Concurso nacional para estudantes de Engenharia com premiação de R$ 10 mil tem prazo prorrogado

O Centro Brasileiro de Construção em Aço (CBCA) e a Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural (ABECE) anunciam que foi prorrogado para o dia 5 de agosto o prazo de inscrições para o 6º Concurso para Estudantes de Engenharia, com premiação de R$ 10 mil para os vencedores. As inscrições podem ser feitas pelo link https://www.cbca-acobrasil.org.br/engenharia/. O tema do concurso é “Galpões logísticos em estruturas de aço”. O concurso tem abrangência nacional e é direcionado para estudantes de engenharia civil, com suporte de um professor orientador da mesma universidade. A novidade para este ano é a realização da competição em duas fases. A primeira fase será teórica, com o envio dos projetos, e a segunda fase será prática, com a apresentação e defesa dos projetos escolhidos. Após as duas fases, será realizada a divulgação dos vencedores e a premiação. Na primeira fase do concurso, os estudantes são desafiados a uma competição que complementa a sua formação, com uma experiência abrangente sobre concepção, projeto estrutural dos elementos e das ligações e aspectos de montagem de galpões logísticos em estruturas de aço. O júri avaliará, essencialmente, o correto e apropriado uso do aço, considerando os requisitos que uma estrutura deve atender de estática, segurança e funcionalidade. Também serão considerados aspectos de viabilidade construtiva envolvendo a fabricação, o transporte e a montagem da estrutura, incluindo a concepção das ligações entre as peças e nível de industrialização dos componentes construtivos. Após uma primeira fase competitiva e desafiadora, onde os estudantes de Engenharia Civil de todo o Brasil demonstrarão seu conhecimento e habilidades teóricas, as equipes seguirão para a etapa prática do concurso. Na segunda fase, as cinco equipes com maior pontuação obtida na primeira fase terão a oportunidade de apresentar e defender seus projetos estruturais para uma banca examinadora, num evento que ocorrerá na cidade de São Paulo As equipes do 6º Concurso CBCA/ABECE para Estudantes de Engenharia 2024 concorrerão aos seguintes prêmios: Mais informações, como inscrições, calendários, contato e edições anteriores.
Direção do Crea-RJ ressalta a importância do interior do estado; presidente empossa mais 48 inspetores

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (Crea-RJ), engenheiro Miguel Fernández, empossou, na semana passada, mais 48 inspetores. Na quarta-feira, dia 17 de julho, Fernández deu posse a 24 novos inspetores no Instituto Federal Fluminense (IFF), que sediou o Seminário de Emprego e Renda na Indústria do Petróleo, em Campos, a 270 quilômetros do Rio. Na sexta-feira, dia 19 de julho, foi a vez de 24 inspetores, em solenidade na Inspetoria do Crea-RJ em Rio das Ostras, na Baixada Litorânea. No dia 9 de julho, foram empossados 24 inspetores em solenidade na Universidade de Barra Mansa, no Sul Fluminense. Os inspetores do Crea-RJ atuam como representantes da entidade junto a entidades públicas e privadas de suas regiões, colaborando também com a fiscalização do exercício legal das profissões do Conselho. A nomeação é publicada em Portaria do Crea, mas os inspetores atuam como voluntários, sem remuneração. No campus Centro do IFF, no Parque Dom Bosco, o presidente do Crea-RJ saudou os inspetores da região de Campos, que vão atuar como representantes do Conselho em vários municípios do Norte Fluminense. Fernández lembrou que o seminário é um marco por reunir pela primeira vez dois Conselhos Profissionais parceiros, que são o Crea e o Conselho Regional dos Técnicos do Rio (CRT-RJ). Ele aproveitou para sugerir uma parceria com o Conselho Regional de Química (CRQ). “Por meio de um trabalho voluntário, os inspetores geram capilaridade ao Crea, atuando em prol do desenvolvimento profissional, do Estado do Rio e do país”, afirmou Miguel Fernández, que posou para fotos com todos os inspetores e inspetoras. Entre os inspetores, um dos mais antigos é Audinélio Nascimento e Silva, de 69 anos, inspetor há dez anos. “Antes não havia inspetores do Crea no interior; hoje o Conselho tem representantes por todo o estado, que têm contribuído com a gestão da presidência”, disse Audinélio, que é engenheiro agrônomo formado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, em 1980. Marcio Lettieri, nomeado inspetor do Crea há 25 anos, também aplaudiu a iniciativa da presidência de empossar novos inspetores. “Isso é muito importante para a valorização da profissão, agregar os profissionais, fazendo esse meio de campo entre os profissionais e o Crea-RJ. O inspetor é importante para os profissionais que estão na ativa e para o Crea. Hoje é possível termos reuniões virtuais que facilitam muito o trabalho”, explicou Lettieri, feliz com sua participação no Conselho. “Em 2014 tivemos uma lei aprovada depois de participarmos do Conselho do Meio Ambiente de Itaperuna, representando o Crea-RJ”, lembra Lettieri. A engenheira Stefhany Sescon era uma das mais animadas ao tomar posse. “Os inspetores têm a função de representar o Crea e fazer a ponte entre os engenheiros e a entidade, com a finalidade de atender as