Infra-BR aponta desafios na integração e diversificação da mobilidade no Brasil

A diversificação dos modais de transporte e a integração intermodal seguem como desafios estruturais para a mobilidade no Brasil, conforme análise apresentada pelo CONFEA com base no Índice Confea de Infraestrutura do Brasil (Infra-BR). O levantamento indica que o país ainda apresenta desempenho intermediário na dimensão mobilidade, refletindo limitações na oferta e na articulação dos sistemas de transporte. De acordo com os dados, a matriz brasileira permanece fortemente concentrada no modal rodoviário, que responde pela maior parte do transporte de cargas no país. Esse predomínio impacta diretamente a eficiência logística, uma vez que modais como o ferroviário e o aquaviário, mais adequados para grandes volumes e longas distâncias, ainda têm participação reduzida. A dimensão mobilidade do Infra-BR considera tanto o deslocamento de pessoas quanto o escoamento de cargas, estruturando-se a partir de cinco eixos principais: deslocamento intramunicipal, aeroportos, portos, rodovias e logística de cargas. Esses componentes são avaliados por 18 indicadores que analisam desde a oferta de infraestrutura até o desempenho operacional e as condições de uso dos sistemas de transporte. Os dados evidenciam que a integração entre os diferentes modais é fator determinante para a eficiência do sistema. A articulação entre transporte rodoviário, ferroviário, aquaviário e aéreo permite ganhos logísticos, redução de custos e maior fluidez no deslocamento. No entanto, o Brasil ainda apresenta uma matriz fortemente concentrada no modal rodoviário, resultado de escolhas históricas que priorizaram esse tipo de infraestrutura em detrimento de outras alternativas. Nesse contexto, a diversificação dos modais surge como estratégia necessária para ampliar a capacidade do sistema e torná-lo mais eficiente. A presença de transporte de alta capacidade, a expansão da infraestrutura cicloviária e a melhoria da qualidade dos serviços de transporte coletivo são elementos que podem contribuir para um melhor deslocamento urbano. Ao mesmo tempo, investimentos em portos, aeroportos e ferrovias são fundamentais para fortalecer a logística nacional e garantir competitividade econômica. A análise também aponta lacunas importantes na gestão e no monitoramento da infraestrutura, como a ausência de dados consolidados sobre a condição de estruturas estratégicas, a exemplo de pontes rodoviárias. Essa limitação compromete o planejamento e a priorização de investimentos, reforçando a necessidade de sistemas mais robustos de informação e avaliação. Apesar de avanços pontuais, o levantamento do Infra-BR revela disparidades significativas entre as regiões brasileiras. Unidades da federação como Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo apresentam desempenho acima da média, enquanto estados das regiões Norte e Centro-Oeste enfrentam maiores dificuldades, especialmente no escoamento de cargas e na integração dos sistemas logísticos. Assim, em regiões com maior concentração econômica tendem a apresentar melhores condições de mobilidade, enquanto outras áreas do país enfrentam restrições mais significativas, especialmente no escoamento de cargas.
Eleições do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA 2026: atualização cadastral é essencial para garantir participação no pleito
Os profissionais do Sistema CONFEA/CREA e Mútua já podem se preparar para as eleições de 2026, e um passo simples é decisivo para garantir o direito ao voto: manter os dados cadastrais atualizados. O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) alerta que informações como e-mail e número de celular são fundamentais para o acesso ao sistema de votação online. Será por meio desses contatos que os profissionais receberão login e senha para participar do processo eleitoral. Caso os dados estejam desatualizados, há risco de não conseguir acessar a plataforma e, consequentemente, perder a oportunidade de votar. De acordo com as regras do sistema, têm direito ao voto os profissionais regularmente registrados e em dia com suas obrigações junto aos Conselhos Regionais. A participação no pleito é considerada estratégica, já que define os representantes responsáveis por conduzir os rumos da Engenharia, da Agronomia e das Geociências no país. Além de um direito, o voto é uma ferramenta de fortalecimento institucional. Ao participar das eleições, os profissionais contribuem diretamente para a construção de um sistema mais representativo e alinhado às demandas da categoria. A recomendação é que os profissionais acessem o site do seu Crea, revisem suas informações cadastrais e façam as atualizações necessárias o quanto antes. Estar com o cadastro em dia é o primeiro passo para garantir voz ativa nas decisões que impactam o futuro das profissões tecnológicas no Brasil. Confira as informações sobre o processo eleitoral em nosso portal: www.crea-rj.org.br/eleicoes
Comunicado: Feriados Dia de Tiradentes e Dia de São Jorge

Em virtude dos feriados, no período de 20 a 24 de abril não haverá atendimento presencial nas inspetorias e na sede do CREA-RJ. Orientamos que as solicitações sejam encaminhadas por e-mail para [email protected]. Agradecemos a sua compreensão.
UFRRJ abre inscrições gratuitas para a V Semana da Educação Ambiental

