COPPE/UFRJ realiza o III Congresso de Tecnologia e Inovação no Setor Nuclear – TINS 2025

A Coppe/UFRJ realizará, nos dias 1º e 2 de dezembro, com patrocínio do CREA-RJ, o III Congresso de Tecnologia e Inovação no Setor Nuclear (TINS 2025). Considerado o maior evento do setor no Brasil, o seminário acontecerá na COPPETEC, na Cidade Universitária, na Ilha do Fundão, Rio de Janeiro. Com o tema “Ciência, Juventude e Futuro no Setor Nuclear Brasileiro”, o evento destaca o papel estratégico das novas gerações para a inovação tecnológica na área, reunindo pesquisadores, estudantes, representantes da indústria e especialistas para discutir os avanços científicos e os desafios atuais do setor nuclear no Brasil. O congresso promove a conexão entre Indústria e Academia, fomentando a geração e a difusão do conhecimento no setor nuclear, incentivando a produção técnico-científica e a qualificação de profissionais, além de promover a transferência de tecnologia para o setor produtivo. A programação inclui palestras, mesas-redondas, videocasts, sessões técnicas e apresentações científicas — com premiação para o “Melhor Trabalho Jovem Inovador”. O TINS é uma iniciativa da Universidade Federal do Rio de Janeiro, organizado pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (COPPE) em conjunto com os Laboratórios de Análise Ambiental e Simulação Computacional (LAASC) e o Laboratório de Simulação e Métodos em Engenharia (LASME). Confira a programação: https://3tins.tins.org.br/index.php/pt/ Inscreva-se: https://www.even3.com.br/tins2025-632950/ Congresso de Tecnologia e Inovação no Setor Nuclear (TINS 2025) Data: 1º e 2 de dezembro de 2025 Hora: 8h às 17h Local: Auditório COPPETEC – CT2 – UFRJ R. Muniz de Aragão, 360 – Bloco 1 – Ilha do Fundão – Cidade Universitária – Rio de Janeiro

CREA-RJ toma medidas para enfrentar dificuldades técnicas com nova plataforma

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ) reconhece e lamenta profundamente os transtornos e a frustração causados pelas turbulências na implantação da nossa nova plataforma digital, iniciada na última segunda-feira, dia 24. Uma força-tarefa foi criada para solucionar o problema. O CREA-RJ reafirma sua parceria com todos os profissionais e empresas, reconhecendo o desconforto dessa situação. Entendemos que a principal dificuldade reside na emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), um documento essencial para a legalidade, rastreabilidade e prosseguimento dos serviços e empreendimentos. O Porquê das Falhas Nosso sistema é robusto e complexo, e permaneceu sem as atualizações digitais necessárias por pelo menos 15 anos. Esta migração tecnológica, embora desafiadora, é um passo fundamental para garantir um enorme avanço na qualidade, segurança e eficiência dos serviços prestados pelo Conselho. Estamos inovando ao criar o alicerce digital do CREA-RJ a fim de deixar um legado para os profissionais.  Ações Imediatas da Presidência Nosso Setor de Tecnologia da Informação está atuando 24 horas por dia para estabilizar a plataforma. Paralelamente, montamos uma força-tarefa para aplicar as seguintes medidas para proteger o exercício profissional: A Sua Colaboração é Essencial Solicitamos aos profissionais que continuem reportando suas dificuldades de forma detalhada, indicando o problema específico, o horário da ocorrência e seus dados pessoais pelo e-mail [email protected] Essas informações contribuem para que as equipes de TI consigam diagnosticar e estabilizar o sistema o mais brevemente possível. Estamos trabalhando incansavelmente para que esta fase de transição seja concluída e os profissionais possam usufruir de uma plataforma que reflita a excelência e a modernidade dignas do CREA-RJ. Agradecemos a compreensão e a paciência de todos. Confira o vídeo com a explicação do Gerente da TI, Alex Lobo

Presidente do CREA-RJ reforça a necessidade de comunicar o papel das engenharias para a sociedade

