CREA-RJ apoia o Senior Living Summit 2026 – A Revolução Prateada no Morar

No dia 27 de março de 2026, das 8h às 14h, o Senior Hub, com apoio do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro – CREA-RJ, realiza o evento Senior Living Summit 2026 – A Revolução Prateada no Morar. O encontro vai ser na sede do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro – CAU-RJ, no Centro do Rio, e terá como objetivo debater a necessidade de criar novas formas de moradia para uma população que envelhece mais e vive por mais tempo, bem como aproximar experiências, conhecimento técnico e oportunidades que possam transformar o mercado e os modelos de Senior Living. Como público-alvo, o evento reunirá engenheiros, arquitetos, urbanistas, construtoras, corretores de imóveis, administradoras de imobiliárias, designers de interiores, fornecedores, estudantes e marcas de tecnologia e inovação. Confira a programação e inscreva-se: clique aqui Serviço: Evento: Senior Living Summit 2026 – A Revolução Prateada no Morar Data: 27 de março de 2026 Horário: das 8h às 14h Local: Avenida República do Chile, 230, Centro do Rio, no auditório do edifício-sede do CAU/RJ

CREA-RJ faz segunda edição de megaevento para resgatar protagonismo das Engenharias

A Engenharia não é apenas sobre concreto e cálculos; é a espinha dorsal de dois terços do PIB brasileiro. Com esse foco na valorização e no resgate do protagonismo técnico, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro – CREA-RJ, engenheiro civil Miguel Fernández, anuncia a segunda edição do CREA AQUI para 19 de março, no Armazém 3 do Píer Mauá, na Zona Portuária do Rio. O evento, que já entrou para o calendário fluminense e se consolidou como o maior encontro das Engenharias, Agronomia e Geociências do estado, pretende superar a marca de 5 mil participantes este ano. “O que motivou a criação do CREA AQUI foi a necessidade de gerar um evento que tivesse o foco em promover as grandes ações do setor das Engenharias, da Agronomia e das Geociências do estado do Rio de Janeiro. Esse é um setor que vem sofrendo muito nos últimos anos com ataques na opinião pública e é um setor fundamental, representa dois terços do PIB do país. É o setor principal da economia, que gera avanços sociais, que defende o meio ambiente. Então, sem Engenharia, sem uma Agronomia qualificada e devidamente regulamentada, é impossível a gente ter um avanço econômico, social e ambiental”, defende Fernández, que idealizou o CREA AQUI como um encontro focado na divulgação de uma agenda positiva das Engenharias. “Muitas vezes o CREA é chamado quando há um acidente, quando tem algum tipo de problema, e se pergunta: “Onde está? Cadê o setor? Onde está a Engenharia? Cadê o CREA?’. E a gente aparece muito nesses momentos, mas é preciso aparecer também nos nossos momentos de vitória, de soluções positivas”, afirma o presidente do CREA. Prestes a completar 92 anos de fundação, no dia 5 de junho, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro projeta seu olhar para o futuro e reforça seu papel como agente de transformação das profissões que constroem o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro. Esse movimento ganha forma na segunda edição do CREA AQUI, um encontro criado para antecipar tendências, estimular conexões e gerar impacto nas Engenharias, na Agronomia e nas Geociências. Maior encontro estadual das Engenharias O CREA AQUI 2026 se consolida como uma plataforma de ideias, parcerias e futuros possíveis. Um espaço onde tecnologia, propósito e visão estratégica caminham juntos para fortalecer as profissões e ampliar seu impacto na sociedade. Um dos sinais está no VLT, o Veículo Leve sobre Trilhos, que está circulando pelo Centro do Rio envelopado com a propaganda do CREA AQUI. O maior encontro estadual das Engenharias, Agronomia e Geociências, o CREA AQUI se tornou uma enorme conexão de profissionais, empresários e autoridades do estado e do município, que compartilham ideias e projetos com soluções para os principais problemas do Estado. O mega evento, que recebeu cerca de 4 mil pessoas em junho do ano passado, funcionou como uma espécie de SOEA de um dia. SOEA é a Semana Oficial de Engenharia e Agronomia, que acontece há oito décadas, cada ano numa capital brasileira. E a fórmula promete se repetir este ano no Pier Mauá. O presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA), engenheiro de telecomunicações, Vinicius Marchese, iniciativas como o Crea Aqui reforçam a capilaridade do Sistema. “O protagonismo do CREA-RJ em promover este grande encontro é um exemplo da força dos nossos Regionais na articulação com a sociedade. É um espaço de diálogo que valoriza a excelência profissional e reafirma o compromisso histórico do Rio de Janeiro com o desenvolvimento tecnológico e a valorização da nossa categoria”, afirmou Vinícius. Rio, capital da Engenharia O clima de SOEA será confirmado também porque esta edição do CREA AQUI deverá ter a maior concentração de presidentes de Conselhos de Engenharia. Os presidentes de 26 CREAs estarão participando da segunda reunião do Colégio de Presidentes do Sistema CONFEA/CREA, que será realizada no Pier Mauá, nos dias 18 e 19 de março. A reunião foi marcada no Rio para que os presidentes de CREA possam participar do CREA AQUI, a convite do anfitrião, Miguel Fernández. Por um dia, o Rio vai virar capital da Engenharia. Com a principal finalidade de valorizar os profissionais, o evento terá debates sobre o impacto das Engenharias no desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro, além de palestras técnicas, debates, painéis e podcasts com cases da Engenharia, networking estratégico, acesso a inovações e protótipos em primeira mão, lançamento de livros técnicos, premiação de personalidades e instituições, feiras orgânica e tecnológica com estandes de exposição de instituições e empresas de Engenharia, além de  apresentações culturais, como a do cantor Léo Jaime.  Nos estandes, já está confirmada a participação da OEC – Odebrecht Engenharia e Construção, a primeira do ranking do setor; e de concessionárias como Cedae, Águas do Rio, Light e Naturgy; e da Mútua, a Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA. Neste estande, os participantes poderão conhecer os benefícios oferecidos aos associados, como planos de saúde, previdência complementar, seguros, auxílio financeiro, programas de capacitação e outras iniciativas voltadas à qualidade de vida, bem estar, segurança e valorização dos profissionais. O evento terá curadoria da Petrobras, que tem nos engenheiros a espinha dorsal técnica da companhia, atuando nas áreas de petróleo e geociências, mecânica e naval, química e de produção. Pela segunda vez no evento, o diretor-presidente da Cedae, Aguinaldo Ballon, explica a importância de a companhia estar presente. “A Cedae tem muito orgulho em participar do CREA AQUI, um evento que valoriza os profissionais que são maioria na companhia. Falar sobre inovação e tecnologia é fundamental para a Cedae, que tem um plano de investimento de R$ 2,2 bilhões em obras de Engenharia”, afirma Ballon. A presidente da Naturgy, Katia Repsold, considera fundamental a participação da empresa no evento, já que a Engenharia é a base técnica da empresa. “Para a Naturgy, é fundamental participar do CREA AQUI representando o setor de gás natural do Rio de Janeiro. Somos uma empresa na qual a Engenharia tem papel central em nossa atuação