Estão abertas, até o dia 1º de junho, as inscrições para a V Semana da Educação Ambiental da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). O evento será realizado de 1º a 3 de junho, no campus Seropédica, em formato presencial, reunindo estudantes, pesquisadores e profissionais interessados no debate de temas relacionados à área. A participação é gratuita e as inscrições devem ser realizadas por meio da plataforma oficial do evento. A programação contempla diferentes atividades acadêmicas, além da possibilidade de submissão de trabalhos, que devem ter as propostas enviadas até o dia 30 de abril. As áreas temáticas são Educação Ambiental e cotidiano escolar; Educação Ambiental e crise climática; Educação Ambiental e o combate a desigualdades socioambientais; e Educação Ambiental e segurança alimentar. A iniciativa integra o calendário acadêmico da instituição e busca promover a troca de conhecimentos e experiências no campo da Educação Ambiental.
Seminário da ABDAN vai debater regulação no setor nuclear

Entre os dias 5 e 7 de maio de 2026, será realizado na fábrica da Nuclep, em Itaguaí, o Seminário de Logística e Regulação, iniciativa liderada pela Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (ABDAN), que reúne especialistas, autoridades e representantes da indústria para debater os desafios e avanços do arcabouço regulatório nuclear no Brasil. O encontro contará com a participação da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), que contribuiu para a elaboração da programação técnica, da Nuclep, que sediará o evento, e do CREA-RJ, como apoiador institucional . Em um momento de transformações relevantes no setor, com atualizações recentes nas normas de licenciamento, o seminário se propõe a aprofundar discussões sobre segurança, controle de qualidade, transporte de materiais nucleares, previsibilidade regulatória e eficiência logística e da cadeia de suprimentos, pilares essenciais para o desenvolvimento sustentável da energia nuclear no país. A programação inclui conteúdo técnico voltado a profissionais e agentes do setor, além de visita técnica às instalações da NUCLEP. O encontro também promove certificação aos participantes e oportunidades qualificadas de networking com atores estratégicos da cadeia nuclear, fortalecendo a troca de conhecimento entre indústria, governo e academia. Entre os participantes, estarão representantes institucionais e estratégicos do setor, incluindo especialistas da Marinha do Brasil e da Indústrias Nucleares do Brasil (INB), que trarão contribuições sobre logística, infraestrutura e operação no contexto nuclear brasileiro. Com vagas limitadas, o seminário reforça a importância de alinhar o Brasil às melhores práticas internacionais, especialmente diante do crescimento global da energia nuclear como solução para a transição energética e a segurança energética. Para mais informações acesse o site do evento.
Distrito de Inovação da Cantareira é lançado em Niterói com participação de instituições científicas e empresas globais

A Prefeitura de Niterói lançou o Marco Zero do Distrito de Inovação da Cantareira, iniciativa voltada à estruturação de um ambiente integrado de ciência, tecnologia e desenvolvimento econômico no município. O projeto reúne instituições de pesquisa, universidades, empresas e o poder público, com foco na consolidação de um ecossistema orientado à inovação e à economia do conhecimento. Instalado no histórico prédio da Cantareira, o Distrito foi concebido para promover a articulação entre diferentes atores do sistema de inovação, com ênfase na formação de talentos e no desenvolvimento de soluções tecnológicas em áreas como inteligência artificial, computação de alto desempenho e computação quântica. A proposta considera a integração entre pesquisa científica, aplicação tecnológica e políticas públicas. Durante o evento de lançamento, foi formalizada a criação do Conselho Diretor Técnico, instância responsável pela governança do Distrito, com atribuições relacionadas à definição de diretrizes estratégicas, priorização de projetos e coordenação institucional entre os participantes. A iniciativa conta com a participação de instituições como a Universidade Federal Fluminense (UFF), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro, Fundação Oswaldo Cruz, Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, Laboratório Nacional de Computação Científica, Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, Petrobras, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e a Universidade Federal do Amapá, além de empresas como a IBM e a NVIDIA, o que evidencia a inserção do projeto em redes de cooperação científica e tecnológica em âmbito nacional e internacional. Entre as infraestruturas previstas estão a implantação de um data center de alto desempenho e a estruturação de um hub de computação quântica, com articulação com a IBM Quantum e acesso remoto a sistemas avançados de computação quântica, além de redes de processamento de alto desempenho. O Distrito também incorpora espaços voltados à convivência, à difusão científica e à interação entre pesquisadores, estudantes, empreendedores e a sociedade.
Conexão Sindistal Podcast debate questões relevantes do setor das Engenharias

