Crea-RJ realiza a 2ª Reunião do Colegiado de Instituições de Ensino do Estado do Rio de Janeiro

O Crea-RJ realiza, no auditório Dulphe Pinheiro Machado, reunião com representantes das instituições de ensino da Engenharia e cria, no âmbito do Conselho, o CDIES-RJ, Colegiado de Instituições de Ensino Superior em Engenharia do Rio de Janeiro, que será presidido pela engenheira Gisele Saleiro, coordenadora da Comissão de Educação do Crea-RJ – CED, que a partir de 2024 passa a se chamar CEAP – Comissão de Educação e Atribuição Profissional. Cerca de 30 representantes de nove entidades de educação na Engenharia atenderam ao chamado do Conselho e ouviram do presidente do Crea-RJ, engenheiro Miguel Fernández, as boas-vindas. “O não registro dos professores afasta o Conselho da vida acadêmica. Naturalmente, o Conselho tem que fazer sua autocrítica porque também esse afastamento? Mas em outra, em contrapartida também, o que que nós podemos buscar para atrair esses profissionais estarem com a gente aqui”, afirma o presidente. O assessor da presidência, Eduardo Santos, foi o articulador do encontro. “Foi uma tônica que nós colocamos nessa nova gestão de poder trazer, reaproximar as universidades, os principais atores do nosso Conselho. E a gente vem articulando desde o primeiro dia como a gente iria fazer esse contato”, conta Eduardo. Os participantes na reunião votaram na escolha do tema do prêmio Crea-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos 2024, que será “O Desafio da Mudança Climática para o Futuro da Engenharia”. A Coordenadora da Comissão de Educação do Crea-RJ e presidente do Colegiado de Instituições de Ensino do Rio de Janeiro, engenheira Gisele Saleiro, fez um balanço do evento. “No dia de hoje nós tivemos o marco da implantação desse colegiado das instituições de ensino superior do estado do Rio de Janeiro e é muito gratificante nós termos essa parceria entre Conselho e instituição de ensino. Afinal, a instituição de ensino, ela está formando os nossos futuros profissionais que farão parte do Crea-RJ”. É o Crea-RJ se aproximando cada vez mais das instituições de ensino da Engenharia, da Agronomia e das Geociências.

Você sabia?

O Crea-RJ ampliou o horário de atendimento. A partir de agora, a Central de Relacionamento Telefônico, o Chat e o Whatsapp funcionam de segunda a sexta, das 9h às 17h. Ligue 2179-2007 ou acesse nosso portal para atendimento online.

Parabéns ao município de Sumidouro por seus 134 anos!

A história da ocupação do território do município tem início em fins do século XVIII, quando foi instalado um posto militar a fim de reprimir o uso de rotas alternativas de escoamento da produção aurífera da região das minas. Naquela época, os mineiros que queriam escoar metais e pedras preciosas, sem pagar impostos, utilizavam trilhas que passavam pelo vale do Rio Paquequer.  Os pequenos povoados que se ergueram ao longo dessa trilha vão constituir os primeiros núcleos de ocupação. Um dos primeiros registros da origem de Sumidouro data de 1822, quando uma vila teria se formado a partir da construção de uma capela destinada ao culto de Nossa Senhora da Conceição, à margem direita do Paquequer.  Em 1836, a pequena vila ganha o status de curato, a partir da presença permanente de um padre no local, e é submetida à administração de Cantagalo até 1843. Neste ano é elevada à condição de freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Paquequer, e passa a ser submetida ao município de Nova Friburgo, passando posteriormente a pertencer à comuna de Nossa Senhora do Carmo.  Entre 1843 e 1881, Sumidouro estava no auge de sua produção cafeeira, com o estabelecimento de várias fazendas que utilizavam mão-de-obra escravizada. Com a abolição, em 1888, o sistema tradicional escravista de produção cafeeira entra em declínio, perdendo a primazia da cultura itinerante do café para as regiões norte e oeste de São Paulo, cuja produção se destacava pela mão-de-obra imigrante.  Contudo, particularmente em Sumidouro e adjacências, um fato de extrema relevância vai imprimir sobrevivência à prosperidade econômica local: a chegada da estrada de ferro em outubro de 1889, representando condições muito mais favoráveis aos produtores rurais.  Profundas transformações sociais, políticas e econômicas ocorrerão em Sumidouro nos anos que precederam e sucederam a chegada dos trilhos da Leopoldina em outubro de 1889, tais como o êxodo da mão-de-obra escravizada; a proclamação da República e a reestruturação administrativa do Estado; a subseqüente fase de crise política e financeira. A agilização dos transportes traz uma dinamização comercial ocasionada pela chegada de novos comerciantes e novas mercadorias, introduzindo novas atividades econômicas em Sumidouro.  A emancipação político-administrativa do município se dá em 10 de junho de 1890, por meio do Decreto nº 90, nove meses após a Proclamação da República, desmembrado de Carmo. Logo após sua criação, no entanto, sua autonomia foi suprimida mas restabelecida em 1892, quando foi definitivamente instalado em 5 de novembro. O Crea-RJ parabeniza Sumidouro por seus 134 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro

Parabéns ao município de Magé por seus 459 anos!

O atual município tem origem no povoado de Majepemirim, fundado em 1565 por colonos portugueses. Possuía um dos principais portos da região, onde muitos navios negreiros descarregavam as pessoas escravizadas. Em 1696, foi criada a freguesia e, em 1789, o conselho com a designação atual. A vila foi elevada a cidade em 1857. Durante a monarquia, foi criado o baronato de Magé em 1810. Este foi elevado a viscondado em 1811. Elevado à categoria de vila com a denominação de Magé, por força do ato de 9 de junho de 1789, o seu território foi constituído com terras desmembradas do município de Santana de Macacu e da cidade do Rio de Janeiro, inclusive ilhas do pequeno arquipélago de Paquetá. Era constituído de cinco distritos: Magé, Guapimirim, Suruí, Inhomirim e Guia de Pacopahiba. Foi instalado em 12 de junho de 1789. Elevado à condição de cidade com a denominação de Magé, por efeito da Lei ou Decreto Provincial 965, de 2 de outubro de 1857. Pelos decretos estaduais Um, de 8 de maio de 1892 e Um-A, de 3 de junho de 1892, foram criados os distritos de Inhomirim e de Santo Aleixo e anexados ao município de Magé. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de seis distritos: Magé, Guapimirim, Guia de Pacobaíba, Inhomirim, Santo Aleixo e Suruí. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1 de julho de 1960. A Lei Estadual 1 772, de 21 de dezembro de 1990, desmembrou, do município de Magé, o distrito de Guapimirim, o qual foi elevado à categoria de município. O Crea-RJ parabeniza Magé por seus 459 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Prefeitura Municipal de Magé

Hoje os municípios de Iguaba Grande e Santa Maria Madalena fazem aniversário e o Crea-RJ os parabeniza!

Parabéns ao município de Iguaba Grande por seus 29 anos! A colonização das terras dos atuais municípios de São Pedro da Aldeia e Iguaba Grande teve início com a catequese dos grupos indígenas realizada pelos missionários da Companhia de Jesus. Em 1617, os jesuítas fundaram a Aldeia de São Pedro, construindo uma capela que se tornou o marco da colonização dessa área. O desenvolvimento da aldeia determinou sua elevação à categoria de freguesia em 1795, recebendo a denominação de São Pedro da Aldeia. Data da mesma época a construção da Capela de Nossa Senhora da Conceição, que se tornou padroeira de Iguaba Grande. A localidade de São Pedro manteve essa hierarquia durante um século, em razão da supremacia mantida pela cidade de Cabo Frio. A abolição dos escravos, que na maioria dos municípios fluminenses prejudicou a economia local, trouxe mudança das atividades agrícolas para a pesca. Essa rápida adaptação motivou a independência político-administrativa da antiga freguesia de São Pedro da Aldeia, tendo sido desmembrada de Cabo Frio em 1890, como município de Sapiatiba. Durante um período de meses durante o ano de 1892, o município foi reanexado a Cabo Frio e recuperou sua autonomia, por último sob o nome de São Pedro da Aldeia. A vila somente adquiriu jurisdição de cidade em 1929. O município de Iguaba Grande foi instalado em 1997. Sua área urbana, com a criação da Base Naval, passou a sofrer alterações, com os loteamentos de veraneio que, a partir do núcleo habitacional da Base, se desdobram pela RJ-106, em direção a Iguaba Grande. O Crea-RJ parabeniza Iguaba Grande por seus 29 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: IBGE Parabéns ao município de Santa Maria Madalena por seus 162 anos! O desbravamento da região, hoje ocupada pelo município de Santa Maria Madalena, data de 1840. Segundo a lenda, as referidas terras foram cedidas em troca de uma espingarda de fabricação suíça ao padre Francisco Xavier Frouthé, que doou parte delas para edificação de uma capela em homenagem a Santa Maria Madalena, em cumprimento de promessa. Devido aos pântanos cheios de barro branco, os viajantes que demandavam a estrada Cantagalo-Macaé, davam ao local o nome de Tabatinga, que foi a primeira denominação do Arraial do Santíssimo, atual cidade de Santa Maria Madalena. A elevação à categoria de freguesia se deu em 1855 e à de vila em 1861, desmembrada do termo de Cantagalo e tendo anexadas a si as freguesias de São Francisco de Paula e São Sebastião do Alto. Destacou-se na luta pela elevação a município o coronel Braz Fernandes Carneiro Viana, cunhado do Duque de Caxias. Santa Maria Madalena passou à categoria de cidade em 1862. O Crea-RJ parabeniza Santa Maria Madalena por seus 162 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Prefeitura Municipal de Santa Maria Madalena

