CREA-RJ Intensifica Fiscalização do Exercício Profissional em Grandes Estruturas Natalinas

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ) está com suas equipes de fiscalização em campo, atuando nas grandes montagens de Natal da capital e do interior do estado. O foco da ação é a verificação da presença de profissionais habilitados e empresas registradas no Conselho. Recentemente foram executadas ações de fiscalização nas montagens das árvores de Botafogo, Lagoa Rodrigo de Freitas e Macaé. O Gerente de Fiscalização do CREA-RJ, Cosme Chiniara, destacou a importância dessa atuação preventiva do Conselho, ressaltando a conexão direta entre a presença do profissional habilitado e a segurança do público.” A presença da fiscalização garante que há um responsável técnico habilitado e empresas registradas nas montagens dos eventos e das estruturas, podendo assim mitigar acidentes, ou incidentes, como houveram outros anos em Niterói e Maricá. A fiscalização é benéfica para todos, profissionais e sociedade, sempre defendendo o espaço de profissionais habilitados e empresas capacitadas”, declarou Chiniara. A ação na montagem da árvore de Macaé foi realizada pela agente de fiscalização Ana Paula Camilo Cardoso. A montagem da árvore de Botafogo, que foi feita em Niterói, foi conferida de perto pelo agente de fiscalização Cesar Moreira da Anunciação. E a montagem da árvore de Natal da Lagoa foi fiscalizada pelo agente de fiscalização Adilson Rodrigues dos Santos. As grandes estruturas, em especial as flutuantes na Lagoa e em Botafogo, envolvem diversas modalidades da Engenharia, como a Civil (estrutura), a Elétrica (iluminação) e a Naval (plataformas flutuantes), entre outras. A checagem da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) é um dos pontos principais da fiscalização, pois este documento comprova que o serviço técnico possui um responsável legal, garantindo a aplicação das normas técnicas e a segurança da obra. Ao fiscalizar o exercício profissional, o CREA-RJ defende a sociedade contra o risco de serviços prestados por leigos ou empresas não registradas. A ART é a ferramenta legal que responsabiliza o profissional em caso de falhas, incentivando o cumprimento rigoroso das normas técnicas, essenciais para a integridade de estruturas complexas e temporárias e protegendo a sociedade.
Presidente do CREA-RJ é destaque na capa da Revista Conexão Nuclear, da ABDAN
O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ), Miguel Fernández, é a capa da Revista Conexão Nuclear, edição de dezembro de 2025, publicação oficial da Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (ABDAN). A edição aborda temas estratégicos relacionados à matriz energética, inovação tecnológica e ao papel da engenharia na construção do futuro energético do país. A presença do presidente do CREA-RJ na capa da revista e o destaque à sua entrevista, reforça o reconhecimento de sua atuação à frente do Conselho e evidencia a importância da Engenharia e da fiscalização profissional para o desenvolvimento do setor nuclear brasileiro. Na entrevista concedida à publicação, Miguel Fernández fala sobre as usinas nucleares de Angra dos Reis, o estímulo ao ingresso de novos profissionais no setor nuclear e a atualização de normas regulatórias. Além disso, o presidente também descreve maneiras de aumentar a confiança pública no setor nuclear no Brasil. “É preciso informar à população que a energia nuclear é uma fonte sustentável e de baixíssimo impacto ambiental, com alta qualidade dos serviços prestados por seus profissionais à sociedade. São já 50 anos de fornecimento de energia nuclear no Brasil, sem que tenha ocorrido um acidente. Isso mostra uma competência muito grande de engenheiros e engenheiras que trabalham na área, garantindo a segurança”. A Revista Conexão Nuclear, referência no debate sobre o desenvolvimento das atividades nucleares no país, reúne especialistas, autoridades e lideranças do setor para discutir desafios e oportunidades da área. O destaque ao presidente do CREA-RJ reafirma o protagonismo do Conselho no cenário nacional e sua contribuição para políticas públicas voltadas ao desenvolvimento tecnológico e energético do Brasil. O CREA-RJ segue comprometido com a defesa da sociedade, a valorização profissional e o fortalecimento da Engenharia como pilar essencial para o progresso do país.
