Fiocruz realiza II Seminário de Sustentabilidade

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ), engenheiro Miguel Fernández, participa da abertura do II Seminário de Sustentabilidade Cogic/Fiocruz, que será realizado de modo presencial e on-line no Campus Manguinhos da Fiocruz nos dias 25 e 26 deste mês. Serão realizadas mesas-redondas, oficinas e uma feira sustentável. Servidor licenciado da Fiocruz, Fernández foi convidado para falar na abertura do evento que vai reunir pesquisadores, acadêmicos e especialistas em meio ambiente. Mestre em Engenharia Urbana e engenheiro civil pela UFRJ, Fernández presidiu por quatro anos a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, Seção Rio de Janeiro, de 2020 a 2023. Com o principal objetivo de promover um ambiente de integração e diálogo, visando debater soluções para o desenvolvimento sustentável, o evento é aberto à comunidade da Fiocruz e interessados no tema. O evento será na modalidade presencial e on-line, com transmissão pelo Zoom e também, no canal da Cogic no Youtube (https://www.cogic.fiocruz.br/). O debate tem ainda o objetivo de reunir ideias para a adoção de práticas sustentáveis na gestão da infraestrutura da Fiocruz.  A Coordenação-Geral de Infraestrutura dos Campi (Cogic) é responsável pelo gerenciamento do espaço físico da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). São mais de 800 mil metros quadrados de área, no bairro de Manguinhos, subúrbio do Rio de Janeiro. A Cogic está presente em todas as atividades da instituição, prestando desde serviços básicos, como jardinagem, limpeza, controle de pragas e vetores, até executando obras, manutenção de civil e equipamentos, e segurança. Cerca de dois mil e seiscentos profissionais especializados trabalham para oferecer as condições necessárias para o desenvolvimento das atividades. Além do campus de Manguinhos, a Cogic atua em todos os campi da Fundação no Rio de Janeiro, em Brasília, Mato Grosso do Sul e Ceará. Nos Centros de Pesquisa que ficam em Minas, Amazonas, Pernambuco, Bahia, Paraná e Rondônia, ela é responsável pela área de projetos de engenharia e segurança eletrônica.

Parabéns ao município de São Gonçalo, por seus 134 anos!

O município de São Gonçalo foi fundado em 6 de abril de 1579 pelo colonizador Gonçalo Gonçalves. Seu desmembramento, iniciado no final do século XVI, foi efetuado pelos jesuítas, que instalaram uma fazenda na zona conhecida como Colubandê no começo do século XVII, às margens da atual rodovia RJ-104. Em 1646, foi alçada à categoria de paróquia, já que, segundo registros da época, a localidade-sede ocupava uma área de 52 km², com cerca de seis mil habitantes, sendo transformada em freguesia. Visando à facilidade de comunicação, a sede da sesmaria foi posteriormente transferida para as margens do rio Imboaçu. No século XVIII, o progresso econômico atingiria grandes proporções e, ao lado das fazendas, não eram poucos os engenhos de açúcar e aguardente, da mesma forma que prosperavam as lavouras de mandioca, feijão, milho e arroz. O comércio desenvolvia-se na mesma proporção das atividades agrícolas e as dezenas de barcos de transporte de gêneros e passageiros davam maior movimento ao litoral, em constante intercâmbio com outros portos das diversas freguesias e com os do Rio de Janeiro. Em 22 de setembro de 1890, o Distrito de São Gonçalo foi emancipado politicamente e desmembrado de Niterói, pela primeira vez. Após ser reincorporado e novamente desmembrado, em 1929, a Lei  nº  2335, de 27 de dezembro, concede a categoria de cidade a todas as sedes do município. Nas décadas de 40 e 50, iniciou-se a instalação, em grande escala, de grandes fábricas e indústrias em São Gonçalo. Seu parque industrial era o mais importante do Estado, o que lhe valeu o apelido de Manchester Fluminense (uma referência à cidade de Manchester, na Inglaterra, caracterizada pelo seu grande desenvolvimento industrial). O Crea-RJ parabeniza São Gonçalo por seus 134 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Prefeitura Municipal de São Gonçalo

Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência e Dia Internacional da Paz

Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência Na mesma data, 21 de setembro, é celebrado no Brasil o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, data instituída pela Lei nº 11.133/2005, que busca a conscientização sobre a importância do desenvolvimento de meios de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade. O preconceito e a inacessibilidade pública são responsáveis por dificultar a vida dos deficientes e, como pontos centrais, também precisam ser debatidos na data. As comemorações ocorrem desde 1982 e foram uma iniciativa do Movimento pelos Direitos das Pessoas Deficientes – MDPD, grupo que debate propostas de transformações sociais em prol dos portadores de deficiência há mais de 40 anos. Deficiência, limitação ou incapacidade Pessoa com deficiência é a que possui limitação ou incapacidade para o desempenho de atividades e requer atenção integral que compreenda ações de promoção, prevenção, assistência, reabilitação e manutenção da saúde. As deficiências se enquadram nas seguintes categorias: – deficiência física;– deficiência visual;– deficiência auditiva;– deficiência mental;– deficiência múltipla. Proteção Social às Pessoas com Deficiência As primeiras iniciativas de que temos notícia, no Brasil, destinadas a pessoas com deficiência nos remetem ao Império. O Instituto Benjamin Constant e o Instituto Nacional de Educação dos Surdos foram criados pelo Imperador D. Pedro II. Essas instituições educacionais eram asilares e tinham por objetivo inicial acolher crianças e adultos, do sexo masculino, vindos de todos os pontos do país, muitos dos quais abandonados pelas famílias. Foram organizações criadas por iniciativa estatal, diferentemente das iniciativas posteriores, dirigidas às pessoas com limitações físicas, sensoriais ou intelectuais. A maioria das instituições criadas para esse fim mantinha, até o século seguinte, a postura de “caridade” e benemerência no exercício de suas funções, sem necessariamente apresentar a configuração de política pública. Os movimentos sociais de pessoas com deficiência, como tantos outros da sociedade civil brasileira, foram decorrentes do florescimento da participação social, e se baseavam nos laços de identidade e pertencimento, em busca do reconhecimento da sua cidadania. A Lei Brasileira de Inclusão de Pessoa com Deficiência (LBI), também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, incorporou os princípios da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, realizada em 2006, pela Organização das Nações Unidas (ONU) e ratificada pelo país em 2008. A LBI aborda itens como discriminação, atendimento prioritário, direito à reabilitação e acessibilidade. A Lei estabelece, também, que pessoas com deficiência têm autorização de saque do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) para aquisição de próteses e órteses. No campo da saúde, a Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência estabelece suas principais diretrizes: – promoção da qualidade de vida das pessoas com deficiência;– assistência integral à saúde da pessoa com deficiência;– prevenção de deficiências;– ampliação e fortalecimento dos mecanismos de informação;– organização e funcionamento dos serviços de atenção à pessoa com deficiência;– capacitação de recursos humanos. A atenção integral à saúde, destinada à pessoa com deficiência, pressupõe uma assistência específica à sua condição, ou seja, serviços estritamente ligados à sua deficiência, além de assistência a doenças e agravos comuns a qualquer cidadão. O atendimento é prestado pelos profissionais das Equipes de Saúde da Família (médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, agentes comunitários de saúde, dentistas e auxiliares de consultório dentário) na unidade de saúde ou nos domicílios. É importante procurar uma unidade de saúde próxima à moradia. Neste local, o usuário terá acesso à avaliação do seu estado geral de saúde, podendo ser encaminhado a um serviço que ofereça avaliação funcional e de reabilitação, e, quando necessário, à aquisição de órteses e próteses. Legislação a direitos da pessoa com deficiência Lei n° 7.713/1988: garante a dedução do Imposto de Renda para pessoas com deficiência;Lei nº 7.853/1989: dispõe sobre o apoio às pessoas com deficiência e sua efetiva integração social;Lei nº 8.213/1991: : Lei de Cotas garante a empregabilidade das pessoas com deficiência, determinando que as empresas com cem ou mais empregados devem empregar de 2% a 5% de pessoas com deficiência em seus quadros;Lei nº 8.899/1994: Lei do Passe Livre prevê que toda pessoa com deficiência tenha direito ao transporte coletivo interestadual gratuito;Lei nº 10.098/2000: normatiza as condições de acessibilidade;Lei nº 10.436/2002: reconhece a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) para os surdos;Lei nº 10.754/2003: dispõe sobre a isenção do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) na aquisição de automóveis para utilização no transporte autônomo de passageiros, bem como por pessoas com deficiência física e aos destinados ao transporte escolar;Lei nº 11.126/2005: garante o direito da pessoa com deficiência visual de ingressar e permanecer em ambientes de uso coletivo acompanhado de cão-guia;Lei nº 12.319/2010: regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS);Lei nº 13.146/2015: regulamenta a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) ou Estatuto da Pessoa com Deficiência. Fonte: Ministério da Saúde Dia Internacional da Paz No dia 21 de setembro é comemorado o Dia Internacional da Paz, uma data para celebrar a importância da união entre povos e nações do mundo inteiro. A celebração é uma iniciativa da Organização das Nações Unidas e foi estabelecido em 1981 pela Assembleia Geral das Nações Unidas.  Duas décadas depois, em 2001, o órgão votou por unanimidade para marcar a data como um período de não-violência e cessar-fogo, em todo o mundo. Anualmente, a data é celebrada com a tradicional Cerimônia do Sino da Paz, na sede da ONU em Nova Iorque. O objetivo principal da data, é que as pessoas se conscientizem e realizem ações para a paz. O Sino da Paz O Sino da Paz foi entregue à ONU em 8 de junho de 1954, pela Organização das Nações Unidas Associação do Japão, em nome do povo japonês, quando o Japão ainda não tinha sido oficialmente admitido nas Nações Unidas. Pesando 116 kg, com uma altura de 1 metro e 0,6 metro de diâmetro na base, o metal do sino foi obtido a partir de moedas e contribuições individuais doadas por delegados de 60 nações e coletadas por crianças, que estavam assistindo à 13 ª Conferência Geral das Associações das Nações Unidas realizada em Paris, França, em 1951.

