Mútua-RJ promove evento virtual sobre relação entre nutrição e trabalho

Você sabia que a alimentação inadequada pode impactar diretamente sua produtividade no trabalho? Pensando nisso, a Mútua-RJ, por meio do seu Programa de Saúde e Bem-Estar, convida todos os profissionais para o evento virtual “Nutrição e Energia para o Dia a Dia”, que será realizado no dia 16 de abril, das 15h às 16h30. O objetivo do evento é conscientizar sobre a importância de uma alimentação equilibrada como base para manter níveis estáveis de energia, melhorar a concentração, fortalecer a imunidade, reduzir o cansaço e potencializar o bem-estar emocional e o desempenho nas atividades do dia a dia. A palestra será conduzida por Ingrid Peclat, nutricionista pós-graduada em Nutrição Clínica Ortomolecular e especialista em atendimentos individuais e grupos de emagrecimento. Durante o encontro, serão apresentadas informações práticas e atualizadas sobre estratégias alimentares que favorecem a saúde e o rendimento profissional e nos estudos. O link para o evento será enviado por e-mail e/ou WhatsApp, após a inscrição. Faça a sua agora!
Programa Mulher CREA-RJ realiza live sobre Comunicação Assertiva

Dando continuidade às ações do Programa Mulher Crea-RJ em 2025, no próximo dia 15 de abril, será realizada mais uma edição da série de lives mensais transmitidas pelo YouTube do CREA-RJ. O tema da vez será “Comunicação Assertiva e Não Verbal na Prática”, com a participação da psicóloga Suzana Soares. Com 18 anos de experiência na área de Recursos Humanos, Suzana é pós-graduada em Psicologia Estratégica em Negócios, possui MBA em Terapia Cognitivo Comportamental e é especialista em DISC, comportamento humano, comunicação não violenta e programação neurolinguística. Atualmente, atua como Gerente de RH do Crea-RJ. A live será transmitida pelo canal www.youtube.com/webtvcrearj/live, e promete trazer reflexões e dicas práticas sobre como aprimorar a comunicação interpessoal no ambiente profissional e pessoal. Não perca essa oportunidade de desenvolvimento e troca de experiências!
A extensão da Era do Gelo: período da megafauna brasileira é redefinida por pesquisadores da UFRJ

Últimos representantes da megafauna da América do Sul viviam no Ceará há 3.500 anos | Imagem: Júlia d’Oliveira/DivulgaçãoCientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em parceria com outras universidades, descobriram que a megafauna permaneceu viva em terras brasileiras muito mais tempo do que a suposta extinção abrupta no limite do Holoceno-Pleistocenos, mais conhecida como a “Era do Gelo”, há 11.700 mil anos. O resultado foi alcançado a partir de datações radiométricas, que permitiram calcular com precisão a idade de objetos antigos e fósseis pela análise do carbono 14, um isótopo radioativo presente em compostos orgânicos. A Megafauna é usada para definir um conjunto de animais que viveram durante o Pleistoceno, há mais de 11 mil anos. São preguiças, tatus, mastodontes e outros mamíferos que tinham uma característica comum: eram todos de grande porte. O artigo da pesquisa analisa a fauna que existiu no Brasil após os eventos de extinção dos grandes mamíferos e os motivos climáticos da alteração da biota durante o tempo presente. E os materiais foram escavados entre 2006 e 2010, segundo Celso Ximenes, coautor do estudo e pesquisador do Museu de Pré-História de Itapipoca (MUPHI), Ceará Oito fósseis da megafauna de mamíferos que estavam localizados em Itapipoca (Ceará) e no rio Miranda (Mato Grosso do Sul) foram objetos de análises no Laboratório de Radiocarbono da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, único laboratório a realizar esse tipo de análise na América do Sul. De acordo com o professor Ismar Carvalho, do Instituto de Geociências da UFRJ, o estudo coloca em xeque uma das mais consolidadas teorias da geologia e paleontologia sobre a extinção catastrófica dos animais. As idades obtidas no estudo, junto com a evidência arqueológica, demonstram que as teorias de