Ao falar na abertura do 1º Congresso da Associação Brasileira de Engenheiros Civis (Abenc-RJ), o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (CREA-RJ), engenheiro Miguel Fernández, reforçou a importância de a sociedade entender a mensagem que está sendo divulgada em campanha publicitária do CREA, de que a engenharia não é um custo, mas sim o alicerce e a garantia de segurança de todos. “É fundamental conscientizarmos a população da importância dos serviços que prestamos. Daí a relevância de eventos como este, da Abenc, para a valorização da nossa profissão e do nosso sistema”, afirmou o presidente do CREA-RJ, lembrando que atualmente todos os profissionais precisam estar alinhados com a bandeira do resgate do protagonismo das engenharias no país. “Na última década, fomos vilanizados e temos que resgatar nosso protagonismo”, disse Fernández, bastante aplaudido. O presidente do CREA-RJ lembrou que o Conselho lançou uma campanha publicitária que exibe filmes com o cantor Evandro Mesquita como garoto-propaganda das engenharias. Bem-humorada, a campanha mostra que, na tentativa de resolver problemas de engenharia, as pessoas contam com um gênio. A opção acaba dando ruim. “Não banque o gênio da obra: chame um engenheiro”, diz o slogan da campanha divulgada no rádio e na TV. Miguel Fernández afirmou também que a defesa da obra da Linha 3 do Metrô – levando o transporte a Niterói e São Gonçalo – será apresentada aos candidatos ao governo do estado nas próximas eleições do ano que vem. “Essa obra de infraestrutura é essencial para ampliar a oferta de transporte de massa dentro das necessidades atuais de busca de maior sustentabilidade”, observa Fernández. O presidente da Abenc-RJ, o engenheiro Cláudio Dutra, ressaltou a importância da realização do primeiro congresso da entidade, num momento em que a associação está sendo renovada. “Fico muito feliz e emocionado porque nós aceitamos esse desafio de reavivar a Abenc, de trazer em pauta a engenharia civil e, principalmente, retomar o protagonismo da engenharia civil no nosso estado”, afirmou Dutra, que agradeceu aos mais de 250 inscritos e aos patrocinadores do evento, entre os quais estão o CREA-RJ e a Mútua RJ, a caixa de assistência do Sistema Confea/Crea. Fundada em 1979, a Abenc tem representações por todo o país. Seu objetivo principal é o aperfeiçoamento técnico, científico e cultural dos engenheiros civis. No Rio de Janeiro, o engenheiro Cláudio Dutra assumiu a presidência no ano passado com apenas cerca de 150 associados e o número já está em 1.500.  Com uma programação ampla e diversificada, a Conabenc Rio consolida-se como um espaço estratégico para a discussão de desafios, avanços e perspectivas da engenharia civil no estado, oferecendo aos participantes oportunidade de atualização profissional e ampliação de sua rede de contatos (networking).  A palestra magna foi dada pelo engenheiro Carlos Henrique Siqueira, de 77 anos, que integrou a construção, vistoria e manutenção da Ponte Rio-Niterói, referência nacional em estruturas especiais. Siqueira, que é consultor da Ecoponte, falou de sua experiência e dos desafios para a manutenção deste marco da engenharia brasileira. O engenheiro disse que o Brasil tem cerca de 120 mil pontes, enquanto que a China cerca de 300 mil e os Estados Unidos, 650 mil. Ele lembrou que a manutenção dessas obras é o que faz diferença. Também participaram da abertura do evento a diretora da Mútua RJ, Ana Paula Masiero, uma das coordenadoras do Programa Mulher, do CREA-RJ; o diretor-geral da Mútua-RJ, Jamerson Freitas; o coordenador de programas estratégicos do CREA, Wallace Ronda; e a subprefeita de Grandes Complexos, Marli Peçanha. O engenheiro Wallace Ronda falou da importância dos programas estratégicos do CREA: Progredir, CREA Júnior, CREA Jovem e CREA Sustável. A diretora da Mútua-RJ, Ana Paula, reforçou a importância do Programa Mulher para o empoderamento das engenheiras. O CREA-RJ tem registradas 20 mil profissionais do sexo feminino.