demandas, além de gerar emprego e renda para a nossa região”, afirmou ela, engenheira de produção há oito anos, de Porciúncula, município a cerca de 100 quilômetros de Campos. Na posse de inspetores em Rio das Ostras, a terceira diretora financeira do Crea-RJ, a engenheira florestal Denise Baptista, responsável pelo interior, destacou que é muito importante a presença do Conselho no interior do estado, que sempre teve uma carência muito grande de atenção da cúpula do Crea. “Somos um órgão estadual que não se resume somente à capital. O inspetor tem um papel crucial na conexão do Crea com o interior do estado, detectando as demandas dos profissionais e das empresas, sempre com o objetivo de proteger a sociedade”, afirmou Denise, que está no Crea há 30 anos. O subsecretário de Agricultura do Estado, engenheiro agrônomo Felipe Brasil, também prestigiou a posse em Rio das Ostras, ressaltando a importância de o evento ter sido coordenado pela presidência do Crea-RJ. “Pra mim hoje é um dia muito especial. O interior tinha ficado esquecido. Não tínhamos o amparo que temos hoje. O inspetor tem papel muito importante, pois faz esse trabalho de ponta para o desenvolvimento econômico do interior. O coordenador aqui, nosso Octávio (o coordenador regional Leste, engenheiro Octávio José Caetano da Silva Junior), precisa do inspetor para que possa ser esse elo da sociedade com o Conselho e, ao mesmo tempo, levar essas demandas lá para o Crea, para sede e para que o presidente possa receber essas informações e, a partir daí, fazer as entregas necessárias para o interior”, afirmou Brasil, lembrando que participou do evento como morador de Casimiro de Abreu e não como subsecretário de estado. O presidente do Crea-RJ, engenheiro Miguel Fernández, voltou a enfatizar a importância dos inspetores para a gestão do Conselho. “Os inspetores são fundamentais para o nosso setor, pois permitem que nosso Conselho tenha na ponta conhecimento das necessidades dos profissionais. Nos provoquem nas demandas do interesse de vocês. Não consigo estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Vocês representam a direção do Conselho. Desejamos o sucesso. O sucesso de vocês é o sucesso dessa gestão”, afirmou Miguel, dirigindo-se aos novos inspetores de Rio das Ostras e destacando que “essa região é muito importante pela proximidade com o polo petroquímico”. Horas antes, a comitiva do Crea-RJ visitou uma área do empreendimento do Bairro Harmonia, um loteamento que foi lançado no sábado passado, com área total de 230 hectares. A diretora administrativa da Associação de Arquitetos e Engenheiros de Rio das Ostras (Aero), Aline Marques, também foi empossada como inspetora. “Acredito que esse cargo de inspetor seja muito importante para aproximar os profissionais do Conselho, para que a gente possa tirar dúvidas e também esteja preparada para representar o presidente sempre que necessário e principalmente para aproximar o profissional, para que ele esteja sempre ciente da ética, tão importante no nosso trabalho”, afirmou Aline. O engenheiro Élcio da Silva Lírio, o Tio Élcio, foi bastante aplaudido por ser um dos mais antigos inspetores daquela região. Ele começou a carreira como engenheiro civil no Paraná. Depois voltou para o Rio de Janeiro, onde atuou como engenheiro na prefeitura de Casimiro de Abreu. “O mercado de trabalho enfraqueceu, mas a esperança nunca morre. A tecnologia
Dia Pan-Americano do Engenheiro e da Engenheira

Em 20 de julho, comemora-se o Dia Pan-Americano do Engenheiro. A data marca a fundação, em 1949, da União Pan-americana de Associações de Engenheiros, com a participação de 27 países do continente americano e 31 organizações observadoras, como por exemplo, Espanha e Portugal. A Upadi – em espanhol Unión Panamericana de Asociaciones de Ingenieros, que é sediada na cidade do Rio de Janeiro, tem como objetivo a união e a integração dos profissionais da Engenharia, na busca pela uniformização das ações e práticas dos engenheiros das Américas. A organização busca contribuir para o desenvolvimento econômico e social nas áreas relacionadas com o exercício da profissão. Os engenheiros desempenham um papel vital em diversas áreas, como construção civil, energia, tecnologia da informação, biomedicina e muitas outras. Eles são os responsáveis por projetar e implementar estruturas seguras, eficientes e sustentáveis, que vão desde pontes e edifícios até sistemas complexos de energia, comunicação e transporte. O Dia Pan-Americano do Engenheiro é uma ocasião para celebrar não apenas as conquistas técnicas, mas também o espírito de colaboração e inovação característico da Engenharia, que cria soluções para melhorar a qualidade de vida das pessoas e impulsiona o desenvolvimento das nações. É também uma oportunidade para reconhecer e valorizar a importância da Engenharia nas Américas e promover o intercâmbio de conhecimentos e experiências entre os profissionais da área de diferentes países,a fim de fortalecer laços profissionais e impulsionar o desenvolvimento do setor. O Crea-RJ parabeniza a todos os engenheiros pan-americanos que trabalham incansavelmente por uma engenharia focada na sustentabilidade, dentro de pilares tecnológicos, econômicos e sociais.
