Trilha de Conhecimento para Mulheres Empreendedoras

Na próxima segunda, 24 de junho, das 9h às 18h, acontecerá a Trilha de Conhecimento para Mulheres Empreendedoras, na Sede do Sebrae Rio. Realizado pela Mútua-RJ, com apoio do Sebrae, o evento contará com uma palestra sobre “Como as habilidades comportamentais podem auxiliar as mulheres empreendedoras”, além de uma oficina de técnicas de negociação. Para mutualistas e/ou profissionais do Crea-RJ, o ingresso é uma lata de leite em pó que será doada para os afetados nas enchentes do Rio Grande do Sul. As vagas são limitadas! Inscreva-se no link: https://lnkd.in/dTWHniME
Belém reúne presidentes de conselhos de Engenharia que têm registrados cerca de 1 milhão de profissionais

O Colégio de Presidentes do Sistema Confea/ Crea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia e Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia) reúne em Belém do Pará os presidentes dos 27 conselhos de todo o país. É um dos maiores encontros de líderes de Creas do Brasil. Os conselhos hoje são essenciais para a fiscalização do exercício legal da profissão, o que acaba coibindo irregularidades e dando condições de obras e serviços mais seguros. Os presidentes de Crea vão participar nesta terça da comemoração dos 90 anos do Crea do Pará, que é presidido pela engenheira civil Adriana Falconeri, a primeira mulher eleita para presidir o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Pará, o maior conselho de classe do Norte do país. O evento foi aberto hoje pela presidente do Crea do Pará e pelo ministro do turismo, Celso Sabino, que destacou a importância da Engenharia para o desenvolvimento do país. Durante seu discurso, o ministro enfatizou a coesão entre a bancada dos deputados federais, o Ministério do Turismo e o governo do estado do Pará em prol da Engenharia. “Estamos todos unidos pela Engenharia. A parceria entre os diferentes setores é fundamental para o progresso e a inovação no Brasil,” declarou Sabino. Ele aproveitou a oportunidade para parabenizar a gestão da engenheira civil Adriana Falconeri à frente do Crea-PA. Além do Pará, o Crea do Rio de Janeiro também está completando 90 anos. O presidente do Crea-RJ, engenheiro Miguel Fernández, está na capital do Pará, participando do Colégio de Presidentes. Na reunião, ele vai defender a discussão de uma proposta de afastamento provisório de profissionais que estejam envolvidos em acidentes que tenham resultado em mortes. Esses profissionais só são afastados depois de submetidos à Comissão de Ética de seus conselhos.
Parabéns ao município de São João da Barra por seus 174 anos!
Em 1676, o povoado foi elevado à categoria de Vila e a economia girava em torno da pesca, criação de gado e o início da cultura da cana. Por essa época foram abertas a rua da Boa Vista e a rua do Caminho Grande. Já no século XVIII, o transporte fluvial ganha força devido ao escoamento da produção açucareira para Salvador, Bahia. O crescimento do porto acarretou desenvolvimento urbanístico, aumentando a população. Novas ruas foram abertas, entre elas a rua do Rosário, a rua de São Benedito (atual rua dos Passos), rua Sacramento e a rua da Banca. Melhorias na Igreja Matriz e na Casa da Câmara e Cadeia Pública também aconteceram neste período. No início do século XIX, quando a Família Real se mudou para o Brasil, São João da Barra, que já se dedicava ao comércio, passou a suprir as necessidades da Corte. O comércio se intensificou e, consequentemente, as condições financeiras dos habitantes. O desenvolvimento fez com que, em 17 de junho de 1850, o imperador Dom Pedro II elavasse a Vila de São Pedro da Praia à categoria de Cidade, denominando-a São João da Barra. Foram inauguradas a Santa Casa de Misericórdia, a Usina de Barcelos, a Companhia de Navegação, a Companhia Agrícola, a Companhia de Cabotagem, a Sociedade Musical e Carnavalesca Lira de Ouro, a Banda Musical União dos Operários e a Sociedade Beneficente dos Artistas. No início do século XX, os problemas de assoreamento da foz do rio Paraíba do Sul se intensificaram, forçando a venda da Companhia de Navegação, que já enfrentava problemas com a competição gerada pela abertura da navegação a navios estrangeiros. No final da década de 1970, a cidade voltou a prosperar com a descoberta do Petróleo, recebendo royalties por ser município limítrofe aos campos produtores de petróleo, tornando-se definitivamente produtor a partir do ano de 2000. O Crea-RJ parabeniza São João da Barra por seus 174 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Prefeitura Municipal de São João da Barra
