CIRCUITO DE PALESTRAS TÉCNICAS CELEBRA DIA DO GEÓLOGO

Em 30 de maio comemora-se o Dia do Geólogo. Para celebrar a ocasião, o Crea-RJ, em parceria com a Sociedade Brasileira de Geologia – SBG; a Associação Profissional dos Geólogos do Estado do Rio de Janeiro – APG-RJ; a Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental – ABGE (Núcleo RJ e ES); a Associação Brasileira de Mulheres nas Geociências – ABM Geo; e o Clube de Engenharia, vai realizar a Mesa Redonda “O Papel do Geólogos na Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas: Boas Práticas e Perspectivas Futuras”. O evento, que contará com debate após palestras técnicas de nomes importantes da área, será realizado no dia 28 de maio, às 17h, no 22° andar do Clube de Engenharia (Avenida Rio Branco, 124). O presidente do Crea-RJ, Miguel Fernández, participará da mesa de abertura ao lado dos representantes das associações que promovem o encontro. Confira a programação: 17h30– Palestra Geóloga Aline Pimentel –  Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais – CEMADEN-RJ 17h45 – Palestra Geóloga Ingrid Araujo – SEEQUENT 18h – Palestra Geóloga Patrícia Laier – Petrobras 18h15 – Palestra Geóloga Pamela Vilela – Empresa de Pesquisa Energética – EPE Após a mesa redonda, será realizado um congraçamento entre os participantes, cujos ingressos, no valor de R$ 60,00, podem ser adquiridos com a APG-RJ pelo email  [email protected] ou pelo telefone (21)99249-9355 (Carol).

Seaerj tem proposta de alternativa ao Sistema Imunana-Laranjal: obra duraria quatro anos e custaria cerca de R$ 1 bilhão

Em seminário a ser realizado hoje, a Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio (Seaerj) vai apresentar a proposta de uma alternativa ao Sistema Imunana-Laranjal – que abastece dois milhões de pessoas em Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, parte de Maricá e a Ilha de Paquetá, e sofreu uma paralisação no mês passado por causa de uma tragédia ambiental no Rio Guapiaçu. Criado em 1954, portanto há 70 anos, esse sistema opera em sua capacidade máxima. – Até agora ninguém conseguiu descobrir a origem da poluição por tolueno e caso isso volte a acontecer o abastecimento de água será novamente afetado. É preciso que haja uma alternativa, que seja feita uma grande obra, com a construção de um túnel-adutor de 48 quilômetros, ligando o Rio Paraíba do Sul a Guapimirim – afirma o vice-presidente da Seaerj, o engenheiro Francisco Filardi, que será o mediador do seminário “Reforço e garantia de abastecimento de água para a Região Metropolitana da Grande Rio e Grande Niterói”, que vai acontecer às 17h30m desta quarta-feira, dia 22, na sede da entidade, na Glória.  O projeto de construção do sistema alternativo de abastecimento de água prevê quatro anos de obras a um custo aproximado de R$ 1 bilhão e 100 mil. Filardi observa que esses recursos poderiam ser obtidos por meio de financiamento do BNDES e do BID, o Banco Interamericano de Desenvolvimento. Formado pela Universidade Federal Fluminense em 1961, Francisco Filardi ingressou em 1963 como engenheiro no Departamento de Estradas de Rodagem da Guanabara (DER-GB), responsável por soluções para o tráfego rodoviário que crescia na época, como resultado da expansão da indústria automobilística nacional. O engenheiro lembra ter trabalhado com o governador Carlos Lacerda, que construiu o sistema Guandu, prometendo água para o Rio até o ano 2000. Com a fusão dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, o sistema passou a atender também a Baixada Fluminense. Vinte e quatro anos depois, o sistema Guandu já dá sinais de  O evento contará com a presença dos engenheiros Carlos Eduardo Siqueira Nascimento, Flávio Miguez de Mello e Isaac Volschan Junior. O seminário tem o apoio de diversas entidades, como o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (CREA-RJ), a  Associação Brasileira de Consultores de Engenharia (ABCE), a Associação dos Antigos Alunos da Politécnica (A3P); a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES-RJ), a Academia Nacional de Engenharia (ANE), e o IE – Instituto de Engenharia. (IE) O evento é aberto ao público e será transmitido ao vivo no Canal da Seaerj no Youtube: MAIS INFORMAÇÕES  Engenheiro Francisco Filardi cel (21) 99985-4835 Saiba mais sobre os palestrantes: Carlos Eduardo Siqueira Nascimento foi engenheiro do Setor de Hidrologia da Eletrosul, de 1976 a 1997. Também atuou nas disciplinas: Hidrologia, Hidráulica I e Obras Hidráulicas, 2000/2001 na Escola de Engenharia na Universidade Federal de Santa Catarina. É consultor em hidrologia. Flavio Miguez é engenheiro civil com especialização em hidráulica, pela UFRJ, e mestre em Ciência em Geologia pela mesma instituição. Flávio é referência em Engenharia de barragens e hidrelétricas. Atuou em projetos hidroelétricos em países da América do Sul, África e Europa. Atuou como professor visitante ou convidado em diversas universidades, dirigiu associações técnicas no Brasil e no exterior.  Isaac Volschan é o professor Titular do Depto. de Recursos Hídricos e Meio Ambiente – Escola Politécnica da UFRJ, também já foi coordenador em cursos da UFRJ, coordenador em pesquisas no âmbito de programas da FINEP, CNPq, CAPES, FAPERJ, CYTED e Fundação COPPETEC. É atualmente Diretor de Engenharia da Aquacon Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda.