“Principais Desafios na Orçamentação e Gestão de Obras Públicas e Privadas” é tema central do VIII Encontro Internacional realizado pelo IBEC

No dia 25 de março de 2026, o Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos – IBEC, juntamente com a International Cost Engineering Council – ICEC, a Faculdade Álvares de Azevedo – FAATESP e a Escola de Engenharia Frei Galvão, irá promover o VIII International Meeting (VIII Encontro Internacional). O evento contará com o patrocínio do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro – CREA-RJ e da Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea – MÚTUA. O encontro acontecerá das 9h às 18h, no Clube de Engenharia, no Centro do Rio, e vai abordar como tema central os “Principais Desafios na Orçamentação e Gestão de Obras Públicas e Privadas”, trazendo discussões acerca de inovações, práticas atuais e superação de obstáculos na gestão de contratos, orçamentos e execução de obras, bem como desafios da implementação do Building Information Modeling – BIM. O público-alvo é formado por gestores públicos e privados, profissionais da Engenharia, auditores e servidores públicos. Inscreva-se: clique aqui Serviço: Evento: VIII International Meeting Data: 25 de março de 2026 Hora: das 9h às 18h Local: Clube de Engenharia – Av. Rio Branco, 124 – Centro-RJ

CREA-RJ promove seminário “Os Impactos da Reforma Tributária nas Empresas de Engenharia”

