Live do Programa Mulher debate o equilíbrio entre maternidade, parentalidade e carreira

Maternidade, Parentalidade e Carreira: Como Equilibrar Tudo? Este é o tema da próxima live do Programa Mulher CREA-RJ, que acontecerá no dia 22 de maio e contará com a presença da engenheira civil Camila Jannotti e da engenheira agrônoma Fernanda Villarinho. Camila Jannotti é engenheira civil e especialista em orçamentos de obras. Fez história ao se tornar a primeira mulher a coordenar a fiscalização interna do Crea-RJ e tem ampla experiência em regulação de concessões rodoviárias na AGETRANSP.  Fernanda Villarinho é engenheira agrônoma e engenheira de segurança do trabalho, conselheira titular na Câmara Especializada de Agronomia – CEAgro do CREA-RJ pela AEARJ, sócia e responsável técnica de empresa especializada na gestão de áreas verdes com mais de 15 anos de atuação no mercado público e privado. Ambas são mães e enfrentam o desafio diário de conciliar a maternidade com o trabalho. A live acontece no dia 22 de maio, às 19h, pelo Instagram do programa: @programamulhercrearj Não perca essa oportunidade de desenvolvimento e troca de experiências!

China define cronograma para estação solar espacial, um dos maiores feitos de engenharia já planejados

A China anunciou um ambicioso projeto para construir a maior estação de energia solar espacial já planejada, localizada a 36 mil quilômetros da Terra. Com o objetivo de fornecer energia solar ininterrupta e reduzir a dependência de combustíveis fósseis, o país estabeleceu um cronograma para a implementação dessa usina orbital.A estação será posicionada em órbita geoestacionária, permitindo a captação contínua de energia solar, independentemente das condições meteorológicas ou do ciclo dia-noite. A energia coletada será convertida em micro-ondas e transmitida para a Terra, onde será reconvertida em eletricidade utilizável. O conceito de energia solar espacial não é novo: foi proposto inicialmente por cientistas americanos na década de 1960. No entanto, somente nas últimas duas décadas, com avanços em robótica, paineis solares ultraleves e transmissão sem fio, tornou-se tecnicamente viável. A China iniciou oficialmente pesquisas nessa área em 2011 e, desde então, vem realizando testes e desenvolvendo tecnologias críticas para viabilizar o projeto, incluindo paineis solares adaptáveis ao espaço e sistemas de transmissão de micro-ondas de alta precisão. Este projeto é comparado em magnitude à Barragem das Três Gargantas, a maior usina hidrelétrica do mundo, também localizada na China. A construção da estação espacial solar enfrenta desafios técnicos e logísticos significativos, incluindo o desenvolvimento de foguetes pesados reutilizáveis, como o CZ-9, para transportar os componentes necessários ao espaço. A iniciativa chinesa destaca-se em um cenário global onde outras nações, como Japão, Estados Unidos e países europeus, também exploram a viabilidade da energia solar espacial. No entanto, a China parece liderar essa corrida, estabelecendo metas concretas e investindo em tecnologias avançadas para tornar o projeto uma realidade. Com a implementação dessa estação, a China busca não apenas atender à crescente demanda por energia limpa, mas também posicionar-se como líder em inovação tecnológica e sustentabilidade energética no cenário internacional. Cronograma do Projeto

5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente e o enfrentamento às emergências climáticas

