Parabéns ao município de Barra Mansa, por seus 192 anos!

Barra Mansa teve o território desbravado em fins do século XVIII, formando-se o núcleo original às margens dos caminhos das tropas que percorriam o interior do país. O povoado passou a atuar como base de abastecimento dos fluxos migratórios desencadeados pela mineração. Graças à excelente posição geográfica, o local foi perdendo o caráter de ponto de pousada e passou a expandir as funções comerciais. A consequente atração de colonos para suas terras, no início do século XIX, fez com que o café despontasse como principal produto. Em 1832, o governo decretou a criação do município, com desmembramento de terras de Resende. Em 1857, a vila de Barra Mansa foi elevada à categoria de cidade. A exaustão dos solos mais férteis e a liberação do braço escravo provocaram o declínio da cafeicultura e o êxodo rural. A cultura do café cedeu lugar à pecuária de corte extensiva, evoluindo posteriormente para a produção leiteira. No final da década de 30, teve início o desenvolvimento industrial do município, com a implantação de setores ligados às indústrias alimentares. O grande marco da expansão industrial no Brasil, deflagrada no pós-guerra, foi representado pela instalação, na década de 40, da primeira usina da CSN, em Volta Redonda, na época ainda distrito de Barra Mansa. A indústria metalúrgica e mecânica se estabeleceu na década de 50. A cidade foi formada na margem direita do Rio Paraíba do Sul, crescendo longitudinalmente ao longo dele. Na década de 40, surgiram soluções verticais e os bairros residenciais alastraram-se e ocuparam vales próximos e áreas distantes. O Crea-RJ parabeniza Barra Mansa por seus 192 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: IBGE

Diretor do Crea-RJ defende extensão do metrô até Niterói e São Gonçalo

Em entrevista ao vivo no programa Francisco Barbosa, da Super Rádio Tupi, nesta manhã de 1° de outubro, o engenheiro Luiz Carneiro, diretor do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ), defendeu que o governo do estado realize o projeto de levar o metrô até Niterói e São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Carneiro é dos engenheiros do Crea que mais conhecem a história do metrô do Rio, pois trabalhou no projeto, ainda no Negrão de Lima, em 1970. “A conclusão da estação da Gávea é importantíssima, por causa da segurança, entre outros fatores. Mas é muito importante atentarmos que é preciso fazer a ligação da Linha Dois com o outro lado da Baía de Guanabara. Precisamos levar o metrô a Niterói e São Gonçalo, onde há dois milhões de habitantes precisando de um transporte público como o metrô. É um projeto que existe e está parado e beneficiaria toda a população do outro lado. Precisamos fazer a ligação entre o Estácio, Carioca, Barcas, e até Guaxindiba. Esse trecho seria todo subterrâneo e é muito fácil cruzar a Baía por um túnel na rocha, cerca de 5 quilômetros e meio de extensão”, afirmou Carneiro, que acompanhou o presidente do Crea-RJ, engenheiro Miguel Fernández, em mais uma visita aos estúdios da rádio Tupi. Fernández foi convidado pelo apresentador e radialista Francisco Barbosa para comentar a informação de que o governo do Estado do Rio pretende retomar as obras da Linha 4 do metrô, que inclui a estação Gávea, paralisadas desde 2015. A retomada das obras é resultado de um acordo entre o governo do estado, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) e as concessionárias. A proposta prevê que a concessionária MetrôRio feche um contrato com as empresas que iniciaram as obras, com a anuência do estado. O investimento é estimado em R$ 600 milhões e, em troca, a concessionária ficará mais dez anos à frente da operação do transporte. O presidente do Crea-RJ, Miguel Fernández, afirmou que a retomada das obras da Linha 4 “é um tema muito importante que requer a atenção de todos os envolvidos”. “Essa obra que ficou paralisada representa riscos à sociedade, aos moradores e a uma universidade que estão no entorno. Então, a retomada dessa obra é fundamental. É uma questão que já vínhamos acompanhando mesmo antes de assumir a presidência do Crea-RJ. Vamos trabalhar conjuntamente com os órgãos competentes para garantir uma obra com engenharia adequada, com empresas responsáveis, profissionais habilitados, para que a gente possa garantir a segurança não só do nosso metrô, mas também de todo mundo que vive ali no entorno”, afirmou Fernández, em entrevista a Francisco Barbosa. O presidente do Crea-RJ destacou que o Conselho pretende fiscalizar a retomada das obras. “Essa obra da linha 4 tem que ser monitorada. O Crea-RJ estará acompanhando e fiscalizando, vendo as empresas que serão responsáveis. É fundamental que essa obra avance e se três anos foi o tempo que a engenharia entendeu ser necessária para finalização de forma segura, que seja três anos. Mas que não se prolongue mais. O mais importante é garantir a segurança daquela estação que não pode permanecer do jeito que está. O fundamental é não protelar ainda mais o início dessas obras”, disse Fernández. O apresentador Francisco Barbosa afirmou considerar muito pequena a malha do metrô, diante do tamanho do Rio de Janeiro. Barbosa perguntou ao diretor Luiz Carneiro que outras alternativas existem para expansão do metrô do Rio. “Tem um projeto antigo, dos alemães, aproveitando o corredor T5, ligando a Barra da Tijuca ao Aeroporto Internacional Tom JobimO projeto original dos alemães, do pré-metrô, também seguiria toda a Avenida das Américas, até o Km 18, no Recreio”, observou Carneiro. Inaugurado em 1979, o metrô do Rio conta hoje com 41 estações e cerca de 57 quilômetros de extensão, distribuídos em 3 linhas (1, 2 e 4), e com movimento médio de cerca de 660 mil passageiros em dias úteis. O sistema é o quarto maior em extensão e o terceiro maior em movimento entre os sistemas metro-ferroviários em operação no Brasil, atrás apenas dos sistemas de trem metropolitano e metrô da Região Metropolitana São Paulo.