Presidente do Crea-RJ vai empossar mais 42 inspetores no interior do Rio de Janeiro

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado do Rio (Crea-RJ), engenheiro Miguel Fernández, vai empossar mais 42 inspetores esta semana. Nesta quarta-feira, dia 17 de julho, Fernández vai dar posse a novos 24 inspetores no Instituto Federal Fluminense (IFF), que vai sediar o Seminário de Emprego e Renda na Indústria do Petróleo, em Campos, no Norte Fluminense. Na sexta-feira, dia 19 de julho, será a vez de 18 inspetores, em solenidade na Inspetoria do Crea-RJ, em Rio das Ostras. Na semana passada, no dia 9 de julho, foram empossados 24 inspetores em solenidade na Universidade de Barra Mansa. Os inspetores do Crea-RJ vão atuar como representantes da instituição junto a entidades públicas e privadas de suas regiões, colaborando também com a fiscalização do Conselho. A nomeação é publicada em portaria do Crea, mas os inspetores atuam como voluntários, sem remuneração. Em Campos, além de empossar inspetores, o presidente do Crea-RJ vai participar da abertura do Seminário de Emprego e Renda na Indústria do Petróleo, que terá também a participação do diretor da Manutenção do Instituto Federal Fluminense, Tiago Gomes da Silva Ribeiro; do presidente interino do Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Estado do Rio, Luiz Sérgio; do coordenador do Sindipetro do Norte Fluminense e diretor da Federação Única dos Petroleiros, Sergio Borges; e do diretor-tesoureiro do Conselho Regional de Química da 3ª Região, Marcio Franklin. O seminário – que promete reunir especialistas, profissionais e interessados no setor petrolífero – tem a finalidade de discutir as perspectivas e desafios do mercado de trabalho na região Norte Fluminense. É considerado uma excelente oportunidade para quem busca ingressar ou se recolocar no mercado de trabalho na indústria do petróleo. As palestras e oficinas oferecerão informações valiosas e dicas práticas para os participantes, abordando desde a elaboração de currículos até a preparação para entrevistas de emprego e a criação de um perfil profissional atrativo no LinkedIn. “Essa é uma excelente oportunidade de se atualizar sobre o mercado de trabalho e de aprimorar suas habilidades profissionais. Convido a todos para participar do Seminário de Emprego e Renda na Indústria do Petróleo e preparar-se para as novas oportunidades que estão por vir na região Norte Fluminense”, afirmou o diretor do Departamento de Formação do Sindipetro-NF, Benes Júnior. Uma das palestrantes do seminário será a psicóloga Suzana Soares, que é gerente de Recursos Humanos do Crea-RJ. “Não basta ser, temos que parecer competentes. Não é o cargo que te faz competente, é a postura. Com foco no desenvolvimento contínuo e no aprendizado adquirido e capacidade de comunicação, o sucesso na empregabilidade é apenas uma consequência”, afirma Suzana, que é influenciadora digital com 120 mil seguidores no Linkedin (Suzana a Moça do RH) e outros 12 mil no Instagram (@amocadorh). Além da gerente de RH, vão integrar a comitiva do Crea-RJ o superintendente técnico do Conselho, Leonardo Dutra; a diretora de interior Denise Baptista; os diretores da Mútua-RJ, Ana Paula Masiero e Jamerson Freitas; e o chefe de gabinete da presidência, Rodrigo Machado. De acordo com o Caderno de Negociação do Dieese nº 78, publicado em junho deste ano, o setor de petróleo apresentou um significativo aumento no número de empregos formais no Brasil. Nos 12 meses encerrados em abril deste ano, o número de empregos com carteira assinada no setor cresceu 8%, o que equivale a mais de 7,6 mil novos vínculos. O estado do Rio de Janeiro foi o grande destaque, com um aumento de 6,3 mil empregos com carteira assinada, consolidando sua posição como o principal polo de oportunidades no setor de petróleo. Além de participar do seminário, o presidente do Crea-RJ e sua comitiva vão fazer visitas técnicas à concessionária Águas do Paraíba, em Campos, e à Usina Termelétrica Marlim Azul, da Arke Energia, em Macaé. Desde setembro de 1999, a Águas do Paraíba assumiu a concessão dos serviços de saneamento de Campos dos Goytacazes, no estado do Rio de Janeiro. Segundo a empresa, 100% da população conta com água tratada e 94% de esgoto coletado e tratado. Em Macaé, a visita será na Usina Termelétrica Marlim Azul. Inaugurada em novembro passado, a usina da joint venture do Pátria Investimentos, Shell e Mitsubishi Power é a primeira a gerar energia elétrica a partir do gás natural do pré-sal. Ao todo, o empreendimento está gerando 565 MW de potência instalada, o que é suficiente para fornecer energia elétrica a 2,5 milhões de residências, por meio de 25 distribuidoras localizadas em 22 estados brasileiros. Desde o início das obras, em 2020, a Marlim Azul gerou mais de 1,5 mil empregos diretos na sua construção. Fundado em 5 de junho de 1934, o Crea-RJ – que está completando 90 anos de fundação – reúne cerca de 110 mil profissionais de Engenharia, Agronomia e Geociências, além de cerca de 20 mil empresas. O papel principal do Conselho é fiscalizar o exercício legal da profissão, reduzindo os riscos das atividades, na proteção da sociedade.
