Crea-RJ participa de congresso da Associação Brasileira de Ouvidores

O Crea-RJ foi o pioneiro ao implementar a primeira Ouvidoria do Sistema Confea/Crea, em 1999: um espaço dedicado à escuta ativa dos profissionais e da comunidade. Funcionando ativamente, desde então, a Ouvidoria preza pelo aprendizado contínuo, pela valorização do diálogo, pelo fortalecimento dos canais de comunicação e pelo compromisso com a transparência. Assim, Robson da Matta, funcionário da Ouvidoria do Crea-RJ desde a sua criação, representou o Conselho no XXVII Congresso Brasileiro de Ouvidores, sob o tema “A Ouvidoria e o compromisso ético: metas e resolutividade”. Realizado no Rio de Janeiro, de 2 a 4 de setembro, o evento foi uma oportunidade de explorar um importante conteúdo de palestras, oficinas e exposições, além da possibilidade de trocar experiências com profissionais de todo o país, tanto de Ouvidorias públicas e privadas. Para Robson, que também é membro da Diretoria da Associação Brasileira de Ouvidores – Rio de Janeiro (ABO-RJ), o Congresso foi uma oportunidade valiosa para a atualização das boas práticas relacionadas ao trabalho realizado pela Ouvidoria. “Fiquei muito feliz por representar a Ouvidoria do Crea-RJ no XXVII Congresso Brasileiro de Ouvidores. O evento nos proporcionou a troca de experiências e os debates, levantando elementos que nos ajudam a nos adequar cada vez mais com as expectativas dos nossos profissionais, empresas e a sociedade que nos procura”, afirmou. O Ouvidor do Crea-RJ, Lucio Bandeira, comemorou a realização do encontro para a valorização e o desenvolvimento da área no Conselho. “A Ouvidoria representa um importante elo entre a instituição e a sociedade. Essa ponte de interlocução é essencial para identificarmos pontos de melhoria nos serviços e atendimento, possibilitando aprimorar continuamente nossa atuação, processos, políticas e qualificações”, disse.

Museu de Arte Contemporânea de Niterói comemora 28 anos

O Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC), projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, é uma das obras mais emblemáticas da arquitetura contemporânea no Brasil.  Inaugurado em 2 de setembro de 1996, o museu se destaca por sua arquitetura futurista e localização privilegiada no Mirante da Boa Viagem, em Niterói, Rio de Janeiro.  Atual símbolo da cidade, a  história do MAC começa na década de 1990, quando Niterói buscava revitalizar sua imagem cultural e se tornar um ponto de referência para a arte moderna e contemporânea. A escolha de Oscar Niemeyer para projetar o museu foi estratégica, uma vez que ele já era uma figura proeminente na arquitetura mundial, reconhecido por suas formas orgânicas e pelo uso ousado do concreto. A forma do MAC lembra uma flor, ou uma nave espacial, flutuando sobre uma pedra que avança para o mar. Construído com um espelho d’água ao seu redor, ele ganha ainda mais leveza, e sua grande rampa externa de concreto, com piso vermelho, conduz o visitante aos pavimentos superiores do Museu, com vista panorâmica de 360 graus para a Baía de Guanabara e as cidades do Rio de Janeiro e de Niterói. O MAC abriga a Coleção João Sattamini, uma das mais importantes coleções de arte contemporânea do país. A estrutura do MAC é uma forma de disco suspenso sobre um pedestal que se destaca contra o cenário da Baía de Guanabara e do Pão de Açúcar. Essa forma fluida e futurista é um exemplo da capacidade de Niemeyer de integrar arte e arquitetura, criando um espaço que provoca tanto a interação do público quanto a contemplação das obras expostas. O museu possui grandes janelas que oferecem vistas panorâmicas, unindo a experiência artística com a beleza natural ao redor. A construção, entretanto, apresentou grandes desafios. O terreno escolhido exigiu um estudo cuidadoso, dado que a área estava sujeita a condições geográficas e climáticas complexas. Além disso, a necessidade de unir estética e funcionalidade, garantindo que a estrutura suportasse as obras de arte e resistisse ao tempo, exigiu inovações técnicas na Engenharia.  O financiamento da obra envolveu parcerias entre os governos municipal, estadual e federal, além de total apoio de patrocinadores privados. A execução do projeto trouxe ainda desafios relacionados ao planejamento e ao cronograma de entrega, algo comum em grandes obras desse porte. Após sua inauguração, o MAC se estabeleceu como um pólo artístico vital, abrigando exposições de artistas contemporâneos brasileiros e internacionais. O espaço cultural se tornou um local de encontros, debates e reflexões sobre a arte moderna, consolidando-se na paisagem cultural de Niterói e do Brasil. Projeto e concepção A ideia de construir o MAC surgiu do então prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira, que convidou o arquiteto para criar um espaço dedicado à arte contemporânea. Niemeyer, conhecido por suas formas ousadas e inovadoras, projetou o museu como uma estrutura circular, que lembra um disco voador ou um cálice, com 16 metros de altura, uma cúpula com 50 metros de diâmetro, um espelho d’água de 817 metros quadrados de superfície e 60 centímetros de profundidade, tudo em uma área construída de 3,4 mil metros quadrados. Desafio Estrutural Um dos maiores desafios foi a construção da estrutura circular em um terreno rochoso e inclinado. Para resolver isso, foi necessário um trabalho de Engenharia complexo, que incluiu a criação de uma base sólida e o uso de concreto armado para garantir a estabilidade do edifício. O engenheiro estrutural responsável pelo Museu de Arte Contemporânea de Niterói foi Bruno Contarini, que trabalhou em colaboração com Oscar Niemeyer em diversos projetos, trazendo sua expertise para garantir a estabilidade e a segurança das estruturas inovadoras projetadas por ele. Além das toneladas de aço que foram empregadas na estrutura para garantir a resistência e a durabilidade, foram utilizados aproximadamente 3,2 milhões de metros cúbicos de concreto, quantidade que seria suficiente para construir um prédio de 10 andares. Outro desafio foi a resistência aos ventos fortes da região. A estrutura foi projetada para suportar ventos de até 200 km/h, e os vidros inclinados a 40 graus foram fabricados especialmente para o projeto. Niemeyer também se preocupou em integrar o museu à paisagem natural. O espelho d’água na base do museu reflete o mar e as montanhas ao redor, criando uma continuidade visual entre a construção e a natureza. O MAC não é apenas um espaço para exposições de arte contemporânea, mas também uma obra de arte em si e o Crea-RJ parabeniza todos os envolvidos desde o projeto e execução à manutenção e curadoria, desta obra de grande relevância para o estado do Rio de Janeiro e para o Brasil.

