COPIMERA para a Engenharia Pan-americana?

A COPIMERA (Confederación Panamericana de Ingeniería Mecánica, Eléctrica, Industrial y Ramas Afines), é uma organização que representa a Engenharia Pan-americana nas áreas de Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica, Engenharia Industrial e outras áreas afins. A  COPIMERA  tem como objetivo promover o desenvolvimento profissional, científico e técnico dessas disciplinas em todo o continente americano.

A COPIMERA atua como uma plataforma para a cooperação e o intercâmbio de conhecimento entre os profissionais, acadêmicos, pesquisadores e instituições relacionadas às áreas abrangidas pela confederação. Ela busca promover o avanço da engenharia, estimular a inovação, fortalecer os laços entre os engenheiros das diferentes regiões e impulsionar o progresso tecnológico no âmbito pan-americano.

 Além disso, a COPIMERA organiza conferências, congressos, seminários e outros eventos acadêmicos e científicos, nos quais os profissionais e estudantes podem compartilhar seus conhecimentos, apresentar pesquisas e discutir os avanços e desafios nas áreas da engenharia mecânica, elétrica, industrial e afins.

Em resumo, a COPIMERA desempenha um papel importante ao promover a colaboração e o avanço da Engenharia Pan-americana, reunindo profissionais e instituições para impulsionar o desenvolvimento dessas disciplinas em toda a região.

O tema deste congresso foi “Eficiência Energética: países pan-americanos e Agenda 2030”. Que análise o senhor faz deste assunto?

A escolha do tema “Eficiência Energética: países pan-americanos e Agenda 2030” para o Congresso COPIMERA é altamente relevante e oportuna devido a importância da Eficiência Energética, por se tratar de uma abordagem pan-americana, por estar alinhado com a Agenda 2030 e por envolver os Engenheiros Mecânicos, Eletricistas, Industriais e afins.

Portanto, a escolha do tema “Eficiência Energética: países pan-americanos e Agenda 2030” para o “29º Congresso Internacional COPIMERA” reflete a importância estratégica desse assunto, a necessidade de cooperação regional e o compromisso com os objetivos de desenvolvimento sustentável. Ao promover a discussão e a troca de conhecimentos nessa área, o congresso contribui para impulsionar a transição energética e fortalecer a engenharia como um agente de transformação em direção a um futuro mais sustentável.

Como está a eficiência energética dos países pan-americanos?

A Eficiência Energética dos países pan-americanos, incluindo o Brasil, varia significativamente de acordo com o nível de desenvolvimento econômico, políticas governamentais, infraestrutura e conscientização da sociedade em relação ao tema.

Alguns países pan-americanos têm implementado medidas eficazes para melhorar a Eficiência Energética. Por exemplo, Canadá, Estados Unidos e alguns países da União Europeia têm políticas e regulamentações rigorosas, além de programas de incentivo, para promover o uso eficiente da energia em diferentes setores, como indústria, transporte e construção. Esses países também têm avançado na adoção de tecnologias mais eficientes, como iluminação LED, e na melhoria da eficiência energética de edifícios e equipamentos.

No entanto, em muitos países pan-americanos, incluindo alguns da América Central, Caribe e América do Sul, a Eficiência Energética ainda é um desafio. A falta de investimentos, infraestrutura adequada e conscientização pública são alguns dos obstáculos enfrentados. Além disso, em muitos casos, os preços baixos da energia e a falta de incentivos econômicos desencorajam investimentos em eficiência energética.

E no Brasil, especificamente, como está a eficiência energética?

No caso do Brasil, a Eficiência Energética tem sido uma preocupação crescente nas últimas décadas. O país possui um potencial significativo para melhorar a eficiência energética em vários setores, como transporte, indústria e edifícios.

O governo brasileiro tem adotado medidas para promover a eficiência energética, como a criação de programas e regulamentações específicas. O Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (PROCEL), por exemplo, busca promover o uso eficiente da energia elétrica por meio de etiquetagem de equipamentos, incentivos fiscais e campanhas de conscientização.

No entanto, apesar dos esforços, há desafios significativos a serem enfrentados. O setor de transporte é um exemplo, onde a Eficiência Energética ainda é relativamente baixa, com uma frota de veículos com baixo índice de eficiência e uma dependência considerável de combustíveis fósseis. A indústria também precisa de mais investimentos em tecnologias eficientes e processos produtivos de baixo consumo energético. Além disso, o setor residencial e comercial pode se beneficiar de maior conscientização sobre a importância da eficiência energética na redução do consumo.