Parabéns ao município de Volta Redonda por seus 70 anos!
Em 1727, os jesuítas demarcaram a Fazenda Santa Cruz, na baixada que ainda hoje guarda esse nome, e cruzaram a Serra do Mar abrindo caminho para a colonização do Médio Vale do Paraíba. No ano seguinte foi aberta uma estrada ligando Rio de Janeiro a São Paulo. Somente em 1744, os primeiros desbravadores denominaram a curiosa curva do Rio Paraíba do Sul, de Volta Redonda, quando a região era explorada apenas por garimpeiros em busca de ouro e pedras preciosas. Grandes fazendas foram instaladas na região, com alguns nomes que ficaram até hoje, como Três Poços, Belmonte, Santa Cecília, Retiro e Santa Rita. Entre 1860 e 1870, a navegação pelo Rio Paraíba do Sul viveu seu período áureo entre Resende e Barra do Piraí. Ao mesmo tempo, os trilhos da Estrada de Ferro D. Pedro II chega à Barra do Piraí e Barra Mansa. Por volta de 1875, o povoado de Santo Antônio de Volta Redonda começa a ter grande impulso, contando perto de duas dezenas de estabelecimentos comerciais. As primeiras aspirações de autonomia do lugarejo surgem em 1874, quando os moradores pleiteiam a elevação do povoado à categoria de freguesia. Somente no ano de 1926 Volta Redonda conseguiria o seu estabelecimento definitivo como oitavo distrito de Barra Mansa. Em 1941 tem início o ciclo de industrialização de Volta Redonda, escolhida como local para instalação da Usina Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em plena II Guerra Mundial, marcando as bases da industrialização brasileira. A localidade conquistaria sua emancipação em 17 de julho, marcando um novo ciclo no desenvolvimento de sua história. Em 1973, o município foi considerado Área de Segurança Nacional, situação que prevaleceu até 15 de novembro de 1985, quando foram restabelecidas as eleições diretas para prefeito. O Crea-RJ parabeniza Volta Redonda por seus 70 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Prefeitura Municipal de Volta Redonda
Theatro Municipal do Rio de Janeiro celebra 115 anos

Um dos mais imponentes e belos prédios do Rio de Janeiro, o Theatro Municipal, inaugurado em 14 de julho de 1909, é considerado a principal casa de espetáculos do Brasil e uma das mais importantes da América do Sul. Sua história mistura-se com a trajetória da cultura do País. Ao longo de pouco mais de um século de existência, o Theatro tem recebido os maiores artistas internacionais, assim como os principais nomes brasileiros, da dança, da música e da ópera. A ideia de um teatro nacional com uma companhia artística estatal já existia desde meados do século XIX e teve em João Caetano (1808-1863), entusiasta do teatro brasileiro, além empresário e ator de grande mérito, um de seus mais contundentes apoiadores. O projeto, no entanto, só começou a ganhar consistência no final daquele século, com o empenho do ilustre dramaturgo Arthur Azevedo (1855-1908). Reforma Urbano do Rio de Janeiro O Prefeito Pereira Passos – cuja reforma urbana iniciada em 1902 mudou radicalmente o aspecto do Centro do Rio de Janeiro – retomou a ideia e, em 15 de outubro de 1903, abriu uma concorrência pública para a escolha do projeto arquitetônico. Encerrado o prazo de inscrições, em março de 1904, foram recebidas sete propostas. Os dois primeiros colocados ficaram empatados: o projeto denominado Áquila, em que o autor “secreto” seria o engenheiro Francisco de Oliveira Passos, filho do prefeito, e o projeto Isadora, do arquiteto francês Albert Guilbert, vice-presidente da Associação dos Arquitetos Franceses. O resultado do concurso causou uma forte polêmica na Câmara Municipal, acompanhada pelos principais jornais da época, em torno da verdadeira autoria do projeto Áquila, suspeito de ter sido elaborado pela seção de arquitetura da Prefeitura, e do suposto favoritismo de Oliveira Passos. O projeto final foi o resultado da fusão dos dois premiados, uma