Parabéns ao município de Itaboraí por seus 191 anos!

Itaboraí é o resultado da união de três importantes vilas do passado colonial e imperial do Brasil: Santo Antônio de Sá, São João de Itaboraí e São José Del Rey. Os engenhos de açúcar foram os responsáveis pelo desenvolvimento econômico de Itaboraí, sendo a principal atividade econômica do vale do Macacu-Caceribu durante todo o período colonial, perpetuando até o séc. XX. Porto das Caixas, surgido no início do século XVIII,  foi importante entreposto comercial, responsável por todo o escoamento da produção agrícola da região e do interior fluminense que chegava pelo rio Aldeia, tendo a produção encaixotada para transporte até a Baía da Guanabara e de lá seguir rumo à Europa.  Com a decadência do transporte fluvial e a posterior inauguração da Estrada de Ferro ligando P. Caixas a Cantagalo em 1860, e a da Carril Niteroiense, em 1874, ligando Niterói (então capital da Província do Rio de Janeiro) diretamente ao interior fluminense, viabilizando o escoamento mais vantajoso da produção cafeeira da região serrana, o antigo entreposto de Porto das Caixas da Vila de São João de Itaboraí entrou em declínio. Durante o século XX, o município teve destaque na produção de laranja e na indústria ceramista. O cultivo se  extinguiu, mas alguma produção cerâmica ainda permanece.  A construção da ponte Rio-Niterói acelerou o processo de urbanização, tornando o município em uma “cidade-dormitório”, o que gerou sérios problemas ambientais e de infraestrutura. Ainda hoje, boa parte de sua população é empregada na capital, na região metropolitana e em alguns municípios da Baixada Fluminense. O Crea-RJ parabeniza Itaboraí por seus 191 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Prefeitura Municipal de Itaboraí

Parabéns ao município de Rio Claro por seus 175 anos!