Outubro Rosa alerta para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama

O mês de outubro é conhecido mundialmente como o mês marcado por ações relacionadas à conscientização e ao esclarecimento sobre como a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama podem contribuir para a redução da mortalidade. O movimento internacional de conscientização para a detecção precoce do câncer de mama, Outubro Rosa, foi criado no início da década de 1990, quando o símbolo da prevenção ao câncer de mama — o laço cor-de-rosa — foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York (EUA) e, desde então, promovida anualmente. O período é celebrado no Brasil e no exterior com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre o câncer de mama, a fim de contribuir para a redução da incidência e da mortalidade pela doença. O câncer de mama Há diversos tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, mas a maioria se desenvolve de maneira favorável quando diagnosticados e tratados precocemente. É o tipo mais frequente de câncer em mulheres, após o câncer de pele não melanoma. Somente em 2023, o INCA aponta que 73.610 mil mulheres serão diagnosticadas com câncer de mama no Brasil. Em 2020, foram 18.032 mortes causadas pela doença, segundo o Atlas de Mortalidade por Câncer. Os principais sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama são: caroço (nódulo), geralmente endurecido, fixo e indolor; pele da mama avermelhada ou parecida com casca de laranja, alterações no bico do peito (mamilo) e saída espontânea de líquido de um dos mamilos. Também podem aparecer pequenos nódulos no pescoço ou na região embaixo dos braços (axilas). Prevenção Não há uma causa única para o câncer de mama. Diversos fatores estão relacionados ao desenvolvimento da doença, como: envelhecimento, determinantes relacionados à vida reprodutiva da mulher, histórico familiar de câncer de mama, consumo de álcool, excesso de peso, atividade física insuficiente e exposição à radiação ionizante. De acordo com o Ministério da Saúde, a prevenção primária consiste em reduzir os fatores de risco e promover os fatores de proteção. Os cuidados mais importantes são manter o peso corporal saudável, ser fisicamente ativa. Além de evitar o consumo de bebida alcoólica. E para quem tem filhos, amamentar o maior tempo possível. O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim as chances de tratamento e cura. É importante que as mulheres fiquem atentas a qualquer alteração suspeita na mama e procurem sempre atendimento médico. É importante observar os sintomas O câncer de mama é o tipo de câncer mais frequente nas mulheres. Ocorre um desenvolvimento anormal das células da mama, que multiplicam-se repetidamente até formarem um tumor maligno. Mas ele tem cura! Quanto mais cedo ele for diagnosticado, melhores serão os resultados e maiores são as chances de cura. O sucesso no tratamento depende do tipo de tumor e também do estágio de cada doença. Para cada tipo de câncer de mama haverá um tratamento específico, cirúrgico, radioterapia, quimioterapia e/ou hormonioterapia. Fatores de risco para o câncer de mama Sinais anormais que você deve ter atenção Estratégias para detecção precoce do câncer de mama Confira o vídeo

Parabéns aos municípios de Resende por seus 223 anos e Vassouras por seus 167 anos!