CREA-RJ lança nova plataforma digital em live do presidente

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (CREA-RJ), engenheiro Miguel Fernández, lançou oficialmente nesta segunda-feira, 24 de novembro, à noite, a nova plataforma digital, que promete revolucionar a prestação de serviços do Conselho para os 100 mil profissionais e mais de 20 mil empresas registradas. O lançamento foi feito numa live transmitida pelo canal do CREA-RJ no YouTube (webtvcrearj), com duração de uma hora. A live já teve 2.500 visualizações, o equivalente a 20% do número de inscritos no canal. “Bem-vindos ao século 21. Com essa transformação, o CREA torna-se digital assim como os bancos e outros serviços. Temos muito a percorrer, mas estamos dando um primeiro passo para essa grande mudança na qualidade do atendimento dos profissionais, por meio da integração digital de todos os serviços do CREA”, afirmou Fernández, que é professor licenciado do Cefet e falou sem qualquer roteiro.  Apesar da novidade, o presidente do CREA pediu a paciência de todos se algo ainda não der certo como se deseja porque o sistema é robusto, bastante complexo e ficou anos sem atualização digital.  “O CREA está passando por modificação significativa da qualidade dos seus serviços. Esta é a grande entrega da nossa gestão. Precisamos que todos usem o sistema, mas tenham um pouco de paciência com os ajustes que serão feitos. Como sabemos, não existe obra sem barulho nem poeira. A Disneylândia ao ser inaugurada nos Estados Unidos oferecia 18 atrações, mas 11 não funcionaram”, disse o presidente do CREA-RJ, que encarou com tranquilidade as primeiras críticas feitas pelos internautas.  “Contamos com a ajuda de todos para trazer as indicações do que precisa ser ajustado”, disse Fernández, observando que o novo sistema foi inspirado na plataforma do CREA de Santa Catarina, um dos mais bem-sucedidos do país. O presidente do CREA ressaltou a importância da implantação da nova plataforma digital para a produção de dados que vão permitir a convergência de informações para aprimoramento da oferta de serviços, fiscalização do exercício profissional e um mapeamento bem preciso de toda a produção das engenharias no Estado do Rio. Com o aprimoramento do sistema, todos os arquivos em papel serão digitalizados. Assim como na live de lançamento do aplicativo CREA-RJ on-line, em 26 de agosto, o presidente do CREA lançou mão de um recurso didático: a simulação de uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do engenheiro André Gustavo Paulo de Frontin (1860-1933), considerado o patrono nacional da engenharia. Frontin foi contratado em 1889 pelo imperador Dom Pedro II para fazer a obra que ampliou significativamente o abastecimento de água na cidade do Rio de Janeiro,  de Janeiro, no evento que ficou conhecido como “milagre dos seis dias”, tempo de duração da obra. Ao custo de 170 contos de réis, o equivalente hoje a R$ 35 milhões, a obra durou apenas seis dias. Com a exibição de uma tela do sistema, o presidente do CREA-RJ mostrou o passo a passo para preenchimento online da ART de Paulo de Frontin. A nova ferramenta tem novidades como a demarcação da área de intervenção da obra ou serviço por meio da criação de um polígono que será georreferenciado.  “Isso muda completamente a dinâmica como se faz uma ART”, comentou Fernández, lembrando que atualmente são preenchidas por ano um total de 360 mil ARTs no Estado do Rio. Ao preencher a ART, o profissional terá a adesão automática à Tabela de Obras e Serviços (TOS), com itens pré-estabelecidos pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, de acordo com a habilitação de cada profissional. Fernández lembrou que sugestões de mudanças na tabela podem ser encaminhadas ao CREA que poderá propor a atualização junto ao Confea. A nova ART prevê também a adição de até dez itens sobre a obra. Já o item “observações gerais” permite se fazer a descrição de um complemento da obra ou serviço para melhor precisão das informações. O novo sistema permite que sejam feitas novas edições até dez dias depois de produzida a ART. Depois de concluída a ART, o pagamento poderá ser feito inicialmente por boleto bancário, mas depois por Pix, cartão de crédito e débito. Ao pagar com cartão, o usuário poderá acumular créditos de cashback que poderão resultar em descontos. Por enquanto, o preenchimento de ART só poderá ser feito no portal do CREA-RJ. O aplicativo CREA-RJ online permitirá apenas a consulta das informações.  VEJA A ÍNTEGRA DA LIVE