Maracanã completa 74 anos de história

Maracanã, mais que um templo do futebol, um símbolo brasileiro O Estádio Jornalista Mário Filho, mais conhecido como Maracanã, completa 74 anos! Um dos estádios de futebol mais icônicos do mundo, está localizado no bairro de mesmo nome, no coração do Rio de Janeiro. Sua história começa em 1938, quando o presidente da FIFA, Jules Rimet, visitou o Rio e aceitou a candidatura do Brasil para sediar a Copa do Mundo de 1950. A construção do Maracanã foi um projeto ambicioso e tinha como objetivo criar o maior e mais moderno do mundo na época. As obras, iniciadas em 2 de agosto de 1948 no terreno do antigo Derby Club, que antes era utilizado para corridas de cavalo, envolveram o trabalho de milhares de pessoas e duraram cerca de dois anos. A escolha do local foi alvo de controvérsias, mas prevaleceu a visão do prefeito Mendes de Moraes, apoiada pelo jornalista Mário Filho, que defendia a construção no bairro da Tijuca. O estádio foi inaugurado em 16 de junho de 1950, com uma capacidade inicial de 155 mil lugares, tornando-se o maior estádio do mundo na época. O Maracanã superou o Hampden Park de Glasgow e, desde então, testemunhou momentos históricos do futebol, como o milésimo gol de Pelé, finais de campeonatos nacionais e internacionais, e até mesmo eventos não esportivos, como grandes shows musicais. Ao longo dos anos, o Maracanã passou por várias reformas, especialmente para os Jogos Pan-Americanos de 2007, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Cada reforma modernizou o estádio, mas sempre mantendo sua essência e importância cultural. Hoje, o Maracanã não é apenas um estádio, mas um símbolo da paixão brasileira pelo futebol e um ponto de encontro para os amantes do esporte de todo o mundo. Jogo de inauguração O Maracanã recebeu seu primeiro jogo um dia depois de sua inauguração, em 17 de junho. Com a obra ainda inacabada e cheia de andaimes, a seleção de São Paulo venceu a do Rio de Janeiro por 3 a 1, embora o gol inaugural tenha sido de Didi, que jogava pelo Rio. Sete dias depois, o Maracanã foi palco da abertura da Copa do Mundo de 1950, na partida entre Brasil e México. E, em 16 de julho, ficou marcado pela derrota do Brasil para o Uruguai, por 2 a 1, na final da Copa. Maracanazo A derrota da seleção brasileira para o Uruguai por 2 a 1 ficou conhecida como Maracanaço ou Maracanazo, em espanhol. Após o jogo, o país registrou 34 suicídios, além da morte de 56 pessoas por ataque cardíaco. O impacto da derrota contra o Uruguai foi muito maior do que o 7 a 1 da Alemanha no Mundial de 2014 ou do que a final da Copa de 1998, quando o Brasil perdeu para a França. Recordes de público (com informações de TNT Esportes) Atualmente, a capacidade do Maracanã é de cerca de 80 mil pessoas. Há divergências sobre o recorde de público oficial do Maracanã, mas os dez maiores registrados são: 1) 183.341 – Brasil 1 x 0 Paraguai – 31/8/1969 (Eliminatórias) 2) 177.656 – Fluminense 0 x 0 Flamengo – 15/12/1963 (Carioca) 3) 174.770 – Flamengo 1 x 1 Vasco – 4/4/1976 (Carioca) 4) 174.599 – Brasil 4 x 1 Paraguai – 21/3/1954 (Eliminatórias) 5) 173.850– Brasil 1 x 2 Uruguai – 16/7/1950 (Final da Copa do Mundo) 6) 171.599 – Flamengo 2 x 3 Fluminense – 15/6/1969 (Carioca) 7) 171.599– Botafogo 0 x 0 Portuguesa-RJ – 15/6/1969 (Carioca) 8) 165.358 – Flamengo 0 x 0 Vasco – 22/12/1974 (Carioca) 9) 162.764– Brasil 6 x 0 Colômbia – 9/3/1977 (Eliminatórias) 10) 162.506 – Flamengo 2 x 1 Vasco – 17/10/1954 (Carioca) A construção (com informações de Uol Esportes) Até 31 de dezembro de 1948, quando a construção do estádio caminhava para o sexto mês, já haviam sido gastos 10,4 milhões de cruzeiros só com material. O orçamento inicial de 150 milhões de cruzeiros aumentou quase 54%, para 230 milhões. A obra, porém, não começou com muitos funcionários —eram 200 no início—, principalmente se comparada com os últimos meses. Um ano após o começo da