vez que ambos correspondiam a uma mesma tipologia, inspirada na Ópera de Paris. Após as alterações, o prédio começou a ser erguido em 2 de janeiro de 1905, com a colocação da primeira das 1.180 estacas de madeira de lei sobre as quais está assentado. Em 20 de maio daquele ano foi disposta a pedra fundamental. Um edifício obra de arte Para participar da decoração, foram convocados alguns dos mais ilustres e consagrados artistas da época, como Eliseu Visconti, Rodolfo Amoedo e os irmãos Bernardelli. Também foram recrutados artesãos europeus para a criação dos vitrais e mosaicos. As obras começaram em ritmo acelerado, com 280 operários revezando-se em dois turnos. Em pouco mais de um ano, já era possível visualizar a suntuosidade aliada à elegância e beleza da construção do futuro teatro. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com capacidade para 1.739 espectadores, foi inaugurado pelo Presidente Nilo Peçanha e pelo Prefeito Sousa Aguiar no dia 14 de julho de 1909, quatro anos e meio após o início das obras. No início, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro recebia, principalmente, companhias de ópera e dança vindas em sua maioria da Itália e da França. A partir da década de 30, passa a contar com seus próprios corpos artísticos: Orquestra Sinfônica, Coro e Ballet, que permanecem até hoje responsáveis pela realização das temporadas artísticas oficiais. Reformas e restaurações Desde sua inauguração, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro teve quatro grandes reformas: 1934, 1975, 1996 e 2008. A primeira delas aumentou a capacidade da sala para 2.205 lugares e, apesar da complexidade da obra, foi realizada em três meses – atualmente, o Theatro conta com 2.252 lugares. Em 1975, foram realizadas obras de restauração e modernização e, no mesmo ano, foi criada a Central Técnica de Produção. Em 1996, iniciou-se a construção do edifício Anexo com salas de ensaios para o Coro, Orquestra Sinfônica e Ballet. A reforma iniciada em 2008 e concluída em 2010 concentrou-se na restauração e modernização das instalações. Hoje, o Crea-RJ parabeniza o Theatro Municipal do Rio de Janeiro por seus 115 anos a esse templo que se mantém como uma das principais casas de espetáculo do país, prestando continuamente serviços da mais alta qualidade e importância para a cultura nacional. Fonte: theatromunicipal.rj.gov.br
Dia do(a) Engenheiro(a) Sanitarista

No dia 13 de julho, é comemorado o Dia do(a) Engenheiro(a) Sanitarista. Esses engenheiros e engenheiras são responsáveis pela exploração e uso racional da água, seja em projetos ou em obras de saneamento básico e saneamento geral, como sistemas de abastecimento de água, de esgotamentos sanitários, de limpeza urbana e de drenagem pluvial, por exemplo. Assim, contribuem também para a preservação ambiental e a manutenção da saúde pública. As atividades desempenhadas pelos profissionais formados na área foram normatizadas pela Resolução Nº 310, publicada em 23 de julho de 1986 do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). Mercado de trabalho Diante da necessidade de abastecimento de água potável e o constante cuidado com os sistemas de saneamento básico, o mercado de trabalho para o(a) engenheiro(a) sanitarista é amplo. Deste modo, os profissionais dessa área da Engenharia podem atuar em indústrias ao implementar ações de sustentabilidade, reduzir possíveis danos ambientais e contribuir para o desenvolvimento de tecnologias limpas (como o próprio reaproveitamento da água). Já na área governamental, também há a possibilidade de trabalharem em órgãos públicos, como em secretarias de meio ambiente, ficando responsáveis pela execução de políticas públicas. No Brasil, cerca de 49 milhões de pessoas não possuem acesso ao saneamento básico, o que corresponde a 23,45% da população total, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o que acentua a necessidade de profissionais dessa área. O salário de um(a) engenheiro(a) sanitarista pode chegar em média R$10.043,20 para uma jornada de trabalho de 41 horas semanais, de acordo com o Portal Salário, ao analisar dados de 372 profissionais admitidos e desligados em regime CLT, nos últimos 12 meses, divulgados pelo Novo CAGED. Em 2025 a remuneração para Engenheiro(a) Sanitarista pode variar entre o piso salarial mínimo de R$9.768,91 e o teto salarial de R$16.888,74, dependendo do segmento da empresa, localidade, formação, experiência na função e política de cargos e salários da empresa. Áreas de atuação Confira o vídeo!