Comissão de Análise e Prevenção de Acidentes do CREA-RJ faz visita técnica à empresa EZ Volt

A Comissão de Análise e Prevenção de Acidentes do CREA-RJ fez uma visita técnica, no dia 11 de novembro, à EZ Volt, considerada a maior empresa de eletromobilidade do país. O objetivo foi esclarecer dúvidas quanto à segurança da recarga de veículos  elétricos, um tema polêmico e que gera muitas informações desencontradas. Participaram da visita técnica a coordenadora da CAPA, Lucyane Almeida,  e os membros da Comissão Nei Beserra e Mathusalécio Padilha, além dos conselheiros, engenheiros eletricistas Jorge Olmar e Regina Moniz, que foram convidados.  “Viemos a essa empresa para desmistificar algumas questões relacionadas ao carregamento dos carros elétricos, como o perigo de pegar fogo. Enquanto Comissão de Análise e Prevenção de Acidentes, a Capa, saímos daqui hoje bem preparados e com o entendimento de que é muito importante ter profissionais capacitados para atuar nessa área.”, avaliou Lucyane Almeida. A comitiva do CREA-RJ foi recebida pelo CEO da EZ Volt, engenheiro Gustavo Tannure, fundador da empresa. A EZ Volt foi fundada em 2019 e hoje já está em 20 estados do Brasil. Possui 1800 carregadores conectados; já realizou mais de 720 mil recargas; tem cerca de 121 mil clientes cadastrados nos aplicativos e a energia transacionada nas plataformas já ultrapassa 45 Gwh. Tannure fez uma apresentação sobre a empresa e tirou todas as dúvidas dos conselheiros. A seguir, levou o grupo para uma visita à oficina e, por fim,  foi com a comitiva ao primeiro eletroposto em área pública do Brasil, da EZ Volt, localizado no canteiro central da Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, que conta com carregadores ultra rápidos.  “Nós somos uma empresa carioca nascida no Rio de Janeiro em 2019 e que tem por objetivo a recarga de veículos elétricos. A gente foi acompanhando o crescimento do mercado. Sempre existiu uma grande dúvida se o mais adequado seria construir uma infraestrutura de recarga para possibilitar a chegada dos carros ou se o mais adequado era aguardar uma demanda de veículos elétricos para depois ir implantando a infraestrutura de recarga. E hoje eu já vejo que a história mudou por conta da chegada das fabricantes chinesas e dos veículos chineses, que têm inundado o mercado com carros elétricos. Então, hoje o que a gente já acompanha no Brasil é realmente uma carência enorme para pontos de recarga públicos. Já existem mais carros do que a rede de carregadores pode suprir.”, analisou Tannure.  Ele continua: “A gente sabe que hoje a questão de recarga e carregadores é a maior impedimento para a transição energética dos veículos. Ou seja, o cliente, ao comprar um carro elétrico, a primeira coisa que ele pensa é onde vai carregar o carro. E realmente isso é complexo. Ainda é um tema que está sendo equacionado através dos investimentos de empresas como as nossas, que levam os carregadores para onde os motoristas mais precisam carregar.” Segundo Tannure, existem muitas fake news quanto à recarga do carro elétrico, como o risco de pegar fogo. “São informações fantasiosas. Tudo isso tem que ser realmente desmistificado, com muito treinamento, esclarecimento e principalmente o que eu vejo como papel do CREA na fiscalização do profissional técnico.” E ele vai além. “A gente tem que estimular que as instalações que sejam feitas de carregadores, a manutenção dessas estruturas sejam feitas por profissionais capacitados, que tenham um registro, um histórico profissional, que os contratantes verifiquem o registro profissional, verifiquem o acervo técnico daquele profissional para saber se ele tem um histórico de trabalho para gente evitar que o exercício da profissão se dê sem a fiscalização, se dê por profissionais que não são habilitados, que não têm capacitação técnica. E é bom pra iniciativa privada que os serviços sejam feitos com pessoas capacitadas.”, finaliza.

