Parabéns ao município de Carmo, por seus 143 anos!

A construção de uma capela, em meados do século XIX, deu origem à colonização das terras compreendidas pelo Município do Carmo, quando vários proprietários da região, então pertencente ao Município de Cantagalo, mandaram fazer uma derrubada no local onde deveria surgir o Arraial de Samambaia, posteriormente denominado de Arraial do Carmo de Cantagalo. Concluída a capela em meados de 1842, dedicada a Nossa Senhora do Carmo, passou o nascente povoado a ser chamado de ‘Arraial de Nossa Senhora do Carmo’, nome reduzido para Carmo, que conserva até hoje. Em 1846, recebeu o predicamento de freguesia, em 1881, passou à Vila, e, em 1889, a sede municipal foi elevada à categoria de Cidade. O Crea-RJ parabeniza Carmo por seus 143 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: IBGE

Parabéns ao município de Seropédica, por seus 29 anos!

O atual território dos municípios de Itaguaí, Seropédica e Paracambi data de meados do século XVII, quando jesuítas lançaram as bases da futura povoação em terras compreendidas entre os Rios Tiguaçu e Itaguaí, para catequizar os índios da região. Estabeleceram-se, entretanto, em terras mais próximas do mar, onde erigiram um templo dedicado a São Francisco Xavier, inaugurado em 1729, futura Itaguaí. Em 1818, a aldeia de Itaguaí foi elevada à categoria de vila, com a denominação de Vila de São Francisco Xavier de Itaguaí, cujo município foi desmembrado de territórios do Rio de Janeiro e de Angra dos Reis. A passagem da antiga rodovia Rio São Paulo pelo território do antigo distrito de Seropédica, a instalação da indústria têxtil no antigo distrito de Paracambi, aliadas às obras de saneamento da Baixada Fluminense, empreendida por Nilo Peçanha, que permitiram o aproveitamento de grandes áreas, possibilitaram ao município readquirir sua antiga posição de prestígio. Em 1938, foram iniciadas, em Seropédica, as obras do Centro Nacional de Estudos e Pesquisas Agronômicas, onde hoje funciona a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ. Em 1948, com a transferência do campus da UFRRJ para as margens da antiga rodovia Rio – São Paulo, hoje BR-465, iniciou-se o desenvolvimento urbano do município. O Crea-RJ parabeniza Seropédica por seus 29 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: IBGE

Presidente do Confea: ‘Vi a vontade das pessoas de construir melhores caminhos para a Engenharia e para a sociedade’.

O presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), o engenheiro de telecomunicações Vinicius Marchese, afirmou ao site do Crea-RJ que ficou muito impressionado, em sua primeira Semana Oficial de Engenharia e Agronomia (SOEA) como líder do Confea, com o alto nível de participação dos seis mil profissionais do Sistema Confea/Crea, que estiveram em Salvador. “O que mais surpreendeu nesta SOEA foram as pessoas, o interesse delas e sua vontade de construir caminhos melhores para a Engenharia e para sociedade”, disse Marchese. O presidente do Confea – que participou ativamente, como moderador de painéis e entrevistando influenciadores num estúdio de podcast – avaliou que o resultado da 79ª SOEA foi extremamente positivo. “Esta é uma SOEA que vem para mostrar que cada vez mais a gente vai focar no profissional em capacitação, em geração de valor, em qualidade técnica e pensando no futuro, no que é bom para o profissional. Além da bela organização em parceria com o Crea da Bahia, mais uma vez agradecendo ao Carqueja (Joseval Carqueja), ela acaba sendo marcada pela participação e pela qualidade técnica”, afirmou em entrevista à reportagem do Crea-RJ. Diante das letras gigantes do Centro de Convenções de Salvador, na entrada principal, Marchese foi visto várias vezes aceitando o convite de profissionais da Engenharia e representantes de entidades para posar para fotos. Uma das participantes da SOEA, a engenheira Iara Peixoto, de Sergipe, foi uma das que fez questão de tirar fotos com Marchese. “Achei essa SOEA incrível, porque foi muito bem organizada, colorida, a cara do Nordeste”, contou Iara, engenheira civil desde 1987. No discurso de encerramento da 79ª SOEA, na quinta-feira, dia 10 de outubro, o presidente do Confea agradeceu às equipes do Confea e dos Creas.  “Se houve algo de errado a culpa é minha, mas o que deu certo é fruto do trabalho conjunto dos colaboradores do Confea e dos Creas. Finalizo colocando o Sistema Confea/Crea e Mútua à disposição da sociedade”, disse Marchese. Na ocasião, o diretor-presidente da Mútua, engenheiro civil Joel Krüger, agradeceu aos mais de seis mil semanistas que participaram do evento, além de presidentes dos Creas, conselheiros, colaboradores e demais participantes.  “Uma alegria chegarmos no encerramento desta SOEA e termos entregue uma belíssima Semana. A Mútua se sente honrada de ter participado de diversas atrações, com especial destaque para o Espaço Kids, compromisso que havíamos feito na SOEA de Gramado”, comemorou Krüger, que também fez um agradecimento especial à toda equipe da Mútua, que trabalhou duro. Antes do encerramento, o coordenador do Colégio de Entidades Nacionais (Cden), engenheiro civil Hideraldo Rodrigues Gomes, explicou sobre a confecção da Carta Declaratória de Salvador, que reafirma o compromisso dos profissionais do Sistema Confea/Crea e Mútua com a sustentabilidade e a inovação.  “Também estimulamos parceria com governos federal, estadual e municipal, setor privado e instituições de ensino para fomentar a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico”, disse o coordenador do Cden.  O documento destaca a importância de uma educação inclusiva e de qualidade alinhada à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). No último dia do evento, houve também a cerimônia da passagem da bandeira da SOEA, das mãos do presidente do Crea-BA, Joseval Carqueja, para o presidente do Crea do Espírito Santos, Jorge Silva, cujo estado vai sediar a 80ª SOEA, a ser realizada no ano que vem. “Com muito carinho, vamos fazer uma SOEA igual ou melhor que esta. Estamos aprendendo com o Crea-BA. Será uma alegria receber vocês e estaremos preparados”, disse Jorge Silva, presidente do Crea-ES, ao receber a bandeira da Semana e celebrar o fato de que a maior delegação presente em Salvador foi a do Espírito Santo, com 455 participantes.  “O desenvolvimento sustentável passa pela Engenharia, pela Agronomia e pelas Geociências, passa pelo aperfeiçoamento profissional. O maior evento da área é a Soea, a maior de todas foi Salvador e a maior será Vitória. Felicidades e até lá!”, afirmou Jorge Silva. Com informações da assessoria de imprensa do Confea. Leia a íntegra da Carta Declaratória de Salvador  https://www.confea.org.br/carta-de-salvador

Presidente do Crea-RJ defende que engenheiros pressionem mais políticos para lidar com questões como a da habitação popular

