CREA-RJ prestigia o desenvolvimento urbano no 21° Prêmio Destaque ADEMI

Com o objetivo de celebrar as empresas, projetos e profissionais que se destacaram no mercado imobiliário do Rio de Janeiro, visando também, valorizando a inovação, a qualidade e o desenvolvimento urbano da cidade, aconteceu no dia 25 de novembro a 21° edição do Prêmio Destaque ADEMI. Realizado pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro – ADEMI-RJ, com patrocínio do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ) e da Mútua Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA, a cerimônia ocorreu no Vivo Rio, no Aterro do Flamengo. O presidente do CREA-RJ, engenheiro civil Miguel Fernández, esteve presente na cerimônia, ao lado de autoridades como o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e o vice-prefeito Eduardo Cavaliere. Dentre os premiados, o Edifício A Noite, primeiro arranha-céu da América Latina e um marco da Engenharia em concreto armado, levou o Prêmio ADEMI 2025 na categoria Retrofit, reforçando o peso simbólico do prédio, que já abrigou a Rádio Nacional e o jornal vespertino A Noite, dentro do programa Reviver Centro.  Além disso, o Rio Construção Summit 2025, realizado nos dias 24 a 26 de setembro e também patrocinado pelo CREA-RJ, foi o vencedor na categoria “Fórum de Sucesso”.  O evento recebeu mais de 900 convidados, e contou com shows de Fernanda Abreu, Monobloco e DJ Malboro. Também contabilizou um número recorde de 54 projetos inscritos e reconheceu 33 cases, distribuídos em 20 categorias, trazendo como novidade a categoria “Construção com Sustentabilidade ou ESG”, que passou a destacar práticas ambientais, sociais e de governança adotadas pelas empresas.

GT de Mobilidade Urbana do CREA-RJ realiza a última reunião de 2025

No dia 18 de dezembro, foi realizada a 9º Reunião do Grupo de Trabalho (GT) de Mobilidade Urbana do CREA-RJ no ano. O último encontro de 2025 ocorreu na sede do Conselho, no Centro do Rio. O coordenador do GT de Mobilidade Urbana do CREA-RJ, engenheiro eletricista Alexandre Vacchiano de Almeida, fez um balanço geral das reuniões realizadas pelo Grupo de Trabalho em 2025. “O ano foi muito positivo, com avanços significativos no processo de transição da operadora da SuperVia. Nós tivemos vários encontros importantes, um deles com um representante da Casa Civil e membro do Grupo de Trabalho, que está totalmente envolvido nessa transição. Nesse ano também houve a retomada das obras da estação de metrô da Gávea, o que representou um cenário positivo para destravar novos projetos de mobilidade urbana.” Alexandre também falou sobre as expectativas do GT para o próximo ano. “Falando da reunião de hoje, foi bastante satisfatória para finalizar o ano, e pretendemos acompanhar todos esses processos em 2026, para que a gente tenha uma participação bastante proativa do CREA e sempre colaborando para a melhor técnica e Engenharia possível.” O gerente da Câmara de Transportes e Rodovias na AGETRANSP, engenheiro civil Rafael Poubel, destacou o trabalho realizado pelo GT.  “Esse foi um grupo que pensou o transporte e a mobilidade como um todo, não ficando restrito a apenas um ou outro ponto da região, e sim em todo o Rio de Janeiro, trazendo temas como a integração tarifária e a melhora do modal para a questão da atratividade, para que toda a população fluminense tenha uma mobilidade organizada e interessante, contendo uma tarifa razoável, e assim permitindo o crescimento do estado como um todo.”   A gerente de mobilidade urbana da Federação das Empresas de Mobilidade do Estado do Rio de Janeiro – Semove e professora do CEFET/RJ, engenheira de transportes Eunice Horácio, destacou as principais pautas abordadas nas reuniões. “Dentre as pautas debatidas, destaco algumas principais. Sobretudo, a questão da ferrovia, e como a gente vem discutindo o que está acontecendo na SuperVia, quais são os próximos passos, de qual forma podemos auxiliar, e como de fato deve ser feita a verificação do edital. Mas falando de maneira mais ampla, foi muito discutido como atrair a demanda para o transporte público. Acho que essa é a pauta do momento, e nós, enquanto um Grupo de Mobilidade Urbana, precisamos sempre olhar para a cidade e as pessoas, e como elas podem estar sendo melhor deslocadas atualmente.”