Dia do(a) Engenheiro(a) de Pesca
Responsáveis por planejar e implementar sistemas de criação de vida marinha, monitorando a qualidade da água e definindo métodos de captura sustentável, os(as) engenheiros(as) de pesca são de suma importância para a conservação de espécies com risco de extinção e no desenvolvimento da atividade no setor. Comemorado em 14 de dezembro, o Dia do(a) Engenheiro(a) de Pesca teve a data escolhida para coincidir com a colação de grau da primeira turma de engenheiros de pesca do país, realizada em 1974, no estado de Pernambuco. A profissão foi normatizada pela Resolução Nº 279, de 29 de junho de 1983, do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), e estabelecida na categoria da Agronomia, previsto no Art. 6º da Resolução nº 232/1975, também do Confea. Em relação ao curso de Engenharia de Pesca, o Ministério da Educação – MEC o regulamentou em 2 de fevereiro de 2006, por meio da Resolução CNE/CES nº 5, que detalhou todo o processo de graduação. Como ingressar na carreira? O curso de Engenharia de Pesca possui duração média de cinco anos, com uma carga horária que varia entre 3.600 e 4.000 horas, conforme as diretrizes do MEC. Durante todo o período de estudos, as aulas abordam temas voltados para ciências exatas e biológicas, além de disciplinas mais específicas da área. A capacitação dos alunos possibilita que eles estejam preparados para atuarem principalmente em técnicas de cultivo e nutrição dos seres aquáticos, análise química voltada para o controle da qualidade da água e a instalação e manutenção de equipamentos. É importante também os estudantes se manterem atualizados regularmente, em especial sobre as normas ambientais, avanços tecnológicos e políticas públicas voltadas ao setor pesqueiro. Especialização A pós-graduação é voltada para preparar o profissional para áreas específicas dentro da Engenharia de Pesca, oferecendo oportunidades amplas e variadas. Unindo inovações tecnológicas aplicadas e entendimento de mercado, a profissão conta com áreas incluídas como: Aquicultura: é a área desempenhada no gerenciamento em cativeiro de espécies aquáticas,como peixes, camarões, ostras, moluscos, plantas marinhas e outros seres vivos, até mesmo os que vivem parcialmente em ambientes hídricos. Por meio de equipamentos especiais, a prática tem como objetivo conservar recursos naturais e produzir de forma sustentável. Tecnologia do Pescado: toda a qualidade, desde a conservação até a embalagem final do pescado, é garantida por esses profissionais. Por meio de tecnologias que são aplicadas ao desenvolvimento, o profissional prolonga a vida útil Gestão ambiental: é fundamental na manutenção e recuperação de ambientes aquáticos e degradados, onde o profissional também atua no manejo sustentável de recursos hídricos. Engenharia naval aplicada: trabalha no desenvolvimento de projetos e adaptação de embarcações e equipamentos voltadas para as atividades que envolvem toda a área pesqueira. Fonte: Gov.br, Guia da Carreira
CREA-RJ alerta para risco de desabamento de ponte em Niterói

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ), engenheiro civil Miguel Fernández, denunciou o risco iminente de colapso da ponte de madeira que liga a Ilha do Caju à Ilha da Conceição, em Niterói, após fiscalização técnica de equipes do conselho. A estrutura – utilizada todos os dias por trabalhadores, moradores e veículos pesados, incluindo caminhões – apresenta comprometimento visível: partes do piso deterioradas, ferragens expostas e ausência de condições adequadas de segurança. Segundo técnicos do Conselho, o problema se agrava por estar localizada em área portuária e sobre a Baía de Guanabara, o que amplia o potencial de danos em uma eventual queda. Fernández reforça que é preciso uma ação imediata por parte do poder público:“Estamos falando de risco à vida. Essa ponte precisa ser interditada e recuperada urgentemente. Manter a circulação nessas condições é expor trabalhadores e moradores a uma tragédia anunciada. Se a estrutura cede, o impacto não é apenas humano: há também perigo ambiental para toda a região da Baía de Guanabara.”O CREA-RJ aponta que já havia alertado para os danos