Crea-RJ participa do Seminário Nacional Cidades Sustentáveis

O Seminário Nacional Cidades Sustentáveis organizado pela Abea-RJ (Associação Brasileira de Engenheiras e Arquitetas do Estado do Rio de Janeiro), com o apoio do Crea-RJ, discute, no Clube de Engenharia, no Centro do Rio, o futuro das cidades do Brasil e do mundo.  “Um evento multidisciplinar que discutiu o futuro das cidades, o futuro da sustentabilidade, o futuro da vida. Escolhemos alguns temas de relevância e tivemos grandes personalidades participando, desde técnicos a acadêmicos e pensadores. O evento realmente foi um sucesso e ficamos lisonjeadas pela receptividade do evento”, afirmou a engenheira civil Iara Nagle, presidente da Abea-RJ. O presidente do Crea-RJ, engenheiro civil Miguel Fernández, participou da mesa de abertura e destacou que a discussão das cidades sempre esteve relacionada ao desenvolvimento da humanidade: “O setor das Engenharias é o setor que vai responder a esses desafios de poder permitir o adensamento urbano. Um adensamento que tem na palavra sustentabilidade o desafio de respeitar as questões ambientais, as questões sociais, e entender o que isso significa em termos de governo” Jornalista, escritor e político com forte militância na defesa do meio ambiente, Fernando Gabeira apresentou, juntamente com a jornalista Miriam Duailibi, a palestra magna “A importância da transição das cidades para sustentabilidade e resiliência em um contexto de mudanças climáticas”. “Os pobres são os mais prejudicados. Nós costumamos chamar de sociedade de risco, onde os pobres substituem os proletários. Os pobres são aqueles que sofrem tudo. Não só os pobres nas grandes cidades, como os países pobres também. Os pobres nas grandes cidades vivem nos lugares com mais risco e as sociedades mais ricas exportam o seu risco para as sociedades mais pobres”, analisou Gabeira. O evento teve patrocínio da Finep e da Mútua – Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea. “Apresentar soluções inovadoras que transformam as nossas cidades em ambientes mais verdes, sustentáveis e resilientes é de suma importância. E todas essas discussões estão intimamente ligadas”, afirmou a diretora administrativa da Mútua/RJ, engenheira civil Ana Paula Masiero.  O então presidente do Clube de Engenharia (mandato 2021-2024), engenheiro civil Márcio Girão, recepcionou o evento. “Temos que reconstruir as cidades do ponto de vista de sustentabilidade, de resiliência, de todos esses termos importantes para a construção de uma nova sociedade”, ponderou. O seminário reuniu líderes, políticos, pesquisadores e expoentes do setor apresentando sete mesas de palestras e debates.   Um dos palestrantes foi Gustavo Mendanha, ex-prefeito da cidade de Aparecida de Goiânia: “vim falar um pouquinho sobre o case de cidade inteligente que nós enfrentamos na cidade de Aparecida de Goiânia, Goiás, investindo em tecnologia para mudar a vida das pessoas e, claro, também trabalhando um tema tão importante que é o meio ambiente a partir de uma parceria que nós fizemos idealizando um viveiro que hoje atende, não só a Prefeitura, mas toda a comunidade aparecidense”.  Segundo Heloísa Borges, diretora de estudos de petróleo, gás e biocombustíveis da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), “é preciso pensar de forma integrada questões como mobilidade, uso dos resíduos do saneamento urbano, o melhor aproveitamento em termos de eficiência energética, edificação dos edifícios, mas também a questão da inclusão social, redução de desigualdade e acesso à energia das populações. E como que a gente faz um planejamento de cidades que também considere essas questões para garantia de uma transição energética que seja justa, equilibrada e inclusiva”. O diretor executivo da AEERJ (Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro), Ícaro Moreno Jr, salienta: “o mundo hoje evoluiu muito na tecnologia. Mas a parte social, a parte de meio ambiente, a parte de gestão, está muito atrasada. Então, nós necessitamos cada vez mais dessa questão de transparência, questão de integridade, questão da sustentabilidade”.  Já do ponto de vista do engenheiro Wagner Victer, gerente executivo da Petrobras, “estamos discutindo aspectos relacionados à energia e como eles podem se inserir em políticas públicas para a cidade. Eu acho que não teria ambiente melhor do que esse, fazer no Clube de Engenharia, em um momento tão oportuno, às vésperas do G20, estarmos executando essa discussão”. Para Marília Melo, secretária de meio ambiente de MInas Gerais, “a gente precisa de fato pôr à mesa todas essas questões da grande complexidade que é remodelar as nossas cidades no Brasil, que já vivem com impactos muito importantes, seja da mudança do clima, seja do modelo de desenvolvimento de ocupação e uso do solo que foi uma escolha né dessas cidades”.