CREA-RJ participa do 15º Seminário de Impermiabilização no Senai Tijuca

Com o tema “Problemas e Soluções”, a 15ª edição do Simper – Seminário de Impermeabilização, realizada pela  AEI – Associação de Engenharia de Impermeabilização no Senai Tijuca, nos dias 5 e  6 de novembro de 2025, contou com o apoio institucional do CREA-RJ.  O evento apresentou cerca de 30 palestras, cases de sucesso, novos produtos, sistemas, tendências, inovações, além de fazer demonstrações ao vivo. Na plateia, consultores, aplicadores e os mais renomados fabricantes. “Ficamos muito felizes com o apoio do CREA-RJ nesta 15ª edição do Simper – Seminário de Impermeabilização. Foi um evento em que tivemos palestras com os maiores especialistas do setor de impermeabilização; contamos com 20 expositores de alto nível; houve muita troca de informações; os participantes puderam tirar suas dúvidas e ainda fizeram networking”, afirmou o arquiteto Renato Giro, diretor presidente da AEI.  O gerente de fiscalização do CREA-RJ, engenheiro Cosme Chiniara, representou o presidente Miguel Fernández no evento. Em sua fala, ele abordou a mudança no estilo da fiscalização do CREA-RJ.  “A fiscalização, a princípio, pode assustar, mas estamos aqui para desmistificar isso. O presidente Miguel Fernández tem uma visão diferente. Hoje temos uma fiscalização mais orientativa e menos punitiva, provando que o CREA-RJ está ao lado das empresas e dos profissionais. Neste contexto, enquanto o número de Autos de Infração está diminuindo, o de ARTs está aumentando consideravelmente”, afirmou Chiniara.  Cosme falou sobre a importância da presença de profissionais habilitados em obras ou serviços de Engenharia, ressaltando que quando isso não é levado a sério, acidentes podem acontecer. E deu como exemplo o caso do condomínio do Recreio, na Zona Oeste do Rio, em que a obra no parquinho foi realizada por um leigo, os pilaretes não foram bem fixados e acabaram caindo sobre uma criança, que veio a óbito. A síndica até hoje responde por isso. O conteúdo completo das palestras está disponível no Canal da AEI no YouTube

Presidente do CREA-ES destaca a importância das Engenharias para a economia do Espírito Santo