Privatização do setor de saneamento é tema de mesa-redonda on-line da Escola Politécnica da UFRJ

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ), engenheiro Miguel Fernández, participa na próxima terça-feira, dia 24 de setembro, às 19h, da mesa-redonda “Privatização do setor de saneamento: aprendizados e desafios para a universalização”, organizada pela Escola Politécnica da UFRJ. O evento será transmitido apenas on-line pelo canal da Politécnica no YouTube.(https://www.youtube.com/watch?v=NeXbADU_nSY).  Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e com mestrado em Engenharia Urbana também pela UFRJ, Miguel é engenheiro civil hidráulico da Fundação Oswaldo Cruz e professor do curso de Engenharia Civil do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJ. Tem experiência na área de Engenharia Civil, com ênfase em Recursos Hídricos e Saneamento, já tendo trabalhado na empresa de consultoria Aquacon Engenharia e na Cedae, a Companhia Estadual de Esgotos e Água do Rio de Janeiro. O evento terá mediação da chefe do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente (DRHIMA) da Escola Politécnica da UFRJ e também coordenadora do Curso de Especialização em Engenharia Sanitária e Ambiental da UFRJ (CEESA), Iene Figueiredo, e contará com a participação do professor titular aposentado da Escola Politécnica da UFRJ, Isaac Volschan; do coordenador de Distribuição de Água na Região Metropolitana do Rio de Janeiro da Águas do Rio, Iann Monteiro Lima; além do presidente do Crea-RJ. A transmissão marca o início da 25ª turma do curso de especialização em Engenharia Sanitária e Ambiental da UFRJ (CEESA).  A mesa-redonda vai tratar da questão da privatização do setor de saneamento para enfrentar o desafio da universalização dos serviços de saneamento básico, que é o principal objetivo a ser alcançado com o Marco Legal do Saneamento. Em 2033, 99% dos brasileiros deverão contar com água tratada em suas torneiras, enquanto 90% deles deverão ter acesso à coleta e ao tratamento de esgotamento sanitário. Segundo a assessoria de imprensa da Escola Politécnica da UFRJ, o Curso de Especialização em Engenharia Sanitária e Ambiental tem como objetivo discutir e aplicar conceitos e práticas de natureza científica e tecnológica, capazes de permitir a formação especializada e mais avançada de profissionais já graduados, para um melhor desempenho na elaboração, análise e acompanhamento de planos, estudos e projetos no âmbito da engenharia sanitária e ambiental.

