Presidente do Crea-RJ empossa inspetores em Barra Mansa e dialoga com setores profissionais e científicos em Volta Redonda

Entrada da CSN, a maior indústria siderúrgica da América Latina, em Volta Redonda: concentração de engenheiros O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ), engenheiro Miguel Fernández, vai empossar 20 inspetores das regiões do Sul Fluminense e da Costa Verde, em solenidade a ser realizada na segunda-feira, dia 8, na Universidade de Barra Mansa. Com uma comitiva formada pela diretora Denise Baptista; pela diretora-administrativa da Mútua (a caixa assistencial dos profissionais do Crea), Ana Paula Masiero; e pelo chefe de gabinete, Rodrigo Machado, o presidente do Crea-RJ terá também uma agenda de eventos em Volta Redonda, município que tem cerca de 10 mil profissionais de Engenharia. A região concentra engenheiros por causa da CSN, a maior indústria siderúrgica da América Latina, fundada pelo presidente Vargas, em 1941. A posse dos inspetores será a primeira da atual gestão, que completou seis meses de implantação, marcada pelo diálogo com diversos setores da sociedade e parcerias com conselhos profissionais, prefeituras e órgãos públicos como a Secretaria de Defesa Civil do estado e o Corpo de Bombeiros. O reitor da Universidade de Barra Mansa, Bruno Lemos, confirmou presença no evento. Os inspetores do Crea-RJ vão atuar como representantes da entidade junto a entidades públicas e privadas de suas regiões, colaborando também com a fiscalização do Conselho. A nomeação é publicada em portaria do Crea, mas os inspetores atuam como voluntários, sem remuneração. No dia seguinte à posse dos inspetores, a comitiva do Crea-RJ terá encontros com autoridades, como o prefeito de Volta Redonda, Francisco Netto, e representantes da comunidade científica na Universidade Geraldo di Biase e na UniFoa. A UniFoa tem curso de Engenharia Civil desde 1970. O presidente do Crea-RJ será recebido também pelo presidente do Sindicato dos Engenheiros de Volta Redonda – entidade que tem assento na plenária do Crea-RJ – e pela presidente da Associação de Arquitetos e Engenheiros de Volta Redonda (AEVR), Laura Jane. Fundado em 5 de junho de 1934, o Crea-RJ reúne cerca de 110 mil profissionais de Engenharia, Agronomia e Geociências, além de cerca de 20 mil empresas. O papel principal do Conselho é fiscalizar o exercício ilegal da profissão, reduzindo os riscos das atividades, na proteção da sociedade.
Diálogo e formação de parcerias são principais marcas da atual gestão do Crea-RJ, que completa seis meses

Equipe da Fiscalização do Crea-RJ em ação no Sambódromo do Rio de Janeiro Com mestrado em Engenharia Urbana pela UFRJ, o engenheiro civil Miguel Fernández tem estabelecido à frente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (Crea-RJ) uma estratégia de construção de “pontes” – muito diálogo e parcerias – com o principal objetivo de inserir a entidade no contexto político e socioeconômico do Rio de Janeiro, valorizando os profissionais de Engenharia, Agronomia e Geociências onde quer que eles estejam. A gestão de Miguel Fernández, iniciada em janeiro deste ano, completou seis meses esta semana, marcada pela renovação e a criação de mecanismos que incentivam o exercício legal da profissão. Eleito com 3.643 votos na primeira eleição on-line do Sistema Confea/Crea e Mútua, Miguel Fernández reuniu uma equipe multidisciplinar de profissionais que estão dedicados à inovação no momento em que o Crea-RJ completa 90 anos de prestação de serviços aos profissionais e à sociedade. Empenhado em projetos inéditos como a digitalização dos processos do Crea-RJ, a gestão de Miguel Fernández já se destaca com uma lista de realizações, baseada nas propostas que fez durante a eleição para o Conselho. Acordos de Cooperação Técnica Fernández começou o ano dando o tom de sua administração, quebrando tabus, ao levar o Crea-RJ a se reaproximar dos arquitetos que criaram seu próprio Conselho em 2010. Em janeiro, ele assinou um Acordo de Cooperação Técnica com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio (CAU/RJ), alinhado com o presidente Sydnei Menezes, com o principal objetivo de aprimorar práticas de fiscalização conjunta, que obtêm resultados mais efetivos. Os dois conselhos também firmaram acordo com o Conselho Regional dos Técnicos (CRT). Essa parceria resultou num trabalho inédito de fiscalização conjunta, que atuou no show da Madonna, que reuniu mais