construção, 1.481 operários ajudavam a erguer as arquibancadas. À época, a Prefeitura tinha a previsão de erguer o Maracanã até abril de 1950. Dessa forma, em janeiro de 1950, 2,8 mil operários trabalhavam na obra. Para erguer a arquitetura oval com 32 metros de altura e eixos de 317 e 279 metros, foram utilizados 500 mil sacos de cimento; 10 mil toneladas de ferro; e 80 mil metros cúbicos de concreto. O estádio apresentava um cronograma apertado. As arquibancadas já estavam concluídas, mas a marquise começava a se tornar uma preocupação. Somente nos primeiros dias de fevereiro a cobertura começou a tomar forma. Para agilizar a entrega de materiais, o prefeito Mendes de Moraes conseguiu tomar emprestado caminhões de carga do Exército que se juntaram à frota da Prefeitura. Foi nesse cenário que o engenheiro responsável pela obra, coronel Herculano Gomes, teve a ideia de adicionar uma resina especial à marquise. O objetivo era realizar a secagem do concreto em um tempo menor. A pressão aumentava à medida que a data de abertura do Mundial chegava. O presidente da Fifa, Jules Rimet, pôde acompanhar o ritmo acelerado da construção quando visitou o país para acompanhar a competição. Em 2 de junho de 1950, a apenas 22 dias do jogo inicial da Copa, o Maracanã ainda não estava pronto para receber uma partida de futebol. Curiosidades O nome Maracanã tem origem no tupi “maraka’nã”, que significa “semelhante a um chocalho”. Isso porque a região ao redor do rio Maracanã, onde fica o estádio, era habitada por várias espécies de aves, incluindo o papagaio Maracanã-Guaçu, cujo canto se assemelhava ao som de um chocalho. O Maraca é nosso O Maraca, como é carinhosamente chamado pelos cariocas, foi batizado em 1966 com o nome de Estádio Jornalista Mário Filho, em homenagem a um dos maiores incentivadores de sua construção. Irmão de Nelson Rodrigues,
Cidades Inteligentes são passo importante para o desenvolvimento sustentável

O principal desafio das grandes metrópoles é alcançar a eficiência no uso de recursos, mobilidade e serviços a fim de melhorar a qualidade de vida dos habitantes. As soluções do futuro têm na tecnologia o seu elemento fundamental e é nesse cenário que se encontra o conceito de Cidade Eficiente ou Cidade Inteligente. A ideia é um sistema onde energia, transporte, infraestrutura, sustentabilidade e informação funcionem em harmonia. Nesse sentido, diversas cidades do mundo já colocam o conceito em prática. Um exemplo prático desta iniciativa é Songdo, na Coreia do Sul. A cidade, construída do zero e considerada uma das mais inteligentes do mundo, tem sistemas de água, coleta de resíduos, eletricidade e estradas com sensores eletrônicos para controlar tudo de forma sustentável, além de 40% de sua área como reserva verde. Os edifícios têm controles de clima automáticos e acesso informatizado para permitir que o ambiente responda de acordo com as ações e necessidades de seus moradores. No Brasil, experiências pontuais de cidades inteligentes também acontecem. Curitiba, por exemplo, ainda nos anos 1980, foi considerada uma cidade-modelo por desenvolver projetos que acabavam sendo exportados para outras cidades brasileiras. A qualidade de seu transporte público chegou a ser utilizado por cerca de 70% da população. O Rio de Janeiro também tem conquistado espaço. O Centro de Operações Rio (COR) e a Central 1746, por exemplo, deixam clara a presença da tecnologia na cidade. Pela Central, os cidadãos podem reportar ocorrências e solicitar à prefeitura centenas de serviços municipais, por meio de aplicativo, além dos tradicionais telefone e site. Os dados permitem a criação de estratégias para melhor gestão do espaço, assim como funciona no COR. No Centro de Operações, um telão de 80 metros quadrados mostra informações em tempo real de concessionárias e órgãos públicos, além das imagens de câmeras instaladas pela cidade. Em conjunto, parcerias com o aplicativos de mobilidade (Waze e Moovit, por exemplo) permitem o compartilhamento de informações sobre o trânsito pelos próprios usuários. O sistema permite antecipar e solucionar problemas como acidentes, congestionamentos e chuvas fortes. Especialmente em períodos de chuvas, outra complicação das grandes metrópoles torna-se evidente. É o