Em entrevista ao podcast Vozes da Engenharia, do site Metrópoles, num estúdio montado na 79ª SOEA, em Salvador, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (Crea-RJ), engenheiro Miguel Fernández, defendeu que o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) deve buscar influenciar os tomadores de decisão política para enfrentar a questão da habitação social no país. “A questão da habitação popular é um desafio do poder público, mas deve ser cada vez mais uma agenda do Confea para influenciar e se envolver nas tomadas de decisões políticas. A habitação social passa pela lógica do poder político e nós, profissionais da Engenharia, temos cada vez mais que pressionar os órgãos tomadores de decisão para levar uma infraestrutura básica para essa população”, afirmou o presidente do Crea em entrevista à jornalista Natália André, do Metrópoles, um dos sites jornalísticos que mais crescem no país, atingindo 6,4 bilhões de visualizações no mês passado. A entrevista tratou de temas relevantes, como habitação popular, problemas urbanos e desenvolvimento sustentável na Engenharia. Indagado sobre exemplos de projetos de habitação social bem-sucedidos, o presidente do Crea-RJ voltou a lembrar da experiência do Conjunto Habitacional da Cruzada São Sebastião, que foi lançado em 1955 pelo então secretário-geral da Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB), dom Hélder Câmara. O conjunto de dez prédios e 945 apartamentos foi financiado num prazo de 15 anos. Os primeiros moradores eram procedentes da Favela da Praia do Pinto, que viria a sofrer um incêndio em 1969.  “Esse conjunto habitacional está hoje numa das áreas mais valorizadas, com o IPTU mais caro do Rio, formada pelos bairros de Leblon, Ipanema e Lagoa. Foi um projeto de Engenharia  e de Urbanismo que trouxe uma solução para aquele ambiente. Então ali tem uma dignidade. Tem desafios de segurança pública, tem coisas que precisam melhorar, tem toda a lógica de gentrificação também, que é a expulsão dessa galera que às vezes não consegue ter capacidade para morar, mas se você fizer um projeto pensando no todo, com escala adequada, é possível conseguir soluções para isso”, afirmou Fernández, que é engenheiro civil com mestrado em Engenharia Urbana. Ele afirmou considerar que “a remoção é algo que não se dá para pensar em pleno século XXI, mas a transformação também não pode ser no modelo que já está aí hoje, sendo pautado reiteradamente, como é o caso do favela-bairro, que é o modelo do ONU Habitar, de transformar uma favela num bairro, mas que o resultado prático na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, tem sido de ampliação das favelas, década após década, pelo censo, e não a retração. Então temos que pensar em novos modelos, novas estratégias, e esse é um problema que os países desenvolvidos já viveram e resolveram”, defende Miguel.  O presidente do Crea-RJ está convencido de que a questão da habitação popular é uma das mais importantes do país, sobretudo para reduzir as desigualdades sociais. “Nós temos um déficit habitacional gigantesco no país. É um déficit que transforma as cidades em um problema muito sério de favelização e isso se desdobra em problemas de segurança pública, de desenvolvimento social e de saúde pública. Então, é algo que, por meio da Engenharia e do Urbanismo, nós podemos corrigir diversas outras áreas correlatas”, defende Fernández. Ainda segundo ele, a questão da habitação popular tem dois grandes problemas: a questão fundiária, que precisa ser regularizada para garantir aos moradores a propriedade da terra; e a questão da mobilidade urbana. “Você precisa ter um dos grandes pontos de desafio nos grandes centros urbanos, como é o caso da cidade do Rio de Janeiro, da capital, o tempo de deslocamento e a qualidade desse transporte público. Então, acaba tendo os aglomeramentos de favelas nas encostas de morro para garantir um menor deslocamento. Então, você tem que pensar em soluções que envolvam também essa questão da mobilidade urbana”, afirmou o presidente do Crea-RJ.