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro – CREA-RJ realizará, no próximo dia 18 de março (quarta-feira), o seminário presencial “Os Impactos da Reforma Tributária nas Empresas de Engenharia”, voltado a profissionais e empresários do setor interessados em compreender as mudanças no sistema tributário brasileiro e seus reflexos diretos nas atividades da área. Com carga horária total de 6 horas, o evento vai abordar como a nova estrutura de tributos pode influenciar custos operacionais, competitividade, formação de preços, contratos e planejamento financeiro das empresas de Engenharia. A proposta é oferecer uma análise qualificada sobre os desafios de adaptação ao novo modelo tributário e também sobre as oportunidades que podem surgir com as mudanças em curso no país. O seminário será ministrado por Vinicius Garcia, Mestre em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina, Procurador da Fazenda Nacional e professor de Direito Tributário da Faculdade CESUSC. O especialista também é autor do livro Curso de Direito Tributário (2ª edição, Editora Thoth) e possui ampla experiência no debate sobre legislação fiscal e seus impactos na atividade empresarial. O evento contará com 100 vagas e tem como público-alvo engenheiros e empresários do segmento de Engenharia. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia. A programação terá início às 9h, com credenciamento, seguido da abertura às 9h30. Haverá pausa para almoço às 12h, com retorno das atividades às 14h e encerramento previsto para às 17h. As inscrições e mais informações estão disponíveis na plataforma Sympla. Inscreva-se aqui. O seminário é uma realização do CREA-RJ em parceria com o Progredir, com apoio na divulgação do Clube de Engenharia. Serviço Evento: Seminário “Os Impactos da Reforma Tributária nas Empresas de Engenharia” Data: 18/3/2026  Hora: das 9h às 18h Local: Sede do CREA-RJ – Rua Buenos Aires, 40 – Centro – RJ

Transformação urbana será debatida em evento da AFEA

No dia 17 de março de 2026, a Associação  Fluminense de Engenheiros e Arquitetos – AFEA, com patrocínio do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro – CREA-RJ e da Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea – MÚTUA, irá realizar o evento gratuito “Cidades em Transformação”: Mobilidade, Saneamento, Economia Azul, e Novas Centralidades Urbanas”. O encontro será das 8h às 18h, no complexo da Reserva Cultural em Niterói, e tem como objetivo expandir o entendimento acerca de assuntos relevantes para a Engenharia e a sociedade fluminense, sugerindo resoluções e ações mais efetivas para a região. O público-alvo é formado por gestores públicos, profissionais, setor produtivo, estudantes e instituições. Inscrições: clique aqui Serviço: Evento: Cidades em Transformação: Mobilidade, Saneamento, Economia Azul, e Novas Centralidades Urbanas Data: 17 de março de 2026 Hora: das 8h às 18h Local: Sala Nelson Pereira dos Santos – Reserva Cultural em Niterói – Av. Visconde do Rio Branco, 880, São Domingos Veja abaixo a programação do evento:

“Engenharia precisa ser mais atraente para superar desafios do Século XXI”, defende Suzana Kahn