O presidente do CREA-ES, Jorge Silva, e o presidente do CREA-RJ, Miguel Fernández, celebram o sucesso da 80a SOEA, em Vitória O anfitrião da 80a Semana Oficial de Engenharia e Agronomia (SOEA), o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (CREA-ES), Jorge Luiz Silva, destacou a importância dos engenheiros e agrônomos para a economia do estado do Espírito Santo. “Nós respondemos por mais de 71,90% do PIB Nacional e 78% do PIB Estadual, englobando o agronegócio, construção civil, metal mecânica, atividades de mineração e de engenharia elétrica. Nos próximos quatro anos, teremos R$ 137 bilhões em investimentos no Estado. Só a Petrobras irá investir R$ 35 bilhões na área de gás e petróleo. Serão recursos do governo do Estado e também da iniciativa privada”, afirmou Jorge Silva, que é engenheiro agrônomo, considerado um dos presidente de CREA mais simpáticos do país. O presidente do CREA-ES saudou o presidente do CREA-RJ, Miguel Fernández, ao se encontrarem espontaneamente na 1a Feira de Engenharia da SOEA. Jorge Silva agradeceu a Fernández pela presença do CREA-RJ, que levou ao evento uma das maiores delegações da SOEA.  “Presidente Jorge, parabéns. Está lindo, maravilhoso”, afirmou o presidente do CREA-RJ. O anfitrião da SOEA, Jorge Silva, foi um dos principais destaques na abertura da Semana, que lotou o auditório principal, chamado de Moqueca Capixaba. A solenidade de abertura contou com a presença do governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, que é engenheiro florestal, e da vice-prefeita do município de Serra, Gracieri Gaviorno; do presidente e do vice-presidente do Confea, respectivamente Vinícius Marchese e Nielsen Christianni; do presidente do Crea-ES, Jorge Silva; do presidente do Colégio de Presidentes de CREA, Fernando Galiza; do diretor-presidente da Mútua, Joel Krüger; da presidente do CREA do Amazonas, a conselheira federal Alzira Miranda; e da conselheira federal Gilcelia Figueiredo. O governador Renato Casagrande, um engenheiro que se destacou na política, exaltou as potencialidades econômicas do Espírito Santo, lembrando que no Estado há boas oportunidades para profissionais de Engenharia e Agronomia. O presidente do CONFEA, Vinícius Marchese, falou da enorme importância da SOEA para a capacitação profissional e para o desenvolvimento do país.  Emocionado com a realização da SOEA em seu estado, o presidente do Crea-ES destacou também a relevância dos engenheiros agrônomos técnicos e produtores rurais para a economia do estado. E terminou o discurso com seu tradicional grito de guerra: “Moqueca é capixaba; o resto é peixada”. Ao final, posou para fotos com amigos e funcionários do CREA-ES.

