80 pontes e viadutos serão recuperados em 2026 no trecho entre Rio de Janeiro e Minas Gerais

As rodovias que conectam o Rio de Janeiro ao estado de Minas Gerais passarão por novas intervenções de recuperação em pontes e viadutos, estruturas fundamentais para a segurança e a eficiência do transporte rodoviário. Ao todo, cerca de 80 obras de arte especiais serão recuperadas em um contrato estimado em R$ 12 milhões. As chamadas obras de arte especiais — que incluem pontes, viadutos e outras estruturas de grande porte — são elementos essenciais da infraestrutura viária. A manutenção e recuperação dessas estruturas garantem maior segurança aos usuários, aumentam a durabilidade das rodovias e contribuem para a eficiência logística entre estados. O novo conjunto de intervenções dá continuidade a um trabalho já realizado recentemente no mesmo corredor rodoviário. Em 2025, foram executadas obras de recuperação em mais de 200 estruturas ao longo de aproximadamente 750 quilômetros de rodovias que integram a ligação entre os dois estados, em um contrato de R$ 18 milhões. Segundo a direção da empresa responsável, a Séllos Engenharia, intervenções desse tipo exigem planejamento técnico rigoroso e soluções de Engenharia adequadas às condições estruturais de cada obra.  As atividades envolvem serviços como reforço estrutural, recuperação de concreto, tratamento de fissuras, recomposição de elementos estruturais e outras técnicas voltadas à ampliação da vida útil dessas estruturas. Esse tipo de intervenção é fundamental para manter o desempenho das rodovias e prevenir problemas que possam comprometer a mobilidade e a segurança viária. Entre exemplos de grandes estruturas que já passaram por processos de reforço e recuperação estrutural no estado do Rio de Janeiro estão a Ponte Rio-Niterói e o Arco Metropolitano, obras estratégicas para a mobilidade urbana e logística regional. A recuperação de pontes e viadutos é considerada uma das áreas mais especializadas da Engenharia Civil, envolvendo análises estruturais detalhadas, tecnologias de reforço e técnicas de intervenção que garantem maior segurança e durabilidade às estruturas que sustentam o sistema rodoviário brasileiro.

Eleições do Sistema CONFEA/CREA e Mútua 2026: confira as datas mais importantes do calendário eleitoral

O Sistema CONFEA/CREA e Mútua prepara-se para as Eleições 2026, um dos momentos mais importantes para a definição das lideranças que irão conduzir o futuro da Engenharia, Agronomia e Geociências no Brasil. O pleito será realizado no dia 3 de julho de 2026, das 8h às 19h, de forma online, permitindo a participação de profissionais registrados em todo o país. De acordo com o Calendário Eleitoral 2026, o prazo para apresentação do requerimento de registro de candidatura terá início no dia 6 de abril de 2026 (segunda-feira) e se encerrará no dia 17 de abril de 2026 (sexta-feira), sendo esta uma etapa obrigatória para todos os cargos em disputa. Cargos em disputa As eleições de 2026 abrangem cargos estratégicos em todo o Sistema, incluindo: Os eleitos cumprirão mandato de 1º de janeiro de 2027 a 31 de dezembro de 2029, exercendo papel fundamental na formulação de políticas, fiscalização do exercício profissional e fortalecimento das categorias tecnológicas. Etapas importantes do calendário Além do período de registro de candidaturas, o cronograma eleitoral estabelece outras datas relevantes: Atenção aos prazos O cumprimento rigoroso dos prazos é essencial para garantir a participação no processo eleitoral. O período de 6 a 17 de abril é a única janela para formalizar a candidatura, sendo indispensável a apresentação da documentação exigida conforme o regulamento eleitoral unificado do Sistema. Participação fortalece o Sistema As eleições representam uma oportunidade para que profissionais contribuam diretamente com o direcionamento do Sistema CONFEA/CREA e Mútua, escolhendo ou se colocando como representantes de suas áreas. A participação ativa reforça a transparência, a representatividade e o desenvolvimento institucional das engenharias, da agronomia e das geociências no país. Fique atento aos prazos, organize sua documentação e participe desse processo que define os rumos da sua profissão. Acompanhe todas as informações sobre as Eleições 2026 aqui