​A Engenharia brasileira vive um momento de expansão, mas enfrenta o desafio de se tornar mais diversa e conectada com a realidade do mercado. Para Suzana Kahn, diretora da Coppe/UFRJ e ex-secretária nacional de Mudanças Climáticas, o segredo para o futuro da área reside em uma mudança de perspectiva: “É possível deixar a Engenharia mais atraente”, afirma a cientista, que defende uma formação menos rígida e mais voltada para soluções práticas que impactem a sociedade. Ela teve perfil publicado no jornal O Globo no domingo passado.  Formada há mais de 40 anos em Engenharia Mecânica pela Uerj, com mestrado em Planejamento Energético e doutorado em Engenharia de produção pela Coppe/ UFRJ, Suzana Kahn será uma das painelistas do CREA AQUI, que vai acontecer no dia 19 de março no Armazém 3 do Píer Mauá. As inscrições estão abertas. ​À frente dessa transformação está o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), a unidade da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que Suzana lidera há três anos. Fundada há mais de 60 anos, a Coppe é o maior centro de ensino e pesquisa em Engenharia da América Latina. O instituto é um pilar da inovação nacional, com mais de 400 projetos desenvolvidos em parceria com 130 empresas, movimentando cerca de R$ 1,4 bilhão. Sua atuação abrange desde a exploração de petróleo em águas profundas até o desenvolvimento de tecnologias de energia limpa e inteligência artificial. ​Para a diretora, a escolha pela Engenharia foi estratégica, movida pelo desejo de independência financeira em uma época de pouca abertura para o público feminino. Ela recorda episódios de preconceito, como quando teve que amamentar o filho durante uma prova após o professor se recusar a deixá-la sair da sala.  “Na juventude, eu não tinha vocação para a Engenharia. Gostava de História. Foi uma escolha pela empregabilidade. Meu foco era a independência financeira. “Que profissão eu vou escolher para ter autonomia? Sou de família de classe média, de Ipanema, não sofria. Tive privilégios. Mas é importante para a mulher não depender financeiramente do marido ou do namorado”, afirma a cientista, ressaltando que a presença feminina é fundamental para humanizar e diversificar as soluções tecnológicas. “Ainda há muito o que melhorar; um dos caminhos é ampliar o acesso à ciência”, observa. ​Diversidade e Representatividade ​A trajetória de Suzana Kahn é, por si só, um símbolo de resistência e evolução. Quando cursou Engenharia mecânica nos anos 1980, ela era uma das únicas três mulheres em uma sala com 22 homens. Hoje, embora o cenário tenha melhorado, os números ainda revelam um abismo: apenas 20% dos profissionais da área no Brasil são mulheres. Suzana foi subsecretária de Economia Verde e superintendente de Clima e Mercado de Carbono da Secretaria Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro, consultora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), membro do Comitê Executivo da iniciativa Global Energy Assessment (GEA), secretária de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente entre 2008 e 2010, uma das idealizadoras do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, onde é presidente do Comitê Científico, colaborou na elaboração do Primeiro Relatório de Avaliação Nacional sobre Mudanças Climáticas.  Participou também dos trabalhos do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) que conduziram à publicação do seu Quarto e Quinto Relatório, sendo recipiente, junto com a equipe do IPCC, do Prêmio Nobel da Paz, e desde 2008 uma das vice-presidentes do Grupo de Trabalho III. É também professora titular da UFRJ. ​Pontes entre Academia e Mercado ​Um dos pilares da gestão de Suzana na Coppe é a quebra de muros entre a universidade e o setor privado. Ela defende que a academia não deve ser um ambiente isolado, mas um laboratório vivo de soluções. Entre as iniciativas de destaque sob sua gestão estão o hub de Inteligência Artificial e parcerias para o desenvolvimento de equipamentos médicos de alta precisão. ​Para tornar o curso mais atraente aos jovens, Suzana sugere um “cardápio de investimentos” acadêmicos, onde o aluno compreenda a aplicação real do que estuda.  “Muitas vezes o aluno não tem noção da aplicabilidade do que é estudado. É possível deixar a Engenharia mais atraente ao mostrar que ela é o caminho para resolver problemas globais, como a crise climática”, pontua. ​Sob o comando de Suzana e seu vice, Marcello Campos, a Coppe registrou um aumento de 25% no número de alunos no primeiro quadrimestre de 2025 em comparação ao ano anterior. O objetivo é claro: manter a excelência acadêmica e a produção científica de ponta, enquanto se democratiza o acesso e se diversifica as fontes de recursos, garantindo que a Engenharia continue sendo o motor do desenvolvimento sustentável do país.

Ouvidoria do CREA-RJ celebra 27 anos no Dia Internacional da Mulher

Neste dia 8 de março de 2026, data em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, a Ouvidoria do CREA-RJ completa 27 anos de atuação, reafirmando seu papel como um dos mais importantes canais de diálogo entre o Conselho e a sociedade. Criada com o propósito de fortalecer a transparência, a escuta ativa e a participação social, a Ouvidoria consolidou-se ao longo de quase três décadas como um instrumento fundamental para o aprimoramento institucional e para a melhoria contínua dos serviços prestados pelo CREA-RJ. A data também é uma oportunidade de reconhecer o trabalho das ouvidoras e servidoras que, ao longo dessa trajetória, contribuíram de forma decisiva para o desenvolvimento e fortalecimento da Ouvidoria, desempenhando um papel essencial na promoção do diálogo, da cidadania e da construção de uma gestão cada vez mais transparente e participativa. A celebração dos 27 anos da Ouvidoria do CREA-RJ, coincidente com o Dia Internacional da Mulher, simboliza não apenas um marco institucional, como também o reconhecimento da dedicação e do compromisso de profissionais que ajudaram a construir essa história. Neste ano o CREA-RJ completa 92 anos, data marcada pela segunda edição do CREA AQUI, o maior encontro da Engenharia, Agronomia e Geociências do Rio de Janeiro! Quer saber mais? Inscreva-se através do site: CREA AQUI!.