Sustentabilidade e resiliência às mudanças climáticas: Sistema Confea/Crea lança manual sobre Arborização Urbana

A fim de apresentar sugestões para minimizar os impactos de nossa realidade tão marcada por mudanças climáticas e eventos extremos, o Sistema Confea/Crea, uma das maiores redes de profissionais técnicos do Brasil, lançou, por ocasião do Dia do Engenheiro Florestal, o “Manual de Boas Práticas de Arborização Urbana nos Municípios Brasileiros: a engenharia das infraestruturas verdes para a sustentabilidade e resiliência às mudanças climáticas”. Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas, o manual foi elaborado por iniciativa das coordenadorias de câmaras especializadas de Agronomia (CCEAGRO) e de Engenharia Florestal (CCEEF) e contou com a participação das conselheiras do Crea-RJ, engenheiras florestais Márcia Regina Garrido de Freitas e Denise Baptista Alves. O documento apresenta soluções práticas para enfrentar os efeitos do aquecimento global, destacando a importância do tema como instrumento para o desenvolvimento sustentável dos municípios e visando a melhoraria da qualidade de vida e do bem-estar dos cidadãos. Acesse o Manual de Boas Práticas na Arborização Urbana em Municípios Brasileiros A importância da arborização urbana Os benefícios da arborização de ruas, parques, praças e jardins estão relacionados à estabilidade climática, conforto ambiental, melhoria da qualidade do ar e redução da poluição, entre outras consequências do acúmulo de gases de efeito estufa ao longo dos últimos séculos. Danos que poderiam ter sido atenuados se o planeta houvesse se empenhado em cumprir as metas estabelecidas pela Cúpula da Terra, conhecida como ECO-92, realizada no Rio de Janeiro, e pelo Acordo de Paris, assinado três anos depois. O conhecimento de cada país poderá contribuir para ampliar a mitigação dos danos provocados pelos gases de efeito estufa, diante de um cenário já bem mais complexo. Segundo cita o Manual de Boas Práticas na Arborização, o 6º Relatório da Avaliação do IPCC e o relatório do Estado do Clima Global da Organização Meteorológica Mundial (MMO), publicados respectivamente, em 2023 e 2024, apontam que o ano de 2023 foi o mais quente já registrado,  com temperatura média global próxima da superfície a 1,45° acima da linha de base pré-industrial.  “As ações previstas e implementadas até agora são insuficientes para que o limite do aumento médio de temperaturas estabelecido no Acordo de Paris, de 1,5°, seja atingido nos próximos anos”. Nesse contexto preocupante, a ampliação da arborização urbana está incluída no conjunto de ações de adaptação às mudanças climáticas. “Isso contribui para diminuir as ilhas de calor, melhora a qualidade do ar e oferece um ambiente mais adequado para os deslocamentos das pessoas em dias de calor intenso, entre outros benefícios já conhecidos”, diz o Manual, cobrando do Estado o planejamento, execução e manejo da arborização urbana, elaborada por engenheiros agrônomos e engenheiros florestais. Com o conhecimento desses profissionais habilitados para a realização da atividade, o Manual de Arborização desenvolve temas como recursos externos para planos municipais de arborização urbana; iniciativas para envolver a comunidade nos planos; como os profissionais habilitados elaboram e executam a arborização urbana; como é feita a manutenção desta atividade; benefícios da arborização urbana; legislação relacionada à atividade e ainda a apresentação dos conhecimentos necessários para essa atuação.