UFRJ abre inscrições abertas para o 1º Concurso de Soluções Inovadoras

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está com inscrições abertas para o 1º Concurso de Soluções Inovadoras – Prêmio Engaja UFRJ, iniciativa que vai reconhecer propostas desenvolvidas pela própria comunidade acadêmica para enfrentar desafios reais da instituição. O prazo para participação segue até o dia 15 de maio de 2026, por meio de formulário eletrônico disponível no site da Pró-Reitoria de Gestão e Governança (PR-6). A proposta do concurso é estimular a criação de soluções práticas e aplicáveis ao cotidiano universitário, promovendo melhorias na qualidade de vida nos campi e contribuindo para a modernização da gestão institucional. Ao todo, até dez iniciativas serão selecionadas, com premiação individual de R$ 10 mil, além de certificado, inclusão no Banco de Soluções da PR-6 e possibilidade de implementação por meio de compras públicas para inovação (CPSI). Podem participar docentes, estudantes, técnicos-administrativos, pesquisadores visitantes, integrantes de startups vinculadas à UFRJ e demais profissionais ligados à instituição, de forma individual ou em equipes de até cinco integrantes. As propostas serão avaliadas com base em critérios como potencial inovador, impacto social, viabilidade, escalabilidade e uso eficiente de recursos. O processo seletivo será dividido em etapas, incluindo avaliação técnica e apresentação final dos projetos. Os desafios contemplados pelo edital estão organizados em sete áreas estratégicas: segurança nos campi, acessibilidade, mobilidade, conectividade e telecomunicações, gestão de resíduos, alimentação coletiva sustentável e uso eficiente de água e energia. Os temas refletem demandas diretamente relacionadas à permanência estudantil, à eficiência administrativa e à sustentabilidade institucional. De acordo com o pró-reitor de Gestão e Governança da UFRJ e vice-presidente do Clube de Engenharia do Brasil, Fernando Peregrino, a iniciativa representa uma mudança de paradigma na forma como a Universidade lida com seus próprios desafios. “Trata-se de transformar despesa em estratégia e fazer da própria Universidade um espaço de experimentação e solução — um verdadeiro laboratório vivo”, destacou. Inspirado em experiências internacionais, o concurso tem caráter pioneiro no Brasil e busca consolidar uma política institucional de inovação voltada para dentro da universidade. A expectativa é que a iniciativa fortaleça o papel da UFRJ não apenas como produtora de conhecimento, mas também como agente ativo na resolução de seus próprios desafios, podendo servir de referência para outras instituições públicas de ensino superior no país.

ABES-RJ abre inscrições para o curso “Redes Coletoras de Esgoto: Projeto Completo com SANCAD”

A ABES-RJ está com inscrições abertas para o curso “Redes Coletoras de Esgoto: Projeto Completo com SANCAD”, uma oportunidade estratégica para profissionais e estudantes que desejam se especializar no dimensionamento e desenvolvimento de projetos de esgotamento sanitário. As aulas serão ministradas em formato online nos dias 11 e 18 de abril, das 8h às 18h, com intervalo para almoço das 12h às 14h. O curso será conduzido pelo engenheiro Leandro Martini Ribeiro, formado pelo Instituto Militar de Engenharia e especialista em Engenharia de Saúde Pública pela Universidade de São Paulo.  Com ampla experiência no setor, o docente é reconhecido pela atuação no planejamento e dimensionamento de sistemas de esgotamento sanitário, além de sua contribuição na formação de novos profissionais. A capacitação oferece uma formação completa, integrando conceitos teóricos com exercícios realizados no software SANCAD, ferramenta amplamente utilizada no setor de saneamento. A proposta é preparar os participantes para atuar de forma mais eficiente e assertiva em projetos de infraestrutura sanitária, área essencial para o desenvolvimento urbano sustentável. A iniciativa reforça a importância da capacitação contínua para profissionais do Sistema CONFEA/CREA, especialmente em áreas como o saneamento básico, que demandam constante atualização técnica e domínio de ferramentas especializadas. Informações e inscrições clique aqui.

