CREA-RJ apoia a diversidade e inovação no Encontro da Engenharia Preta 2026

No dia 9 de maio de 2026, das 8h30 às 12h30, a Rede de Engenharia Preta – REP, com apoio institucional do CREA-RJ, realiza o “Encontro da Engenharia Preta 2026”. O evento vai ser na sede da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro – SEAERJ, na Glória. O objetivo é promover a diversidade, inovação, networking qualificado e cooperação institucional, bem como o fortalecimento da presença, permanência e protagonismo de profissionais negros(as) nas áreas de Engenharia, Arquitetura, Tecnologia e Inovação. O encontro reunirá profissionais, instituições públicas e privadas, universidades e entidades representativas.  Inscrições gratuitas: clique aqui Serviço: Evento: Encontro da Engenharia Preta 2026 Data: 9 de maio de 2026 Horário: das 8h30 às 12h30 Local:  Sede da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro – SEAERJ – Rua do Russel, 1 – Glória, RJ 

Abertas as inscrições para o Minicurso de Avaliações e Perícias com Aplicações de Inteligência Artificial

Estão abertas as inscrições para o Minicurso  de Avaliações e Perícias com Aplicações de Inteligência Artificial, promovido e ministrado pelo engenheiro civil Murilo Reis, em parceria com o CREA-RJ, por meio do Progredir. O curso gratuito acontece dos dias 25 a 29 de maio de 2026, de forma online. O curso tem como objetivo capacitar profissionais a se cadastrar em bancos e tribunais, e demonstrar como a IA pode auxiliar na elaboração de laudos de forma mais rápida e eficiente. O público-alvo é composto por engenheiros civis e arquitetos, formados, recém formados ou próximos da conclusão, que visam trabalhar para grandes instituições, ser avaliador dos bancos, monetizar o diploma, sair do CLT ou ter uma renda extra. Os alunos que assistirem todas as aulas poderão emitir um certificado gratuito, concorrendo a uma bolsa integral de pós-graduação da Elite Pós. Após o minicurso, as vagas serão abertas para a mentoria com desconto especial para profissionais registrados no CREA. Para tanto, basta utilizar o cupom CREA no momento da inscrição.  Inscrições: clique aqui

CREA-RJ realiza o evento gratuito CarbonAir – Inovação Tecnológica Brasileira em Captura de CO2

No dia 28 de maio de 2026, o CREA-RJ, por meio da Câmara Especializada de Engenharia Química – CEEQ, realiza o evento “CarbonAir – Inovação Tecnológica Brasileira em Captura de CO2”. O encontro será das 15h às 17h, na sede do Conselho, no Centro do Rio, e tem como objetivo promover um espaço de discussão técnica e científica sobre a Inovação Tecnológica em captura de Carbono: a solução da CarbonAir.   O público-alvo é formado por engenheiros, professores, pesquisadores, representantes de empresas, estudantes, e interessados em inovação tecnológica, sustentabilidade e transição energética.  Inscrições gratuitas: clique aqui Serviço: Evento: CarbonAir – Inovação Tecnológica Brasileira em Captura de CO2 Data: 28 de maio de 2026 Hora: das 15h às 17h Local: Sede do CREA-RJ – Rua Buenos Aires, 40 – Centro, Rio de Janeiro Programação: 15h | Mesa de abertura: 15h20 | Palestra: Desafio global do carbono: emissões, impactos e compromissos internacionais 16h00 | Perguntas e contribuições do público  17h00 | Encerramento/Congraçamento 