Parabéns ao município de Resende, por seus 223 anos! As terras do atual município de Resende se tornaram conhecidas no Século XVIII, quando a febre do ouro e dos diamantes possibilitou o desbravamento dos atuais Estados do Rio, São Paulo e Minas Gerais. O povoado que se ergueu próximo ao Rio Paraíba no século XVIII, passou a  ser considerado Vila de Resende, em 1801, em referência ao Conde de Resende, que era o Vice-Rei do Brasil naquela época. Resende tinha apenas 4 mil habitantes. Na década de 1840, o café já constituía a grande riqueza, promovendo desenvolvimento e levando a vila a ser elevada à cidade. A população naquela época era de cerca de 19 mil pessoas, sendo 9.814 livres e 8.663 escravos.  Nessa época, o café era levado para o Porto de Angra dos Reis no lombo de burros, demorando cerca de oito dias nesse percurso e no mesmo período teve início a navegação pelo Rio Paraíba. Mais de 60 barcas levavam o café dos armazéns de Sant’Ana dos Tocos, de Campo Belo (hoje Itatiaia) e de Resende até Barra do Piraí, onde era feita a baldeação para os trens da Estrada de Ferro D. Pedro II, atual Central do Brasil. A chegada da Estrada de Ferro D. Pedro II, em 1873, acabou, em pouco tempo, com a navegação no Rio Paraíba. A riqueza gerada pelo café não se apresentava apenas nos aspectos materiais, como as novas edificações urbanas, mas influenciou diretamente os costumes e ideias, deixando para trás a rusticidade dos tempos de pioneirismo para gerar uma nova mentalidade e estilo de vida.  Com a proibição do tráfico de escravos e a improdutividade da terra por utilização à exaustão, vários cafeicultores transferiram-se para o Oeste Paulista (hoje região de Ribeirão Preto e adjacências), onde as vantagens de um solo virgem a baixo preço estimulavam o risco. O êxodo resendense com destino ao novo Eldorado do café foi o responsável pela queda populacional verificada no final do século XIX. Os baixos preços das terras dos cafezais abandonados trouxeram criadores de gado de Minas Gerais, iniciando a pecuária, atividade econômica que viria a substituir o café. No início do século XX, Resende já aparece como responsável por um terço da produção leiteira do Estado do Rio de Janeiro e como segundo produtor de manteiga e queijo. Indústrias começaram a ser instaladas em Resende na primeira metade do século XX, e, em 1940, a Academia Militar das Agulhas Negras é implantada na cidade. Mais tarde, a construção da Rodovia Presidente Dutra facilitou o acesso e a comunicação entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, além de outros grandes centros. O Crea-RJ parabeniza Resende por seus 223 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: IBGE

Crea-RJ apresenta palestra sobre “Saúde Mental”

Em alusão ao Setembro Amarelo, que é o mês de prevenção ao suicídio, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro apresenta em sua sede, no Centro do Rio, palestra sobre Saúde Mental, ministrada pela psicóloga do Crea-RJ, Larissa Fook. “Quando a gente fala de saúde mental, a gente está falando muito mais de um equilíbrio psicológico e emocional. É um assunto que a gente tem que falar com responsabilidade, mas quanto mais a gente falar, melhor”, afirma Larissa Fook. Tema que preocupa as empresas De acordo com a Gerente de RH do Crea-RJ, Suzana Soares, não se fala muito sobre saúde mental, mas é um dos temas que mais preocupam hoje os Recursos Humanos das empresas, não só no Brasil, mas em todo mundo.  “A quantidade de pessoas que está afastada do trabalho por questões de psicologia e psiquiatria já é maior do que quem tem doenças graves, quase terminais. É uma tendência do mundo daqui para frente. Se as empresas não se preparem para ajudar os colaboradores quanto à saúde mental, elas vão ficar para trás”, constata.  Saúde mental em números Dados da Organização Mundial da Saúde – OMS mostram que, embora os números de suicídio estejam diminuindo em todo o mundo, os países das Américas estão na contramão dessa tendência, com índices que não param de aumentar. No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio por dia.  Segundo o Ministério da Previdência Social, em 2023 foram concedidos no Brasil 288.865 benefícios por incapacidade decorrentes de transtornos mentais e comportamentais, englobando tanto afastamentos temporários quanto permanentes. Sobre a palestra Na palestra, Larissa explica o que é saúde mental e aborda aspectos como a promoção do diálogo aberto sobre o assunto; os problemas do autodiagnóstico; mitos e fatos sobre o tema; fatores de proteção e a identificação dos sinais de sofrimento mental, entre outros.   A palestra está disponível em nosso canal WebTV Crea-RJ no YouTube. Confira a apresentação na íntegra