O Sindicato das Indústrias de Instalações Elétricas, Gás, Hidráulicas e Sanitárias do Estado do Rio de Janeiro – Sindistal desenvolve, semanalmente, o Conexão Sindistal Podcast, voltado à difusão e debate de temas relevantes para o setor, além de compartilhar conhecimento técnico e experiências profissionais. Há mais de dois anos no ar, os episódios reúnem entrevistas, conversas e quadros informativos com a participação de especialistas e profissionais, abordando assuntos atuais, desafios do mercado e inovações nas áreas de atuação da entidade. Entre os temas dos episódios estão: “Mercado Livre de Energia e Transição Energética no Brasil”; “Entradas de Energia em Baixa Tensão”; “Regulamentações das Concessionárias de Energia e seus Impactos nos Condomínios”; “Gás em Condomínios: Perigo e Responsabilidades”, “Atendimento Comercial ENEL: o Início da Experiência do Cliente”, entre outros. O Sindistal O Sindistal – Sindicato das Indústrias de Instalações Elétricas, Gás, Hidráulicas e Sanitárias do Estado do Rio de Janeiro foi fundado em 1947 com o objetivo de representar, coordenar e promover empresas de engenharia de instalações prediais, industriais e comerciais no Estado do Rio de Janeiro. Ao longo de sua trajetória, a entidade passou a atuar de forma ativa junto ao poder público, órgãos técnicos, universidades e diferentes segmentos da construção civil e da indústria, contribuindo diretamente para o desenvolvimento de setores essenciais à qualidade de vida da população. O sindicato também é filiado à FIRJAN, participando de conselhos empresariais e apoiando iniciativas relevantes para o ambiente produtivo. Atualmente conta com 330 associadas e 954 afiliadas. O podcast, que tem apoio do CREA-RJ, está disponível no canal do programa no YouTube.
Renato Machado Cotta, professor da Coppe/UFRJ, é eleito para a Academia Europeia