Dia Internacional da Solidariedade Humana

Por meio da Resolução 60/209, de 2005, o Dia Internacional da Solidariedade Humana foi instituído pela Organização das Nações Unidas – ONU, com o objetivo de incentivar os Estados membros a cooperar no desenvolvimento e na divulgação de estratégias de combate à pobreza e outras crises globais. A implementação da data se originou sob o amparo da Declaração do Milênio das Nações Unidas, que, além de reconhecer o valor universal da solidariedade, determina os direitos civis e políticos de todas as pessoas na era moderna. O Fundo Mundial de Solidariedade foi criado em 2003, como um fundo fiduciário do  Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, que possui como meta promover ações nos segmentos mais pobres da população, bem como conscientizar a pessoas a respeito  Cenário da crise A pobreza, de forma constante, esteve no topo das pautas de crises mundiais a serem tratadas, sendo inclusive o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) prioritário da Agenda 2030 das Nações Unidas. A meta da ODS até o ano em questão é erradicar o problema, reduzir as desigualdades, e promover a prosperidade, utilizando o lema central “Não deixar ninguém para trás”. Segundo a própria ONU, em estimativas de 2024, quase 700 milhões de pessoas em todo o mundo estavam sobrevivendo com menos de US$2,15 por dia. De acordo com o mesmo levantamento, a proporção de trabalhadores que vivem em extrema pobreza caiu de 14,3% em 2010 para 7,1% em 2019, representando uma queda pela metade. Entretanto, com a pandemia de COVID-19 em 2020, o número subiu pela primeira vez após duas décadas, atrasando progressos e agravando o panorama econômico e social. Desde o ano passado, um dado crescente levantado pelas Nações Unidas é a vulnerabilidade, ou seja, a parcela econômica da população que se encontra em risco a instabilidades do mercado, vivendo em média com uma renda de US$2,15 a US$6,85 por dia. Soluções para o futuro Todo esse panorama alarmante atinge a urgência das ações tomadas por organizações globais e governos de países, unido-se para discutir ideias e tomar medidas essenciais. A solidariedade toma a frente como um fator indispensável para que se alcance os objetivos, agindo como um pilar no fortalecimento de iniciativas e programas sociais de diferentes escalas. Elaborado pelo Governo Federal, A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza foi um projeto adotado no Rio de Janeiro, em 2024, durante uma conferência diplomática entre países do G20 e organizações internacionais. O encontro buscou fazer acordos e mobilizar esforços contra a insegurança alimentar, visando apoiar a implementação de novas políticas a depender da realidade e das possibilidades dos membros Mesmo com ações em larga escala acontecendo, a Agenda 2030 da ONU segue como o principal plano global para erradicar a pobreza e, consequentemente, a fome. O plano, adotado em 2015 pelos 193 Estados-membros da Organização das Nações Unidas, é composto por  17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS, e 169 metas para erradicar a pobreza e promover vida digna para todos, dentro dos limites do planeta. Fonte: United Nations, Febrace e Fao.org, TJCE

Comunicado: horário excepcional no dia 22/12

Informamos que, excepcionalmente, no dia 22 de dezembro (segunda-feira), o atendimento será realizado até as 12h, em razão do balanço de gestão. No dia 23 de dezembro, o CREA funcionará normalmente.A GERE (Gerência das Regionais) estará em regime de home office, sem atendimento presencial.Os canais digitais (portal, e-mail e chat) permanecerão disponíveis.