Crea-RJ realiza Seminário Emprego e Renda na Indústria do Petróleo

O Crea-RJ realiza o Seminário Emprego e Renda na Indústria do Petróleo, nos dias 17 e 18 de Julho, no auditório do Instituto Federal Fluminense – IFF de Campos dos Goytacazes. O objetivo é orientar os profissionais do Sistema Confea/Crea e Mútua quanto à empregabilidade das engenharias no setor de petróleo e gás e dar orientações sobre as funções institucionais do Conselho A organização é do Crea-RJ; CRT-RJ; CRQ – 3ª Região Rio de Janeiro; FUP; Mútua-RJ e Sindipetro NF. O evento é gratuito, mas tem vagas limitadas. Link de inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScfXk_K3qNBsPof6MU-ORLRPNqFnoY4oaYVnVspmsIWItCnAQ/viewform Data: 17 e 18 de Julho Local: Auditório do IFF Campos Endereço: Rua Dr. Siqueira, 273 – Parque Dom Bosco, Campos dos Goytacazes Confira a programação: Dia 17 18h- Abertura 19h30- Posse dos novos inspetores do Crea-RJ e entrega de carteiras dos profissionais 20h- Coquetel Dia 18 09h- Palestra: A Retomada dos Investimentos na Região Norte Fluminense Palestrante: Mahatma Ramos – INEEP (Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra) 10h30- Palestra: Mudanças na Bacia de Campos e da Categoria Petroleira no Norte Fluminense Palestrante: Carlos Takashi – DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e Henrique Dias (Gerente Geral do Transporte Marítimo) 12h- Apresentação das instituições organizadoras (FUP, Sindipetro NF, CRT-RJ, CREA-RJ) 13h30- Almoço 14h30- Oficinas Suzana Soares @amocadorh (Gerente de RH do CREA-RJ e influenciadora Digital) Oficina 01- Preparando o currículo para o mercado Oficina 02- Como vencer o desafio da entrevista de emprego Oficina 03- Criando um perfil estratégico no LinkedIn 16h30- Coffee break de encerramento
O que é BIM?

O Building Information Modeling (BIM), ou Modelagem de Informações da Construção é uma maneira de criar digitalmente um modelo virtual da obra, ou construção, tornando-se um suporte ao projeto, nas diversas etapas desta. Trouxe importantes inovações para a tecnologia de projetos – ao representar graficamente as informações de construção, a quantidade de insumos, de materiais e prazos, tornando-se uma ferramenta indispensável para identificar inconsistências e incompatibilidades nos projetos das diferentes disciplinas. Mas o que é o BIM? É um conceito para elaborar projetos de construção, que permite administrar informações disseminadas em diferentes sistemas. Ou seja, a união entre tecnologia, gestão de informações e integração de dados que proporciona maior comunicação entre os profissionais das diversas disciplinas, que desta forma trabalham de forma colaborativa e integrada, viabilizando estudos, análise do projeto e da sequência construtiva, orçamento, planejamento da obra e otimização da manutenção. O BIM oferece um modelo completo, em até sete dimensões, da obra, que permite visualizar com mais clareza o trabalho a ser realizado (3D – Volume) e que valoriza, principalmente a etapa de planejamento (4D), permite que a execução seja realizada reduzindo os gastos (5D – Orçamento e Custos), o desperdício e o retrabalho (6D – Sustentabilidade). Além disso, funciona como um banco de dados, que reúne todas as informações do projeto e que permite monitorar a qualidade da construção ao longo das diversas etapas de maneira mais eficiente, até o final de sua vida útil (7D – Manutenção). É uma tecnologia que integra software de diferentes fabricantes para que possam conversar entre si, numa linguagem comum e aberta. Ou seja, une as informações e permite que sejam trocadas sem conflitos, de maneira que os aplicativos se tornam compatíveis e atuam em conjunto para agrupar as informações do projeto. Os objetivos da plataforma são: A proposta da plataforma BIM surgiu nos anos 70, nos Estados Unidos da América, a partir do trabalho de Charles M. Eastman, um empreiteiro que queria um arquivo da construção de sua obra, integrando todas as informações. O que não era possível graças às limitações tecnológicas da época. Hoje ele é um dos grandes especialistas neste tema. A plataforma está relacionada a uma pesquisa realizada na Universidade Carnegie-Mellon, em Pittsburgh, e nasceu nos anos 70, mas sua real implementação se deu apenas nos anos 90. Com o BIM, os projetos se tornam mais completos e precisos, e envolvem