Crea-RJ marca presença no 1º Fórum de Gestão de Inovação da Agitec

O imponente Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, que abriga também o Museu Histórico do Exército, foi palco do 1º Fórum de Gestão de Inovação da Agitec – Agência de Gestão e Inovação Tecnológica do Exército Brasileiro. O objetivo é promover a integração e a parceria entre Governo, universidade e indústria. “Aqui no Forte de Copacabana, hoje, existe o Museu Histórico do Exército, mas, no passado, foi o ápice da inovação da Engenharia no estado do Rio de Janeiro.  Queremos trazer de novo para este espaço o viés inovador da nossa Engenharia. Este fórum é um evento disruptivo. Estou muito feliz de estar aqui. Agradeço a todos que participaram e estão conosco nesse evento,  já pensando no próximo, em 2025”, afirmou o engenheiro Erick Braga Ferrão Galante, chefe da Agitec e conselheiro do Crea-RJ. As Forças Armadas e a Engenharia O presidente do Crea-RJ, engenheiro civil Miguel Fernández, prestigiou o evento e acompanhou todo o painel de abertura. “As Forças Armadas tiveram um papel na História da humanidade, em serem as precursoras nas inovações tecnológicas que depois são adquiridas e desenvolvidas e ganham escala para a população civil. Então, essa relação é fundamental. Sempre que puder, nós estaremos aqui incentivando e trabalhando para cada vez mais termos um desenvolvimento tecnológico para o nosso estado e para o nosso país”, afirmou.  Engenharia, Inovação e Soberania Nacional No painel de abertura, que teve como tema “A Importância da Engenharia e Inovação para a Soberania Nacional”, e foi mediado pelo engenheiro Jeferson Cheriegate, presidente do PIT – Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos, participaram: representantes da ABIMDE – Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança; da Mútua – Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea; da FGV – Fundação Getúlio Vargas  e da Agitec – Agência de Gestão e Inovação Tecnológica do Exército Brasileiro. Mútua + Tecnologia e Inovação Presidente da Mútua Nacional, o engenheiro civil Joel Krüger, falou sobre a participação da Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea no fórum. “A Mútua tem um projeto muito bacana na área de inovação. Nós vamos transformar a nossa Diretoria de Tecnologia em Diretoria de Tecnologia e Inovação. E é uma área que nós queremos investir bastante, tanto recurso financeiro quanto recursos e de pessoal. Então, a participação da Mútua nesse evento de inovação é uma estreia nossa nesse tipo de atividade para que a gente possa adquirir conhecimento e, depois, colocar à disposição dos nossos profissionais essa nova Diretoria de Tecnologia e Inovação” Indústria de defesa No contexto da inovação, o consultor da ABIMDE, cientista militar Ivan Ferreira Neiva Filho,  abordou a importância da indústria de defesa.  “Um evento como esse eu considero extremamente relevante porque traz uma discussão que é fundamental para o país: a importância da inovação no contexto da indústria de defesa. A ABIMDE participa desse evento com bastante satisfação, tentando mostrar justamente a importância e a relevância da indústria de defesa e  segurança como uma força motriz para a própria reindustrialização brasileira.” Tríplice hélice: Governo, universidade e indústria Mediador e um dos realizadores do evento, o presidente do PIT – Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos, engenheiro Jeferson Cheriegate, analisou o encontro. “É o momento que a gente reúne os agentes da tríplice hélice e cria um espaço muito íntimo de aproximação entre um dos melhores e maiores parques de inovação tecnológica do Brasil e o Exército Brasileiro, através da Agitec, para que a gente possa entender quais tecnologias futuras são necessárias para a defesa e como que a gente pode orquestrar o ecossistema nacional para prover essas tecnologias”. Desenvolvimento Tecnológico O engenheiro Jorge Audrin Morgado, chefe da Assessoria Técnica de Ensino, Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército Brasileiro também participou do evento. “Hoje, o Exército se integra à sociedade através da estrutura de tríplice hélice para promover a inovação tecnológica que visa a elevar o nosso Exército a um patamar digno da soberania nacional e também fomentar na sociedade esse desenvolvimento tecnológico. Tantas pessoas podem ser beneficiadas através da abertura de empregos, desenvolvimento de empresas e também capacitação.” Troca de informações, networking e debate  O painel de abertura também contou com a participação do Prof. Dr. Edson Watanabe, representando a Fundação Getulio Vargas (FGV), que apresentou o ponto de vista da academia sobre inovação. Na plateia, engenheiros, profissionais do Sistema Confea/Crea, representantes da Mútua-RJ, professores e conselheiros do Crea-RJ. Foram dias de troca de informações, networking e debates entre instituições de ensino, empresas da base industrial de defesa, parques tecnológicos, agências de fomento e órgãos governamentais. O 1º Fórum de Gestão de Inovação da Agitec foi uma realização do PIT e da Agitec e contou com o apoio do Crea-RJ. Confira o vídeo!