Movimento Abril Verde pela Segurança no Trabalho

Com o objetivo de aumentar a conscientização sobre a relevância de prevenir acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, entidades governamentais, instituições e empresas realizam a Campanha Abril Verde.  Idealizada no Brasil em 2014 pelo Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho da Paraíba (Sintest-PB), em parceria com a Associação de Engenharia de Segurança do Trabalho da Paraíba, a escolha do mês está ligada ao dia 28 de abril, data em que se celebra o Dia Internacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças Relacionadas ao Trabalho. No ano de 2026, a Campanha Abril Verde foca na Universalização da Proteção ao Trabalho e na consolidação de uma cultura de prevenção que vai além do cumprimento legal. A campanha destaca o papel da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio – CIPA e do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT, no combate à subnotificação de doenças ocupacionais, proteção da saúde mental, e prevenção de acidentes de trânsito no trabalho. Em levantamento realizado pela Fundacentro (2024) com base em dados da Previdência Social, o Brasil registrou 7.506.055 acidentes de trabalho no período entre 2011 e 2022. A análise dos dados revela que 67,3% dos casos ocorreram com os homens, enquanto 32,7% foram sofridos pelas mulheres. Em comparação do primeiro ano da pesquisa com o último ano, houve um aumento de 22% nos acidentes entre as profissionais femininas, e uma redução de quase 10% entre os profissionais masculinos. Dentre todos os problemas de saúde nos últimos anos, as doenças psicossociais têm se destacado ainda mais que danos físicos, com o crescimento de transtornos mentais como ansiedade, depressão e síndrome de burnout, provocados por ambientes de trabalho prejudiciais. Segundo o Ministério da Previdência Social – MPS, em 2024 o Brasil registrou 472.328 afastamentos por esses distúrbios. O dado indica um aumento de 68% em relação ao ano anterior, destacando a necessidade de medidas mais eficazes para enfrentar os desafios psicossociais que afetam os trabalhadores. Os profissionais responsáveis por identificar e avaliar quaisquer fatores que possam colocar a saúde do profissional em risco são os(as) engenheiros(as) de segurança de trabalho. O desempenho dessa área da Engenharia é fundamental para desenvolver e implementar estratégias para controlar e minimizar danos, por meio de medidas de proteção coletiva e individual. O objetivo final é prevenir acidentes e doenças ocupacionais, promovendo a saúde e o bem-estar dos trabalhadores.  A campanha anual reforça a criação de uma cultura de segurança e saúde no trabalho. O devido processo de prevenção, além de garantir o bem-estar do profissional, também gera benefícios importantes para a empresa, como o fortalecimento da reputação; a melhoria organizacional; a redução dos custos com afastamentos e indenizações; e a contribuição para o aumento da produtividade.  Fonte: Gov.br, Sesi+Saúde, UFRJ

Abertas as inscrições para o 55° Curso de Perícia Judicial e Ambiental

Estão abertas as inscrições para o 55° Curso de Perícia Judicial e Ambiental, uma uma realização da Associação Profissional dos Engenheiros Florestais do Estado do Rio de Janeiro (Apeferj), sob coordenação da engenheira florestal Denise Baptista Alves,  com apoio do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA e dos programas Progredir e CREA JR-RJ. O curso acontece de  5 a 12 de maio, das 18h às 22h, com aulas teóricas virtuais e ao vivo, totalizando uma carga horária de 24 horas. O objetivo é apresentar noções de legislação e requisitos conexos à atuação do perito judicial e ambiental.  O curso se destina a todos os profissionais de nível superior e está de acordo com a Resolução CM n° 02/2018, no que diz respeito aos procedimentos para o cadastro de profissionais para atuação como peritos judiciais e extrajudiciais de órgãos técnicos ou científicos, para indicação da parte junto ao Poder Judiciário. O corpo docente é formado por: – Denise Baptista Alves, Engenheira Florestal – MBE-COPPE-UFRJ. Consultora e Perito. – Marcelo Souza, Eng. Civil, Prof. MSc. Instrutor e piloto de Drones, MBA Finanças, Consultor e Perito.  – Luciana Vieira- Advogada – OAB/ Niterói. – Priscila Pezzotti, Advogada, Consultora e Perito.  Inscrições pelo e-mail [email protected]