caça predatória por humanos e da rápida expansão humana para novos territórios não são muito adequadas para explicar a extinção da megafauna na América do Sul. As preguiças gigantes (Eremotherium laurillardi), os tigres dentes-de-sabre (Smilodon populator), os toxodontes (Toxodon platensis), os mastodontes (Notiomastodon platensis), e as paleolamas (Palaeolama major) desapareceram aos poucos, entre 7.800 e 3.400 anos. “Essa história não é bem assim. Foram encontrados fósseis em ambos os estados brasileiros, que demonstram ter cerca de 3.500 anos. Os grandes mamíferos do período sobreviveram por milhares de anos e não houve a extinção em massa”, afirma o professor Carvalho, um dos autores do artigo publicado no Journal of South American Earth Sciences, meio de publicação internacional relacionados com todos os aspectos das Ciências da Terra no continente sul-americano. Os grandes animais que viveram em várias épocas da história da Terra, particularmente durante o período Pleistoceno, que começou há 2,6 milhões de anos e terminou há aproximadamente 11.700 anos, compõem a denominada “megafauna”, que variavam de répteis colossais a enormes mamíferos. Diversas teorias têm sido propostas para explicar a extinção da megafauna: mudanças climáticas, caça intensiva por humanos e doenças estão entre elas. A América do Sul foi o continente em que a extinção da megafauna foi mais brutal, com o desaparecimento de cerca de 83% dos grandes mamíferos, de acordo com o artigo Megafauna extinction in South America: a new chronology for the Argentine Pampas. Para o pesquisador Fábio Henrique Cortes Faria (UFRJ), a descoberta abre novas perspectivas para a ciência. “Do ponto de vista arqueológico, é importante entender como era a interação entre os humanos e a megafauna, e também entender de que forma fatores como o tempo de reprodução, cuidados parentais, alimentação e adaptabilidade contribuíram para o fim das espécies. Além disso, podemos traçar um paralelo à nossa atualidade para compreender os eventos de extinção causados por mudanças climáticas e ambientais”, informou Farias . Os fósseis analisados são das coleções paleontológicas do Museu de Pré-História de Itapipoca (Ceará) e do Laboratório de Zoologia do Departamento de Biologia da UFMS (Campo Grande, Mato Grosso do Sul). Além dos dois pesquisadores da UFRJ, integraram a equipe Hermínio Ismael de Araújo-Júnior (Universidade do Estado do Rio de Janeiro/Uerj), Celso Lira Ximenes (Museu de Pré-História de Itapipoca/Muphi) e Edna Maria Facincani (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul/UFMS). O estudo contou com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e do Conselho de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Fonte: UFRJ
CREA-RJ realiza entrega de carteiras profissionais a novos engenheiros em cerimônia de colação de grau

O CREA-RJ participou, no dia 3 de abril, da solenidade de colação de grau do curso de Engenharia de Produção da Faculdade Professor Miguel Ângelo da Silva Santos – FeMASS, realizada em Macaé. Durante a cerimônia, foram entregues 20 (vinte) cartões provisórios aos novos profissionais, marcando o início de suas trajetórias no exercício legal da profissão. A ação integra as atividades da Coordenação Regional Leste (CRLE) do CREA-RJ, que tem atuado de forma próxima às instituições de ensino e aos recém-formados, promovendo a valorização profissional desde o início da carreira. Estiveram presentes na solenidade, representando o CREA-RJ, os Inspetores Morgan Fairbairn Coelho Pastor D’Oliveira (Macaé) e Aline Míriam Marques (Rio das Ostras). Além de realizar a entrega das carteiras, os representantes do Conselho destacaram a importância do registro profissional, do exercício ético da Engenharia e do papel do CREA-RJ na fiscalização e valorização das atribuições dos engenheiros. Os novos profissionais ao receberem seus documentos demonstraram orgulho e entusiasmo pela conquista acadêmica e a habilitação legal para atuarem no mercado de trabalho.