Crea-RJ leva Praia de Copacabana ao maior evento da Engenharia em Salvador

Maior evento nacional de valorização dos profissionais do Sistema Confea/CREA, a Semana Oficial de Engenharia e Agronomia (SOEA) é também uma espécie de feira multicultural que apresenta a diversidade regional do país. Realizada este ano em Salvador, a SOEA exibe um pouquinho de Brasil, iá, iá, deste Brasil que canta e é feliz, como diria o baiano João Gilberto. Entre os estandes que se destacaram este ano estão o do Crea-RJ, que levou um pedaço da Praia de Copacabana, com mate e tudo; o de São Paulo, que instalou um espelho cheio de pompa para o profissional se valorizar ainda mais; o do Crea do Amazonas, que trouxe artesanatos indígenas e peixes regionais empalhados; o do Crea do Espírito Santo, que vai ser o anfitrião da próxima SOEA; e da Bahia, anfitrião deste ano, que mostrou bem o que a baiana tem, na figura de Marinalva Ribeiro, uma exuberante baiana e seus balangandãs. No estande do Crea-RJ, a atração foi o ambiente instagramável que reproduziu a princesinha do mar, Copacabana, uma das praias mais famosas do mundo, e seu emblemático calçadão, com direito a vendedor de mate e limonada em galões e biscoito Globo fresquinho por causa da embalagem Premium. “Olha o mate!”, gritava o vendedor de uma das mais tradicionais bebidas das praias do Rio de Janeiro. O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ), engenheiro civil Miguel Fernández, exibia naturalmente a alegria e a hospitalidade dos cariocas, no estande: “Esse evento é plural, do Brasil todo. cada estande está representando um estado e o Distrito Federal, da nossa grande nação, que é uma nação com diversos brasis representados aqui com a lógica de cada um, de sua Engenharia. O Estado do Rio de Janeiro traz a nossa querida praia de Copacabana, um dos grandes marcos do Brasil para o mundo. É uma praia interessante, pois é resultado de uma grande obra de Engenharia de engorda de praias para passar o interceptor oceânico”, afirmou o presidente do Crea-RJ, acrescentando que “o segundo marco do nosso estande é a Ponte Rio-Niterói, linda, maravilhosa, um ícone da Engenharia do nosso estado do Rio de Janeiro, um momento onde se uniram os estados da Guanabara e o estado do Rio de Janeiro. A ponte tem esse simbolismo, comemora 50 anos em 2024. Sejam bem-vindos à SOEA e aproveitem bastante as discussões, o networking”. O coordenador da Assessoria de Marketing e Comunicação do Crea-RJ, Felipe Fox, explicou como foi a concepção do estande: “Num primeiro momento pensamos em apresentar a Comunicação do CREA RJ aos profissionais e aos outros Creas que compõem o Sistema de todo o Brasil. No planejamento fizemos a curadoria meticulosa de nossos conteúdos em vídeo desenvolvidos em nossa WebTV Crea-RJ, onde tivemos a preocupação de selecionar conteúdos que agregassem valor às classes profissionais”, disse Fox, acrescentando como surgiu a ideia de levar Copacabana para Salvador. “Ao percebermos que ainda não tínhamos pensado no que poderíamos apresentar sobre o Rio de Janeiro, foi