CREA-RJ debate Projeto de Lei que combate precarização dos engenheiros

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ), engenheiro Miguel Fernández, mediou nesta terça-feira, dia 31 de março, conversa entre o deputado federal Reimont (PT-RJ) e profissionais do Sistema Confea/Crea para analisar a importância do Projeto de Lei 626/2020, que tem o objetivo de combater a precarização da categoria e garantir que a formação acadêmica seja respeitada pelas empresas e órgãos públicos.  O projeto, conhecido como “Engenheiro, sim; analista, não”, defende que os engenheiros sejam tratados como engenheiros e não como analistas, uma estratégia usada pelas empresas para pagar salários menores. Reimont é o relator do projeto que está tramitando na Câmara dos Deputados. “Valorizar a Engenharia é valorizar a nossa soberania e o desenvolvimento do país. A Engenharia ocupa esse espaço importantíssimo. A sociedade brasileira precisa compreender isso. Nós sabemos o que são as nossas obras. Vou citar aqui um exemplo. Uma obra de tamanha importância para um dos maiores corredores viários do país que é a da duplicação da Via Dutra, na Serra das Araras. Então, a gente sabe a importância da Engenharia”, afirmou o deputado, que participou da reunião em modo remoto pois teve uma agenda com o presidente Lula da Silva, que entregou 185 títulos de propriedade para famílias assentadas na Fazenda Cambahyba, cuja usina foi usada para a incineração de corpos de presos políticos, em Campos (RJ). “Esse projeto, de autoria do deputado Rogério Correia, visa assegurar que engenheiros, agrônomos, geólogos, meteorologistas, geógrafos e químicos exerçam atribuições privativas dessas carreiras e ocupem cargos com a denominação correspondente à sua titulação. De maneira muito pedagógica, esse projeto foi apelidado de “Engenheiro sim, analista não”, para dizer: se eu tenho uma capacitação, se eu tenho uma formação acadêmica e uma expertise numa determinada profissão, eu tenho que ser reconhecido por isso. Os anos de estudo, a minha dedicação profissional têm que reconhecer o meu esforço, reconhecer as minhas competências; esse projeto visa isso”, enfatizou Reimont, que agradeceu ao presidente do CREA-RJ pela reunião.  O deputado petista informou também que está em conversas com o presidente Lula para que o dirigente participe da 1ª Conferência Nacional da Engenharia, marcada para ocorrer em São Paulo entre 16 e 18 de junho deste ano. ​O deputado Reimont abordou também a importância de outro projeto de lei que tramita no Congresso Nacional, o PL 2283 de 2021, do qual ele é relator. O projeto estabelece procedimentos para a avaliação técnica de imóveis destinados a órgãos da administração pública federal (direta, indireta, estatais e autarquias). O texto visa instituir critérios rigorosos e objetivos, exigindo que laudos sejam assinados por engenheiros, arquitetos ou agrônomos, com ART ou RRT. O presidente do CREA-RJ, Miguel Fernández, manifestou todo apoio aos projetos de lei que buscam a valorização dos profissionais do Sistema CONFEA/CREA: “O ponto principal sobre essa questão do engenheiro e do analista é que existe um debate no mercado também sobre a qualidade da formação. Que muitas vezes o profissional quando se forma não está ainda em capacidade de operar. Eu acho que são dois debates separados. A qualidade da formação é importante e não só na Engenharia, isso está acontecendo em muitos outros cursos, como o de Medicina. Eu acho que a questão da capacitação continuada é uma das missões que o CREA também apresenta”, afirmou Fernández, defendendo que “a capacidade de produção do engenheiro tem que justificar sua remuneração.” Além do presidente do CREA-RJ, participaram da mesa o diretor-financeiro do Conselho, Júlio Artur Villas Boas;  e o engenheiro, professor da UFRJ e ex-deputado federal Raymundo de Oliveira, que presidiu o Clube de Engenharia por dois mandatos. Raymundo de Oliveira parabenizou o deputado Reimont pela relatoria do projeto que é da maior importância para a Engenharia brasileira. Ele lembrou que a China tem se desenvolvido também porque é um país com enorme quantidade de engenheiros. “Eu costumo dizer o seguinte: onde o mundo deu certo, os engenheiros tinham posição de destaque. Eu, como presidente do Clube de Engenharia, cheguei a mostrar uma vez que os 11 principais dirigentes do Partido Comunista Chinês eram engenheiros. Engenheiros! ​O que é que significa isso? Não tem nenhum corporativismo da minha parte. O engenheiro é um cara que pensa com projeto. Ele tem início, tem um processamento e tem um objetivo a ser atingido num prazo definido. Esta é a característica do engenheiro. Marx, no século XIX, dizia o seguinte: a diferença entre o pior arquiteto e a mais exímia abelha é que o arquiteto faz sua colmeia no papel antes de fazer na vida.”, afirmou Oliveira, acrescentando que “a profissão de engenheiro precisa ser valorizada ou o país não sai do lugar”. Raymundo de Oliveira aproveitou para dizer que Miguel Fernández “foi um dos melhores alunos” que ele teve na UFRJ. Fernández retribuiu o elogio, lembrando que foi Raymundo, como presidente do Clube de Engenharia, quem incentivou os jovens estudantes de Engenharia a participarem da entidade. O diretor-financeiro do CREA-RJ, Julio Villas Boas, destacou a importância de a Engenharia estar atuando pela soberania nacional. “​Porque as coisas do Brasil têm a ver com as coisas da Engenharia. Tanto o depoimento do Reimont, o depoimento do professor Raymundo e a intervenção do Miguel reafirmam isso: não dá para tratar Engenharia se não tratarmos dos projetos do Brasil, da soberania. Eu acho que esse é um bom caminho”, afirmou Júlio, parabenizando a gestão por iniciativas como a do CREA AQUI e da audiência pública sobre a ponte de madeira que ameaça cair em Niterói porque, segundo ele, representam uma reflexão do verdadeiro papel do CREA-RJ, que é o de lutar pela representatividade dos engenheiros. Uma das intervenções mais aplaudidas foi a do engenheiro Altamirando Fernandes Moraes, conselheiro do CREA-RJ e vice-presidente da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio (SEAERJ), que defendeu o resgate da Engenharia Pública e a união de todos os engenheiros em torno da luta pelos projetos de valorização da categoria. “A gente tem que se unir. É a hora da união. E aqueles que representam