de 1 milhão de pessoas na Praia de Copacabana. Os acordos de cooperação estão também produzindo resultados com o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio (Cremerj), o Ministério Público Estadual e a prefeitura de Casimiro de Abreu. Está em andamento a assinatura do Acordo de Cooperação Técnica com a Secretaria Estadual de Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros. Em reunião no Quartel Central do Corpo de Bombeiros, no dia 7 de maio, Miguel Fernández, e o secretário estadual de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Leandro Monteiro, concordaram em fazer uma parceria por meio de um termo de cooperação técnica entre as duas entidades para atuarem na fiscalização de forma conjunta. O secretário Leandro Monteiro colocou à disposição do Crea-RJ a estrutura do Corpo de Bombeiros, que inclui até helicópteros, para o Conselho fiscalizar o exercício ilegal da profissão de engenheiro. Representantes do Crea-RJ recebem a mãe do jovem que morreu eletrocutado num festival de música na Barra da Tijuca, em março deste ano Fiscalização de megaeventos A parceria com os bombeiros será essencial para outra iniciativa já bem-sucedida, que foi a criação da Equipe de Megaeventos. Com 55 agentes, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (Crea-RJ) atuou na fiscalização de 103 eventos este ano, entre os quais o desfile das escolas de samba do Grupo Especial e o show de Madonna. A função principal da fiscalização do Crea é coibir o exercício ilegal da profissão. Com isso, o Crea-RJ contribui com a sociedade ao reduzir os riscos nos eventos. Ao levantar as empresas e profissionais encarregados dos serviços de Engenharia, o Crea permite que as autoridades possam rastrear mais facilmente os responsáveis técnicos pelos eventos e, desse modo, estabelecer a responsabilidade por eventuais falhas. O trabalho da fiscalização foi reconhecido também por uma mulher que perdeu o filho, João Vinícius Ferreira Simões, de 25 anos, vítima de um choque elétrico ao tocar num trailer sem aterramento no festival de música “I Wanna Be tour”, no Riocentro, na Barra da Tijuca, na madrugada de 10 de março. Roberta Isaac Ferreira, a mãe da vítima, procurou a Ouvidoria do Crea-RJ e conseguiu se reunir com representantes da Presidência do Crea-RJ, que prestou a ela os esclarecimentos do trabalho da fiscalização e as etapas que seguem para que o profissional seja eventualmente submetido a julgamento pela Câmara de Engenharia Elétrica. “A atuação rápida e eficiente de todos os envolvidos foi crucial para assegurar que os padrões éticos e profissionais da Engenharia fossem mantidos. Agradeço pelo compromisso do Crea em zelar pela integridade e pela qualidade dos serviços prestados à sociedade. A fiscalização e a subsequente apuração dos fatos não só reforçaram a confiança na profissão, mas também serviram como um lembrete importante da responsabilidade que cada profissional de Engenharia tem perante a sociedade”, afirmou Roberta Isaac, por meio de um e-mail enviado à Ouvidoria do Crea-RJ. Melhoria dos serviços A Central de Relacionamento Crea-RJ unificou todos os canais de atendimento (telefone, WhatsApp, chat e e-mail), ampliando o horário em duas horas de segunda a sexta. O horário de atendimento agora é realizado das 9h às 17h. Em seis meses, houve um total de atendimentos de 23.045 (presencial), 19.002 (telefone) e 10.512 (chat/WhatsApp). Só em atendimento telefônico houve crescimento de 31,25% em relação ao mesmo período do ano passado. A Central conseguiu também reduzir de 48 horas para 24 horas o prazo de resposta por e-mail. Até maio deste ano, a nota do Crea-RJ no Reclame Aqui passou de 7,1 para 7,8. A emissão de CAT (Certidão de Acervo Técnico) também registrou aumento no primeiro semestre deste ano, superando em 60% o número no mesmo período do ano passado. Houve também acréscimo de 15% de pedidos em relação a 2023. A Ouvidoria do Crea-RJ registrou, de janeiro a junho deste ano, um total de 1.551 atendimentos, dos quais a grande maioria (1.186) das demandas tem origem profissional. A terça parte do total de demandas foi concluída na hora e 324 levaram pelo menos 15 dias, por serem mais complexas. “A Ouvidoria do Crea-RJ funciona como a última instância de atendimento ao usuário. A porta de entrada é o Atendimento do Crea-RJ. Depois, não sendo atendido na sua demanda naquele momento, o usuário
Parabéns ao município de Itaguaí por seus 206 anos!