Japão constroi primeira estação ferroviária inteiramente criada numa impressora 3D

* Fontes: Nippon.com e The Times (UK) No último dia 25 de março, a West Japan Railway Company (JR West) inaugurou uma nova estação ferroviária em Hatsushima, na cidade de Arida, província de Wakayama, Japão, construída inteiramente com componentes impressos em 3D. O projeto é pioneiro e representa a primeira estação ferroviária do mundo edificada com essa tecnologia. A nova estrutura substituiu o antigo edifício de madeira de 75 anos que servia à estação. Com aproximadamente 10 metros quadrados de área e 2,6 metros de altura, a construção foi projetada para ser compacta e funcional. As paredes externas apresentam relevos decorativos de uma tangerina e um peixe-espada, homenageando as especialidades locais de Arida. Os componentes da estação foram produzidos pela empresa Serendix, especializada em construções rápidas utilizando impressão 3D. As peças foram impressas em outro local, transportadas por caminhão até Hatsushima e montadas no local em apenas seis horas, uma redução significativa em comparação aos mais de dois meses que normalmente seriam necessários para construções tradicionais de tamanho similar. A estrutura é composta por quatro partes principais, incluindo o teto e as paredes, todas fabricadas com moldes de argamassa impressos em 3D. Após a impressão, as peças receberam reforço de aço e foram preenchidas com concreto, garantindo resistência sísmica comparável à de casas de concreto armado. Este projeto surge em um momento em que muitas estações rurais no Japão enfrentam declínio no número de passageiros e restrições orçamentárias, resultando em estruturas envelhecidas e em estado de deterioração. A adoção da tecnologia de impressão 3D pela empresa japonesa visa a oferecer uma solução eficiente e econômica para a modernização dessas infraestruturas. Além disso, a rapidez na construção minimiza interrupções nas operações ferroviárias e reduz a necessidade de mão de obra intensiva, um fator fundamental diante do envelhecimento da população japonesa e da consequente diminuição da força de trabalho. Embora a nova estação de Hatsushima não disponha de assentos internos, a previsão é que seja equipada com máquinas de bilhetes e outras comodidades antes de sua abertura oficial ao público, em julho. A empresa considera este projeto um modelo para futuras renovações de estações rurais, explorando o potencial da impressão 3D para transformar a infraestrutura ferroviária de maneira economicamente viável e adaptada às necessidades contemporâneas. Construções 3D no Brasil A tecnologia de impressão 3D tem ganhado destaque na construção civil brasileira, oferecendo soluções inovadoras que prometem reduzir custos e aumentar a eficiência nos processos construtivos. Diversas iniciativas no país demonstram o potencial dessa tecnologia para transformar o setor. Em Natal, em 2020, foi construída a primeira casa com impressão 3D do país. O projeto, com cerca de 66 m², foi realizado com tecnologia nacional e serviu como prova de conceito de que é possível erguer moradias seguras e resistentes com um custo reduzido e em tempo significativamente menor do que o da construção convencional. A estrutura foi executada com precisão por uma impressora que depositou camadas de argamassa seguindo um modelo digital. No Sul do país, outra iniciativa destacou-se ao erguer uma casa com cerca de 20 toneladas de concreto, utilizando um sistema automatizado de impressão que dispensa formas tradicionais. O método consiste em aplicar o concreto camada por camada, diretamente no formato da estrutura desejada. O processo resultou em economia de materiais, redução de resíduos e maior rapidez na execução da obra. Além das moradias, há projetos voltados para aplicações específicas, como paredes estruturais e elementos arquitetônicos personalizados. A tecnologia permite designs inovadores e adaptáveis, com grande precisão e variedade de formas, abrindo caminho para novas possibilidades para as obras. Universidades e centros de pesquisa também têm investigado o uso de impressão 3D na construção civil, com foco em desenvolver materiais mais sustentáveis e adequados à realidade brasileira. Um dos estudos recentes demonstrou a viabilidade de um concreto com menor impacto ambiental, que pode ser impresso com qualidade e resistência semelhantes às dos materiais tradicionais. Embora ainda enfrente obstáculos normativos e logísticos, a construção 3D no Brasil já é uma realidade promissora. Com o avanço das pesquisas e a ampliação das aplicações práticas, a tecnologia tem potencial para se consolidar como uma alternativa viável para atender à demanda por habitação e infraestrutura de forma mais eficiente e ambientalmente responsável. Fontes: Gazeta do Povo, Sebrae, InfoMoney