estruturais anteriormente, sem que medidas efetivas fossem adotadas. Agora, com o agravamento da situação, a entidade espera que a Prefeitura de Niterói adote providências emergenciais. “Já estivemos por quatro vezes na ponte. Até hoje não foi feito nada pela Prefeitura de Niterói. Já enviamos ofícios e a Prefeitura informou que estava fazendo um estudo. Esse estudo ainda não foi concluído. Já tem um tempo muito grande. Não encontramos no sistema nenhum responsável técnico. Então, é necessário que alguma coisa seja feita. Uma obra de manutenção ou uma obra de reconstrução da ponte que liga a Ilha da Conceição aos estaleiros, que passa aqui por uma área trafegável, onde tem diversas embarcações. É essencial que seja feita alguma coisa. Não podemos esperar mais tempo. A população precisa. Envolve diversas empresas, diversos trabalhadores. Não podemos deixar essa ponte cair para só depois fazer algo”, diz o superintendente técnico do CREA-RJ, Leonardo Dutra. O Conselho orienta que, até a conclusão de uma obra de recuperação ou substituição da ponte, a circulação de veículos e pedestres seja suspensa, evitando riscos de acidentes e prejuízos socioambientais de grandes proporções. Além disso, pede a contratação urgente de empresa e profissionais habilitados para recuperação ou reconstrução da estrutura e medidas de segurança e proteção ambiental considerando a proximidade da Baía de Guanabara. A Prefeitura de Niterói divulgou nota informando que “no ano passado, foram executados reparos emergenciais na ponte que liga a Ilha da Conceição à Ilha do Caju. Após análises técnicas e sondagens, foram concluídos os estudos do Projeto Executivo para a recuperação da ponte e está em tramitação um processo de licitação para a contratação da obra”.A equipe de Fiscalização está atenta ao problema e enviará um novo ofício à Prefeitura de Niterói. O CREA-RJ reforça seu compromisso com a fiscalização profissional e a segurança da sociedade, atuando para que soluções técnicas adequadas sejam sempre implementadas em benefício da população.
Crea-RJ recebe a última reunião do CDER-RJ de 2025 com a reeleição de Antonio Soutelinho

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ) recebeu, em sua sede, no Centro do Rio, a última reunião do Colégio de Entidades Regionais do Rio de Janeiro (CDER-RJ) no ano de 2025, em formato híbrido. O encontro teve como principal pauta a eleição da nova coordenação. Como foi um pleito de chapa única, ocorreu a reeleição do coordenador Antonio Carlos Soutelinho da Costa, presidente da Filial Rio de Janeiro da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas (ABEE-RJ) e do coordenador-adjunto Marco Antônio Pereira, presidente da Associação de Engenheiros e Arquitetos da Região dos Lagos (ASAERLA). Ambos fazem parte da única chapa que disputou o processo eleitoral e serão responsáveis por conduzir os trabalhos do colegiado ao longo de 2026. Durante a reunião, o atual coordenador do CDER-RJ, Soutelinho, afirmou que em 2026 dará segmento aos projetos iniciados na sua gestão. “Essa reeleição trará continuidade a algumas coisas que eu já venho vendo com o Assessor da Presidência do Conselho e Secretário-Geral do CDER-RJ, Rodrigo Muniz, e com o próprio Presidente do CREA-RJ, Miguel Fernández, para tentar melhorar a vida das entidades”. Além disso, Soutelinho também destacou que seguirá em busca de melhorias financeiras para as entidades de classe. “Eu sei que temos um grande problema desde a época em que o TCU proibiu o repasse para as entidades do Sistema. Isso causou um dano terrível à parte financeira das entidades, principalmente as entidades pequenas. Sabemos que isso, hoje, é muito difícil de se contornar, quase que impossível segundo as conversas que tive com o pessoal do jurídico aqui do CREA-RJ e com o próprio pessoal do Confea, mas não custa nada continuar tentando.” A 4ª Reunião Ordinária do CDER-RJ contou com a participação de representantes de 17 entidades de classe ligadas às áreas da Engenharia, Agronomia e Geociências, com presença tanto presencial quanto por meio de plataformas virtuais, reforçando a integração e o diálogo entre as instituições que compõem o colegiado.