aí que surgiu a ideia. Já que o Cristo era muito grande pra trazer, por que não um pouco das areias de Copacabana? Trouxemos um vendedor de mate para o evento direto de Copacabana e simulamos uma experiência imersiva para que os visitantes da SOEA tivessem a chance de se sentir na Praia de Copacabana. Oferecemos também o famoso biscoito Globo, que é um lanche tradicional carioca. Pacote Premium para manter a crocância”, observou Fox. O estande ganhou também um totem fotográfico que mostra o melhor enquadramento no ambiente imersivo, facilitando a experiência com o máximo de qualidade possível com direito a cadeiras de praia e pé na “areia”, um adesivo que transmitia o efeito real na foto. Coisa de cinema. O estande do Crea-RJ ficou o tempo todo lotado, com fila para fotos e a confraternização de profissionais, conselheiros e funcionários. O conselheiro Henrique Frickmann, engenheiro civil com 50 anos de profissão e três SOEAs no currículo, não conseguiu conter a alegria de ver o resultado de um trabalho que envolveu cerca de 15 funcionários do Crea-RJ. “Essa ideia foi sensacional, muito criativa e virou um point como se a gente estivesse em Copacabana. Quando passa o vendedor de mate e de biscoito Globo, o cenário atinge seu clímax”, afirmou Frickmann. A presidente do Crea do Amazonas, a engenheira de pesca Alzira Miranda, fez questão de conhecer o estande do Crea-RJ, onde cumprimentou e posou para fotos com o presidente Miguel Fernández. O estande do Crea-AM também deu show de criatividade ao trazer para a SOEA artesanatos indígenas, como cestos de arumã e cocares dos bois Caprichoso e Garantido – que disputam o espetacular Festival de Parintins, além de peixes regionais empalhados, como o Tucunaré e o Cuiú-Cuiú. “Trouxemos também imagens das grandes estruturas, as maiores obras de Engenharia, que são pontos turísticos do Amazonas, como o Teatro do Amazonas, a maior ponte estaiada do mundo, a Jornalista Phelippe Daou, o nosso calçadão que deu origem ao calçadão do Rio, e a arena da Copa do mundo”, afirmou Alzira, destacando que o artesanato indígena também é uma forma de Engenharia, considerando-se que Engenharia vem de engenho, formas de pensar”, explicou a presidente do Crea do Amazonas, que reúne 30 mil profissionais. No estande do Espírito Santo, a estagiária Jeniffer Vitali, do alto de seus 1,83m, dava as boas-vindas, oferecendo a cachaça Santa Terezinha, o guaraná Coroa, o café Chiara e o bombom da Garoto – artigos tipo exportação. O visitante também era presenteado com um kit de cartões postais do Espírito Santo. Para completar a receptividade, o presidente do Crea daquele estado, o engenheiro Jorge Silva, distribuía simpatia. “A gente quer no nosso estande receber os amigos, colegas, e mostrar alguma coisa que produzimos no Espírito Santo, como aguardente, café, o chocolate é exportado para o mundo inteiro. Além disso, temos muita coisa para aprender aqui. O Espírito Santo já está se preparando para receber a próxima SOEA, que vai ser na Grande Vitória. Estamos nos preparando para ser melhor