32ª Semana de Estudos Geológicos da UFRRJ tem apoio do Crea-RJ

O Crea-RJ, por meio de sua Câmara Especializada de Geologia e Engenharia de Minas (CEGM), está apoiando a realização da 32ª Semana Acadêmica da graduação em Geologia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ. O evento, que terá como tema “Explorando horizontes geológicos: em busca de uma carreira de sucesso”, ocorrerá no período de 23 a 27 de setembro, das 8 às 17h, no Auditório Hilton Salles, campus da universidade. Com uma programação de palestras e minicursos que objetivam o engajamento dos estudantes e a promoção de networking e a troca de experiências com profissionais, a Semana também conta o apoio do CreaJr-RJ, programa do Sistema Confea/Crea que busca estimular a interlocução e a integração entre o Crea-RJ, os estudantes e os gestores das instituições de ensino superior. Para inscrição e mais informações, acesse o perfil do evento no Instagram @segeo.rural Sobre a SEGEO 2024 A Semana de Estudos Geológicos (SEGEO) é um evento acadêmico anual promovido pelos estudantes da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). A edição de 2024 marcará a 32° edição desse importante encontro, consolidando-se como uma oportunidade ímpar para a troca de conhecimentos e experiências no campo da Geologia. Durante os cinco dias, os participantes terão acesso a uma diversificada programação conduzida por profissionais capacitados, pesquisadores experientes e professores especializados em diversas áreas do mercado de trabalho geológico. O Departamento de Geociências e o Departamento de Petrologia e Geotectônica serão os principais locais de realização das atividades, enquanto o Pavilhão de Aulas Teóricas será reservado para as palestras, proporcionando um ambiente propício para a disseminação de conhecimentos e discussões aprofundadas.

Crea-RJ prorroga inscrições para o XII Prêmio de Trabalhos Científicos e Tecnológicos até dia 30/9

O Crea-RJ prorrogou o período de indicações ao “XII Prêmio Crea-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos”, até o dia 30 de setembro. As inscrições para os trabalhos acadêmicos contemplam monografias, dissertações ou teses das áreas das Engenharias, da Agronomia, da Geologia, da Geografia, da Meteorologia, nos níveis superior, mestrado e doutorado – e médio para técnico em Engenharia de Segurança do Trabalho. Ao longo das edições, já foram premiados 1.508 autores – nos níveis de doutorado, mestrado, superior e médio – e cerca de 120 instituições de ensino. As instituições de ensino públicas e privadas são as responsáveis pela avaliação, seleção e indicação dos trabalhos, que tenham como assunto o tema “O Desafio da Mudança Climática para o Futuro da Engenharia”, que está na ordem do dia para a vida do planeta. O objetivo do Prêmio Crea-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos é estimular e valorizar o esforço e a dedicação de profissionais, professores e estudantes que estão contribuindo para a criação tecnológica e inovadora de produtos, processos e serviços para a sociedade brasileira e, ao mesmo tempo, aproximar o Conselho de Engenharia das instituições de ensino do estado do Rio de Janeiro. Os autores de trabalhos e/ou projetos que forem indicados, assim como os professores, orientadores e coorientadores receberão certificado de menção honrosa, a ser entregue na solenidade de premiação. Na mesma ocasião, as instituições de ensino participantes receberão troféu e certificado de reconhecimento. Prêmio Crea-RJ de Meio Ambiente encerra inscrições dia 30 O Prêmio Crea-RJ de Meio Ambiente, que é, anualmente, desde 1998, encerra as inscrições hoje, dia 18 de setembro. A premiação reconhece e valoriza as ações que contribuem para a preservação, defesa e conservação do meio ambiente nas áreas da Engenharia, da Agronomia, da Geologia, da Geografia e da Meteorologia.  Ao longo dos mais de 25 anos de existência, já foram homenageadas diversas personalidades, instituições e entidades que se destacaram por seus projetos e atitudes em prol do meio ambiente e da qualidade de vida da população.  Mais informações e inscrições no portal do Crea-RJ.