Presidente do CREA-RJ destaca a importância da valorização e do fortalecimento do setor no Inova Agro Tour

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro – CREA-RJ participou do Inova Agro Tour 2025, que aconteceu no dia 12 de dezembro, na Sede da Sociedade Nacional de Agricultura – SNA, no Centro do Rio. Realizado pela SNA, com patrocínio do CREA-RJ, o Agro Tour 2025 teve como objetivo integrar o ecossistema de inovação do agro brasileiro.  Participaram do painel de abertura: o presidente da Sociedade Brasileira de Agricultura, Antonio Alvarenga; o presidente do CREA-RJ, Miguel Fernández; a presidente da Faperj, Caroline Alves; o presidente da Pesagro Rio, Paulo Renato Marques; o sócio fundador YvY Capital e ex-ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite e o global advisor do European Investment Bank (EIB)e ex-presidente do banco os Brics, Marcos Troyjo Em sua fala de abertura, o presidente da  da Sociedade Brasileira de Agricultura, Antonio Alvarenga, lembrou que o agro brasileiro há 50 anos, era um importador de alimentos e hoje, cinco décadas depois, o Brasil é um dos maiores exportadores de alimentos do mundo.  “50% da balança comercial brasileira é do agronegócio; 30% do PIB brasileiro é do agronegócio. Quem proporcionou esta evolução ao agro? A pesquisa, a inovação, a tecnologia, a difusão de tecnologia, a educação. A Sociedade Nacional de Agricultura investe justamente em educação, difusão de tecnologia e apoio no desenvolvimento de inovação com 160 startups voltadas para o agro”, analisou.  O presidente do CREA-RJ, engenheiro Miguel Fernández, lembrou que o CREA é o Conselho de Engenharia e Agronomia, por isso o setor tem especial importância no campo de ação da instituição. “O agro setor, além de fundamental para a sobrevivência de todos nós, muito mais do que isso, ressalto a importância para o desenvolvimento econômico, social e ambiental. Fico muito feliz de estar participando deste evento, acho que é a quarta ou quinta agenda do setor que participo. A discussão do desenvolvimento do agro setor no estado do Rio de Janeiro é muito importante dentro da lógica da inovação, da necessidade de se avançar cada vez mais.” Miguel acrescentou: “O Crea sempre foi muito cartorário e não participava de forma ativa, ajudando a viabilizar eventos como este. Na minha gestão, a gente mudou essa ótica, patrocinando dezenas de eventos. É uma mudança de paradigma, porque o desenvolvimento contínuo do setor das engenharias, agronomia e geociências se faz nestes momentos de encontros, debates e reflexão, construção de inovação. Acho que esta tem que ser uma das diretrizes do nosso Conselho, de valorização e fortalecimento do setor.” Ao longo do encontro, foram discutidas as principais tendências do agronegócio, como agricultura digital, biotecnologia, sustentabilidade no agro, inteligência artificial aplicada à produção e mercados e agricultura de decisões. Startups da rede SNASH tiveram espaço para apresentar suas soluções a investidores e empresários do setor. O evento promoveu conexões diretas entre startups, empresas, produtores rurais e investidores, além da interação entre universidades, centros de pesquisa e o setor privado estimulando parcerias e novos negócios. O Inova Agro Tour contou com a presença de diversas autoridades, entre elas, o subsecretário de agricultura do estado do Rio de Janeiro, Felipe Brasil.