Crea-RJ presta esclarecimentos aos parentes de jovem que morreu no Riocentro

Assessorado por uma equipe multidisciplinar, o chefe de gabinete da presidência do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (Crea-RJ), Rodrigo Machado, recebeu na sexta-feira passada, dia 7 de junho, parentes do jovem João Vinícius Ferreira Simões, de 25 anos, que sofreu um choque e morreu depois de encostar num food truck durante forte chuva no festival de música “I Wanna Be Tour”, na madrugada do dia 10 de março passado, no Riocentro, na Zona Oeste do Rio. A mãe da vítima, Roberta Isaac Ferreira, é a segunda da esquerda para a direita. Em primeiro plano, Rodrigo Machado, chefe de gabinete da Presidência, e Cosme Chiniara gerente de fiscalização do CREA-RJ Realizada na sede do Crea-RJ, no Centro do Rio, a audiência foi solicitada pela mãe do jovem, Roberta Isaac Ferreira, que havia enviado e-mail pedindo informações sobre o andamento da fiscalização feita pelo Crea-RJ. Depois de manifestar condolências a Roberta Ferreira, Rodrigo Machado destacou que “a atual gestão do Crea-RJ é comprometida com a missão de proteger a sociedade” e por isso mesmo criou uma comissão de fiscalização de grandes eventos, que já atuou também no desfile das escolas de samba e no show de Madonna. Além de Machado, participaram da reunião o gerente de fiscalização do Crea-RJ, Cosme Chiniara; procuradora-geral do Crea, Karen Cristina; e a representante da Ouvidoria, Jacqueline Frinhani. Após a reunião, Roberta Isaac Ferreira, a mãe do rapaz, enviou e-mail à Ouvidoria do Crea-RJ, agradecendo pela atuação da fiscalização do Conselho: “A atuação rápida e eficiente de todos os envolvidos foi crucial para assegurar que os padrões éticos e profissionais da engenharia fossem mantidos. Agradeço pelo compromisso do CREA em zelar pela integridade e pela qualidade dos serviços prestados à sociedade.A fiscalização e a subsequente apuração dos fatos não só reforçaram a confiança na profissão, mas também serviram como um lembrete importante da responsabilidade que cada profissional de engenharia tem perante a sociedade”, afirmou Roberta. Desde que o episódio veio a público, a Gerência de Fiscalização do Crea-RJ tem feito intenso trabalho com levantamento de informações sobre a situação das empresas e profissionais de engenharia envolvidos no caso. O Crea-RJ verificou a contratação de oito empresas que atuaram no evento, assim como oito responsáveis técnicos. Esses profissionais registraram um total de nove Anotações de Responsabilidade Técnica (ART). A fiscalização produziu um relatório de 82 páginas, que tem anexado o relatório da perícia de local feita pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli, que apontou falhas nas instalações elétricas em caixas subterrâneas usadas para a passagem de cabos e num trailler, onde a vítima levou o choque. A fiscalização constatou também que o engenheiro responsável pelas instalações elétricas é o mesmo que seria responsável pelo aterramento elétrico, que tem a função de proteger o usuário do equipamento das descargas atmosféricas. Este profissional de engenharia tem registro no Crea-SP, e é um dos 13 indiciados pelo inquérito da Polícia Civil. Se a Câmara de Engenharia Elétrica encaminhar o caso para a Comissão de Ética, a infração prevê punições que vão da censura reservada até a cassação do registro profissional. “A Fiscalização do Crea-RJ conseguiu reunir toda a documentação solicitada pela Câmara Especializada em Engenharia Elétrica, produzindo um relatório que foi enviado à própria câmara. Neste momento, a Câmara vai analisar se encaminha ou não o caso à Comissão de Ética do Crea”, destacou o gerente da fiscalização do Crea-RJ, Cosme Chiniara, acrescentando ter obtido todos os elementos necessários para balizar a análise da Câmara de Engenharia Elétrica.Cosme Chiniara observou também que “o caso contribuiu para tornar mais rigorosa a fiscalização dos grandes eventos, especialmente quanto à responsabilidade técnica relacionada às instalações elétricas e de aterramento”. O gerente da fiscalização do Crea-RJ afirmou também que o episódio comprova a importância em “haver uma fiscalização atuante e que seja capaz de rastrear os responsáveis e assim garantir a proteção da sociedade e o exercício legal da profissão”.