Mútua homenageia o engenheiro César Drucker na 80ª SOEA

O engenheiro civil César Drucker, de 93 anos, conselheiro vitalício do Clube de Engenharia e da SEAERJ e conselheiro suplente do CREA-RJ, foi homenageado pela Mútua – Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA, como o mutualista com mais idade na 80ª SOEA, no dia 8 de outubro de 2025. Ele recebeu a placa das mãos do diretor geral da Mútua, engenheiro civil Joel Krüger.  Drucker já havia sido homenageado pelo CREA-RJ, na cerimônia comemorativa dos 90 anos do Conselho, que aconteceu no Palácio Tiradentes, antiga sede da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro – Alerj, em 2024. Na ocasião, ele tinha 92 anos, dois a mais que o CREA-RJ. Confira a entrevista de César Drucker.  O que esta homenagem significa para o senhor? Eu já tinha sido homenageado pelo CREA-RJ quando ele completou 90 anos, em 2024,  em solenidade na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, por motivo de dedicação à entidade de classe Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro – Seaerj. Na ocasião eu era mais velho que o CREA-RJ, tinha 92 anos. Penso que a presente homenagem representa a confirmação, em nível nacional, da minha proposta , elaborada em nível estadual , para  que todos os profissionais, após a passagem para a aposentadoria, venham participar ativamente nas suas entidades de classe, não importa a idade. A pergunta é: se há colegas com mais de 90 anos  participando regularmente da sua entidade de classe, porque não participar também?  O que está escrito na placa ? Na placa com que fui agraciado pelo presidente nacional da Mútua, engenheiro Joel Krüger, no final da  SOEA 2025,  em Vitória (ES), há uma extensa descrição, que  poderia ser condensada em: ”Homenagem ao mutualista de maior idade da 80ª SOEA, pelo exemplo de dedicação, pioneirismo, compromisso com nossa entidade, e trajetória que inspira as novas gerações”. Há quantos anos é mutualista? Comecei a me interessar pelos assuntos da Mútua em 2018, quando meu amigo e ex-presidente da Seaerj, Luiz Felipe Pupe de Miranda, teve o primeiro cargo de diretor geral da Mútua RJ. Em 2024 me associei. Acho que a Mútua é um instrumento fundamental para a proteção social de engenheiros e agrônomos. Digo isso baseado na minha atividade de dezenas de anos na área da previdência dos servidores estaduais do Estado do Rio de Janeiro. E há quanto tempo é engenheiro? Sou engenheiro há 68 anos, pois formei-me em 1957, em Engenharia Civil  pela Escola Nacional de Engenharia da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, no Largo de São Francisco. A turma foi destacada, pois demos um Ministro da Fazenda, Mário Henrique Simonsen, e um presidente do BNDES, Marcos Pereira Vianna. Mas a minha vida de trabalho tem mais de 70 anos. No segundo ano da faculdade, fui contratado como monitor na cadeira de Física II, cujo catedrático era o professor Antônio José da Costa Nunes, pai do estudo de Mecânica dos Solos no país. Então está acontecendo comigo uma contagem de tempo que nunca ocorreu antes. Trabalhei 35 anos para me aposentar, e estou trabalhando outros 35 anos nas entidades de classe da profissão. A força de trabalho crescente da terceira idade é assunto para ser estudado no mundo do trabalho.  Como tudo começou ? Porque escolheu ser engenheiro? Foi um encaminhamento natural. Quando criança, eu gostava de ferramentas, abria os aparelhos da casa, consertava coisas. Construía carrinhos para descer em ladeiras, era aeromodelista. Exame vestibular só fiz para Engenharia. Acho importante destacar que sempre quis ser engenheiro do serviço público. Nada contra a iniciativa privada. Mas minha vocação é agir no interesse da sociedade. O que a profissão significa para o senhor? Tive a sorte de que minha vida laboral decorreu em duas épocas seguidas de intensa atividade da Engenharia. No então Distrito Federal e posterior Estado da Guanabara participei das grandes obras de saneamento executadas pela Sursan – Superintendência de Urbanização e Planejamento, e fiz parte da equipe do governador Carlos Lacerda que tratava no Banco Interamericano de Desenvolvimento do financiamento para estas obras . Editei a revista “Engenharia Sanitária”, sobre setor que teve grande desenvolvimento nessa época. Ela existe até hoje,  e se tornou o órgão da Abes RJ – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental , com o nome de “Engenharia Sanitária e Ambiental”.  Após a extinção da Sursan, integrei, desde a sua fundação, a Companhia do Metropolitano do Rio de Janeiro – Metrô, e participei de curso  sobre a construção metroviária no Japão. Que legado o senhor quer deixar para a sociedade? Penso que minha imagem já está estabelecida perante meus familiares, cônjuge, amigos e colegas de profissão. Além do desempenho profissional, fazem parte da imagem outras atividades.  O senhor tem forte atuação nas entidades de classe. Na Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro – Seaerj, comecei ajudando a criar uma Diretoria Assistencial, para atender aos aposentados e aos pensionistas. Hoje, sou conselheiro vitalício da entidade. Participei da criação do Centro Cultural da  Seaerj, do qual fui presidente. No Clube de Engenharia do Brasil, participo do Conselho Diretor como conselheiro vitalício. Já integrei a Diretoria durante seis anos como diretor cultural. Como foi a sua atuação política na época da faculdade? Quando eu era aluno na faculdade, fui eleito, no Diretório Acadêmico, para diretor cultural. Isto abrangia biblioteca, xadrez e pingue-pongue. O meio político estava agitado devido à votação do projeto de lei que criava a Petrobras. Os estudantes participavam da greve geral em apoio ao projeto. Desmontamos as mesas de pingue-pongue no quarto andar e as remontamos na Avenida Passos no meio dos trilhos do bonde. Ficamos jogando pingue-pongue para impedir o tráfego. Nossas bandeiras eram Desenvolvimentismo e Industrialização. Hoje, no Clube de Engenharia, são Soberania e Inovação. Mudam os nomes, mas ao longo do tempo os ideais são os mesmos. Como foi a participação na Marcha dos 100 mil? Em 1968, ocorreu  “A Marcha dos 100 mil”, histórica manifestação popular que pedia o retorno das liberdades democráticas.