Agenda 2030 da ONU e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

A Agenda 2030 da ONU é um plano de ação global que reúne 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas com foco na erradicação da pobreza e na promoção de uma vida digna a todos. Tudo isso sem comprometer a qualidade de vida das próximas gerações. Os 17 ODS são: O embrião da ideia de transformação planetária nasceu na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, que ficou conhecida como Rio 92. O evento reuniu mais de 100 chefes de Estado na cidade do Rio de Janeiro, em 1992, para discutir como garantir às gerações futuras o direito ao desenvolvimento.  Vinte anos depois, 193 delegações voltaram à cidade do Rio de Janeiro para renovar o compromisso global com o desenvolvimento sustentável. Assim, foram lançadas as bases para a Agenda 2030. O documento “Transformando Nosso Mundo”, adotado na Assembleia Geral da ONU, em 2015, foi criado coletivamente em busca de se encontrar um caminho mais sustentável e resiliente até 2030. Sigamos nesta jornada coletiva. Os 17 Objetivos são integrados e indivisíveis, e mesclam, de forma equilibrada, as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental. São como uma lista de tarefas a serem cumpridas pelos governos, a sociedade civil, o setor privado e todos cidadãos na jornada coletiva para um 2030 sustentável. Nos próximos anos de implementação da Agenda 2030, os ODS e suas metas irão estimular e apoiar ações em áreas de importância crucial para a humanidade: Pessoas, Planeta, Prosperidade, Paz e Parcerias. Confira o vídeo Ao combinar os processos dos Objetivos do Milênio e os processos resultantes da Rio+20, a Agenda 2030 e os ODS inauguram uma nova fase para o desenvolvimento dos países, que busca integrar por completo todos os componentes do desenvolvimento sustentável e engajar todos os países na construção do futuro que queremos. O Crea-RJ, por meio dos profissionais da Engenharia, Agronomia e Geociências, segue comprometido com a prática profissional exercida de forma ética para que sejam alcançados os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Hoje os municípios de Nilópolis, Porciúncula e São João de Meriti fazem aniversário e o Crea-RJ os parabeniza!