Regulação e logística na Nuclep são temas em Seminário da ABDAN 

Foi realizado, entre os dias 5 e 7 de maio, na fábrica da Nuclep, em Itaguaí, o Seminário de Logística e Regulação, promovido pela Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (ABDAN).  O encontro reuniu especialistas, autoridades e representantes da indústria nuclear para debater os desafios e avanços do arcabouço regulatório do setor no Brasil. O CREA-RJ foi apoiador institucional e participou da abertura do evento por meio do 2º vice-presidente, engenheiro químico e de segurança do trabalho, Luiz Alexandre Mosca, que ressaltou a magnitude do evento ao discutir toda a cadeia produtiva nuclear.  Entre os principais aspectos, Mosca destacou o debate sobre os elementos regulatórios do setor nuclear. “O evento contou com a presença de vários profissionais importantes da área, e envolveu a discussão da cadeia evolutiva e elementos regulatórios, onde se encontra o verdadeiro gargalo do Brasil, principalmente no setor nuclear”, disse.   A programação abordou temas relacionados à segurança nuclear, controle de qualidade, transporte de materiais nucleares, previsibilidade regulatória e eficiência logística e da cadeia de suprimentos. O encontro também promoveu discussões sobre as recentes atualizações nas normas de licenciamento e os impactos dessas mudanças para o desenvolvimento da atividade nuclear no país. O seminário contou com a participação da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), que colaborou na construção da programação técnica, além de representantes da Marinha do Brasil, das Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e de instituições ligadas à cadeia produtiva nuclear. Durante os três dias de atividades, os participantes acompanharam painéis técnicos, debates especializados e visita às instalações da Nuclep. A iniciativa teve como principal objetivo fortalecer o diálogo entre indústria, governo, academia e entidades profissionais e expandir as discussões sobre segurança energética, transição energética e modernização regulatória no setor nuclear brasileiro.

Ecossistema Agtech no Brasil reúne mais de 2 mil startups e amplia maturidade do setor 

O Brasil registrou cerca de 2.075 agtechs em 2025, com crescimento aproximado de 5% em relação ao ano anterior, consolidando um ecossistema de inovação no setor agropecuário que apresenta maior maturidade e modelos de negócio mais estruturados. Os dados integram estudos conduzidos pela Embrapa, que analisam a evolução recente das startups voltadas ao agronegócio no país. O levantamento indica que o ecossistema Agtech brasileiro é composto por uma rede articulada de startups, produtores rurais, universidades, centros de pesquisa, investidores e grandes empresas, com forte presença de práticas de inovação aberta, cocriação e transferência de tecnologia. Nesse contexto, a pesquisa agropecuária desempenha papel central ao viabilizar a conversão de conhecimento científico em soluções aplicadas ao campo. A distribuição geográfica das agtechs permanece concentrada nas regiões Sul e Sudeste, que reúnem cerca de 90% das empresas mapeadas, com destaque para o estado de São Paulo. Ao mesmo tempo, observa-se expansão gradual para outras regiões, indicando potencial de interiorização e diversificação do ecossistema. Outro aspecto relevante é o crescimento dos ambientes de inovação e suporte às startups. Incubadoras e aceleradoras ampliaram sua presença nos últimos anos, contribuindo para o desenvolvimento de novos empreendimentos e para a consolidação de iniciativas já existentes. As soluções desenvolvidas pelas agtechs abrangem diferentes etapas da cadeia produtiva, desde atividades anteriores à produção agropecuária, como oferta de insumos e crédito, passando pela operação dentro da fazenda, com uso de tecnologias de monitoramento e automação, até atividades posteriores, como logística, comercialização e rastreabilidade. De acordo com a Embrapa, o avanço desse ecossistema está associado à relevância econômica do agronegócio no Brasil e à crescente incorporação de tecnologias digitais, com destaque para ferramentas baseadas em dados e inteligência artificial. Entre os desafios identificados estão a necessidade de maior integração entre os atores, a redução das assimetrias regionais e o aprimoramento da base de dados sobre o setor. Fontes: Embrapa e Radar Agtech

Engenheiro Sergio Hampshire recebe medalha do mérito do Confea durante sessão plenária do CREA-RJ