Crea-RJ completa 90 anos construindo pontes para o futuro

O Começo Em 5 de junho de 1934, o Engenheiro Civil Dulphe Pinheiro Machado presidiu a primeira sessão Plenária do Conselho da 5ª Região, que viria a se tornar o atual Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado do Rio de Janeiro. Naquele dia, quando deu posse aos primeiros diretores, onde hoje é o Museu Nacional de Belas Artes, ele afirmou que ali “tinha início uma nova era”.  Desde então, o trabalho diário do Crea-RJ tem sido o de assegurar que as Engenharias, a Agronomia e as Geociências sejam praticadas dentro da legalidade, por profissionais tecnicamente habilitados, contribuindo, assim, para o bem-estar da população. 90 anos depois Nove décadas depois de sua fundação, o Crea-RJ segue no objetivo de oferecer excelência em sua atuação e promover constantemente o conhecimento e a importância das áreas por ele abrangidas, ampliando o seu papel de instituição responsável pela fiscalização do exercício profissional, em defesa da sociedade. É fundamental evidenciar a importância do caminho percorrido e a valorização do legado existente. Mas, ao mesmo tempo, é preciso deixar claro que o olhar da instituição está voltado para o amanhã. Celebramos o passado, escrevemos o presente e projetamos o futuro. E nesse sentido, o perfil do Crea-RJ tem sido contemporâneo às necessidades de cada época, adequando-se constantemente às demandas do crescimento, baseado na qualidade de vida e no desenvolvimento sustentável.  Planejamento, inteligência e gestão Ao longo do tempo, o Crea-RJ mostrou-se ousado, introduzindo novas ferramentas de planejamento, inteligência e gestão, com foco na qualidade, eficácia e inovação. Da mesma maneira, agora, quando são comemorados os 90 anos de criação, é crucial seguir sendo produtivo, criativo, inovador e focado nas necessidades vigentes. Pois esse é o cotidiano dos profissionais atuais: concepção, técnicas avançadas e dimensionamento seguindo de mãos dadas com pesquisa, criatividade e trabalho árduo.  A combinação de tradição e inovação é uma característica distintiva dos profissionais do Sistema Confea/Crea e Mútua, cujo vasto conhecimento amplia as fronteiras das possibilidades, superando obstáculos e antecipando desafios. A gestão de relacionamento, a orientação, a informação e a transparência representam os vetores principais e deles reveste-se o Crea do Rio para a caminhada dos próximos anos. A excelência acumulada, a parceria política e a inteligência adquirida ao longo de 90 anos são os principais alicerces. Comemoramos essa data certos de que seguiremos trabalhando na construção de diferentes pontes rumo ao futuro. Ética, responsabilidade e excelência profissional Neste momento de celebração, o Crea-RJ reafirma seu compromisso de continuar a servir a sociedade, de promover a ética, a responsabilidade e a excelência profissional e de contribuir para um Rio de Janeiro e um Brasil cada vez melhores. Temos a convicção de que junto aos mais de 110 mil profissionais, às 20 mil empresas e aos inúmeros estudantes que logo ingressarão formados no mercado de trabalho, uma nova realidade pode ser moldada, elevando os padrões da atividade produtiva e pavimentando um caminho seguro para o crescimento e para o desenvolvimento nacional. Evento comemorativo interno Com o objetivo de valorizar funcionários e colaboradores, que ao longo de toda a história do Conselho formaram a base para o desenvolvimento de um trabalho primoroso em prol da Engenharia, da Agronomia e das Geociências fluminenses, no dia 7 de junho aconteceu o lançamento oficial da logomarca dos 90 anos do Crea-RJ com uma festa interna que contou com a presença de funcionários e colaboradores, tanto da sede quanto das inspetorias.  Confira o Manual de Identidade Visual do Selo dos 90 anos do Crea-RJ  Sessão Solene no Palácio Tiradentes No dia 5 de agosto, em sessão solene no Palácio Tiradentes, sede histórica da Alerj – Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, o Crea-RJ foi homenageado com uma Moção de Congratulações e Aplausos pelos seus 90 anos. O presidente do Crea-RJ, engenheiro civil Miguel Fernández, destacou a importância das engenharias no Rio de Janeiro para o desenvolvimento  do estado e do país.  A sessão foi presidida pelo deputado estadual, engenheiro civil Luiz Paulo Corrêa da Rocha. Participaram do evento o presidente do Confea, Vinicius Marchese, presidentes e ex-presidentes de Creas, políticos e  representantes de entidades de classe, instituições de ensino e empresas do setor.  Ação de mídia Com foco no reconhecimento da marca, a partir do dia 27 de junho e ao longo da semana subsequente, uma ação patrocinada pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) colocou o Crea-RJ na grande mídia, por meio de um anúncio produzido internamente pelo Centro de Mídia Eletrônica do Crea Rio. Foram realizadas inserções na TV Globo Rio de Janeiro e nas afiliadas de Cabo Frio, Nova Friburgo, Campos e Resende.  Confira o vídeo comemorativo dos 90 anos do Crea-RJ de 15 segundos A ação contemplou também o YouTube segmentando a divulgação por canais das áreas de interesse de engenheiros, agrônomos e geocientistas.  A estratégia foi veicular o vídeo publicitário com CTA (Call to Action) para o vídeo de 4 minutos.   Confira o vídeo comemorativo dos 90 anos do Crea-RJ de 4 minutos

Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia é oportunidade para reflexão sobre responsabilidade compartilhada

O Dia Mundial do Meio Ambiente foi instituído pela ONU em 5 de junho de 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo. Essa data foi escolhida para coincidir com a realização dessa conferência e marcou uma virada na evolução da política ambiental internacional. Foram estabelecidos princípios para orientar a política ambiental em todo o planeta, mudando a forma como vemos e tratamos as questões ambientais globalmente. Seu objetivo principal é chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, que até então eram considerados, por muitos, inesgotáveis. A Ecologia é a ciência que estuda as relações dos seres vivos entre si e com o meio ambiente. Ela desempenha um papel fundamental no entendimento dos ecossistemas e na promoção de práticas sustentáveis. Assim, com a crescente preocupação com problemas ambientais, a celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente oferece a oportunidade de ampliar as bases para opiniões esclarecidas e condutas responsáveis por parte de indivíduos, empresas e comunidades em relação à preservação e valorização do ambiente.   Os profissionais das áreas abrangidas pelo Crea-RJ têm papel crucial na preservação ambiental e no desenvolvimento de soluções que visam à conservação dos recursos naturais. Eles atuam na elaboração de projetos sustentáveis, no monitoramento da qualidade do ar, água e solo, na gestão de resíduos, no planejamento urbano e rural sustentável, além de todas as outras atividades que encontram soluções para entre outras atividades que contribuem para a promoção da conscientização e preservação do meio ambiente. O dia visa conscientizar a população sobre os desafios ambientais que enfrentamos, como mudanças climáticas, poluição, perda de biodiversidade e escassez de recursos. É um momento para mobilizar indivíduos, comunidades, governos e empresas a tomarem medidas concretas em prol da proteção ambiental. A data nos convida a refletir sobre nossa relação com o meio ambiente e a buscarmos soluções inovadoras para os problemas que o afligem. Embora seja importante celebrarmos os progressos alcançados pelo desenvolvimento tecnológico, é fundamental renovarmos nosso compromisso com a proteção do planeta. O Crea-RJ, por meio de seus profissionais e ações, tem um papel crucial na construção de um futuro mais sustentável para todos. A busca por tecnologias limpas, sustentáveis e acessíveis é um compromisso ético do Conselho com a sociedade para a preservação da vida na Terra.