Parabéns ao município de Nilópolis por seus 77 anos! Nilópolis foi parte integrante da capitania hereditária de São Vicente, que pertenceu a Martim Afonso de Sousa, em 1531, que a dividiu em sesmarias, doando grande parte a Brás Cubas, fundador de Santos, em São Paulo, terras habitadas pelos índios jacutingas, em 1568. Nessa sesmaria incluía-se Nilópolis, São João de Meriti, Nova Iguaçu e Duque de Caxias. A área, denominada Fazenda de São Mateus, é elevada à matriz de São João de Meriti, dando origem à cidade, em 1747. Em 1779, a fazenda atinge seu esplendor com a produção de 30 caixas de açúcar e 14 pipas de aguardente, tendo uma população de 50 escravos sendo a mais importante da região. O dia 6 de setembro de 1914, marcou a fundação da cidade de Nilópolis. Foi a partir da visita de Nilo Peçanha, que cidade teve imediatamente ligação d’água; ligação de luz e iluminação pública; agência do correio; escolas particulares e públicas; comunicação; horário de trens; pontes ligando ao Rio de Janeiro e Nova Iguaçu; serviço de profilaxia rural; bandas de música e uma grande revista “Nilópolis”.  Nilópolis esteve por muito tempo vinculado e fazia parte integrante da vila de São João de Meriti, então quarto distrito de Nova Iguaçu, até que foi elevado a sétimo distrito de Nova Iguaçu, a partir de 1916, com apenas dois anos de existência. Uma emenda, promulgada a 20 de junho de 1947, transformou-se na Lei estadual nº 67, emancipando Nilópolis juntamente com São João de Meriti. O Crea-RJ parabeniza Nilópolis por seus 77 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Prefeitura Municipal de Nilópolis Parabéns ao município de Porciúncula por seus 77 anos! Durante os primórdios do período colonial português, o Brasil esteve dividido em capitanias hereditárias; o território que forma o atual Município de Porciúncula coube a Pêro Góis da Silveira. Até início do século XIX, as terras que hoje compõem o Município de Porciúncula mantiveram-se fora das correntes colonizadoras, estando sua origem e evolução muito ligadas ao crescimento de Itaperuna (RJ). Seu desbravamento verificou-se entre os anos de 1821 e 1831, quando José Lanes (ou Lana) Dantas Brandão fixou-se na zona do Rio Carangola, nas proximidades da atual Cidade de Natividade, desencadeando um fluxo migratório para quase toda a área que constitui, hoje, a região Noroeste Fluminense. O progresso econômico e social verificado nessas terras logo chamou a atenção de autoridades civis e eclesiásticas, pois a população que crescia a cada dia, começava a reclamar assistência material e religiosa. Assim, no ano de 1879, foi criada a freguesia de Santo Antônio do Carangola, ainda em terras do Município de Campos, das quais se separou em 1885, passando a fazer parte do então recém criado município de Itaperuna. Santo Antônio do Carangola teve seu nome mudado para Porciúncula, e, em 1947, foi criado o município do mesmo nome, desligando-se do território de Itaperuna. O Crea-RJ parabeniza Porciúncula por seus 77 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Prefeitura Municipal de Porciúncula Parabéns ao município de São João de Meriti por seus 77 anos! O território que forma hoje o município era banhado pelos Rios Miriti e Sarapuí, que tiveram suas origens em uma sesmaria doada a Brás Cubas. Ao lado das muitas fazendas existentes, os rios Miriti e Sarapuí eram as principais vias de transporte das mercadorias que eram produzidas. Em suas margens havia 14 portos, todos com um grande serviço de canoagem. Nessa época, a região era um importante produtor de milho, mandioca, feijão e açúcar. Esses produtos eram levados aos portos do Rio de Janeiro para serem consumidos e exportados para a Europa. Em 1875, teve início a construção da igreja de São João Batista de Meriti, no local onde hoje ainda se encontra. Vale mencionar, que nesse período, a presença das capelas e igrejas numa determinada região, demonstrava a importância que aquele território representava perante o poder secular e o poder eclesiástico. Uma demonstração disso é a pia batismal da igreja da Matriz, doada pela Princesa Isabel. Devido à dificuldade de se encontrar mão-de-obra disponível, as grandes fazendas foram sendo fracionadas em sítios e chácaras fazendo surgir na região uma grande quantidade de pequenos proprietários, que acabaram por desenvolver atividades da fruticultura e hortigranjeiros para abastecer a cidade do Rio de Janeiro. A vila de São João de Meriti fazia parte da vila de Maxabomba, atual Nova Iguaçu. Quando Duque de Caxias se emancipou em 1943, incorporou a região como seu 2º Distrito. Em 1947, ocorreu a emancipação política e administrativa do nosso município, sendo criada assim, a cidade de São João de Meriti, por meio da Lei nº 6, pelo Projeto nº 132/47, do Deputado Lucas Andrade Figueira. O Crea-RJ parabeniza São João de Meriti por seus 77 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Câmara Municipal de São João de Meriti