Dia do(a) Engenheiro(a) de Produção

Comemorado em 17 de dezembro, o Dia do(a) Engenheiro(a) de Produção foi originado por meio da Resolução N°288, do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), que estabeleceu e reconheceu a profissão no país em 1983. O objetivo da data é homenagear os os profissionais responsáveis por unir conhecimento técnico e visão estratégica para maximizar a eficiência operacional, aprimorando processos e a qualidade dos produtos entregues. Os(as) engenheiros(as) de produção atuam em diversos setores, como indústrias de manufatura e tecnologia, empresas de serviço, mercado empreendedor e na gestão de recursos naturais. Também desempenham o papel de explorar oportunidades ao utilizarem ferramentas para identificar e implementar melhorias. O curso de Engenharia de Produção regulamentado pela Ministério da Educação – MEC  Graduação Com duração de cinco anos, totalizando cerca de 3.600 horas, o curso de Engenharia de Produção confere o título de bacharelado ao final da jornada de estudos. Na graduação, há o caminho da especialização (lato sensu), onde o foco é a aplicação prática, e o de mestrado e doutorado (stricto sensu), direcionado para pesquisas acadêmicas e formação de professores. As disciplinas contempladas durante o período se concentram nas Ciências Exatas e Ciências Humanas e Sociais, como Engenharia Básica; Cálculo; Física; Química Tecnológica; Análise de Dados e Planejamento e Controle da Produção. A graduação prepara os estudantes para um mercado flexível, buscando facilitar a adaptação em um contexto que exige eficiência e rapidez dos profissionais. A Engenharia de Produção ganha ainda mais evidência em gestão de cadeias avançadas, onde se opera tecnologias de alto padrão e demandas complexas de otimização de tempo e recursos. Especializações A pós-graduação capacita os(as) engenheiros(as) nas áreas de pesquisa e nas atividades realizadas no mercado de trabalho, bem como aprofundar conhecimentos em gestão de processos, operações, logística e qualidade. Dentro da Engenharia de Produção, de acordo com a Associação Brasileira de Engenharia de Produção (Abepro), há as seguintes áreas específicas: Engenharia do Trabalho: é a especialização que aborda a gestão de recursos como mão de obra, materiais e custos, visando aumentar a eficiência do bem-estar e da produtividade dos trabalhadores. O profissional dessa área foca na segurança e na funcionalidade do ambiente para que o processo seja confiável e otimizado. Engenharia do Produto: é o controle de todo o ciclo da vida do produto, desde a concepção básica que o forma, passando pelo design e finalizando em sua fabricação. O profissional da área também possui a função de testar e adaptar produtos já existentes no mercado. Engenharia Organizacional: a estrutura de uma organização passa pela a atividade desses profissionais, onde eles aplicam técnicas no desenvolvimento de projetos, avaliação de desempenho de funcionários, e a formulação de sistemas de informação e suporte à decisão. Simulação de Processos: é a prevenção e solucionamento de problemas por meio de métodos analíticos e tecnologia de informação Fonte: Unifor, Estácio e IBM

Comunicado: ponto facultativo dia 17/12 (quarta)

Informamos que, de acordo com o decreto municipal  nº 462 e o decreto estadual nº 50.055, ambos de 15 de dezembro de 2025, que determinam ponto facultativo nas repartições públicas do Rio de Janeiro, a partir das 12h do dia 17 de dezembro (quarta), em razão das partidas do Flamengo pela Copa Intercontinental e do Vasco da Gama pela Copa do Brasil, neste dia, a sede e as inspetorias do CREA-RJ funcionarão em esquema home office até 12h. O atendimento voltará ao normal no dia 18 de dezembro. 

XIII Prêmio CREA-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos celebra a comunidade acadêmica