Rio Claro tem sua história ligada à criação do importante distrito cafeeiro do período imperial, São João Marcos, que surgiu quando João Machado Pereira, vindo de Resende, ali instalou uma fazenda em 1733. Logo em seguida abriu-se uma estrada pela qual pudessem transitar, com segurança, os quintos de ouro com destino ao Rio de Janeiro.  Em 1739, o mesmo fazendeiro mandou edificar uma capela dedicada a São João Marcos, elevada à paróquia em 1755 em torno da qual aglomerou-se pequena população, sendo elevada à categoria de Vila em 1811. São João Marcos tornou-se, como Resende, Valença, Vassouras e Paraíba do Sul, um dos principais centros cafeeiros do Brasil.  A introdução da cultura do café acelerou consideravelmente o progresso da região, em especial, de Rio Claro. A abolição da escravatura e o deslocamento da cultura do café para as terras de São Paulo abalaram a economia da zona cafeeira fluminense, sobretudo daqueles que não puderam fazer uma transição rápida para outras culturas. Em Rio Claro, as fazendas de café se transformaram em pastagens para criação de gado leiteiro O Crea-RJ parabeniza Rio Claro por seus 175 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Inepac-RJ e Aemerj

Presidente do Crea-RJ parabeniza nova presidente da Petrobras, engenheira civil formada pela UFRJ

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, participou no dia 8 de março da mesa do Dia Internacional das Mulheres, na homenagem feita pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (Crea-RJ), organizada pelo Programa Mulher, do Crea. Nesse evento, que contou com a participação do presidente Miguel Fernández, Magda lembrou de episódios de preconceitos contra as mulheres, que enfrentou ao longo de sua carreira. Num deles, Magda foi fazer a vistoria de uma obra do metrô e lá constatou que estava tudo parado. Ao relatar o caso a seu chefe, ela ficou sabendo que a obra parou porque os operários diziam que “mulher em obra dá azar”. Engenheira civil desde 1979, Magda tem uma carreira profissional de muito sucesso. O presidente do Crea-RJ, engenheiro Miguel Fernández – que entrevistou Magda Chambriard em seu podcast Inova Rio, há um ano – parabeniza a engenheira pelo novo desafio e deseja que ela seja bem-sucedida à frente da Petrobras, a maior empresa do país em valor de mercado (cerca de R$ 568 bilhões). “Ficamos muito felizes por ver a maior empresa brasileira nomear para a presidência uma mulher, engenheira civil e parceira do Crea”, afirmou Miguel Fernández. Magda Chambriard chega ao comando da Petrobras depois de ter trabalhado como funcionária da empresa por 22 anos. Ela ingressou na Petrobras como estagiária de engenharia em 1980, permanecendo na empresa até 2002. Magda é a segunda mulher a ocupar o cargo de presidente da Petrobras, depois de Graça Foster. Por quatro anos, Magda dirigiu a Agência Nacional de Petróleo (ANP), entre 2012 e 2016. Magda formou-se em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em 1989, concluiu a pós-graduação em engenharia química pela COPPE//UFRJ. Em 1980, concluiu a pós-graduação em engenharia de reservatórios e avaliação de formações e, em 1983, em engenharia de reservatórios e produção, ambas pela Universidade Corporativa da Petrobras.

Nova Friburgo e São Pedro da Aldeia fazem aniversário e o Crea-RJ os parabeniza!