Engenharia Metalúrgica: conheça mais sobre esta área e como atuar
A Engenharia Metalúrgica é um ramo encarregado pelas transformações, tratamentos, extração, purificação, estudos e supervisão dos metais e ligas metálicas com propriedades físicas, químicas e metalúrgicas adaptadas para cada finalidade. Desde a extração de minérios metálicos a fabricação de produtos finais, passam pelos processos de fundição, conformação, tratamento térmico, análise, supervisão, coordenação e orientação técnicas desses materiais. Os profissionais desta Engenharia contribuem para o desenvolvimento e a manutenção do setor industrial do Brasil, responsável por mais de 20% do PIB nacional, segundo dados do Governo Federal. E também são responsáveis por acompanhar todo o ciclo de vida dos materiais metálicos, atuando na elaboração de estudos e de projetos de processos metalúrgicos, desde sua extração da natureza até sua transformação em produtos úteis e duráveis. O Brasil ocupa o 9º lugar no ranking mundial de produção de aço, com 33,7 milhões de toneladas, de acordo com a World Steel Association. O setor da siderurgia é o que mais concentra os engenheiros metalúrgicos, que trabalham na retirada de cobre, alumínio, ouro e na produção de aço. São contratados também para a área de transformação desses metais para uso de indústrias. Os maiores polos de trabalho dos Engenheiros Metalurgistas estão nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Com o domínio de técnicas avançadas de processamento e tratamento térmico, esses engenheiros garantem a qualidade e a integridade dos materiais em todas as etapas de produção e são cerca de cinco mil engenheiros metalurgistas em atuação no país, segundo dados do Sistema Confea/Crea. Desempenham um papel fundamental na pesquisa e desenvolvimento de novas ligas metálicas, buscando constantemente formas de otimizar as propriedades dos materiais, tornando-os mais resistentes, leves e sustentáveis. Na reciclagem, apresentam métodos para a reutilização de metais, contribuindo para a redução do dano ambiental da indústria metalúrgica. Formação e capacitação O curso de Engenharia Metalúrgica é regulamentado pelo Ministério da Educação e confere o título de bacharelado, com duração média de cinco anos. Trata-se de um percurso em que os alunos podem estudar disciplinas que envolvem Química, Física, Gestão Ambiental, Cálculo, Geometria Analítica, Eletrotécnica, Termodinâmica, Mineralogia, Pirometalurgia, Seleção de Materiais, Siderurgia, Soldagem, Tratamento Térmico e entre outras. Na metalurgia extrativa, os(as) engenheiros(as) que se voltarem para essa área irão participar da extração de metais a partir de minérios que são submetidos a vários processos até serem transformados em produtos metálicos primários ou secundários. Assim, os processos da Metalurgia Extrativa dos metais ferrosos e dos não-ferrosos podem ser agrupados em: hidrometalúrgicos (com soluções aquosas), eletrometalúrgicos (com eletrólise) e pirometalúrgicos (com altas temperaturas). Na metalurgia de transformação, o enfoque é nos processos que tem como objetivo modificar a forma e as propriedades dos metais a partir de fundição, soldagem e tratamentos térmicos. O produto metálico ao chegar a sua forma final, tanto do aspecto dimensional quanto das propriedades especificadas, os(as) engenheiros(as) também deverão aprender a passar esses metais por conformação mecânica, forjamento, laminação e trefilação. Alguns dos setores que mais contrata: O CREA-RJ parabeniza todos os(as) Engenheiros(as) Metalurgistas pela dedicação e empenho ao desenvolver e aprimorar metais que são essenciais para o implemento de novas tecnologias na sociedade contemporânea. Fontes: Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM), Instituto Federal do Rio Grande do Sul e Revista Crea-PR.