Mútua-RJ realiza nesta segunda (30/09) a palestra online “Identificação e Prevenção do Burnout”

A Mútua-RJ, Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea, em parceria com a Qualicorp e o Crea-RJ, em alusão ao Setembro Amarelo, realizam a palestra online “Identificação e Prevenção do Burnout”. O que é burnout? O burnout, reconhecido pela OMS como um fenômeno ocupacional, pode trazer sérias consequências à saúde mental. Neste evento, abordaremos como identificar os sinais e prevenir o esgotamento no trabalho. A palestrante Contaremos com a participação da Psicóloga Patrícia Regina Lima, especialista em cuidados paliativos, psicooncologia e luto, além do relato pessoal da Eng Mecânica Priscilla Carvalhinha, especialista em desenvolvimento humano, sobre sua experiência com depressão silenciosa e síndrome do pânico. Serviço Data: 30 de setembroHorário: 15:00 às 16:30h Formato: Online via Microsoft Teams Inscrições Inscreva-se aqui: https://forms.gle/5oysQAyZxMhyq8rRA

Crea-RJ realiza 1º Simpósio das Instituições de Ensino Superior de Engenharia, Agronomia e Geociências

No mês em que é comemorado o Dia do Professor (15 de outubro), o Crea-RJ, por meio de sua Comissão de Educação, vai realizar o 1º Simpósio das Instituições de Ensino Superior de Engenharia, Agronomia e Geociências – SIESEAG, uma oportunidade para refletir sobre a importância da Educação e do papel fundamental que os docentes exercem na formação dos profissionais dessas áreas. A partir da análise do contexto atual em que a educação superior se insere, é urgente discutir novas metodologias de ensino, a inserção da tecnologia na sala de aula e a formação contínua dos professores. O simpósio proporcionará um espaço de troca de experiências e atualização profissional, de reflexão sobre os desafios contemporâneos e das habilidades para lidar com as demandas de um mercado de trabalho em constante evolução. Com uma programação de palestras que objetiva uma postura colaborativa entre o Conselho, docentes e profissionais, o SIESEAG abordará a importância da formação de qualidade e da valorização do trabalho educacional, reconhecendo que a excelência na educação das profissões abrangidas pelo Sistema Confea/Crea é fundamental para todos os setores da sociedade. O Crea-RJ, ao promover este simpósio, que ocorrerá presencialmente no auditório da IBMEC da Barra da Tijuca, no dia 17 de outubro, das 8 às 17h30, busca não apenas valorizar os docentes, mas também fortalecer sua missão de ser um Conselho Profissional que representa e apoia os estudantes e futuros profissionais em sua jornada de aprendizado e desenvolvimento.

Rock in Rio teve cerca de 150 QR-Codes com acesso a informações sobre responsáveis técnicos