acúmulo de lixo, natural em sociedades que compram e descartam mercadorias com voracidade cada vez maior. Nessas ocasiões, o poder público é convocado a encontrar soluções viáveis para evitar enchentes e impedir, principalmente, a transformação de rios e encostas em depósitos ilegais de resíduos e em palcos de tragédias. Entre as soluções modelo para o problema, destaca-se o caso de Barcelona, utilizado também em mais 50 cidades europeias. Desde a década de de 2010, a cidade tem instalado um sistema de “bocas de lixo”: os cidadãos depositam os sacos por escotilhas que são conectadas a um gigantesco sistema de tubulação, enterrado a pelo menos cinco metros da superfície. O sistema evita o uso de latas e coletas periódicas através de caminhões. O destino final é uma usina de triagem, afastada da área urbana. Resíduos limpos são reciclados e o lixo orgânico vira combustível para mover turbinas que produzem eletricidade. Para o Crea-RJ, exemplos como esses demonstram como a tecnologia, unida à sustentabilidade, pode provocar uma revolução nas formas de lidar com os desafios do espaço urbano. O conceito de cidades inteligentes revela que elas podem – e devem – ser continuamente melhoradas em benefício de seus habitantes e elaboradas por profissionais tecnicamente habilitados para o desenvolvimento dessas tecnologias. Também podem ser econômicas quanto ao uso racional de seus recursos naturais e, ainda assim, e talvez por isso mesmo, ser um nicho de negócios para novas tecnologias.
Rio de Janeiro recebe a segunda Reunião Ordinária do CDEN

O Crea-RJ foi o anfitrião da 2ª Reunião Ordinária do CDEN – Colégio de Entidades Nacionais do Sistema Confea/Crea e Mútua, que aconteceu no Hotel Rio Othon, em Copacabana. A mesa diretiva foi composta pelo coordenador do CDEN, engenheiro civil Hideraldo Rodrigues Gomes, da Febrae, o coordenador-adjunto, Meteorologista Lúcio Silva de Souza, da SBMET, e o presidente do Crea-RJ, engenheiro civil Miguel Fernández. “Foi um prazer para todos nós aqui do Rio de Janeiro ter um evento dessa relevância, que reuniu as principais entidades nacionais dos setores das Engenharias, da Agronomia e das Geociências. Foram vários representantes de cada região do país debatendo as principais pautas do nosso setor, valorizando as nossas profissões”, afirmou Miguel Fernández. O Coordenador do CDEN, engenheiro civil Hideraldo Rodrigues Gomes, completou: “as propostas aprovadas serão encaminhadas ao Confea a fim de que proporcione a todos os profissionais uma melhoria e uma magnitude na execução dos trabalhos”. O CDEN é um fórum consultivo do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia composto por 24 entidades de classe das áreas da Engenharia, Agronomia e Geociências. A cada encontro, uma oportunidade de debater pautas de interesse de cada setor. Na opinião do coordenador do CDER-RJ – Colégio de Entidades Regionais do Rio de Janeiro, engenheiro eletricista Fernando Lima, essa integração faz parte dos novos projetos do CDEN junto com a nova administração do Confea. “Acho que é uma experiência muito gratificante. É uma troca em que todos, principalmente a Engenharia, têm a ganhar”, avalia. Presidente do Ibape Nacional – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia, o engenheiro civil Luciano Ventura falou sobre o evento. “É muito importante para a nossa entidade, que é multidisciplinar, a gente estar participando com os outros colegas de outras entidades das diversas formações de Engenharia a nível nacional para gente compartilhar ideias e ver o que pode colaborar para atender todas as demandas do nosso país”. Diretora da ABES-Rio – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, a engenheira civil Mickaela Midon destacou a troca de aprendizados. “Aprendi muito no Colégio Nacional. Informações que trouxe para a nossa realidade do Crea Rio de Janeiro e também tive a oportunidade de enriquecer o projeto dos outros estados com que estamos fazendo aqui”. A coordenadora nacional das entidades precursoras e presidente da Associação Mineira de Engenheiros, Virginia Campos, concorda com Mickaela. “Participamos com muita alegria porque entendemos que a participação das entidades de classe contribui nas discussões de temas relevantes para a Engenharia