Crea-RJ e CRA-RJ assinam parceria para aperfeiçoamento profissional e ações conjuntas de fiscalização

Pela primeira vez, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (Crea-RJ) e o Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro (CRA-RJ) assinaram nesta segunda-feira, dia 16 de setembro, protocolo de intenções com o objetivo de firmar uma parceria entre os dois conselhos profissionais, visando a um intercâmbio de informações para promover o aperfeiçoamento profissional e ações conjuntas de fiscalização do exercício legal da profissão nos dois Conselhos. “Nosso objetivo com essa parceria é desenvolver nas empresas e profissionais de Engenharia ações ligadas ao setor de Administração, por meio de compartilhamento tecnológico, e assim propor soluções para o setor produtivo do estado do Rio. Sem sombra de dúvidas, essa iniciativa vai se desdobrar na melhoria do nosso ambiente de trabalho, permitindo maior geração de empregos”, afirmou o engenheiro Miguel Fernández, presidente do Crea-RJ, entidade que reúne em todo o estado cerca de 110 mil profissionais das Engenharias, da Agronomia e Geociências, além de 23 mil empresas. O presidente do CRA-RJ, o administrador Wagner Siqueira, em seu quarto mandato à frente do Conselho, manifestou muita satisfação com a iniciativa. “É com muita alegria que realizamos a assinatura deste protocolo de intenções com o Crea-RJ, a fim de promovermos a implementação de entendimentos mútuos e ações conjuntas que possam promover a eficiência e eficácia nas ações de fiscalização, aperfeiçoamento profissional e desenvolvimento de ambas as instituições”, afirmou o presidente do CRA-RJ, entidade que reúne 52 mil profissionais. Assinado na manhã desta segunda-feira, dia 16 de setembro, na sede do CRA-RJ, na Rua Professor Gabizo, na Tijuca, o protocolo de intenções tem prazo previsto até 31 de dezembro deste ano, podendo ser prorrogado, de acordo com o entendimento dos presidentes dos dois Conselhos. Fernández e Siqueira mantêm ótimas relações, inclusive na diretoria do Fórum Estadual dos Conselhos Regionais e Ordens de Profissões regulamentadas, do qual Siqueira é presidente até o ano que vem. Este ano, o Crea-RJ já firmou parcerias com o Conselho de Arquitetura de Urbanismo (CAU/RJ) e com o Conselho Regional dos Técnicos Industriais (CRT-RJ), com a finalidade de aperfeiçoar ações conjuntas de fiscalização do exercício legal das profissões.

Parabéns ao município de Casimiro de Abreu, 165 anos!

A história do município de Casimiro de Abreu está diretamente ligada à criação, em 1502, da feitoria de Cabo Frio pela expedição comandada por Américo Vespúcio. Em apoio à ela, foram criadas no ano de 1616 a Aldeia de São Pedro e a sesmaria de Campos Novos, entre São Pedro e o Rio Peruíbe, atual Rio São João. Em 1740, foi ocupada a área onde se encontra Aldeia Velha, hoje distrito de Silva Jardim. A sede da Freguesia foi oficialmente transferida para a Barra do Rio São João em 1801, onde se ergueu a matriz da Sacra Família. Somente em 1813 foi criado o município de Macaé, abrangendo a aldeia de Barra de São João, Leripe (Rio das Ostras), Indaiaçu (Casimiro de Abreu) e Vila de Capivary (Silva Jardim). Em 1839, Casimiro José Marques de Abreu nasce em uma residência, onde funcionava um trapiche onde comercializava e exportava diversos produtos para o Rio de Janeiro, inclusive produtos agrícolas. Em 1846, a região foi elevada à categoria de vila, com a denominação de Barra de São João. O município teve regular desenvolvimento da agricultura, mas com a Lei da Abolição dos Escravos, Barra de São João também sofreu um declínio notável na sua produção. Em 31 de março de 1938, o município de Barra de São João teve o seu nome alterado para Casimiro de Abreu e a casa onde residiu o poeta Casimiro de Abreu foi doada ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, em 18 de setembro de 1958, para ali ser instalada uma Casa de Cultura em homenagem ao poeta. Com a emancipação de Rio das Ostras em 1992, Barra de São João tornou-se o único pedaço de litoral do município de Casimiro de Abreu. O Crea-RJ parabeniza Casimiro de Abreu por seus 165 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Prefeitura Municipal de Casimiro de Abreu