Sociedade Chinesa de Engenharia assina Memorando de Entendimento (MoU) com CREA-RJ e FEBRAE

No dia 23 de setembro, a Federação Brasileira de Associações de Engenheiros – FEBRAE, promoveu, em parceria com o CREA-RJ, uma reunião com representantes da Chinese Society of Engineers (CSE), a Sociedade Chinesa de Engenharia. O encontro ocorreu na sede do Conselho e teve como objetivo a assinatura do Memorando de Entendimento (MoU), visando a fortalecer a cooperação técnica, intercâmbio de conhecimento e a abertura de novas oportunidades e parcerias entre engenheiros brasileiros e chineses. Além disso, foram discutidas pautas importantes das áreas de tecnologia, infraestrutura e inovação, com um maior destaque em projetos de Engenharia naval, industrial e de petróleo e gás. O presidente da FEBRAE, engenheiro civil e de segurança do trabalho Hideraldo Gomes, agradeceu ao presidente do CREA-RJ, engenheiro Miguel Fernández. “Desde já agradeço ao presidente do CREA por estar nos recebendo, juntamente com as entidades daqui do Rio e os chineses. Esse evento é de suma importância para a Engenharia Nacional, que proporcionará pontos positivos entre as indústrias brasileiras e chinesas, tanto para a tecnologia quanto para os profissionais”, afirma. Hideraldo também apontou as principais experiências proporcionadas pela reunião. “Há muito o que aprender com eles, mas também podemos auxiliar em alguns processos industriais, porque possuímos profissionais capacitados para o desenvolvimento tecnológico e para a inteligência artificial. No encontro de hoje, é muito importante dar início ao relacionamento que teremos com a China nesse processo de intercâmbio cultural, educacional e também profissional, principalmente por meio da tecnologia”, disse. Também marcaram presença no encontro autoridades como o presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança – SOBES, Fernando Correia Lima, e o vice-presidente da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro – SEAERJ, Alvaro Milano Moraes.

CREA-RJ realiza palestra para celebrar a 50° edição Curso de Perícia Judicial e Ambiental

No dia 22 de setembro, foi comemorada a 50° edição do Curso de Perícia Judicial e Ambiental, realizado pela Associação Profissional dos Engenheiros Florestais do Estado do Rio de Janeiro (APEFERJ) e pela engenheira florestal Denise Baptista Alves, com apoio do Sistema Confea/CREA, Mútua e dos programas Progredir e CREA JR-RJ. Uma palestra foi promovida na sede do CREA-RJ, para celebrar a marca relevante e os nove anos de parceria entre o Conselho e a APEFERJ. Denise Baptista Alves compôs a mesa ao lado do superintendente estratégico do CREA-RJ, biólogo Pedro Coelho; e do engenheiro civil e professor Marcelo Souza.  Denise destacou o panorama do curso. “É uma honra estar há nove anos aqui. 50 cursos já foram feitos nesta casa e já formamos mais de 1200 profissionais. Ser perito é atuar dentro  das suas possibilidades de habilitação, além de ser uma pessoa caprichosa e estudiosa”, afirma. Pedro Coelho pontuou a presença da engenheira para o enriquecimento do curso. “O fato da Denise trazer esse conhecimento, tanto por ser diretora quanto por já ter sido conselheira, aplica uma sensibilidade de enxergar lacunas de oportunidade nessa área. Com isso, contribui com o aperfeiçoamento profissional”, disse. Marcelo Souza falou sobre o suporte mútuo durante a realização do curso. “A troca de experiências é muito grande. Então qualquer dúvida que vocês tiverem, a consulta é imediata, em algum momento vocês vão encontrar algum colega que irá ajudar ou um somatório deles. É uma experiência bem enriquecedora”, declarou.   Com uma carga horária total de 24 horas, incluindo aulas teóricas virtuais e ao vivo, das 17h30 às 21h30, o 50º Curso de Perícia Judicial e Ambiental acontecerá nos dias 22,23, 24, 25, 26, 29 e 30 de setembro de 2025.