A 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA) foi realizada de 6 a 9 de maio, em Brasília, após 11 anos desde a última edição. O evento marcou a retomada da participação popular na formulação de políticas ambientais no país. Promovida pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), a conferência teve como tema central “Emergência Climática: o Desafio da Transformação Ecológica”. A CNMA contou com a presença de 1.501 delegados e delegadas, representantes de todos os estados e do Distrito Federal. Destacou-se a diversidade dos participantes: 56% mulheres, 64% pessoas negras e um terço provenientes de povos indígenas e comunidades tradicionais. Essa composição refletiu o compromisso com a justiça climática e a inclusão de vozes historicamente marginalizadas no debate ambiental. Os debates foram organizados em cinco eixos temáticos: Mitigação; Adaptação e Preparação para Desastres; Transformação Ecológica; Justiça Climática; e Governança e Educação Ambiental. Durante o evento, foram analisadas mais de 2.600 propostas oriundas de conferências municipais, intermunicipais e estaduais realizadas em 2.570 municípios. Dessas, 100 propostas prioritárias foram selecionadas para subsidiar a atualização da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) e a elaboração do novo Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima), com metas até 2035.  Compromissos e resoluções Entre as principais resoluções aprovadas na conferência está a recomendação para que, no mínimo, 5% do orçamento dos entes federativos seja destinado a ações de enfrentamento às mudanças climáticas, o que demonstra a intenção de garantir recursos estáveis e significativos para políticas públicas na área ambiental. Além disso, foi proposto o desenvolvimento de programas permanentes de educação ambiental, com foco na formação de lideranças comunitárias capazes de atuar localmente na defesa do meio ambiente e na promoção de práticas sustentáveis. Outro ponto de destaque foi o compromisso com o fortalecimento de políticas públicas que promovam uma transição ecológica justa, articulando sustentabilidade ambiental com justiça social. As propostas incluem incentivos à geração de empregos verdes, à inclusão produtiva de populações vulneráveis e ao apoio a modelos econômicos baseados em energias limpas e tecnologias sustentáveis. Essas iniciativas visam a alinhar o Brasil aos compromissos internacionais, como o Acordo de Paris, e preparar o país para sediar a COP30 com uma política climática mais participativa. A abertura da conferência contou com a presença de diversas autoridades, incluindo a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva; o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin; as ministras Macaé Evaristo (Direitos Humanos e Cidadania), Anielle Franco (Igualdade Racial) e Márcia Lopes (Mulheres); a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra; e o presidente do Superior Tribunal de Justiça, Herman Benjamin. Também participaram representantes de órgãos como o Ibama, ICMBio, CNPq e Sebrae.

Curso Online Gratuito: Imersão em Patologia das Construções

Curso Online e Gratuito: Imersão em Patologia das Construções Do dia 13 ao dia 18 de maio acontece, a partir das 20h, o curso online e gratuito “Imersão em Patologia das Construções”, ministrado pela  empresária, professora e orientadora de carreira, engenheira civil Marília Araújo. De acordo com a engenheira Marília Araújo, o objetivo é que os alunos fiquem aptos a atuar com laudos técnicos em uma área que paga bem e quase ninguém domina e tem carência de profissionais especializados. Inscreva-se: https://mariliaeng.com.br/imersao-crea