Nacional. Queremos ser úteis ao Sistema”. As instituições de ensino também marcaram presença, através de representantes de diversas universidades do Brasil e da presidente da Abenge – Associação Brasileira de Ensino de Engenharia, engenheira civil Adriana Tonini. “Somos responsáveis por todas as escolas de Engenharia do Brasil e discutimos a formação do engenheiro. Neste momento, estamos com quatro membros participando na mudança dos critérios de avaliação dos cursos de Engenharia. Além dos presenciais, os cursos EAD”. Entre os assuntos debatidos durante os três dias de evento, destaque para a catástrofe que atingiu o Rio Grande do Sul e de que forma as profissões abrangidas pelo Sistema Confea / Crea e Mútua podem contribuir para resolver este tipo de problema. Para a vice-presidente da Fisenge – Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros, engenheira civil Elaine Santana, “neste momento de crise, é importante que as várias entidades envolvidas com o Sistema debatam e proponham novos projetos para que a gente trabalhe junto com a sociedade na ajuda não só do Rio Grande do Sul como também para avaliar o que a Engenharia, a Agronomia e as Geociências podem fazer para prevenir tudo o que aconteceu esse ano no país”. O coordenador adjunto do CDEN, meteorologista Lúcio Silva de Souza, vai mais longe: “Nós precisamos de ações para ontem porque planos e projetos têm muito. Ação, a gente não vê. É importante que isso tenha capilaridade e a Meteorologia está aqui para lutar por essa capilaridade, por essa valorização profissional, pelo fortalecimento, principalmente, do Instituto Nacional de Meteorologia, que está espalhado em todas as regiões do país, vem sendo sucateado e precisa ser aparelhado” O presidente do Confea, engenheiro de telecomunicações Vinicius Marchese, compareceu ao último dia do evento e manifestou seu apoio às entidades de classe do Sistema Confea, Crea e Mútua. “Temos um compromisso de fortalecer nos próximos 3 anos as entidades de classe com diversos projetos. A gente tem um conjunto bastante interessante de pessoas aqui que vão sim potencializar e valorizar cada vez mais nossas entidades. Pode contar com a gente”, finalizou. Ao final dos três dias de reunião, o CDEN aprovou 17 propostas, que serão submetidas à aprovação da Cais, Comissão de Articulação Institucional do Sistema e, por fim, ao plenário do Confea. Para mais informações sobre o Colégio de Entidades Nacionais acesse o portal do Confea.
Parabéns ao município de Pinheiral por seus 29 anos!
A origem do município de Pinheiral encontra-se ligada à de Piraí, município ao qual pertencia até 1997. O território do município de Piraí foi desbravado em conseqüência do trânsito realizado entre a região das Minas Gerais e o Rio de Janeiro, através do Rio Paraíba. O núcleo primitivo desenvolveu-se junto à pequena capela de Santana do Piraí, erguida por volta de 1772. A localidade rapidamente progrediu, atraindo inúmeros colonos que buscavam terras férteis. Em 1817, foi elevada à categoria de freguesia, com a denominação de Santana do Piraí e, motivado pelo processo de contínuo desenvolvimento, apoiado na economia cafeeira, o governo concedeu autonomia, elevando à categoria de vila em 1837. A vila de Santana do Piraí adquiriu foros de cidade em 1874 e, segundo a divisão administrativa de 1911, o município chamou-se apenas Piraí. Ao final do século XIX, a implantação da Estrada de Ferro D. Pedro II provocou a transferência da polarização para os núcleos vizinhos de Santana de Barra e Barra do Piraí. Durante as primeiras décadas do século XX, dois influxos econômicos importantes viriam reativar a economia municipal: a implantação da represa Nilo Peçanha e a fábrica de papéis Pirahy. O Crea-RJ parabeniza Pinheiral por seus 29 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Associação Estadual de Municípios do Rio de Janeiro – AMERJ
Crea-RJ recebe reunião dos Creas da Região Sudeste