informações que atingem todo o ciclo de vida da edificação, seja o projeto, a construção, a manutenção, ou mesmo a demolição. Permite também que qualquer mudança feita no projeto aconteça em tempo real, agilizando o processo de correções e do trabalho da equipe. A plataforma permite a integração entre projetos, possibilitando assim, o desenvolvimento do projeto em vários escritórios distantes, por exemplo, em diferentes partes do mundo. Com o desenho em três dimensões e a possibilidade de simular aspectos relevantes da construção, é possível garantir que o trabalho seja realizado de forma previsível e com maior precisão, permitindo, assim, prever as consequências de cada uma das mudanças que se deem ao longo do desenvolvimento do projeto; como, por exemplo, reconhecer e encontrar, antes da execução, os possíveis problemas provocados pela sobreposição de projetos de uma obra, que causem interferências, atrasos e dificuldades de implementação. Essa característica permite antecipar e resolver problemas de execução da obra, antes mesmo deles acontecerem, promovendo a agilidade do processo. Sem o BIM, é comum que esses erros ocorram e sejam repetidos de uma etapa para outra. Dessa maneira, profissionais como engenheiros, arquitetos e outros, envolvidos na construção, têm a possibilidade de tratar as informações, se manterem em constante comunicação e reduzirem o tempo dispensado ao trabalho, proporcionando grande economia ao projeto. Enfim, com os recursos oferecidos pelo BIM é possível realizar um planejamento mais completo e mais próximo da realidade, com previsão de efeitos e consequências da construção, inclusive para a manutenção e a recuperação de materiais e da própria construção, como um todo, permitindo ver como a obra vai se comportar ao longo do tempo. Por essas razões, o Crea-RJ destaca o BIM como uma tecnologia de modernização e promoção da eficiência na Engenharia e na construção civil, alinhada com as práticas contemporâneas de gestão de projetos e construção. O apoio ao BIM reflete a busca por inovação e melhoria contínua nos processos de construção. Com informações do artigo ‘BIM ou transformação digital na construção civil’, do engenheiro civil Carlos Eduardo de Vilhena Paiva.
Crea-RJ terá parceria com a prefeitura de Volta Redonda; presidente visita universidades do Sul Fluminense

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ) e a prefeitura de Volta Redonda vão assinar um Termo de Cooperação Técnica com o objetivo de aprimorar a fiscalização do exercício legal da profissão de engenheiro, agrônomo e das geociências naquela cidade do Sul Fluminense. A informação foi dada pelo presidente do Crea-RJ, o engenheiro civil Miguel Fernández, e pelo prefeito de Volta Redonda, Antônio Francisco Neto. “Use a gente como referência em tudo o que precisarem”, afirmou Neto, ao receber o presidente do Crea-RJ na sede da prefeitura de Volta Redonda, o Palácio 17 de julho, na quarta-feira, dia 10 de julho. “A nossa realidade é de um setor fundamental, o setor das engenharias, para o desenvolvimento de Volta Redonda, da região do Sul Fluminense, do estado do Rio e do país”, afirmou o presidente do Crea-RJ, agradecendo a presteza do prefeito Francisco Neto, em seu quinto mandato à frente do poder executivo municipal. Com uma população de cerca de 260 mil habitantes, Volta Redonda tem o quarto maior IDH do estado (0,771) e é considerado um dos municípios mais importantes por sua colaboração com o desenvolvimento industrial do país. Desde 1941, o município abriga a maior siderúrgica da América Latina, a CSN. Por isso, a região é um grande ponto de concentração de engenheiros. Atualmente há cerca de dez mil engenheiros atuando na região do médio do Paraíba. Durante dois dias, o presidente do Crea-RJ e sua comitiva percorreram a região, visitando entidades profissionais e universidades que formam grande quantidade de engenheiros. O presidente do Sindicato dos Engenheiros de Volta Redonda (Senge-VR), Fernando Jogaib, recebeu o presidente do Crea-RJ na sede da entidade, e manifestou sua satisfação pela visita e pela parceria com o Conselho. O sindicato reúne cerca de mil engenheiros da região. “Acho muito importante as instituições estarem trabalhando juntas com os mesmos objetivos, que são sobretudo a valorização profissional. Por isso, temos políticas