Abertas as inscrições para o 8º Curso de Gramados Esportivos

O setor de gramados esportivos e áreas verdes ganha um importante reforço na qualificação profissional com a abertura das inscrições para o 8º Curso de Gramados Esportivos e Áreas Verdes, promovido pela AEARJ em parceria com as empresas Greenleaf e ECP.  A iniciativa tem como objetivo proporcionar aprofundamento técnico e fomentar a troca de experiências sobre a gestão de gramados de alto desempenho, especialmente aqueles utilizados em grandes arenas e complexos esportivos. O curso é presencial e acontece de 9 a 11 de abril no auditório da Embrapa, no Estádio do Maracanã e no Campo Olímpico de Golfe. A programação do curso aborda temas estratégicos para o setor, como seleção e melhoramento de espécies de gramas, técnicas de implantação, manejo e manutenção, além do uso de tecnologias e equipamentos modernos voltados à eficiência e sustentabilidade.  Voltado para engenheiros agrônomos, estudantes de Agronomia, gestores de instalações esportivas, profissionais de paisagismo e técnicos da área, o curso conta com um corpo docente qualificado, formado por especialistas reconhecidos no mercado. Entre os professores estão os engenheiros agrônomos Paulo Antonio Azeredo, Breno Couto, Tais Paludo, Eduardo Brossi, Lucas Pedrosa e Leonardo Vicente da Silva, além do engenheiro civil Eduardo Barbosa. Haverá um debate técnico sobre gramados naturais versus artificiais, reunindo especialistas para discutir vantagens, limitações e critérios de escolha sob a ótica agronômica e da qualidade dos campos esportivos. Destaque para as visitas técnicas ao icônico Estádio do Maracanã, ao Estádio de São Januário e ao Campo Olímpico de Golfe, referência internacional em manejo de gramados, proporcionando aos participantes contato direto com práticas de excelência. Horários:  5° feira 9/4/2026 8h às 16h, no Auditório Embrapa Solos 6° feira 10/4/2026 8h às 12h no Estádio do Maracanã.  14h às 16h no Estádio de São Januário. Sábado 11/4/2026 9h às 13h no Campo Olímpico de Golfe. Mais informações: E-mail: [email protected] Celular: (21) 99999-3064 Inscreva-se aqui 