Dia do Automóvel

No dia 13 de maio é celebrado no Brasil o Dia do Automóvel e da Estrada de Rodagem. A data foi instituída pelo presidente Getúlio Vargas através do decreto n° 24.224, em 11 de maio de 1934. Também é uma homenagem à primeira autoestrada do país: a rodovia Rio-Petrópolis, que conectava a Capital da República no Rio de Janeiro à cidade serrana. Atualmente faz parte da BR-040 e se chama Rodovia Washington Luís, inaugurada em 13 de maio de 1926.  Os automóveis impactaram a forma de deslocamento, principalmente nas grandes cidades, acelerando a locomoção e encurtando distâncias, tornando-se mais ampla e acessível ao longo dos anos. Com o desenvolvimento de novas tecnologias, a adoção de práticas sustentáveis em meios aos desafios de mobilidade urbana se faz cada vez mais necessária. Biocombustíveis, como a cana de açúcar e o milho, são o destaque na transição energética da economia, além dos carros elétricos, que deixaram de ser uma utopia. Assim, o carro passa a ser visto como parte de um ecossistema de mobilidade conectado, não sendo  uma oposição ao transporte público, por exemplo.  Em relação à indústria automotiva brasileira, entre as 18 atividades que apresentaram alta na produção, veículos automotores, reboques e carrocerias (12,0%) exerceram o principal impacto em julho de 2024, aumentando o ritmo de crescimento quando comparado ao desempenho obtido em junho (4,8%), segundo dados da Industrial Mensal (PIM – Brasil). História do setor automotivo O primeiro carro a rodar em solo brasileiro foi um Peugeot, que chegou ao país importado da Europa em 1891 a pedido de Alberto Santos Dumont, o pai da aviação. O modelo era um Typ 3 que se aproximava mais de uma carruagem motorizada do que um carro como é conhecido na atualidade. O automóvel tinha uma alavanca no lugar do volante e os dois bancos ficavam posicionados de frente um para o outro. A Ford inaugurou a primeira fábrica de automóveis no Brasil em maio de 1919. No centro de São Paulo, na Rua Florêncio de Abreu, a planta produzia o Modelo T, também chamado de Ford Bigode, com o uso de peças importadas. Mas apenas em 15 de novembro de 1956 que se teve um carro totalmente fabricado no Brasil, o DKW-Vemag Vemaguet. Com rodas pequenas e a porta única que se abre para a frente, ele era fabricado no interior de São Paulo e sua produção durou de 1956 a 1961.  Em 1953 entrou em vigor a proibição de importar carros inteiros, visando estimular a indústria nacional. A medida deu certo e muitas empresas instalaram fábricas no país, o que deu origem a modelos como o Romi-Isetta e o DKW. Contudo, a importação de veículos voltou a ficar suspensa em 1976, durando até junho de 1990. E o primeiro automóvel importado a desembarcar em solo brasileiro na década de 1990 foi um BMW 520i, que chegou ao aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, no dia 15 de junho de 1990. A primeira edição do Salão do Automóvel de São Paulo foi realizada em 1960, no Parque do Ibirapuera. O evento contou com a participação de 11 fabricantes e reuniu 400 mil visitantes. Entre as atrações na época estavam o lendário VW Fusca, o Simca Chambord, o Aero Wyllis e o Romi-Isetta. O salão passou a ser bienal em 1962 e só foi transferido para o Anhembi em 1970. O Gurgel Itaipu E400 é o primeiro carro elétrico brasileiro, desenvolvido pela Gurgel e apresentado em 1981. Silencioso, com um design que podia ser considerado futurista para a época e autonomia de 80 km, o modelo tinha muito potencial. O nome do modelo é uma referência à sua capacidade de carga: 400 kg. Porém, o custo elevado da bateria tornou o projeto inviável e sua produção se encerrou em 1982 com somente 76 unidades fabricadas. Já o precursor do etanol foi o Fiat 147. O projeto nasceu devido à crise do petróleo enfrentada anos antes, dando origem em 1979 ao compacto com motor 1.3 que consumia álcool hidratado. A partir desse desenvolvimento tivemos o primeiro modelo flex do país, o VW Gol em 2003, e o primeiro híbrido flex, o Corolla, em 2019. Atualmente as marcas flex representam cerca de 81% das vendas de automóveis no país em 2022.  Os veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUV (Sport Utility Vehicle), combinando características de passeio e off-road, teve sua estreia no Brasil com o Rural Willys, modelo baseado no Willys Jeep Station Wagon norte-americano. A produção no país, mais especificamente na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), começou em 1958, sob licença da Willys Overland. Mas na década de 1970, a Ford passou a produzir a Rural após a aquisição da Willys anos antes. E quem iniciou o segmento de SUVs compactos por aqui foi o Ford EcoSport, em 2003, mas depois abriu espaço para uma grande leva de concorrentes. Fonte: Revista Carro