É importante ressaltar que, embora haja desafios, também existem oportunidades significativas para melhorar a eficiência energética nos países pan-americanos, incluindo o Brasil. A conscientização crescente sobre as questões climáticas, o desenvolvimento de tecnologias mais eficientes e a necessidade de reduzir os custos de energia podem impulsionar iniciativas e investimentos nessa área. O engajamento de governos, setor privado, academia e sociedade civil é essencial para avançar na eficiência energética e alcançar os objetivos estabelecidos na Agenda 2030.

 Que balanço o senhor faz do 29º Congresso da Confederação Pan-Americana de Engenharia Mecânica, Elétrica e Ramos Afins? 

O “29º Congresso Internacional COPIMERA”, com certeza absoluta, está sendo um grande sucesso em todos os sentidos. Inicialmente foram abertas 300 inscrições. Posteriormente, devido a demandas passaram para 350 e posteriormente 452 inscritos. Tivemos doze minicursos (todos com as 50 vagas preenchidas), 14 palestras (6 nacionais e 8 internacionais) e 4 Visitas Técnicas. 

Além do “29º Congresso Internacional COPIMERA”, aconteceu paralelamente a “XXXIII Assembleia Geral da COPIMERA”, onde destaco as eleições para Presidente da COPIMERA (Jorge Nei Brito | BRASIL), 1º Vice-Presidente COPIMERA (Eduardo Mario Flores | ARGENTINA) e 2º Vice-Presidente COPIMERA (Peter Celedon |COSTA RICA). De acordo com o Regimento COPIMERA, o Presidente eleito pode indicar dois cargos. Minhas indicações foram: Michele Costa | BRASIL como Tesoureira da COPIMERA e da Fundação COPIMERA e Edwin Ochoas | GUATEMALA (Secretário).

Quais as perspectivas para o futuro das Engenharias Mecânica, Elétrica e Ramos Afins?

As perspectivas para as Engenharias Mecânica, Elétrica, Industrial e Ramos Afins nos países das Américas são bastante promissoras. Essas áreas desempenham um papel fundamental no desenvolvimento econômico, na inovação tecnológica e na busca por soluções sustentáveis. Algumas das principais perspectivas para o futuro incluem: Transição para Energias Renováveis; Eficiência Energética e Conservação; Indústria 4.0 e Automação; Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável e Digitalização e Tecnologias Emergentes.

Neste contexto, não há dúvidas de que os ENGENHEIROS terão um papel central na condução dessas transformações e na busca por soluções que contribuam para o desenvolvimento sustentável e o bem-estar das sociedades.

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Carta aberta Crea-RJ e CRT-RJ sobre acidente na ponte Rio-Niterói

CARTA ABERTA

CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO RIO DE JANEIRO – CREA-RJ

CONSELHO REGIONAL DOS TÉCNICOS INDUSTRIAIS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – CRT-RJ

O acidente ocorrido na segunda-feira, 14 de novembro, quando o navio graneleiro São Luiz, que estava à deriva na Baía de Guanabara, chocou-se com um dos pilares da Ponte Rio-Niterói, não pode ser atribuído ao acaso ou a condições climáticas severas. 

Embarcações são obras de construção naval e, como todo produto da área tecnológica, requer manutenção assistida por engenheiros e técnicos, pois trazem riscos à sociedade. Qualquer que tenha sido a relação de causalidade da colisão da embarcação com a ponte, não afasta a necessária identificação dos responsáveis técnicos pelo acidente. 

Hoje existem cerca de 200 embarcações abandonadas na Baía de Guanabara, um passivo ambiental enorme, que já se arrasta por mais de três décadas. O risco é grande para o meio ambiente, uma vez que estas embarcações estão sujeitas a derramamento de óleo e outras substâncias químicas, que podem contaminar o ecossistema local.  

Além disso, estas embarcações abandonadas impactam a navegabilidade e a pesca artesanal na região. Por tudo isso, é necessário um esforço coletivo das autoridades públicas para evitar outros eventos dessa natureza. 

Neste sentido, considerando as prerrogativas legais de fiscalizar as atividades técnicas aplicáveis à construção, operação e manutenção de embarcações, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro juntamente com o Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Estado do Rio de Janeiro se colocam à disposição das demais autoridades que apuram as responsabilidades pelo ocorrido, colaborando com a identificação e responsabilização dos agentes que deram causa ao dano. 

 

Rio de Janeiro, 16 de novembro de 2022

Luiz Antonio Cosenza
Eng. Eletricista e de Seg. do Trabalho
Presidente do CREA-RJ

Gilberto Palmares
Técnico em Eletrônica
Presidente do CRT-RJ