Dia Meteorológico Mundial é celebrado em evento gratuito na sede do CREA-RJ

Em celebração ao Dia Meteorológico Mundial, comemorado em 23 de março, o CREA-RJ, por meio de sua Câmara Especializada de Agronomia – CEAgro, promoveu no dia 27 de março o evento “Dia Meteorológico Mundial: Observando o hoje, protegendo o amanhã”, seguindo o tema oficial da Organização Meteorológica Mundial (OMM) para 2026.  O encontro, que aconteceu no auditório Dulphe Pinheiro Machado, na sede do CREA-RJ, no Centro do Rio, reuniu profissionais, estudantes e especialistas, com o objetivo de trazer  palestras pertinentes ao tema, atualizando os profissionais meteorologistas sobre os desafios e propostas futuras. Na mesa de abertura, estiveram presentes o coordenador da CEAgro, engenheiro agrônomo José Leonel Rocha Lima; o presidente do NRRJ/SBMET, meteorologista Ivan Abreu; e a coordenadora adjunta da CEAgro, meteorologista Ana Cristina Palmeira. José Leonel destacou a relevância do evento para o prestígio da Meteorologia. “É um evento de enorme importância, visto que a Meteorologia está no mundo inteiro. Nós estamos aqui para valorizar o profissional dessa área. Há uma grande expectativa sobre as informações meteorológicas diariamente, para que as pessoas possam organizar seu cotidiano. Além desse fator, a Meteorologia é decisiva visando a segurança mundial, espacial e agronômica.” Ana Cristina Palmeira falou sobre o contexto e os desafios da profissão. “Atualmente, a análise da atmosfera implica em coleta de dados observacionais por meio de estações, desde locais muito próximos até os mais remotos. E uma das maiores preocupações da Meteorologia hoje é justamente a coleta e o tratamento dos dados que não são substituíveis. Se uma estação para de coletar, ela precisa voltar e nos trazer aquela continuidade de antes.” Ivan Abreu apresentou o desafio a respeito do panorama atual das estações meteorológicas pelo país. “Hoje o Brasil precisa unir os profissionais da área de Meteorologia e de todas as funções acerca de dados meteorológicos, porque está ocorrendo um fechamento abundante de estações. O último Censo mostrou que o Brasil possui apenas 85 estações meteorológicas, enquanto países como Estados Unidos e Austrália contêm respectivamente 800 e 600. E neste ano, até o momento, o órgão responsável já fechou 83 estações meteorológicas.”  Após a mesa de abertura, a programação seguiu com palestras que englobaram tópicos abrangentes, como estudo, monitoramento e aplicação da Meteorologia na sociedade. A primeira palestra foi apresentada pelo professor da UFRJ e meteorologista Marcio Cataldi, com o tema  “O clima em mudança: estratégias e métodos para educação climática, monitoramento, modelagem e análise de risco”. Em seguida, o pesquisador da Divisão de Modelagem Numérica do Sistema Terrestre do INPE,  meteorologista Marcelo Santini, trouxe a palestra “A importância da observação meteorológica no cenário climático atual”.  Por fim, o meteorologista da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação – SEAPI/RS, Luiz Felipe do Carmo, apresentou o tema  “Comparação de dados observados do SIMAGRO e da reanálise ERA5 para o estudo das cultivares de oliveira e uva no estado do Rio Grande do Sul”. O evento também contou com a entrega de brindes pela participação dos palestrantes e a realização de sorteios e jogos de conhecimento acerca dos temas discutidos.

Anuidade 2026 do CREA-RJ: prazo final para desconto de 5% termina em 31 de março

Profissionais registrados no CREA-RJ devem ficar atentos: o prazo para garantir 5% de desconto no pagamento da Anuidade 2026 em cota única se encerra no dia 31 de março (terça-feira). Após essa data, o valor retorna ao integral e o registro poderá ficar em situação de débito. Manter a anuidade em dia é essencial para o exercício legal da profissão nas áreas da Engenharia, Agronomia e Geociências, além de assegurar acesso a serviços, benefícios e oportunidades oferecidos pelo Conselho. Formas de pagamento facilitadas Para tornar o processo ainda mais acessível, o CREA-RJ disponibiliza diferentes opções de pagamento: Garanta o desconto e fique em dia A recomendação é não deixar para a última hora. Antecipar o pagamento garante o desconto e evita transtornos futuros. Regularizar sua situação junto ao CREA-RJ é investir na valorização da sua profissão e na segurança da sociedade. Acesse o portal do CREA-RJ, emita seu boleto e aproveite o desconto até 31 de março: https://www.crea-rj.org.br/anuidade/