Dia do(a) Engenheiro(a) Avaliador(a) e Perito(a) de Engenharia
Em 13 de dezembro, comemora-se o Dia do(a) Engenheiro(a) Avaliador(a) e Perito(a) de Engenharia. Instituída pela Comissão de Assuntos Nacionais (CAN) do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), através da Deliberação n° 46/ 2003, a data tem como objetivo de destacar a importância dos profissionais responsáveis por perícias e avaliações técnicas de imóveis e bens, que são de suma importância na segurança e qualidade em setores imobiliários, jurídicos e industriais. No dia 27 de julho de 1990, o Confea emitiu a Resolução Nº 345, que normatizou as atividades desempenhadas nestas profissões em todo o território nacional. As atribuições dos(as) engenheiros(as) avaliadores(as) e peritos(as) são diversas, unindo conhecimentos técnicos e científicos direcionados para análises e vistorias de imóveis, terrenos, equipamentos, plantações e maquinários, onde também emitem laudos e pareceres para fins comerciais e de investimentos. Em áreas trabalhistas, judiciais e previdenciárias, o profissional possui foco na Perícia, atuando em investigações de causas de acidentes e patologias em edificações. O desenvolvimento das atividades da Engenharia no setor de bens e perícias no país, fica a cargo do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (IBAPE). Sendo uma entidade federativa e de caráter único, atuante nesses setores desde 1957, o IBAPE reconhece o domínio da técnica, da ética e do compromisso ambiental por meio de uma certificação para profissionais registrados no CREA. Formação Para ingressar na carreira de Avaliação e Perícia, é necessário possuir um diploma de curso superior em qualquer área da Engenharia. A pós-graduação é realizada por meio MBA (lato sensu) ou mestrado (stricto sensu), e oferece especialização nas áreas específicas de Engenharia de Avaliação e Perícia. O curso pode ser em formato presencial ou EAD, desde que seja reconhecido pelo Ministério da Educação – MEC. No Rio de Janeiro, instituições como IBAPE-RJ, SEARJ e a CCEC PUC-Rio disponibilizam cursos com opções de especialização, workshops, e capacitação nos dois modelos visando vários setores da Engenharia de Avaliação e Perícia. Atuação no mercado Em uma profissão abrangente e que oferece experiências profissionais práticas e teóricas para os(as) engenheiros(as) que ingressam nesse mercado, aqui estão alguns setores de atuação e as suas especificidades. Avaliação de imóveis: determinam valores de mercado, custos de produção e quitação total, por meio da inspeção e avaliação de terrenos, propriedades e todos os recursos que se encaixam no setor imobiliário. Consultorias: promove consultorias em instituições de ensino e agências governamentais, com o foco em áreas voltadas para a eficiência energética, acessibilidade e sustentabilidade. Patologias construtivas: realizam diagnósticos após análises de problemas ou falhas em edificações, estradas, barragens e outras estruturas. Análise de contratos e licitações: aqui, o perito de engenharia investiga fraudes, desvios de recursos, superfaturamento de preços e o descumprimento de normas em obras públicas e privadas. Fonte: CREA-RJ, Gape.com
“Novas Tecnologias e Profissões do Futuro” é tema central da ABEA em seminário apoiado pelo CREA-RJ

Realizado pela ABEA Nacional – Associação Brasileira de Engenheiras e Arquitetas, com apoio institucional do CREA-RJ e patrocínio da MÚTUA Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA, o seminário “Novas Tecnologias e Profissões do Futuro” ocorreu nos dias 1° e 2 de dezembro, na sede da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro – Seaerj, na Glória. O evento, que foi construído em consonância aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas – ODS, teve como objetivo contribuir para o desenvolvimento da Engenharia e da Arquitetura, promovendo a consolidação e ampliação de saberes dos profissionais. A presidente da ABEA, engenheira civil Carmen Lúcia