públicas sociais, que são importantíssimas para a sociedade e para os engenheiros e engenheiras”, afirmou Jogaib, ressaltando que tem buscado permanentemente a parceria entre as entidades sindicais e as universidades para apoiar o profissional desde os bancos escolares. A reunião entre o presidente do Senge-VR e o presidente do Crea-RJ ocorreu na sede do sindicato que divide o mesmo prédio com o Conselho, que tem ali a Inspetoria de Volta Redonda, que atua nos municípios de Volta Redonda, Barra Mansa e Pinheiral. O presidente do Crea-RJ, Miguel Fernández, visitou também a sede da Associação de Arquitetos e Engenheiros de Volta Redonda (AEVR), que fica na Vila Santa Cecília e é presidida pela arquiteta Laura Jane Lopes Barbosa. A AEVR tem 500 associados ativos e 40 empresas conveniadas. Acompanhada da conselheira Nilza Sabioni, a presidente da AEVR, arquiteta Laura Jane, afirmou a relevância da visita do presidente do Crea. “Estamos muito felizes com a presença do Miguel aqui em Volta Redonda porque precisamos cada vez mais agregar forças para valorizar todo o setor”, afirmou Laura Jane. Acompanhado da engenheira Denise Baptista, que é diretora de interior do Crea-RJ; da diretora administradora da Mútua (a caixa assistencial do Sistema Confea/Crea), Ana Paula Masiero, e de assessores, o presidente do Crea-RJ foi recebido por reitores de três grandes universidades da região – o Centro Universitário de Barra Mansa (UBM), onde foram empossados 24 inspetores do Crea-RJ, na segunda, dia 8 de julho – a Universidade Geraldo Di Biase e o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA). A comitiva visitou as instalações e laboratórios dos cursos de engenharia das instituições. O reitor da Universidade de Barra Mansa, Bruno Lemos – que foi o anfitrião na posse dos inspetores do Crea – ressaltou a importância da parceria com o Crea-RJ: “Essas parcerias são fundamentais para o desenvolvimento da cidade e do Centro Universitário de Barra Mansa, que vem melhorando cada vez mais os processos e a qualidade do ensino e, portanto, o resultado final que é a qualidade do profissional que a gente forma lá na ponta”, afirmou o reitor Bruno Lemos. Na Universidade Geraldo Di Biase, em Volta Redonda, a comitiva do Crea-RJ foi recebida pela pró-reitora de Assuntos Acadêmicos, Elisa de Alcântara, e pelo diretor das faculdades de engenharia e coordenador do curso de engenharia mecânica, Gustavo de Paiva Silva, que também é inspetor do Crea-RJ na região. A universidade tem 1.200 alunos de Engenharia, de um total de 4.500 estudantes. O presidente do Crea-RJ e a pró-reitora e professora Elisa anunciaram a intenção de criar um curso para alunos a partir do segundo ano sobre como fazer uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), o instrumento fundamental para se estabelecer responsabilidades em obras e serviços de engenharia. O presidente do Crea-RJ, Miguel Fernández, reforçou a importância de a profissão investir em comunicação e também como as instituições devem se aperfeiçoar no diálogo com o público jovem. “É um desafio das Engenharias, que deveriam pensar em promover o diálogo com os jovens já no ensino médio, por meio de feiras de Engenharia”, destacou Fernández, lembrando que a Mútua (a caixa de assistência) agora permite o ingresso dos estudantes que podem desfrutar de clubes de vantagens e cursos gratuitos. A pró-reitora da Universidade Geraldo Di Biase, Elisa de Alcântara, disse que a universidade está aberta à parceria com o Crea-RJ e aproveitou para criticar a proliferação de cursos de Ensino À Distância (EAD) na área das Engenharias, o que está, segundo ela, criando uma concorrência desleal com os cursos presenciais, onde em geral se verifica maiores investimentos em laboratórios e instalações para os estudantes. No Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), a comitiva do Crea-RJ foi recebida pela reitora, professora Ivanete Oliveira, e pelo pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento, Márcio Lins, que também é conselheiro do Crea. Ao longo do encontro, realizado na quarta-feira, dia 9 de julho, no campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços, eles conversaram sobre uma aproximação entre a instituição e o Conselho, a fim de reforçar o compromisso de ambos com a formação profissional e o fortalecimento da imagem