Crea-RJ realiza mesa redonda “Aproximando o Ensino e a Vida Profissional na Engenharia”

O Crea-RJ, por meio do Progredir e do CreaJr.-RJ e em parceria com a Associação de Engenheiros Ambientais e Sanitaristas do Rio de Janeiro – ARJEAS, vai realizar a mesa redonda “Aproximando o Ensino e a Vida Profissional na Engenharia”, uma importante oportunidade para discutir a conexão entre a formação acadêmica e as realidades do mercado de trabalho. Além de participarem de um debate enriquecedor sobre as competências para a atuação profissional, estudantes e recém-formados terão a chance de entender melhor como as competências adquiridas na universidade podem ser aplicadas na prática e quais são as habilidades mais valorizadas pelo setor produtivo. O objetivo é incentivar o desenvolvimento de uma formação que prepare de forma mais efetiva para os desafios da atuação profissional, apresentar tendências do mercado e possibilidades de atuação e promover a integração entre o ambiente acadêmico e o mercado de trabalho, facilitando a transição para a vida profissional.  Os participantes poderão ampliar sua rede de contatos ao interagir diretamente com profissionais experientes e especialistas da área, promovendo um importante networking que poderá abrir portas no futuro.  Acesse e inscreva-se!

Fiscalização do Crea-RJ apura circunstâncias do acidente que matou engenheira em Macaé

A fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ) enviou ofício à empresa MJ2 Construções e Manutenção de Dutos Ltda a fim de obter mais informações sobre o acidente que resultou no óbito da engenheira Rafaela Martins de Araújo, 27 anos, atropelada por um rolo compressor, nesta segunda-feira (7/10), quando trabalhava em uma obra da Petrobras, em Macaé (RJ). A profissional era responsável técnica pela empresa MJ2 que presta serviços à Petrobras. Agentes da Supervisão de Fiscalização Regional Norte e Leste do Crea-RJ estiveram no local nos dias 7 e 8 e já apuraram que a empresa está regular, com registro no Crea-RJ e Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), assim como a engenheira. A fiscalização do Crea-RJ também solicitou informações à Polícia Civil. O acidente ocorreu na estrada de acesso aos galpões da Unidade de Tratamento de Gás de Cabiúnas, na base de operações Benedicto Lacerda, em Macaé, no Norte Fluminense. A obra é de pavimentação de áreas da Petrobras. Os fiscais do Crea-RJ apuraram também que a Petrobras se colocou à disposição para auxiliar no que for necessário.  “Estamos em contato direto com a Petrobras e solicitando informações à MJ2 a fim de esclarecermos os fatos”, afirmou o engenheiro civil Cosme Chiniara, gerente de fiscalização do Crea-RJ.

Humorista da TV Globo faz sucesso junto ao público da 79ª SOEA

O ator e apresentador Érico Brás foi a sensação desta manhã na 79ª SOEA, a Semana Oficial de Engenharia e Agronomia, que reúne em Salvador mais de 6 mil profissionais do Sistema Confea/Crea, desde segunda-feira.  Brás gravou um vídeo no qual convidou uma plateia de mais de duas mil pessoas a interagirem com ele, levantando os celulares com as lanternas acesas. Ele fez a performance antes do início do painel sobre Cidades Inteligentes, que teve como moderador o presidente do Conselho Federal de Engenharia (Confea), engenheiro Vinicius Marchese. Após deixar o auditório, Brás, que é natural de Salvador, atendeu a vários pedidos de selfie e gravou chamadas para a SOEA. O ator foi um dos influenciadores digitais convidados para agitar o evento. O perfil dele no Instagram tem 510 mil seguidores.