O engenheiro civil Sergio Hampshire de Carvalho Santos recebeu a Medalha do Mérito do CONFEA – Conselho Federal de Engenharia e Agronomia  durante a Sessão Plenária 1.629 do CREA-RJ. A honraria foi entregue pelo presidente em exercício do CREA-RJ, engenheiro civil Luiz Carneiro, em reconhecimento à trajetória de mais de 50 anos dedicados à Engenharia Civil, ao ensino e à produção científica. Professor da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro desde 1997, Sérgio construiu uma carreira marcada pela atuação em grandes projetos de infraestrutura e energia no país. Entre eles, destacam-se os trabalhos nas usinas nucleares de Angra 2 e Angra 3, além do reator nuclear de pesquisa da Marinha do Brasil e de importantes usinas termoelétricas. Ao longo de sua trajetória, também teve papel relevante no desenvolvimento de normas técnicas, atuando como coordenador do comitê da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas  para Projeto Sísmico de Estruturas. Atualmente, preside a Associação Brasileira de Pontes e Estruturas – ABPE. Autor de mais de 150 artigos publicados no Brasil e no exterior, Sergio Hampshire também possui livros de referência na área de estruturas e concreto. Seu trabalho já foi reconhecido com importantes premiações, como o Prêmio Oscar Niemeyer, do CREA-RJ, e o Prêmio Emílio Baumgart, do Instituto Brasileiro do Concreto. A homenagem do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA destaca a contribuição do engenheiro para o avanço da Engenharia Brasileira, especialmente nas áreas de estruturas, pesquisa e formação de novas gerações de profissionais. Entrevista / Sérgio Hampshire O que significa para você receber a Medalha do Mérito do Confea?  Eu recebo com muita emoção, depois de 53 anos de carreira. Tanto como engenheiro quanto como professor.  Mas eu recebo não em caráter pessoal. Recebo aqui em nome dos meus colegas da associação que eu represento, a Associação Brasileira de Pontes e Estruturas – ABPE. E também da Escola Politécnica da UFRJ, onde sou professor.  Como você vê essa preocupação do Sistema CONFEA/CREA em valorizar o profissional que ainda está trabalhando?  O CREA tem se dinamizado muito nos últimos anos, valorizando as nossas profissões. Considero o CREA como a nossa casa, a casa do engenheiro. Então, é aqui onde a gente tem que estar, acompanhando nossos colegas, usufruindo das atividades desenvolvidas pelo Conselho.  Para você, como profissional e professor, o que é mais relevante, o ensino ou a prática? Que o ensino sem a prática não tem sentido. E a prática sem o ensino, ela também não tem base. Então, a todos os colegas que eu tenho oportunidade de conversar, mais jovens, eu tento incentivá-los a conciliar a vida profissional com a vida acadêmica. Sempre estudando. A carreira que eu me dedico, que é a Engenharia de Estruturas, ela exige o conhecimento contínuo, o aperfeiçoamento contínuo. Então, ela não se esgota nos anos da graduação. Você vai pelo mestrado, pelo doutorado, pelos congressos de Engenharia, viaja ao exterior. A gente vai aprendendo a vida inteira.  O que fez o senhor se apaixonar pela Engenharia?  Eu acho que existe uma coisa que é inata na pessoa. Eu, com 12 anos de idade, tinha um tio que era um comunista, para o qual depois eu vinha trabalhar. Uma vez eu fui dormir na casa dele e ele me mostrou um projeto que ele estava fazendo, um papel manteiga em cima de uma planta de arquitetura, e foi me explicando o que era uma viga, o que era uma coluna, o que era uma laje. Então, aí eu descobri que era aquilo que eu queria fazer com essa vida.  O senhor também tem um grande conhecimento de Engenharia Nuclear. Esse ano está completando 40 anos do acidente de Chernobyl. Que aprendizado ficou? Como o senhor enxerga a Engenharia Nuclear hoje no Brasil?  Bom, eu conheço basicamente a aplicação no Brasil. As nossas usinas são super, hiper seguras. 100% de segurança isso não existe. A segurança é sempre probabilística. Mas a aplicação da Engenharia Nuclear no Brasil, para fins práticos, ela está nivelada com os maiores países do mundo, em termos de segurança, de eficiência, de todos os aspectos. E é pena que ela esteja se desenvolvendo tão lentamente. Estamos aguardando eternamente a conclusão de Angra 3, para a continuidade do nosso programa nuclear.  Esse acidente de Chernobyl também criou novos protocolos de segurança. O senhor acha que a partir dali também foi um marco para esse desenvolvimento maior ainda da segurança da energia nuclear?  Com certeza. As usinas brasileiras, de Angra 2 e Angra 3, elas têm uma base alemã, que tem como norma básica a segurança. Tudo se pensa em termos de segurança. Então nós temos uma confiança muito grande nessas usinas brasileiras.  O senhor recebeu  uma das maiores honrarias do Sistema CONFEA/CREA, que é a medalha do mérito. Que legado o senhor pretende deixar para os engenheiros e para a sociedade?  Olha, o nosso legado é construído todos os dias. Hoje, por exemplo, eu dei aula de manhã e vim para o CREA à tarde receber esta homenagem. Então, a gente está em contato permanente com jovens, e a gente procura ser uma inspiração. Através do que a gente se dedica no ensino, na pesquisa, esse legado é o exemplo que a gente dá a esses jovens. E a gente tem a satisfação de ver os jovens galgando os degraus da profissão, e ganhando destaque no cenário da Engenharia Nacional. Isso é uma satisfação muito grande. Confira o vídeo.