Dia Internacional da Mulher

Oficializado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 8 de março de 1975, o Dia Internacional da Mulher simboliza a histórica luta feminina não apenas por direitos e condições igualitárias em relação aos homens, mas também contra o machismo e qualquer tipo de violência sofrida. Mesmo com avanços significativos na valorização feminina em diversas áreas da sociedade nas últimas décadas, a mulher ainda enfrenta, por exemplo, desafios como a desigualdade salarial e a dupla ou tripla jornada, acumulando tarefas domésticas e cuidados a mais. Segundo levantamento realizado em 2025 pelo Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), as mulheres recebem 21,2% menos do que homens na comparação entre os empregados pelo setor privado do país. A mesma pesquisa indicou também que a desigualdade salarial tem piorado desde o segundo semestre de 2024. No primeiro relatório, publicado em março do mesmo ano, a diferença era de 19,4%. Já no segundo, em setembro, o número subiu para 20,7%. Os dados reforçam a importância da flexibilidade na jornada de trabalho e o combate a preconceitos no recrutamento. História da data A ideia de um dia para representar a luta feminina foi dada durante o II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas, que ocorreu na cidade de Copenhague, na Dinamarca, em 1910. A proposta veio de Clara Zetkin, membro do Partido Comunista Alemão e ativista na luta pela causa operária feminina, visando possibilitar que o movimento do qual fazia parte pudesse dar maior atenção à causa das mulheres trabalhadoras. Em 25 de março de 1911, um incêndio na fábrica de roupas Triangle Shirtwaist, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, levou centenas de pessoas à morte, com um número estimado entre 130 a 150 trabalhadores, onde as mulheres eram a grande maioria. A tragédia foi um marco histórico para o mês de março, e fator que acabou contribuindo futuramente na escolha da data que representaria toda a causa social feminina  Vários protestos e greves já estavam ocorrendo na Europa e nos Estados Unidos desde a segunda metade do século XIX. No mesmo ano o Partido Socialista da América declarou o primeiro Dia Nacional das Mulheres, celebrando a data pela primeira vez na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça. O movimento feminista e as demais associações de mulheres capitalizaram essas manifestações, com o objetivo de enquadrá-las na agenda revolucionária.  O fortalecimento da mobilização feminina ganhou novo capítulo em 1917, quando trabalhadoras russas organizaram, em 8 de março, uma greve histórica contra a fome, os impactos da Primeira Guerra Mundial e o regime czarista. O movimento, conhecido como “Marcha das Mulheres de Petrogrado”, marcou o início da Revolução Russa de 1917. Posteriormente, o governo soviético oficializou a data como feriado nacional em homenagem às mulheres. O Dia Internacional da Mulher teve sua oficialização apenas em 1975, pela Organização das Nações Unidas (ONU). O Programa Mulher  Em alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, o Programa Mulher do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA foi oficializado em 2021, e visa a promover a equidade de gênero, valorizar a presença feminina e incentivar o protagonismo das mulheres na Engenharia, Agronomia e Geociências.  O Programa foca no ODS n°5, que busca à equidade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas, e o n°10, que aborda a luta contra as desigualdades nos mais variados contextos sociais. Além disso, o Programa Mulher CREA-RJ promove capacitações, debates, campanhas contra a violência e reconhecimento de trajetórias de sucesso. Em 2026, o concurso “Mulheres que Inspiram” foca em reconhecer e divulgar histórias reais de mulheres que atuam ou contribuíram significativamente para as áreas relacionadas ao Conselho, reafirmando o compromisso com a visibilidade e valorização da presença feminina não só no âmbito profissional, mas também na sociedade em geral. Fonte: Brasil Escola, G1, Gov BR Assista ao vídeo

Não fale do Crea, fale com o Crea.