Com o objetivo de valorizar, reconhecer e divulgar a produção acadêmica das áreas da Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia e Meteorologia, contribuindo para a criação tecnológica e inovadora de produtos, processos e serviços para a sociedade brasileira, foi realizado no dia 10 de dezembro o XIII Prêmio CREA-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos (TCT). Realizado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ), por meio da Comissão de Educação e Atribuições Profissionais (CEAP), a cerimônia de premiação ocorreu das 16h às 18h, no Teatro João Caetano, na Praça Tiradentes, no Centro do Rio. A mesa da solenidade foi composta pelo presidente do CREA-RJ, engenheiro civil Miguel Fernández; o assessor da divisão de ensino e pesquisa do Instituto Militar de Engenharia, professor decano Luís Paulo Mendonça Brandão; a diretora da faculdade de Engenharia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, professora Maria Eugênia Gouvêa; o vice-reitor de infraestrutura e serviços da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, professor Luiz Fernando Martha; a coordenadora dos cursos de Engenharia Elétrica e Mecânica do Centro Universitário de Volta Redonda, professora Izabel de Oliveira Mota; o coordenador-adjunto da Comissão de Educação e Atribuições do CREA-RJ, professor Bernardo José Lima Gomes; e o diretor da Escola de Engenharia da Universidade Federal Fluminense, professor José Rodrigues de Faria Filho. O presidente do CREA-RJ, Miguel Fernández, destacou o significado da premiação. “Esse prêmio foi criado há 13 anos, como uma forma de celebrar a produção acadêmica do Rio de Janeiro, dando destaque a produtos que podem servir de referência para o desenvolvimento do país, dos estados e dos municípios. É uma ideia muito bem concebida, e que se tornou um modelo. Passaram-se gestões e o evento permanece, sempre maior, mais forte e com mais representatividade.” A diretora da faculdade de Engenharia da UERJ,  professora Maria Eugênia Gouvêa, pontuou o crescimento feminino no setor. “Hoje em dia, tenho o prazer de ver como diretora da faculdade de Engenharia, um grande avanço das mulheres dentro do setor. Também é preciso destacar que a presença feminina se encontra em várias áreas diferentes dentro da profissão, e não em apenas uma. Lógico, umas com mais demandas e outras com menos, mas de forma geral, o cenário é de constante evolução.”  O diretor da Escola de Engenharia da UFF, professor José Rodrigues de Faria Filho, reforçou a importância do XIII Prêmio CREA-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos. “Um país como o nosso só se desenvolve com a Engenharia, e muitos de vocês aqui hoje são a vanguarda, principalmente os nossos estudantes . Então é fundamental o estímulo que esses prêmios proporcionam aos estudantes, promovendo uma interação da vida acadêmica com o mercado de trabalho. A Escola de Engenharia da UFF fica muito feliz de comparecer nessa cerimônia.”  Formado em Engenharia Elétrica pelo Instituto Militar de Engenharia, concluindo o mestrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro e o doutorado na Alemanha, na Universidade de Bochum, o professor titular da UFRJ Richard Magdalena Stephan, foi homenageado durante a cerimônia de premiação.  “Fico contente em ver a Engenharia brasileira sendo prestigiada. É isso que nós precisamos para atingir o progresso, aumentando a eficiência para se tornar possível resolver os problemas sociais no país. A eficiência é alcançada principalmente por meio da Engenharia, muitas vezes não se reconhece isso tão claramente, mas é um ponto inquestionável. Citando exemplos, basta olhar para países como Alemanha, Japão e China, analisando os caminhos que eles seguiram, para nós trilharmos os mesmos passos.” Dentre as suas inúmeras contribuições para a Engenharia, destaca-se a liderança no Projeto MagLev COBRA, um trem de levitação magnética de baixa velocidade, que a mais de duas décadas simboliza inovação e pesquisa de alto nível produzida no Brasil.  No total,  o XIII Prêmio CREA-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos agraciou 101 trabalhos e 128 autores, além de 18 instituições de ensino e 31 cursos, contando no processo com a orientação de 145 professores e a avaliação de 227 especialistas. Os projetos premiados foram distinguidos em três categorias: Graduação, Mestrado e Doutorado.