As terras que compunham Itaguaí abrigaram entre 1688 a 1850, aproximadamente, um aldeamento administrado pelos jesuítas, culturas de subsistência destinadas ao abastecimento do Rio de Janeiro, um engenho de açúcar que figurou entre os mais modernos da América Portuguesa, plantações de café ainda raras no solo brasileiro, um complexo portuário movimentado, onde atuaram negociantes das mais variadas nacionalidades, e um estabelecimento pré-industrial que mereceu a atenção e os investimentos de muitos homens eminentes. Os mais de dezessete mil residentes com que Itaguaí contava em 1840, não obstante a denominação de vila que se aplicava à sua sede, eram um contingente bastante significativo para a época. Muito mais gente, por exemplo, do que os 9.897 habitantes de uma capital provincial como Maceió, em 1842, ou os 9.871 que viviam na estratégica localidade litorânea de Santos, já pelo Censo de 1872. Atingida pelo esvaziamento do porto, pelas epidemias, pela evasão inevitável da mão-de-obra e pelo abandono de áreas antes cultivadas, Itaguaí chegou a perder quase tudo, inclusive a maior parte de sua memória. Entretanto, apesar de todas as dificuldades, conservou-se como município e empreendeu, ao longo do século XX, uma marcha de recuperação, conseguindo diversificar sua economia e multiplicar, novamente, seu quantitativo humano. Hoje, o município dispõe da mesma vantagem que garantiu sua ascensão no Período Regencial: a estratégica localização na confluência dos principais centros econômicos do país. O Crea-RJ parabeniza Itaguaí por seus 206 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Prefeitura Municipal de Itaguaí
Equipe de Trabalho de Grandes Eventos se reúne na sede do Crea-RJ

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro realizou nesta terça, 2 de julho, reunião da Equipe de Trabalho de Grandes Eventos no estado do Rio de Janeiro. Estão participando da equipe agentes e supervisores de fiscalização, o gerente de fiscalização, Cosme Chiniara e o superintendente técnico, Leonardo Dutra, “A equipe de trabalho foi instituída para analisar e estabelecer parâmetros mínimos para a fiscalização destes eventos, levando em consideração sua magnitude e localização”, afirma o gerente de fiscalização Cosme Chiniara A ideia é promover uma fiscalização orientativa junto às empresas organizadoras de eventos. “O grande diferencial desta equipe de trabalho é a padronização e apoio que estamos propondo às empresas organizadoras de eventos para que busquem maior garantia e segurança trabalhando com profissionais legalmente habilitados”, ressalta o superintendente técnico Leonardo Dutra. A equipe de trabalho já está em ação desde o início do ano e foi importante em eventos como o Carnaval e o show da Madonna na Praia de Copacabana. Em foco, agora, o Rock in Rio, o Réveillon, shows em estádios e praias e eventos em geral que tenham uma grande concentração de pessoas. A fiscalização do Crea-RJ atuará de forma sistemática nesses eventos a fim de garantir o exercício do profissional habilitado, verificando as responsabilidades técnicas, assegurando o bem-estar dos participantes e a defesa da sociedade.
Encontro Defesa Civil e Meteorologia Crea-RJ – Bastidores de eventos extremos e ações conjuntas sobre o presente e futuro
O Crea-RJ e a Defesa Civil vão realizar o encontro “Defesa Civil e Meteorologia Crea-RJ – Bastidores de eventos extremos e ações conjuntas sobre o presente, passado e futuro”, que tem como objetivo reunir representantes das Defesas Civis Municipais do estado do Rio de Janeiro, a fim de encontrar caminhos para viabilizar o exercício profissional. Devido a diversas catástrofes ambientais ocorridas no estado do Rio de Janeiro, torna-se importante a realização de um evento desta magnitude, com enfoque na atuação do profissional meteorologista trabalhando em conjunto com os demais profissionais, seguindo as leis e procedimentos, em prol da sociedade. Serão convidados meteorologistas das defesas civis de vários municípios do Rio, bem como suas chefias e representantes das prefeituras. A reunião de experiências busca mostrar os bastidores dos eventos extremos, com ações conjuntas sobre o presente e passado, com vistas ao futuro. O encontro será realizado no formato presencial, na sede do Crea-RJ (Rua Buenos Aires, 40), no dia 12 de julho (sexta-feira), das 9h às 18h. Público-alvo Representantes das Defesas Civis Municipais do Estado do Rio de Janeiro, bem como profissionais, estudantes, empresas, entidades de classe, instituições de ensino e membros da sociedade que atuam na área de Meteorologia. Para mais informações e inscrições clique aqui.