O gerente da fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (Crea-RJ), engenheiro Cosme Chiniara, fez um balanço da atuação do Crea-RJ na fiscalização do exercício legal dos profissionais de engenharia durante os sete dias de Rock in Rio, o maior festival de música e entretenimento do mundo. Para a fiscalização do Crea-RJ, a grande novidade no evento é o emprego de QR-Codes, que permitem a qualquer um com um smartphone o acesso às informações dos responsáveis técnicos pelas instalações da Cidade do Rock. Durante o festival, foram instalados pelo Crea-RJ cerca de 150 QR-Codes, que funcionam como placas virtuais com as informações sobre os profissionais responsáveis, suas empresas e as ARTs (Anotações de Responsabilidade Técnica). Durante o evento, agentes de fiscalização do Crea-RJ emitiram um total de 11 autos de infração, um número considerado baixo para as dimensões do Rock in Rio, que reuniu cerca de 25 mil trabalhadores. A maioria das infrações foi por falta de registro no Crea-RJ de empresas atuando nos bastidores do festival. O Conselho tem atualmente cerca de 22 mil empresas registradas. “Assim como para o público, o festival foi um sucesso para a fiscalização do Crea-RJ, que inaugurou uma nova tecnologia como ferramenta da fiscalização, que é o QR-Code, e esteve presente de forma maciça, todos os dias e praticamente em todo o tempo”, afirmou Cosme Chiniara, gerente da fiscalização do Crea-RJ, acrescentando que a fiscalização deu atenção especial ao parque de diversões da Cidade do Rock. Segundo Chiniara, os livros de ocorrência assinados pelos fiscais não registraram qualquer problema nos cinco brinquedos. Inovação na fiscalização do Crea-RJ, o QR-Code foi lançado e testado pelo presidente do Crea-RJ, engenheiro Miguel Fernández, em visita técnica à Cidade do Rock, no dia 3 passado. Na ocasião, o responsável técnico pela montagem da Cidade do Rock, o engenheiro Jackson Pessanha, destacou que a presença do Crea-RJ é “um selo de garantia para a obra”. Os cerca de 150 QR-Code permitiam o acesso a informações importantes sobre os responsáveis técnicos das instalações. Cada QR-Code exibia informações como os nomes das empresas contratantes, dos profissionais, endereço da empresa, atribuições dos engenheiros. Além disso, todos os brinquedos tinham placas com informações sobre os números das ARTs, o que facilita o acesso às informações sobre a obra ou serviço no site do Crea-RJ. A fiscalização do Crea-RJ atualizou os números da presença dos profissionais de engenharia no evento. Foram 158 profissionais de 74 empresas e responsáveis por 428 ARTs, a  Anotação de Responsabilidade Técnica. Com a ART, as autoridades podem ser imediatamente informadas da responsabilidade pelos eventos. Isso facilita o rastreamento dos profissionais envolvidos em eventuais falhas, que podem resultar em inquéritos policiais e processos na Comissão de Ética do Conselho.  Os profissionais do Crea-RJ no Rock in Rio se dividiram entre engenheiros civis (193), eletricistas (126), de segurança do trabalho (106), mecânicos (75) e químicos (10). Os engenheiros mecânicos e eletricistas foram os responsáveis pelas instalações do parque de diversões, que fez a festa do público no festival.

Parabéns ao município de Mesquita, por seus 25 anos!

O município de Mesquita é oriundo de terras pertencentes ao atual município de Nova Iguaçu que, após a sua reestruturação ficou subdividido em cinco distritos: Iguassú, Pilar, Merity, Marapicu e Jacutinga. Num destes distritos, ficava localizado o Engenho da Caxueira, que ficava às margens do rio de mesmo nome – atual canal Dona Eugênia – ao pé do Maciço de Gericinó. Nos arredores deste engenho, cresceu um arraial para fazer frente à demanda de tropeiros e carreteiros que por ali passavam e abasteciam-se na cachoeira que havia nos arredores. Com a expansão do sistema ferroviário, foram implantadas várias estações, sendo que uma delas ficou localizada no centro do antigo arraial da Cachoeira, o qual logo mudou de nome para Jerônymo de Mesquita e posteriormente simplificado para Mesquita. A observação dos primeiros habitantes resultou na transformação do barro das regiões alagadas em tijolos e telhas, servindo de base para a instalação da Companhia Material de Construção Ludolf & Ludolf, junto à margem direita da estação de Mesquita. Quanto à margem esquerda, mais precisamente ao longo da rua da Cachoeira, algumas pessoas se estabeleceram, mas o destaque estava no entroncamento das vias que ligavam Cachoeira com a Freguesia de Santo Antônio de Jacutinga (atual Prata) com Maxambomba (atual Nova Iguaçu), onde cada vez mais pessoas fixaram residência. O desenvolvimento da região deveu-se à implementação da ferrovia e ao declínio da citricultura, o que permitiu o aparecimento de loteamentos, pondo fim aos grandes vazios resultantes da Fazenda da Caxueira e da Companhia Ludolf & Ludolf. Mesquita foi desmembrado de Nova Iguaçu pela Lei Estadual n.º 3.253, de 25 de setembro de 1999. O Crea-RJ parabeniza Mesquita por seus 25 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: IBGE