Aniversário de Aperibé, Areal e Rio das Ostras
Parabéns ao município de Aperibé, por seus 33 anos! A origem do município de Aperibé – que em tupi-guarani quer dizer “pito aceso” ou “cachimbo” – remonta ao século XVIII, quando frades capuchinhos empenharam-se em catequizar os índios puris, sendo alvo de inúmeros ataques. Somente no século XIX veio a ser dado novo impulso às obras missionárias, o que proporcionou a construção de uma capela, consagrada a Santo Antônio de Pádua, nas proximidades do rio Pomba, em torno da qual se reuniram famílias indígenas pacificadas. O desenvolvimento da região levou o governo, em 1843, a criar a freguesia de Santo Antônio de Pádua, sob a jurisdição de São Fidélis. A freguesia progrediu rapidamente, sobretudo no setor agrícola, emancipando-se de São Fidélis em 1882 e sendo elevada à categoria de vila. Os fazendeiros dessa rica região, percebendo que a produção das lavouras crescia paralelamente à densidade de sua população, associaram-se e deram início à construção de um ramal férreo para levar seus produtos ao maior e mais próximo empório comercial daquela época, a cidade de São Fidélis. Em 1876, iniciaram-se os estudos do traçado da ferrovia. A extensão da linha férrea era de 92,5 quilômetros, com a bitola de um metro, tendo seu início na estação de Luca, à margem esquerda do rio Paraíba do Sul, em São Fidélis. Terminava em uma localidade onde havia uma chave para desvio dos trens, conhecida como “chave do Faria”, que se tornou ponto de comércio. As facilidades trazidas pela ferrovia atraíam pessoas para a vila que se formou. A iniciativa política de se prestar uma justa homenagem aos donos originais das terras fez com que, em 2 de julho de 1890, o governador Francisco Portela elevasse a distrito policial o povoado de Santo Antônio do Retiro, que mais tarde passou a ser denominado Aperibé. Posteriormente, em outra realidade econômica, as rodovias cumpririam o papel antes desempenhado pela estrada de ferro, surgindo novos núcleos como Marangatu, Ibitiguaçu e Monte Alegre. Tendo como ponto de referência a serra da Bolívia, um maciço de aproximadamente 400 metros de altitude, às margens da mais importante bacia hidrográfica do estado, Aperibé foi emancipado pela Lei Estadual nº 1.985, de 10 de abril de 1992, e instalado em 1º de janeiro de 1993. O Crea-RJ parabeniza Aperibé por seus 33 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Parabéns ao município de Areal, por seus 33 anos! A origem do município de Areal está ligada à de Três Rios, ao qual pertencia até recentemente como sede distrital. O nome vem de uma localidade situada na margem esquerda do rio Piabanha, onde os tropeiros faziam a troca dos animais. A parada de viaturas, carroças, diligências e outros veículos de tração animal era feita numa casa defronte a uma praia de areia. Os viajantes passaram a identificar o local como a “parada do areal”. No entanto, o núcleo inicial de Areal foi a fazenda de São Silvestre do Rio Preto. Na primeira metade do século XIX, dom Pedro I dirigia-se à atual localidade de Correias, onde tentaria, pelo clima saudável, melhorar a saúde de sua filha, a princesa dona Paula. A estada na região fez com que o rei pesquisasse terras para comprar, pois não conseguiu adquirir a fazenda do padre Corrêa. O sargento-mor José Vieira Afonso vendeu-lhe a fazenda do Córrego Seco e voltou suas atenções para sua outra propriedade, a fazenda de São Silvestre do Rio Preto, que se tornou o núcleo original da região rural e urbana do Areal de hoje. Após a morte de Afonso, a fazenda de São Silvestre passou às mãos de Joaquim Vital Vieira, que, no decorrer do tempo, a subdividiu em outras menores. Em 1861, chega a Areal a estrada União-Indústria, que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais. A estrada de ferro chegou em 1900, e nessa data terminou o tráfego das diligências. No ano de 1931, o bispo dom José Pereira Alves retira Areal das freguesias de São José, Bemposta e Cebolas, erigindo a freguesia de Nossa Senhora das Dores, com direito a igreja matriz, casa paroquial e tudo o mais concernente, e que compreendia todo o território de Areal emancipado e mais áreas adjacentes. Em 10 de abril de 1992, cumpridas todas as formalidades legais e constitucionais, Areal foi juridicamente emancipado e declarado município novo, ficando vinculado a Três Rios até 31 de dezembro de 1992, quando se realizou a campanha eleitoral e a eleição dos seus primeiros representantes diretos. O Crea-RJ parabeniza Areal por seus 33 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Parabéns ao município de Rio das Ostras, por seus 33 anos! Inicialmente ocupado por índios tamoios e goitacazes, o território que hoje compreende o