Presidente do CREA-RJ destaca o papel do Conselho no FITS Mineração 2025

O FITS Mineração 2025, promovido pela Associação Fluminense de Engenheiros de Minas (AFEM), com patrocínio do CREA-RJ, consolidou-se como um encontro de alta relevância para o setor mineral fluminense. O evento reuniu profissionais, instituições públicas e privadas, academia e representantes internacionais para debater temas estratégicos Na mesa de abertura, o presidente do CREA-RJ, engenheiro civil Miguel Fernández esteve ao lado de líderes como Lúcia Martins, Diretora Executiva do FITS; Bruna Rocha. Presidente da AFEM; e Eduardo Freitas, gerente Regional da ANM, reforçando o alinhamento estratégico entre o Conselho, as entidades técnicas, e os órgãos reguladores. “Todos sabemos dos desafios que se relacionam à extração mineral. A Engenharia de Minas é uma atividade necessária, uma atividade que é um insumo básico para o desenvolvimento de diversos setores industriais. Infelizmente, no Brasil, nós tivemos, nos últimos anos, situações que levaram a tragédias. Isso é muito preocupante na ótica social, econômica, ambiental, envolvendo grandes empresas do nosso país. A única forma de você combater esse tipo de situação não é paralisando a atividade, porque senão você teria que paralisar o mundo, e sim trazendo cada vez mais Engenharia para o setor. Por isso é tão importante eventos como esse”, afirmou Fernández. Em sua fala, a engenheira de Minas e Presidente da Associação Fluminense de Engenheiros de Minas (AFEM), Bruna Rocha, destacou a relevância da Engenharia de Minas no contexto atual e reforçou que o evento foi concebido justamente para conectar profissionais, instituições e a sociedade, ampliando o entendimento sobre a importância estratégica da mineração. Bruna ressaltou ainda que a AFEM está de portas abertas a toda a sociedade, reafirmando o compromisso da entidade com o diálogo, a transparência e o desenvolvimento sustentável do setor mineral. A programação foi enriquecida por um intercâmbio de experiências, contando com a presença do presidente do CREA-PB, Renan Azevedo; do presidente da Câmara de Minas de Angola, José Dias, e pelo presidente da Câmara de Comércio Brasil-Angola (CCBA), Nayt Junior. Essa diversidade de líderes, incluindo a forte representação do sistema CONFEA/CREA, reforça o papel do Conselho como agente catalisador para o diálogo, a inovação tecnológica e as soluções responsáveis no setor. O evento, que reuniu palestrantes de instituições como CETEM, UFRJ, UFOP, FIRJAN, DRM, EPE e ABREMI, permitiu um debate técnico e plural. As discussões focaram em desafios regulatórios, sustentabilidade e, essencialmente, no papel da engenharia na construção de um setor mineral mais seguro e estratégico para o país—uma missão que o CREA-RJ abraça e promove continuamente. O FITS Mineração 2025 firmou-se como um espaço fundamental para o fortalecimento da Engenharia de Minas e para a articulação institucional necessária para enfrentar os desafios contemporâneos do setor mineral no Brasil e no cenário internacional. A presença do CREA-RJ no evento destacou o compromisso do Conselho em apoiar o desenvolvimento sustentável e tecnológico do setor mineral, fundamental para a soberania nacional e a transição energética e reforçou seu papel na garantia da excelência e da ética profissional.

AEANF realiza programação comemorativa em Nova Friburgo

A Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Nova Friburgo (AEANF) promoveu, no dia 11 de dezembro, no Espaço ARP, em Nova Friburgo, uma programação comemorativa em celebração ao Dia do Engenheiro (11/12) e em antecipação ao Dia do Arquiteto e Urbanista (15/12). O evento integrou as atividades alusivas aos 56 anos de atuação da entidade e reuniu profissionais, autoridades e representantes de instituições da área tecnológica.  A programação incluiu a homenagem a profissionais com atuação de destaque no município, com a entrega de medalhas, e o lançamento do livro “Nova Friburgo, Estruturas de uma História”, obra dedicada ao resgate da memória técnica, urbanística e arquitetônica da cidade, que contou com patrocínio do CREA-RJ, entre outras instituições. À frente da comemoração, a presidente da AEANF, engenheira civil e conselheira do CREA-RJ, Yasmin Juliace, recebeu a 2ª Diretora-Administrativa do Conselho, engenheira naval Cladice Nobile Diniz, que participou da solenidade, representando o presidente Miguel Fernández.  Também estiveram presentes os conselheiros do CREA-RJ, Luiz Baratta e Patrícia Villarinho, além da conselheira do CAU-RJ, Rita Mandarino, entre outras autoridades e profissionais da área. A iniciativa reafirmou o papel da AEANF como espaço de articulação, preservação da memória e valorização profissional, fortalecendo o diálogo entre entidades representativas e profissionais da área tecnológica de Nova Friburgo.