Petraglia, pontuou as principais pautas do seminário. “É importante debater como está se dando a alteração das nossas profissões e o surgimento de novas outras por meio da tecnologia, avanço da internet, inteligência artificial e robotização. Por esses motivos, o mercado também está mudando, e com isso precisamos pensar como será nossa formação e o que será necessário adicionar nela para acompanhar esse desenvolvimento.” O vice-presidente do CREA-RJ, engenheiro de produção Alberto Balassiano, destacou a participação do Conselho no evento. “É uma discussão muito importante, principalmente para os profissionais, pois o mundo está sofrendo muitas transformações, e devemos pensar como os peritos vão se posicionar nesse contexto. O CREA-RJ tem uma participação fundamental, atualmente, somos cerca de 120 mil profissionais no Rio de Janeiro e mais de 1 milhão em todo o país, por isso com certeza ainda temos muito a contribuir nos debates acerca do assunto.” A presidente da Seaerj, arquiteta e urbanista Marguerita Abdalla, falou sobre as oportunidades que o encontro proporciona. “É uma grande chance para nós, profissionais dessas áreas tão importantes, poder compartilhar o que se pensa e o que se vai evoluir das novas tecnologias no desenvolvimento do estado, dos municípios e do país.” A diretora da Mútua-RJ, engenheira civil Ana Paula Masiero, reforçou o compromisso com o tema. “É fundamental estar sempre fomentando essa discussão no nosso meio profissional, trazendo cada vez mais informações para os profissionais das áreas da Engenharia, Agronomia e Geociências. E também é muito importante apoiar eventos realizados por associações que representam as mulheres nessas áreas, potencializando a participação feminina no mercado de trabalho.” Ao final da programação, foi apresentada a Carta do Futuro Profissional, documento inédito que contém o compilado do conhecimento gerado pelos debates do seminário.
Conecta Macaé reúne empreendedores e lideranças para dia de inovação e negócios
A cidade de Macaé será palco do Conecta Macaé, um evento voltado para empreendedores, líderes empresariais e representantes do setor produtivo, no dia 16 de dezembro de 2025, a partir das 9h, no Hotel Du Lac, na praia do Pecado. Promovido pela Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Rio de Janeiro (FACERJ) em parceria com o Sebrae/RJ e com o apoio da Prefeitura de Macaé, o encontro tem como objetivo fortalecer o ecossistema de negócios local, criando um ambiente propício à inovação, à colaboração e à geração de oportunidades concretas de parcerias e desenvolvimento econômico A programação inclui palestras, workshops, debates sobre tendências de mercado, rodadas de negócios e crédito, apresentações de cases de sucesso em formato de pitch e uma palestra magna de encerramento, com foco em gestão, reforma tributária, finanças, economia do mar e estratégias de crescimento empresarial. Empreendedores, gestores e profissionais interessados em ampliar sua rede de contatos, obter orientações práticas de mercado e impulsionar seus negócios não podem perder esta oportunidade de se conectar com atores estratégicos do desenvolvimento regional. As inscrições são gratuitas e estão abertas. Confira a programação: 10h – Abertura 10h30 – Panorama da Economia do Mar na Região da Bacia de Campos 11h15 – Os Impactos da Reforma Tributária no Mercado de Óleo e Gás 12h45 – Casos de Sucesso em Forma de Pitch 13h30 – “Finanças e Crédito”: Conhecimento Especializado e Insights Práticos Painel técnico com orientações e estratégias sobre acesso ao crédito e gestão financeira. 14h30 – Rodada de Negócios e Crédito 17h – Palestra Magna com André Português
Comunicado – Atendimento 12/12/25
Informamos que nesta sexta-feira, dia 12 de dezembro, não haverá atendimento presencial no CREA-RJ.A equipe estará em treinamento intensivo no novo sistema para aprimorar nossos serviços. Retornamos normalmente na segunda-feira, dia 15 de dezembro.Agradecemos a compreensão.