município de Rio das Ostras era constituído pela sesmaria concedida pelo capitão-mor e governador do Rio de Janeiro, Martin Corrêa de Sá, em 1º de agosto de 1630, aos padres da Companhia de Jesus. A sesmaria tinha como limites o rio Iriri (atual rio das Ostras), ao sul, e o rio dos Bagres, ao norte. Os índios e os jesuítas deixaram suas marcas em obras como a da antiga igreja de Nossa Senhora da Conceição, o poço de pedras e o cemitério. Após a expulsão dos jesuítas no ano de 1759, a igreja foi concluída, no fim do século XVIII, provavelmente por beneditinos e carmelitas. As primeiras notícias sobre a área onde hoje se situam os municípios de Casimiro de Abreu e Rio das Ostras datam do princípio do século XVIII, quando, de uma antiga aldeia de índios, originou-se a freguesia denominada Sacra Família de Ipuca, em 1761. A ocorrência de frequentes epidemias naquela localidade fez com que a sede da freguesia fosse transferida para a foz do rio São João, que já possuía núcleos de pescadores. O desenvolvimento ali verificado determinou a criação do município de Barra de São João em 1846, cujo território foi desmembrado do município de Macaé, tendo
Dia da Engenharia no Brasil
No dia 10 de abril é celebrado o Dia da Engenharia em território nacional. A data foi escolhida em homenagem ao Tenente Coronel João Carlos de Villagran Cabrita, comandante do 1° Batalhão de Engenharia do Exército Brasileiro na Guerra do Paraguai. Ele morreu em 10 de abril de 1866 durante a guerra e é considerado o patrono da Engenharia por suas contribuições para o desenvolvimento dessa área para o Brasil. A Engenharia é definida como a aplicação de métodos científicos e empíricos ao utilizar os recursos disponíveis na natureza para a otimização da vida e está presente em todos os aspectos do cotidiano, em sua utilização material e intelectual de objetos e serviços. A palavra tem origem no latim ingenium, que significa “habilidade natural” ou “qualidade nata”, relacionada com a capacidade inventiva e criativa da profissão. No Brasil, a primeira escola de Engenharia foi a Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho, instalada no Rio de Janeiro em 1792, e que foi sucedida pela Real Academia Militar, em 1810. Foi uma exceção do governo português, já que era proibida a abertura de Universidades nas Colônias. E mesmo tendo origem militar, a Academia se dedicava ao estudo de ciências e as mais diversas Engenharias. Foi apenas em 25 de abril de 1874 que ela foi transformada, por um decreto imperial, na Escola Polytechnica do Rio de Janeiro (então, grafada com “y” e “h”), passando a oferecer formação à sociedade civil. E apesar do crescimento, em referência à década de 1990, quando apenas 42 mil engenheiros se formaram no período, ainda encontra-se em desvantagem. Em 2017, se formaram 114.379 engenheiros, o que impacta diretamente no desenvolvimento técnico-científico do Brasil, deixando-o atrás de países, como o Irã, 233.695 engenheiros, e a Indonésia, com 140.169.
LinkedIn divulga lista anual de “Habilidades em Alta para 2025”

O mercado de trabalho brasileiro está passando por transformações significativas, impulsionadas principalmente pelos avanços tecnológicos e pela crescente adoção da inteligência artificial (IA). De acordo com um levantamento do LinkedIn, até 2030, 70% das competências exigidas em diversas funções serão diferentes das atuais, refletindo a necessidade de constante atualização por parte dos profissionais. Para auxiliar nessa adaptação, o LinkedIn divulgou sua lista anual de “Habilidades em Alta para 2025”, destacando as 15 competências mais valorizadas no mercado brasileiro. Entre elas, o conhecimento sobre inteligência artificial se destaca, pois, com a rápida evolução tecnológica, as empresas buscam profissionais capazes de aplicá-la para otimizar processos e impulsionar resultados. A capacidade de comunicação também é essencial, especialmente em um ambiente de trabalho híbrido e digital, onde transmitir informações com clareza fortalece conexões e alinha equipes. Outra competência importante, que é ter visão e liderança estratégica, se tornou diferencial importante para profissionais que identificam desafios, tendências e oportunidades de crescimento. Ponto fundamental, também, é a retenção de clientes, já que manter a satisfação e a lealdade do público garante um crescimento sustentável. Além disso, a resolução colaborativa de problemas torna-se indispensável para equipes que precisam identificar soluções rápidas e eficientes em um mercado dinâmico. A pesquisa também revelou que um em cada quatro profissionais planeja priorizar o aprendizado em 2025, indicando uma crescente conscientização sobre a importância do desenvolvimento