O Crea-RJ recebeu a segunda reunião de 2024 dos Creas da Região Sudeste. Além dos presidentes dos Creas do Rio de Janeiro, engenheiro Miguel Fernández; de São Paulo, engenheira Ligia Mackey; de Minas Gerais, engenheiro Marcos Gervásio; e do Espírito Santo, engenheiro Jorge Silva, a reunião contou com a presença do presidente do Confea, engenheiro Vinicius Marchese. “Quanto mais os Creas estiverem próximos, mais fácil, mais rápido de trabalhar, tanto do ponto de vista administrativo, quanto do ponto de vista político, para atender o profissional. Para o Confea é muito bom. A pauta foi toda focada no profissional”, afirmou Vinicius Marchese. O presidente do Crea-RJ, engenheiro Miguel Fernández, completou: “Foram vários os temas que nós discutimos e avançamos possibilidades de abrir também estratégias que estão sendo implementadas por outros Creas, como, por exemplo, a busca de talentos do Crea São Paulo. Em cima disso, vendo o que de melhor está acontecendo nos outros Creas, através dessa troca, com certeza vamos avançar ainda mais para entregar aqui no Rio de Janeiro o melhor serviço, o melhor Crea, para o profissional do nosso Sistema”. Para o presidente do Crea-ES, “a pauta é de suma importância porque ela busca a valorização profissional e defesa da sociedade. A discussão de trabalhos, a discussão de desafios e soluções para os problemas regionais”. Primeira presidente mulher em 90 anos do Crea-SP, a engenheira Ligia Mackey destacou a importância da presença feminina no Sistema Confea, Crea e Mútua. “A gente tem feito um trabalho através do Programa Mulher voltado para aumentar o número de lideranças femininas no Sistema. Queremos trazer essas mulheres porque a gente entende que a mulher tem um olhar diferenciado. Então, o nosso trabalho é buscar essas lideranças e fazer com que elas venham para o Sistema, tendo oportunidade. E quando essa oportunidade chegar, elas precisam estar preparadas para isso”. Foi uma reunião com muita troca de ideias e pautas importantes para os profissionais do Sistema Confea, Crea e Mútua.
Comissão de Análise e Prevenção de Acidentes do Crea-RJ realiza seminário sobre NR-12

A Comissão de Análise e Prevenção de Acidentes (CAPA) do Crea-RJ vai realizar o Seminário Anexo XII NR-12 e Gerenciamento de Riscos em Poda com Uso de Cestas Aéreas, que tem como objetivo apresentar informações e esclarecimentos sobre equipamentos de guindar para elevação de pessoas e realização de trabalho em altura. O seminário é destinado a engenheiros mecânicos, engenheiros de Segurança do Trabalho e demais profissionais do Sistema Confea/Crea e Mútua, além de estudantes de Engenharia. A programação conta com duas palestras técnicas “Anexo XII NR 12” e “Poda em Cestas Aéreas”, que serão seguidas de debates, com abertura de perguntas ao público. O evento será realizado no formato presencial, na sede do Crea-RJ (Rua Buenos Aires, 40 – Centro), no dia 24 de junho (segunda-feira), das 9h às 12h. Conheça os palestrantes: Jaques Sherique: é engenheiro mecânico e de Segurança do Trabalho com mais de 40 anos de experiência. Coordenou os SESMTs na Companhia Vale do Rio Doce, elevando padrões de segurança. Como consultor, compartilhou sua expertise em segurança do trabalho. No Ministério do Trabalho, foi Diretor do DSST e influenciou políticas profissionais. Presidiu a Sobes-Rio e a ABPA, liderando iniciativas de prevenção de acidentes. Possui habilidades em gestão de riscos, segurança comportamental e ergonomia.Coordenou e compôs por vários mandatos a Câmara Especializada de Engenharia de Segurança do Trabalho do Crea-RJ. Márcio Leão: é engenheiro mecânico e de Segurança do Trabalho com mais de 14 anos de experiência, especializado no setor elétrico pela Light. Possui habilidades em Perícia Judicial e Plano de Rigging, destacando-se na gestão de equipes e na implementação de procedimentos de segurança. Contribuiu significativamente para a segurança e gestão energética nacional, desenvolvendo treinamentos e revisando procedimentos operacionais. Atuou na Indica Assessoria, prestando serviços para LIGHT S/A e AMPLA S/A, e atualmente é técnico sênior na Light. Nei Beserra: é engenheiro mecânico com mais de 34 anos de experiência na Light, onde foi chefe de Manutenção de Veículos e coordenador da Comissão de Estudos de Cestas Aéreas. Contribuiu significativamente para a criação do Anexo XII da NR-12, que regula a segurança em máquinas e equipamentos para trabalho em altura. Atuou como diretor executivo do Senge-RJ e assessor da presidência do Crea-RJ, demonstrando seu engajamento com as questões profissionais.