3 de julho marca luta nacional por igualdade
“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar”. Nelson Mandela (1918-2013) 3 de julho é o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, data em referência à aprovação, pelo Congresso Nacional, da Lei Afonso Arinos, que tornou contravenção penal o racismo. A lei, de 1951, é considerada a primeira contra o racismo no Brasil, hoje crime inafiançável. Mais de 70 anos depois, o racismo que estrutura a sociedade brasileira ainda maltrata e mata diariamente. Por isso, neste dia, em especial, é fundamental reiterar a importância da defesa de um Brasil sem preconceitos, ressaltando medidas e ações de apoio, principalmente, às populações negras e aos povos originários. A discriminação racial é uma violação dos direitos humanos e um obstáculo para a construção de uma sociedade justa e inclusiva. Nesse sentido, é essencial o comprometimento de cada cidadão para desconstruir estereótipos, valorizar a diversidade e promover o respeito mútuo entre as pessoas. A data também tem como objetivo incentivar a criação e cobrança de políticas públicas voltadas para a promoção da igualdade racial, do combate ao racismo estrutural e da valorização da diversidade cultural. Projetos que buscam combater a discriminação em razão de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional seguem em analise e tramitação no Senado e no Congresso Nacional. O Crea-RJ agrega profissionais de todas as raças e está junto com todos no combate à discriminações de qualquer natureza. Só assim, é possível construir um futuro mais justo e igualitário para todos.
Crea-RJ tem comissão para aprimorar fiscalização da atividade profissional na manutenção de elevadores

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado do Rio (Crea-RJ), engenheiro Miguel Fernández, anunciou nesta terça-feira, dia 2 de julho, que criou uma comissão no Crea-RJ para tratar da fiscalização do exercício legal de engenheiros na instalação, manutenção e modernização de elevadores com o objetivo de tornar esse meio de transporte ainda mais seguro. O presidente destacou que é preciso também reverter uma decisão judicial que beneficiou empresas de elevadores, que atuam sem recolher Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), instrumento que garante que o profissional seja registrado e habilitado para exercer os serviços técnicos. “Os acidentes que ocorreram no Rio demonstram a importância de que se tenha um bom serviço de manutenção desse meio de transporte. Infelizmente nem sempre aqueles que são responsáveis pela operação e manutenção dos prédios se preocupam em contratar empresas e profissionais que tenham a devida qualificação e registros nos conselhos profissionais para exercer essa atividade. É fundamental que a sociedade entenda a importância disso”, afirmou o presidente do Crea, que atua na regularização e na fiscalização tanto das empresas como dos profissionais responsáveis pela implantação e manutenção de equipamentos, como elevadores. “Precisamos inclusive mudar uma questão jurídica que permite que essas empresas possam trabalhar sem recolher ART, que é um instrumento fundamental para a garantia de um profissional esteja registrado e habilitado para exercer esse serviço para que, caso ocorra algum tipo de acidente, como ocorreu agora, os órgãos competentes possam identificar e agir sobre esse profissional que será o responsável técnico por essa operação”, ressaltou o presidente do Crea-RJ, que completou nesta terça-feira seis meses à frente do Conselho. Fernández ressaltou que é importante que responsáveis pela gestão de prédios públicos, residenciais e comerciais contratem sempre empresas e profissionais que sejam registrados, mas principalmente que exijam deles a ART, um documento que só o profissional registrado pode emitir. “Esse é o instrumento que a população tem para garantir que um profissional está qualificado para exercer aquela função”, explicou Miguel. “O elevador é um meio de transporte seguro, está presente na vida de todos nós e não pode perder a confiança em virtude dessas ocorrências. O que temos que fazer é sempre trabalhar para termos segurança dos processos, dos controles de operação e manutenção desses equipamentos”, disse Miguel Fernández. O superintendente técnico do Crea-RJ, engenheiro Leonardo Dutra, reforça que é fundamental que o responsável técnico pela operação e manutenção dos elevadores tenha a qualificação adequada para que o serviço seja eficiente e seguro; todo equipamento necessita de manutenção realizada por profissional técnico, habilitado e capacitado. Fiscais do Crea-RJ foram nesta terça-feira aos três locais de acidentes com elevadores. Eles estão recolhendo as informações necessárias para posterior encaminhamento de processo à Câmara Especializada de Engenharia Mecânica, do Conselho. A fiscalização do exercício profissional nos elevadores tem sido prejudicada porque empresas do setor judicializaram a necessidade de apresentarem ART para seus engenheiros encarregados de serviços de manutenção e reparo de elevadores. Depois de obter mandado de segurança no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (Brasília), em 1996, as empresas deixaram de pagar as taxas de ART. A lei federal 12.514, de 2011, que trata das contribuições devidas a conselhos profissionais, tornou obrigatória a emissão e o pagamento de ART. Entretanto, as empresas de elevadores recorreram, e continuam, em alguns casos, sem recolher ART para prestação de serviços de manutenção ou reparo dos equipamentos.