contínuo. Além disso, 93% dos profissionais de aquisição de talentos acreditam que avaliar com precisão as habilidades dos candidatos é crucial para melhorar a qualidade das contratações. Diante desse cenário de rápidas mudanças, investir no desenvolvimento dessas habilidades emergentes é essencial para que os profissionais se destaquem e prosperem no mercado de trabalho brasileiro em 2025 e nos anos seguintes. Assim, para apoiar os profissionais nessa jornada de aprimoramento, o LinkedIn Learning está oferecendo cursos gratuitos relacionados a essas competências até 18 de abril de 2025. Entre os cursos disponíveis estão “Inteligência Artificial: Estratégias Inovadoras para Resultados Imediatos e Sustentáveis”, “Comunicação Empática no Ambiente de Trabalho” e “Pensamento Estratégico”. Confira a lista com as 15 principais competências para 2025:
Dia Nacional do Aço
Amplamente utilizado no cotidiano, seja como como utensílios domésticos (panelas, eletrodomésticos, palhas para limpeza), nos transportes e embalagens; como material fundamental para a estruturação na construção civil; ou como equipamentos de prospecção e extração de petróleo, o aço é uma liga metálica composta por ferro e carbono essencial para o desenvolvimento de novas formas de tecnologias. Na siderurgia, em sua maioria, usa-se o óxido de ferro, misturado com areia fina, e carvão mineral ou carvão vegetal. O carvão exerce duplo papel na fabricação do aço: como combustível ou como redutor. A idade do ferro se iniciou em 1200 a.C. e é considerada o último estágio tecnológico e cultural da pré-história. Seu descobrimento promoveu grandes mudanças na sociedade. A agricultura se desenvolveu com rapidez por causa dos novos utensílios fabricados. A confecção de armas mais modernas viabilizou a expansão territorial de diversos povos, o que mudou a face da Europa e de parte do mundo. Aos poucos, novas técnicas foram sendo descobertas, tornando o ferro mais duro e resistente à corrosão. Um exemplo disso foi a adição de calcário à mistura de minério de ferro e carvão, o que possibilitou melhor absorção das impurezas do minério. Novas técnicas de aquecimento também foram sendo desenvolvidas, bem como a produção de materiais mais modernos para se trabalhar com o ferro já fundido. Com a possibilidade de obtenção de ferro no estado líquido, ao aumentar as temperaturas das forjas, nasceu a técnica de fundição de armas de fogo, balas de canhão e sinos de igreja. Mais tarde, o uso do ferro se estendeu para residências senhoriais de grandes portões e placas de lareira com desenho elaborado. A grande mudança só ocorreu, porém, em 1856, quando se descobriu como produzir aço. Isso porque o aço é mais resistente que o ferro fundido e pode ser produzido em grandes quantidades, servindo de matéria-prima para muitas indústrias. No Brasil, a exploração do ferro/aço sempre foi propícia devido aos minérios de jazidas em Minas Gerais e as primeiras usinas começaram a se desenvolver após a chegada da família real portuguesa em terras brasileiras. Porém, o mercado começou a se desenvolver mesmo já no século XX, com o surto industrial verificado entre 1917 e 1930. O Dia Nacional do Aço, comemorado em todo território nacional no dia 9 de abril, surgiu em homenagem à criação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em abril de 1941, a partir de Decreto de Lei n° 3.002, de 30 de janeiro de 1942, sancionado por Getúlio Vargas. Tipos de aços: Em relação à composição química do aço, ao processamento, controles e ensaios, além de sua utilização final, as classificações do aço são: A Engenharia Metalúrgica Os engenheiros metalurgistas são especialistas em todo o ciclo de vida dos materiais metálicos, atuando na elaboração de estudos e de projetos de processos metalúrgicos, desde sua extração da natureza até sua transformação em produtos úteis e duráveis. Eles dominam técnicas avançadas de processamento e tratamento térmico, garantindo a qualidade e a integridade dos materiais em todas as etapas de produção. Na siderurgia, o engenheiro metalurgista atua em todas as etapas do processo siderúrgico, desde a fusão dos minérios de ferro até a fabricação de produtos de aço, como ferramentas e automóveis, ligas de alumínio e aços especiais, que são necessários para a fabricação de componentes estruturais, motores e sistemas de transmissão dos veículos. E em relação à metalurgia, esses profissionais preparam desde a extração das matérias-primas até a fabricação de produtos finais. Também aplicam seus conhecimentos no processamento de materiais e controle de qualidade para otimizar processos industriais, garantindo eficiência e sustentabilidade ambiental, já que o aço é reciclável. Fonte: Instituto Aço Brasil