No dia 16 de maio, Nova Friburgo e São Pedro da Aldeia fazem aniversário. O Crea-RJ parabeniza esses municípios fluminenses, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que neles atuam, trabalhando pelo desenvolvimento de suas regiões! Parabéns ao município de Nova Friburgo por seus 206 anos! A colonização do território pertencente aos municípios de Nova Friburgo e Cantagalo data do reinado de D. João VI, que autorizou, em 1818, a vinda de 100 famílias suíças, oriundas do cantão de Friburgo, para criação de uma “colônia”. As primeiras levas de colonos suíços chegaram, em número de 30 famílias, no final de 1819 e início de 1820, depois de serem construídos os edifícios imprescindíveis à vida da colônia. Em 1823, chegaram a Nova Friburgo novos imigrantes vindos da Alemanha. Em 3 de janeiro de 1820, considerando o progresso da colônia, Nova Friburgo passou à denominação de “Vila”, com suas terras desmembradas da área de Cantagalo. Mais tarde, com a chegada de imigrantes italianos, portugueses e sírios, acentuou-se o progresso da localidade, que a 8 de janeiro de 1890 era elevada à categoria de cidade. Fonte: IBGE Parabéns ao município de São Pedro da Aldeia por seus 407 anos! A cidade de São Pedro da Aldeia é originária da Aldêa de Sam Pedro do Cabo Frio, fundada pelos padres da Companhia de Jesus, em 1617, pouco depois da fundação de Cabo Frio, em 1615. A ocupação ocorreu como defesa contra piratas franceses que ali tentaram alojar-se definitivamente. Apesar do grande desenvolvimento por que passou a Freguesia da Aldeia de São Pedro, principalmente a partir da segunda metade do século XIX, foi preciso que se chegasse à República para que em 1892 a Freguesia se transformasse na Vila de São Pedro da Aldeia e ganhasse autonomia administrativa separando-se de Cabo Frio. Com a construção da Estrada de Ferro Maricá, em 1937, e a inauguração da Rodovia Amaral Peixoto, em 1938, ligando São Pedro da Aldeia a Niterói e ao Rio de Janeiro, o município ganhou a infraestrutura básica indispensável ao seu progresso e desenvolvimento. São dessa época, também, as redes de abastecimento de água e de iluminação pública e domiciliar. Em 1974, a construção  da Ponte Rio-Niterói eliminou as barreiras da travessia da Baía da Guanabara por balsas e facilitou o acesso de turistas ao município, que ficou mais conhecido e ao alcance de moradores de outras cidades. Fonte: Prefeitura Municipal de São Pedro da Aldeia

Parabéns ao município de Cachoeiras de Macacu por seus 345 anos!

Cachoeiras de Macacu teve seus primeiros habitantes ainda no século XVII, com a instalação de um núcleo agrícola, por volta do ano de 1647. O povoado foi elevado à categoria de vila, passando a ser chamado Vila Santo Antônio de Sá em 15 de maio de 1679. O município passou muitas vezes por mudanças de sede, bem como alterações de nome das localidades ao longo dos anos. O atual nome, Cachoeiras de Macacu, foi designado em 1929, quando o local passou a ser considerado uma cidade. Acredita-se que o nome Macacu esteja relacionado a ave macuco,  (Tinamus solitarius)  ou ainda ao macacu, árvore da família do pau brasil. A base da economia local ainda é a agricultura. Apesar de ter uma considerável parte de seu território composto por serras, Cachoeiras de Macacu não faz parte da Região Serrana. O município compôs a Região das Baixadas Litorâneas, conforme a divisão das regiões de Governo do Estado do Rio de Janeiro dada pela Lei Estadual 1.227/87. E em 2013, com a publicação da Lei Complementar Estadual Nº 158/13, passou a integrar a Região Metropolitana do Estado. O Crea-RJ parabeniza Cachoeiras de Macacu por seus 345 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Câmara Municipal de Cachoeiras de Macacu

Parabéns ao município de Arraial do Cabo por seus 39 anos!

Arraial do Cabo foi ponto de desembarque da expedição de Américo Vespúcio, que construiu sua casa de barro e pedra no Bairro da Rama, local hoje conhecido como Praia dos Anjos. Ali foi criada a primeira feitoria do Brasil. Embora a colonização e o desenvolvimento da região tenham tomado velocidade com a fundação da cidade de Cabo Frio, a partir de 1615, a região onde hoje é Arraial do Cabo viveu durante muito tempo isolada. Não havia acesso a outros povoados. Era pela praia que seus moradores iam e vinham, a pé ou a cavalo, para trocar, vender e comprar mercadorias.  O núcleo de Arraial do Cabo situa-se próximo a Cabo Frio, em área de topografia plana, com pequenas elevações, tendo sido seu crescimento fortemente impulsionado pela presença da Fábrica Nacional de Álcalis, pelo turismo e veraneio, sendo considerado um dos melhores locais do país para a prática do mergulho. O Crea-RJ parabeniza Arraial do Cabo por seus 39 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: IBGE