Crea-RJ vai apurar a existência de responsáveis técnicos por manutenção de elevadores que registraram acidentes

Em menos de 24 horas, houve três acidentes em elevadores no Rio, dois deles em prédios públicos e outro num edifício residencial. Um ocorreu no Hospital Municipal Salgado Filho, deixando um morto, no Méier, e outro no prédio da Secretaria Estadual de Fazenda, causando ferimentos em uma pessoa, no Centro. O terceiro ocorreu em Copacabana, e resultou na morte de um homem. Imagem: Bombeiros no local do acidente com elevador do Salgado Filho/ Reprodução O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (Crea-RJ) informa, por meio de sua assessoria de imprensa, que vai apurar a existência de responsáveis técnicos nos três locais. A lei 5.194, de 1966, determina que os serviços técnicos precisam ter a participação de um profissional habilitado. O Crea-RJ já constatou que o responsável pela manutenção do elevador que despencou no Hospital Salgado Filho não tem registro no Crea de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), o que indica alguma irregularidade. A Fiscalização do Crea-RJ vai enviar equipes aos locais de acidente a fim de apurar a responsabilidade pela prestação do serviço. O Crea verificou que a empresa responsável pela manutenção do elevador da Secretaria de Fazenda está regularizada no Conselho, mas vai apurar o que aconteceu.
23º Curso de Extensão em Engenharia do Ar Condicionado
Hoje os municípios de Japeri e Levy Gasparian fazem aniversário e o Crea-RJ os parabeniza!
Parabéns ao município de Japeri por seus 33 anos! A história de Japeri tem início em 1743, quando de sua fundação, como Morgado de Belém. Inicialmente, as terras, onde hoje se situa o município, faziam parte de uma sesmaria que existia na freguesia de Sacra Família do Tinguá. Posteriormente, o Marquês de São João Marcos deu à localidade grande desenvolvimento. Além de incentivar a lavoura, montou engenhos de açúcar, construiu inúmeras casas, erigiu a Igreja de Nossa Senhora de Belém e Menino Deus, inaugurou a primeira escola e, em 1872, criou um teatro. Ainda por influência do Marquês, foi construída a Estrada de Ferro D. Pedro II, cuja estação foi inaugurada em 8 de dezembro de 1858. No ano de 1951, a antiga Belém passa a constituir, juntamente com Engenheiro Pedreira, o 6º distrito de Nova Iguaçu: Japeri. Por haver, em um só distrito, duas localidades distintas, foram criadas as Administrações Regionais de Engenheiro Pedreira e de Japeri. Por estarem politicamente constituídas em um único distrito, surgiram os primeiros movimentos emancipatórios. Um plebiscito em 30 de junho de 1991, com a finalidade de obter a emancipação político-administrativa, resultou na criação do Município de Japeri, constituído pelas localidades de Japeri, Engenheiro Pedreira, Jaceruba e Rio D’Ouro, efetivado com a edição da lei Estadual n.º 1.902, de 2 de dezembro de 1991, e instalado em 1º de janeiro de 1993. O Crea-RJ parabeniza o município de Japeri por seus 33 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Prefeitura Municipal de Japeri