Cuidados a serem tomados em alertas de chuva extrema

Com alertas de temporais na região sudeste até domingo (dia 6), o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden) divulgou alertas de risco para eventos geo-hidrológicos no sudeste. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também apresentou avisos de perigo devido aos acumulados de chuva para essas regiões. Cidades de São Paulo, Espírito Santos, Minas Gerais e até mesmo o Rio de Janeiro podem ser afetadas por deslizamentos e alagamentos.  O Conselho Nacional de Segurança contra Raios dos EUA afirma que buscar refúgio, antes que os raios de uma tempestade representem perigo, reduz e muito as chances de ser atingido, com o risco tornando-se quase zero. Assim, precauções gerais devem ser tomadas para garantir a integridade física e segurança de si próprio e das pessoas ao redor nesses casos, como: – Buscar abrigo em um local seguro e coberto, seja área de comércio, seja estações, afastando-se de árvores, já que são estruturas mais altas propensas a serem atingidas por raios e que contém água e seiva, conduzindo eletricidade; – Desconectar equipamentos elétricos das tomadas, usar lanternas e deixar a passagem livre para facilitar a locomoção dentro de casa durante apagões e não use elevadores porque eles não irão funcionar e a pessoa corre o risco de ficar presa dentro dele; Também é importante carregar os aparelhos eletrônicos antes da passagem da tempestade para garantir a comunicação e possíveis pedidos de ajuda; – Manter a distância de estruturas como muros, cercas, postes, portões metálicos (estruturas metálicas como um todo) e janelas de vidro, evitando quedas, estilhaços de vidro e choques elétricos;  – Evitar usar telefones fixos porque durante uma tempestade a descarga elétrica pode atingir e danificar o aparelho, também causando choques e queimaduras a quem está com o aparelho em mãos;  – Evitar zonas de alagamentos, se estiver dirigindo; não atravessar ruas inundadas, já que seu veículo pode ser arrastado pela correnteza ou mesmo flutuar com cerca de 30cm de água e causar acidentes graves, e diminuir a velocidade se a visibilidade não for clara;  – Em pontos de ônibus, o recomendado é ficar sentado com os pés suspensos para evitar contato com o solo, já que o raio pode gerar correntes elétricas que percorrem o solo, podendo causar desde queimaduras a uma parada cardíaca. E se sentir o cabelo arrepiar, pode ser um sinal que um raio está prestes a cair; – Evitar contato com a água encanada em tempestade de raios, já que, apesar de ser raro, descargas elétricas podem passar pela tubulação; -Ter um plano de ação em caso de emergência também é essencial, como combinar um ponto de encontro seguro, o que fazer para proteger os animais de estimação, preparar um kit de emergência com água, alimentos não perecíveis, medicamentos, documentos e colocar objetos de valor em locais longe do chão. E ao retornar para  casa, quando for seguro, é importante limpar as áreas afetadas pela enchente para evitar doenças.  Para receber alertas da Defesa Civil via SMS, é necessário apenas enviar uma mensagem para o número 40199 com o CEP da área que você mora. Já pelo WhatsApp, cadastre o número 61 2034-4611 ou acesse o site https://wa.me/556120344611 , dê um “oi” para o robô de alertas e siga os passos da tela para cadastrar as áreas de interesse ou pesquisar os alertas já vigentes.  O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) também dispõe um Painel de Alertas que pode ser acessado através do link: https://painelalertas.cemaden.gov.br/ e os alertas do Inmet podem ser acessados tanto pela plataforma X, @inmet_, pelo instagram @inmet.oficial ou pelo site http://portal.inmet.gov.br   

48º Curso de Perícia Judicial e Ambiental

Estão abertas as inscrições para o 48º Curso de Perícia Judicial e Ambiental, uma realização da Associação Profissional dos Engenheiros Florestais do Estado do Rio de Janeiro (Apeferj), da engenheira florestal Denise Baptista Alves, com apoio do Sistema Confea/Crea e Mútua e dos programas Progredir e Crea JR-RJ. O curso acontece nos dias 10, 11, 12, 13, 16 e 17 de junho, das 17h30 às 21h30, com aulas teóricas virtuais e ao vivo, totalizando uma carga horária de 24 horas. O objetivo é apresentar noções de legislação e requisitos conexos à atuação do perito judicial e ambiental. O curso se destina a todos os profissionais de nível superior e está de acordo com a Resolução CM n° 02/2018, no que diz respeito aos procedimentos para o cadastro de profissionais para atuação como peritos judiciais e extrajudiciais de órgãos técnicos ou científicos, para indicação da parte junto ao Poder Judiciário. Inscrições pelo e-mail: [email protected]