O professor Renato Machado Cotta, do Programa de Engenharia Mecânica do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), foi eleito para a Academia Europeia, uma das mais relevantes instituições científicas internacionais. A eleição, anunciada no último dia 2 de abril, decorre de um processo seletivo rigoroso, que inclui indicação por especialistas, avaliação da produção acadêmica e validação pelo conselho da entidade. A Academia Europeia reúne cerca de 5,5 mil membros, entre eles diversos laureados com o Prêmio Nobel, e atua na promoção do conhecimento em áreas como Ciências, Engenharia, Humanidades e Economia. Com a nomeação, o professor passa a integrar a seção de Engenharia da instituição, composta por um grupo restrito de especialistas, incluindo membros de fora da Europa, o que evidencia o caráter seletivo e internacional da academia. Renato Cotta torna-se o primeiro nascido no Brasil a alcançar essa posição. Com trajetória profissional desenvolvida na Coppe desde 1988, o professor também integra instituições como a Academia Brasileira de Ciências, a Academia Nacional de Engenharia e a The World Academy of Sciences, além de atuar em projetos estratégicos, com destaque para contribuições ao programa nuclear brasileiro e à Marinha do Brasil. O CREA-RJ parabeniza o professor Renato Machado Cotta pela eleição para a Academia Europeia.
CCEEAgri realiza visita técnica ao COR Rio e reforça integração entre tecnologia e agrimensura
Como parte da programação da 2ª Reunião Ordinária da CCEEAgri – Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia de Agrimensura do CONFEA – Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, realizada por três dias no CREA-RJ, no dia 14 de abril, os participantes realizaram uma visita técnica ao Centro de Operações e Resiliência do Rio (COR), centro de comando e monitoramento 24h da prefeitura, focado em mobilidade, trânsito e clima. Durante a visita, a comitiva acompanhou uma apresentação institucional que detalhou o funcionamento do centro e sua estrutura tecnológica. Os dados apresentados evidenciam a dimensão da operação: o COR conta com cerca de 500 profissionais atuando em turnos contínuos, 24 horas por dia, e monitora a cidade por meio de mais de 5 mil câmeras. O sistema registra, em média, 2.500 ocorrências por mês e realiza o mapeamento de aproximadamente 240 eventos mensais, consolidando-se como um dos principais centros de inteligência urbana não só do país como da América Latina. Outro destaque é a capacidade de comunicação direta com a população. O COR mantém uma equipe dedicada e alcança mais de 2,9 milhões de seguidores em suas plataformas digitais. A estratégia inclui comunicação em tempo real por redes sociais e aplicativos, relacionamento com os cidadãos e disseminação de informações por meio da imprensa, reforçando a cultura de prevenção e segurança. A apresentação também abordou as principais áreas de atuação do centro, que abrangem mobilidade urbana, infraestrutura, saúde, eventos, além do monitoramento de incidentes, acidentes e desastres. Um dos pilares do sistema é o acompanhamento das condições oceano-atmosféricas, com o uso de radares próprios, 116 pluviômetros distribuídos pela cidade e 16 estações meteorológicas, além de tecnologias para rastreamento de núcleos de chuva, análise de descargas elétricas e monitoramento de ilhas de calor. Com base nesses dados, o COR opera em diferentes estágios operacionais, que orientam a atuação integrada entre órgãos públicos, agências e a própria população em situações de normalidade ou crise. Todo esse ecossistema é sustentado por um sistema próprio de integração de dados, que permite o cruzamento de informações em tempo real e maior assertividade na tomada de decisões. Para os profissionais da CCEEAgri, a visita técnica proporcionou uma visão prática da aplicação de tecnologias como georreferenciamento, monitoramento territorial e análise de dados em larga escala, ferramentas cada vez mais essenciais para o planejamento urbano e a gestão de riscos. A realização da reunião no CREA-RJ, aliada à agenda técnica no COR Rio, reforça o compromisso do Sistema CONFEA/CREA com a inovação, a qualificação profissional e o desenvolvimento de soluções que contribuam para cidades mais inteligentes, resilientes e seguras. O COR-Rio O Centro de Operações e Resiliência do Rio (COR-Rio) é reconhecido como um dos principais centros de inteligência urbana da América Latina. A estrutura reúne cerca de 500 profissionais, de mais de 50 órgãos públicos e concessionárias, que atuam de forma ininterrupta, 24 horas por dia, no monitoramento da cidade e na coordenação de ações de planejamento e resposta rápida a ocorrências como chuvas intensas, deslizamentos, acidentes e grandes eventos. Para garantir essa atuação integrada, o COR-Rio conta com um moderno data center e um robusto sistema de monitoramento em tempo real, que inclui mais de 5 mil câmeras, além de controle semafórico e sensores georreferenciados distribuídos pelo município. O centro também registra, em média, 2.500 ocorrências por mês e realiza o mapeamento de cerca de 240 eventos mensais, demonstrando a complexidade e a escala de sua operação. Outro diferencial está na comunicação com a população. Com uma equipe dedicada 24/7, o COR-Rio mantém canais diretos via redes sociais, aplicativos e imprensa, alcançando mais de 2,9 milhões de seguidores e promovendo um fluxo de informação em duas vias, essencial para a prevenção e a gestão de crises. Inaugurado em dezembro de 2010, o equipamento representou o primeiro legado dos Jogos Olímpicos Jogos Olímpicos Rio 2016. Desde então, consolidou-se como referência nacional e internacional na implantação de centros de operações urbanos, com protocolos e procedimentos voltados ao enfrentamento de eventos extremos e à construção de cidades mais resilientes. Ao longo de seus 15 anos de atuação, o COR-Rio acumulou reconhecimentos importantes, como o Prêmio Ibero-Americano DTI 2025, na categoria Tecnologia e Gestão de Dados, o Connect Smart Cities 2021, e o Latin America Geospatial 2014, reforçando seu protagonismo na integração entre tecnologia, gestão pública e inovação.
Infra-BR detalha cenário de energia e conectividade e expõe desigualdades entre os estados

O Infra-BR (Índice Confea de Infraestrutura do Brasil), lançado em março pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, é uma plataforma digital que reúne indicadores que ajudam a mapear as condições da infraestrutura nos 27 estados brasileiros. O índice transforma dados técnicos em informações acessíveis, permitindo que gestores públicos, profissionais da área tecnológica e cidadãos comparem o desempenho das unidades da federação e identifiquem desafios estruturais. No recorte específico do levantamento sobre energia e conectividade, fica evidenciado que o país ainda apresenta assimetrias relevantes entre as unidades da federação, tanto no acesso quanto na qualidade dos serviços. No campo da energia, os dados indicam diferenças relacionadas à capacidade de atendimento, à confiabilidade do fornecimento e à estrutura de transmissão e distribuição. Já em conectividade, os indicadores apontam variações na cobertura e na qualidade das redes de telecomunicações, com impactos diretos na integração regional e no desenvolvimento econômico. A leitura consolidada desses dados permite identificar que, mesmo em estados com melhores índices, persistem gargalos estruturais, especialmente em áreas mais afastadas dos grandes centros. Por outro lado, regiões com desempenho inferior concentram desafios mais amplos, que envolvem desde a expansão da infraestrutura até a melhoria da qualidade dos serviços ofertados. A análise também reforça que energia e conectividade constituem infraestruturas habilitadoras, ou seja, condicionam o funcionamento de outros setores estratégicos. A limitação em qualquer um desses eixos tende a restringir a competitividade, a atração de investimentos e a oferta de serviços públicos essenciais. Fonte: CONFEA