No dia 8 de março, quando o mundo celebra o Dia Internacional da Mulher, o Crea-RJ também marca um momento especial em sua história institucional: os 27 anos da Ouvidoria do Conselho. A coincidência das datas não poderia ser mais simbólica. Afinal, tanto a Ouvidoria quanto o Dia da Mulher compartilham um mesmo princípio essencial: dar voz, promover escuta e fortalecer a participação. A Ouvidoria do Crea-RJ nasceu com um propósito claro: aproximar o Conselho da sociedade e dos profissionais, criando um canal permanente de diálogo, transparência e melhoria institucional. Ao longo de mais de duas décadas, consolidou-se como um espaço onde manifestações, sugestões, críticas e elogios se transformam em oportunidades de aprendizado e aperfeiçoamento. O lema que acompanha o trabalho da Ouvidoria resume bem essa missão: “Não fale do Crea, fale com o Crea.” Mais do que um bordão, essa frase representa uma filosofia de gestão pública moderna, baseada na escuta ativa, no respeito ao cidadão e na construção conjunta de soluções. Celebrar os 27 anos da Ouvidoria no Dia Internacional da Mulher também é reconhecer o papel fundamental das mulheres que ajudaram a construir e fortalecer esse instrumento dentro do Conselho. Ao longo dos anos, diversas ouvidoras e servidoras contribuíram com sensibilidade, competência e dedicação para consolidar a Ouvidoria como um canal confiável de diálogo entre a instituição e a sociedade. O Dia Internacional da Mulher nos convida a refletir sobre conquistas históricas, mas também sobre os caminhos que ainda precisam ser percorridos para garantir cada vez mais equidade, participação e reconhecimento. Nesse contexto, as Ouvidorias cumprem um papel essencial: ampliar vozes, acolher demandas e promover uma cultura institucional baseada no respeito e na escuta. Cada manifestação recebida pela Ouvidoria representa mais do que um registro administrativo. Representa a oportunidade de compreender melhor as necessidades da sociedade e de aprimorar continuamente a atuação do Conselho. Ao completar 27 anos, a Ouvidoria do Crea-RJ reafirma seu compromisso com a transparência, com o diálogo e com a construção de uma instituição cada vez mais próxima das pessoas. Que esta data sirva não apenas como celebração, mas também como inspiração para fortalecer, todos os dias, a cultura da escuta. Porque quando existe diálogo, existe evolução. E quando existe escuta, existe transformação. Por isso, lembramos sempre: não fale do Crea. Fale com o Crea. 

Comissão de Meio Ambiente do CREA-RJ realiza o seminário “Política Públicas e Qualidade do Ar”

No dia 18 de março de 2026, a Comissão de Meio Ambiente do CREA-RJ, em conjunto com a Câmara Técnica de Qualidade do Ar do Conselho Municipal de Meio Ambiente e Clima do Rio de Janeiro – CONSEMAC; a Federação das Associações de Moradores do Rio de Janeiro – FAM – Rio; a Pastoral da Ecologia Integral da Arquidiocese do Rio de Janeiro; e a Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro – SEAERJ, promove o seminário “Políticas Públicas e Qualidade do Ar: como fortalecer a formação e capacitação da sociedade?” O evento, que será realizado das 17h às 19h30, no auditório da SEAERJ, tem como objetivo construir um espaço de diálogo e reflexão coletiva para debater estratégias de atuação e capacitação do cidadão acerca do tema. O público-alvo é formado por especialistas, gestores públicos, profissionais, acadêmicos e representantes da sociedade civil. Serviço: Evento: Seminário “Políticas Públicas e Qualidade do Ar: como fortalecer a formação e capacitação da sociedade?” Data: 18 de março de 2026 Hora: das 17h às 19h30 Local: Sede da SEAERJ – Rua do Russel, 1 – Glória, Rio de Janeiro Programação – 17h | Fala de abertura e boas-vindas da presidente da SEAERJ, Marguerita Abdalla – 17h05 | Fala dos representantes dos órgãos promotores do evento – 17h30 | Palestras dos representante do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima – MMA, do Instituto Estadual do Ambiente – INEA e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SMAC – 18h30 às 19h30 | Perguntas e debate com a abertura da palavra mediante inscrição com falas de 3 minutos dos convidados – 19h30 | Encerramento