Formação geológica da Terra data de 4,5 bilhões de anos

A Terra possui uma história geológica que se estende por aproximadamente 4,54 bilhões de anos. Desde sua formação a partir da nebulosa solar até os dias atuais, o planeta passou por transformações significativas que moldaram sua estrutura interna e superfície. Acredita-se que tenha se formado por meio da acreção de materiais presentes na nebulosa solar, uma massa de gás e poeira remanescente da formação do Sol. Durante esse processo, colisões constantes entre corpos celestes geraram calor intenso, levando à fusão dos materiais e à formação de um oceano de magma. Com o resfriamento gradual, os materiais mais densos, como ferro e níquel, afundaram para o centro, formando o núcleo terrestre, enquanto os elementos mais leves ascenderam, dando origem ao manto e à crosta.​ Estrutura interna da Terra é composta por três camadas principais:​ – Núcleo: camada mais interna da Terra, situado no centro do planeta, é dividido em núcleo interno sólido e núcleo externo líquido e composto principalmente por ferro e níquel, o núcleo externo líquido gera o campo magnético terrestre por meio de movimentos de convecção. Esse campo magnético é essencial para proteger o planeta da radiação solar e permitir a existência de vida na superfície. – Manto: situado abaixo da crosta, o manto se estende até aproximadamente 2.900 km de profundidade. É composto por rochas siliciosas ricas em ferro e magnésio, que, devido às altas temperaturas, encontram-se em estado pastoso, formando o magma. As correntes de convecção no manto são responsáveis pelo movimento das placas tectônicas, influenciando a formação de vulcões e a deriva continental. Embora sólido, o manto apresenta comportamento plástico ao longo de escalas de tempo geológicas, permitindo o movimento das placas tectônicas.​ – Crosta: é  a camada mais externa e fina da Terra, com espessura que varia de 5 km (nas regiões oceânicas) a 70 km (nas áreas continentais). É na crosta que ocorrem processos geológicos como a formação de montanhas e terremotos, devido ao movimento das placas tectônicas. ​Composta por rochas ígneas, metamórficas e sedimentares, dvide-se em crosta continental, mais espessa e menos densa, e crosta oceânica, mais fina e densa. A compreensão das funções e interações dessas camadas é vital para entendermos os processos geológicos, climáticos e ambientais que moldam nosso planeta. Estudos contínuos sobre a estrutura interna da Terra fornecem informações valiosas sobre sua formação, evolução e as dinâmicas que sustentam a vida.​ Movimentos tectônicos e formação dos continentes A teoria da tectônica de placas explica a dinâmica da litosfera terrestre, fragmentada em várias placas que flutuam sobre o manto subjacente. Ao longo das eras, esses movimentos resultaram na formação e fragmentação de supercontinentes:​ Eras geológicas e evolução A história da Terra é dividida em éons, eras, períodos e épocas, que refletem eventos significativos na geologia e na vida. Durante o éon Fanerozoico (últimos 539 milhões de anos), ocorreram três eras principais:​ Estruturas Geológicas Atuais Atualmente, a superfície terrestre é composta por três principais estruturas geológicas:​ Fonte: Serviço Geológico do Brasil

Programa Mulher CREA-RJ realiza workshop de dança na Quinta da Boavista

O Programa Mulher CREA-RJ realiza neste sábado (10/5), o workshop “Autoconfiança e Empoderamento Feminino – Dança e Expressão Corporal”, das 8h30 às 11h30, na Quinta da Boa Vista. O evento inclui duas palestras e uma aula de dança e expressão corporal, além de distribuição de kits e sorteio de brindes. O workshop tem correalização da Mútua/RJ e do Programa Mútua/Mulher.