Dia do(a) Engenheiro(a) e Aniversário do Confea
O dia 11 de dezembro reúne duas celebrações que destacam a relevância da Engenharia para o desenvolvimento do país. De um lado, o Dia do(a) Engenheiro(a) presta homenagem a profissionais que, em suas múltiplas modalidades, dedicam-se à criação de soluções que impulsionam a infraestrutura, a inovação tecnológica, a segurança e a qualidade de vida da população. De outro, a data marca o aniversário do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, instituição fundada em 1933 com a finalidade de regulamentar, orientar e fiscalizar o exercício profissional em todo o território nacional. A data foi escolhida porque marcou a assinatura do o Decreto de Lei nº 23.569/1933, que regulamenta e oficializa as profissões de Engenheiro, Arquiteto e Agrimensor, no Brasil e a criação do Confea. A fundação do Confea consolidou um marco institucional para o Brasil. A partir dele foi estruturado o Sistema Confea/CREA, formado por conselhos regionais presentes em todos os estados, responsáveis por assegurar que as atividades técnicas sejam conduzidas por profissionais habilitados. Esse papel fundamental de proteção à sociedade se fortaleceu ao longo das décadas por meio da modernização de procedimentos, da ampliação do diálogo com instituições de ensino, da integração com entidades de classe e da atuação permanente na defesa das profissões tecnológicas. Celebrar o Dia do Engenheiro e o aniversário do Confea significa reconhecer a história de mulheres e homens que transformam conhecimento em benefício coletivo. É também valorizar as novas gerações que chegam às áreas tecnológicas em um cenário marcado pela digitalização, pela sustentabilidade e por desafios cada vez mais complexos. A data inspira não apenas reconhecimento, mas também compromisso com a ética, a responsabilidade técnica e a construção de um futuro pautado pela inovação e pelo desenvolvimento nacional. No Brasil, o Dia do Engenheiro é comemorado anualmente em 11 de dezembro. A data homenageia os profissionais responsáveis por desenhar, projetar e concretizar construções. Eles são responsáveis por realizar projetos de forma lógica, prática e observando as regras e normas técnicas e de segurança. O decreto criou, ainda, o Sistema Confea/CREA para fiscalizar e orientar o exercício da profissão no governo de Getúlio Vargas. Os CREAs (Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia) atuam em cada estado e em nível nacional está o Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia). Todas as engenharias reconhecidas pelo Confea constam na Resolução 473/2002, além de outros títulos profissionais da categoria. A profissão de engenheiro(a) no Brasil Dados recentes revelam um cenário de alta empregabilidade e forte relevância social para engenheiros(as). Segundo levantamento do Confea, realizado pela Quaest com 48 mil profissionais registrados, 92% dos engenheiros(as), agrônomos(as) e geocientistas estão empregados(as) e 78% atuam diretamente em sua área de formação, o que demonstra a boa aderência entre qualificação e exercício profissional. Metade desses trabalhadores está vinculada a empregos formais, seja no regime CLT, seja no setor público, e 67% afirmam estar satisfeitos com sua posição no mercado. A renda também se destaca nesse panorama. Os estudos indicam que 68% das famílias dos(as) profissionais registrados(as) no Sistema Confea/CREA possuem renda superior a cinco salários mínimos, índice significativamente maior do que o registrado entre profissionais de outras áreas, como o Direito. Observa-se ainda que a remuneração tende a crescer com o avanço na carreira, especialmente entre os 30 e 34 anos. Esse quadro de estabilidade se relaciona ao forte senso de propósito da categoria. De acordo com o Confea, 95% dos(as) profissionais acreditam que seu trabalho contribui para uma sociedade melhor e 79 por cento recomendariam as carreiras tecnológicas às novas gerações. Apesar dos indicadores positivos, o país enfrenta desafios importantes. A Confederação Nacional da Indústria estima um déficit de cerca de 75 mil engenheiros(as), agravado pela queda nas matrículas e pela evasão escolar nos cursos da área. Há também a projeção de que mais de 130 mil novos(as) profissionais precisem ser qualificados entre 2025 e 2027 para atender às demandas do mercado. O setor, no entanto, apresenta sinais de renovação, especialmente entre os(as) profissionais mais jovens, reflexo da ampliação da diversidade dentro da categoria. A atuação dos engenheiros no Brasil é estratégica, envolvendo mais de 300 profissões distribuídas por áreas como infraestrutura, energia, mobilidade urbana, tecnologia e sustentabilidade. Esses campos continuam entre os mais relevantes para o desenvolvimento nacional, sobretudo em um momento de transformação digital e busca por soluções criativas. O conjunto desses dados mostra que a Engenharia permanece como uma carreira sólida, com alto potencial de crescimento e protagonismo na construção de um país mais seguro, eficiente e socialmente comprometido.