Dia do Engenheiro Mecânico

A Engenharia Mecânica é um ramo da Engenharia que se concentra no projeto, análise, fabricação e manutenção de sistemas mecânicos, máquinas e dispositivos. Para trabalhar na área é preciso se formar no curso de Engenharia Mecânica. O curso de Engenharia Mecânica é relacionado ao planejamento e ao desenvolvimento de equipamentos, sistemas, veículos, além de ferramentas específicas para a indústria mecânica.  A formação oferece aos estudantes uma sólida base em princípios fundamentais da mecânica, termodinâmica, eletrônica, ciência dos materiais e design, permitindo-lhes aplicar esses conhecimentos em uma ampla variedade de indústrias. É um dos campos mais vastos da Engenharia, que inclui também pesquisas tecnológicas, controle de qualidade, supervisão de processos e definição de procedimentos de segurança na linha de produção. As atribuições do engenheiro mecânico são concedidas pelo artigo 12 da Resolução do Confea nº 218/73. Em 5 de junho, comemora-se o Dia do Engenheiro Mecânico. Formação Acadêmica Na graduação, os estudantes têm a oportunidade de trabalhar em projetos reais desde cedo, o que os ajuda a desenvolver habilidades essenciais de resolução de problemas e a entender como a teoria se traduz em prática. Além disso, o curso de Engenharia Mecânica abre portas para trabalhar com o projeto de veículos automotivos e aeronaves, criação de sistemas de energia renovável e robótica avançada. Para isso, os estudantes aprendem sobre automação, inteligência artificial e fabricação avançada, que são essenciais para quem deseja seguir carreira em uma área de constante inovação. Assim, quem escolhe estudar Engenharia Mecânica aprende os conteúdos necessários para impactar positivamente o mundo, projetando e criando sistemas e dispositivos que moldam o nosso futuro. A Engenharia passou por um grande processo de evolução a partir da segunda metade do século XIX, a partir da Segunda Revolução Industrial, que proporcionou avanços significativos envolvendo as indústrias química, elétrica, de minérios e de petróleo. No Brasil, o processo aconteceu mais tarde, na década de 1990 – quando teve início o período conhecido como “década das transformações”. Graduação O curso de graduação em Engenharia Mecânica precisa oferecer uma carga horária mínima de 3.600 horas, divididas nas disciplinas de cada um dos períodos. Considerando também as atividades extracurriculares que os alunos devem cumprir, como o TCC e o estágio obrigatórios. Para concluir essa carga horária, o curso de Engenharia Mecânica dura cinco anos, no mínimo. A faculdade de Engenharia Mecânica tem cinco anos de duração. Nesse período, o aluno aprende sobre noções básicas de engenharia, além de obter conhecimentos específicos para essa área. É também durante a graduação que o estudante desenvolve noções de planejamento, pensamento estratégico, bem como conhecimentos relacionados à gestão. Na faculdade de Engenharia Mecânica, as aulas abordam disciplinas de matemática, física, termodinâmica, mecânica dos sólidos, materiais e cursos específicos relacionados à engenharia mecânica. Em resumo, os alunos estudam assuntos básicos de Ciências Exatas, de Engenharia fundamental, mecânica e dinâmica, máquinas e sistemas, eletrotécnica, Administração, ética, estágio e Trabalho de Conclusão de Curso. Para estudantes já formados em Engenharia Mecânica, existem várias áreas de estudo e pesquisa para serem abordadas em pós-graduação, mestrado ou doutorado. Mercado de Trabalho Engenheiros mecânicos podem trabalhar em uma variedade de setores, incluindo indústria automotiva, aeroespacial, energia, manufatura, consultoria, pesquisa e desenvolvimento, projetos de máquinas e equipamentos, petróleo e gás, tecnologia médica, construção, entre outros. Eles podem ocupar cargos técnicos, de gestão ou empreender. A data A escolha do dia 5 de junho é uma homenagem ao nascimento de Delmiro Gouveia (1863), um dos pioneiros da industrialização do Brasil. Gouveia foi responsável pela construção da primeira fábrica de linhas de costura do país e da segunda usina hidroelétrica, a de Paulo Afonso, entre Alagoas e Bahia. Sua visão empreendedora e seu conhecimento em Engenharia Mecânica foram fundamentais para o desenvolvimento do país. O Crea-RJ parabeniza a todos os engenheiros mecânicos pelo seu dia, comemorado em 5 de junho, reconhecendo a importância dessa profissão para a sociedade, por projetarem, desenvolverem, analisarem, produzirem e operarem sistemas, máquinas, componentes e dispositivos mecânicos que são essenciais para o desenvolvimento da sociedade.