Hoje os municípios de Quissamã e Italva e fazem aniversário e o Crea-RJ os parabeniza!
Parabéns ao município de Italva por seus 38 anos! As primeiras referências de povoação nesta região datam de 1870, quando aventureiros e exploradores encontraram terra fértil e ainda rica em minerais. Seu primeiro nome foi Santo Antônio das Cachoeiras, passando a se chamar, depois, Cachoeiras do Muriaé, em homenagem às águas caudalosas do Rio Muriaé. O nome atual vem das palavras tupis guaranis ita = pedra e alva = branca, em referência ao mineral, abundante na área. Apesar das riquezas, as travessias sobre o rio Muriaé eram feitas de canoas de aluguel, inclusive os minerais pesados eram transportados por uma grande barca atada a um cabo de aço preso nas duas margens do rio. Somente no final dos anos 40, construiu-se a ponte que veio ligar a outros municípios da região. Sua economia é baseada, predominantemente na cal, no mármore e no calcário, produtos que fixaram no município várias indústrias. O município por ter terras férteis, é um grande produtor de leite e médio produtor de tomate, pimentão e frutas. Além disso, sedia o Centro de Treinamento da EMATER – RIO, o único no Estado, contribuindo para o progresso na área da agricultura, por meio da promoção de cursos, palestras, seminários etc. Também está em Italva o Centro de Capacitação Agroindustrial, a Usina de Produção de Calcário e a Fazenda Experimental de Italva. Um fator importante para o seu desenvolvimento é a Rodovia BR-356, que corta o Centro da cidade, por onde passam milhares de veículos diariamente. O Crea-RJ parabeniza Italva por seus 38 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Prefeitura Municipal de Italva Parabéns ao município de Quissamã por seus 35 anos! A ocupação da região começou com o estabelecimento de fazendas de criação de gado bovino em caráter semi-nômade, utilizando mão-de-obra indígena. A carne do gado abatido era salgada e vendida no Rio de Janeiro. Em 1688, foi aberto um canal artificial ligando a Lagoa Feia e o mar, que ficou conhecido como canal do Furado (atualmente, corresponde, grosso modo, ao Canal das Flexas). Em 1924, surgiu a freguesia de Nossa Senhora do Desterro de Quissamã, o segundo mais antigo núcleo de povoamento da região, e cujo desenvolvimento deu origem ao atual centro urbano de Quissamã. Desde o início da colonização, a administração política e religiosa de Quissamã foi subordinada às autoridades da vila de São Salvador dos Campos dos Goytacazes. Um alvará real de 29 de julho de 1813 criou a vila de São João de Macaé desmembrada da cidade de Nossa Senhora da Assunção de Cabo Frio e incorporando a freguesia de Quissamã, que foi desmembrada da vila de São Salvador dos Campos dos Goytacazes. Quissamã deixou assim de ser parte de Campos dos Goytacazes e continuará como freguesia de Macaé durante todo o Império, e depois como um distrito durante a República, até a emancipação. Embora tenha começado com a criação de gado de corte, e haja registros de plantações de algodão, café e anil, o município atingiu seu apogeu econômico com a monocultura açucareira. A concorrência do açúcar de beterraba começou a prejudicar as exportações brasileiras de açúcar, situação agravada pela Crise Econômica Mundial de 1929. V Desde então, Quissamã conheceu um longo período de estagnação, interrompido apenas na década de 1970, com o desenvolvimento do programa Proálcool. Com a descoberta do petróleo na Bacia de Campos, começou a haver expectativas de retomada do desenvolvimento econômico sem dependência exclusiva do Engenho Central de Quissamã. A emancipação ocorreu em decorrência ao plebiscito – 12 de junho de 1988 – com resultado amplamente favorável. O Crea-RJ parabeniza Quissamã por seus 35 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Wikipédia