Há 140 anos o Trem do Corcovado é símbolo da Engenharia brasileira

O Trem do Corcovado é uma das atrações mais marcantes da cidade do Rio de Janeiro. Inaugurado pelo Imperador Dom Pedro II, em 9 de outubro de 1884, é um grande representante da Engenharia Civil brasileira e uma verdadeira relíquia da história do transporte ferroviário do país.  A tecnologia empregada na construção da linha férrea impressiona até hoje. Com o objetivo de superar os desafios geográficos da Serra do Corcovado, os engenheiros responsáveis pelo projeto tiveram que criar soluções inovadoras para conseguir construir uma das ferrovias mais íngremes do mundo – a rampa mais inclinada do Brasil, com 30% de inclinação – com curvas acentuadas e elevação de mais de 700 metros. O Trem do Corcovado carrega duas marcas históricas em seus 140 anos: é a primeira ferrovia turística do Brasil e também a primeira a ter sido eletrificada no país. Outro fato interessante é que a ferrovia foi inaugurada quase 50 anos antes do monumento ao Cristo Redentor. Na verdade, a Arquidiocese do Rio de Janeiro, que conduziu a construção da estátua, escolheu o Corcovado como a base para receber “o Cristo”, exatamente porque ali já existia uma ferrovia para viabilizar o transporte de todo material da obra até o alto do morro e também todo o pessoal que trabalhou durante os seis anos na obra. A linha férrea tem extensão de 3,8 km em trecho íngreme e passa por diversos trechos com elevação acima de 45 graus, o que torna o trajeto bastante  desafiador. Para vencer esses obstáculos, os engenheiros João Teixeira Soares e Francisco Pereira Passos  construíram o percurso com curvas para direita e esquerda com o mesmo raio e utilizaram uma técnica conhecida como roda dentada na cremalheira, que consiste em um terceiro trilho central com cremalheiras que se encaixam em rodas dentadas centrais,  proporcionando a tração, maior aderência e segurança. Manutenção e segurança A manutenção técnica preventiva dos trens suíços do Trem do Corcovado é extremamente importante para garantir a segurança dos passageiros e a eficiência do serviço. A Estrada de Ferro do Corcovado, empresa responsável pelo equipamento, realiza manutenções diárias, semanais, mensais e anuais em todo o sistema. De acordo com a Estrada de Ferro do Corcovado, as manutenções diárias incluem a inspeção visual dos componentes mecânicos, elétricos e eletrônicos do trem, verificação do estado dos freios e pneus, além de testes de funcionamento dos equipamentos. As manutenções semanais envolvem a limpeza e lubrificação dos trilhos, verificação dos sistemas de comunicação e segurança, além de testes de carga.  Já as manutenções mensais incluem inspeções mais detalhadas em todos os componentes do trem, substituição de peças desgastadas, ajustes em sistemas elétricos e eletrônicos, além de testes de carga mais rigorosos. Nas manutenções anuais são ainda mais abrangentes e incluem a desmontagem completa do trem, a inspeção de todos os componentes, a substituição de peças danificadas e a realização de testes de carga e segurança mais rigorosos. A manutenção técnica do Trem do Corcovado é realizada por uma equipe de profissionais altamente capacitados e experientes, que trabalham de forma rigorosa para garantir a segurança e o conforto dos passageiros, seguindo rigorosamente as normas e regulamentações das autoridades de segurança ferroviária para garantir a conformidade com os padrões internacionais de qualidade. Cristo Redentor Já a estátua do Cristo Redentor, uma das maiores atrações turísticas do Brasil e considerada uma das sete maravilhas do mundo moderno, foi construída pelo engenheiro brasileiro Heitor da Silva Costa e teve as mãos e a cabeça esculpidas, em Paris, pelo artista franco-polonês Paul Landowski. A estátua, em estilo Art Déco, foi erguida em concreto armado e revestida de pedra sabão e pesa mais de 1.100 toneladas e está localizada a 709 metros acima do nível do mar, em uma construção de 38 metros de comprimento, sendo oito apenas do pedestal. Para erguer a estátua, os engenheiros tiveram que criar soluções inovadoras, como a utilização de um esqueleto de ferro para sustentar a estrutura de concreto. O cartão postal carioca teve sua pedra fundamental lançada em 1922 e a inauguração em 12 de outubro de 1931. Em 2007, foi eleito como uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno, embora seja a obra mais jovem entre as sete eleitas. O Cristo Redentor é um dos pontos turísticos mais visitados do Brasil, representando importante agente para o turismo e a economia do país. Anualmente, mais de três milhões de pessoas sobem até o topo da montanha para apreciar a vista panorâmica do Rio de Janeiro e da Baía de Guanabara. Há diversas maneiras de visitar o Cristo, mas a visita completa deve contar com a subida pelo Trem do Corcovado. Ele parte do Cosme Velho, na Zona Sul do Rio de Janeiro, e atravessa o Parque Nacional da Tijuca, a maior floresta urbana do mundo e um exemplo de conservação da natureza. Além de proporcionar vistas espetaculares da cidade, a viagem é também uma viagem educativa através da história recente do Brasil. Confira o vídeo!