Campanha “Tudo é Engenharia” destaca infraestrutura que sustenta o funcionamento das cidades

O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, CONFEA, lançou a campanha “Tudo é Engenharia: você confia sem perceber”, iniciativa voltada à valorização da Engenharia, da Agronomia e das Geociências por meio de situações presentes no cotidiano da população brasileira. A campanha reúne vídeos e peças digitais que mostram como diferentes áreas profissionais estão relacionadas ao funcionamento de serviços essenciais, frequentemente incorporados à rotina das cidades sem que sua complexidade técnica seja percebida pela sociedade. Produzida com apoio de ferramentas de Inteligência Artificial generativa, a iniciativa aborda temas ligados à infraestrutura urbana, abastecimento, telecomunicações, mobilidade, saneamento e qualidade de vida. Segundo o CONFEA, o objetivo é ampliar a percepção pública sobre a contribuição das profissões vinculadas ao Sistema CONFEA/CREA para o desenvolvimento do país. O vídeo dedicado ao tema “Cidades” destaca a presença da Engenharia em sistemas que garantem mobilidade urbana, fornecimento de energia, drenagem, iluminação pública, saneamento e infraestrutura urbana. O conteúdo também evidencia os desafios relacionados ao crescimento das cidades, à manutenção de estruturas públicas e à necessidade de planejamento técnico diante das transformações urbanas e climáticas. Confira!

Infra-BR aponta déficits estruturais no saneamento básico e desigualdades entre estados

O CONFEA divulgou análise do eixo de saneamento básico do Infra-BR – Índice Confea de Infraestrutura do Brasil, ferramenta que avalia comparativamente os 27 estados a partir de indicadores técnicos e sociais. O levantamento adota abordagem orientada a desempenho, ao considerar não apenas a cobertura dos serviços, mas a efetividade operacional e seus impactos. No campo do esgotamento sanitário, o principal indicador observado é a diferença entre o volume de esgoto gerado e o efetivamente tratado. O dado evidencia limitações estruturais do sistema, com reflexos diretos na poluição hídrica e na pressão sobre os sistemas de abastecimento. A análise utiliza dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento, permitindo identificar distorções entre expansão de rede e capacidade de tratamento. Em relação aos resíduos sólidos, o diagnóstico combina três variáveis: cobertura da coleta, destinação final e taxa de reciclagem. Mesmo em cenários com coleta relativamente ampliada, os resultados apontam baixa eficiência sistêmica. No Brasil, apenas cerca de 3% a 4% dos resíduos urbanos são reciclados formalmente, o que indica gargalos na estrutura de triagem, na logística reversa e nos mecanismos econômicos de incentivo. O levantamento também estabelece correlação direta entre acesso ao saneamento e indicadores socioeconômicos, com base em dados do Instituto Trata Brasil. A escolaridade média da população com acesso aos serviços é de 9,5 anos, frente a 7,5 anos entre aqueles sem acesso. No campo da renda, a média mensal chega a R$ 3.477 para a população atendida, enquanto o grupo sem acesso registra R$ 2.320, uma diferença próxima de 50%. A análise evidencia a persistência de assimetrias regionais, refletidas tanto na cobertura quanto na eficiência dos serviços de saneamento. Estados das regiões Norte e Nordeste tendem a apresentar maiores déficits, especialmente no esgotamento sanitário, com menores índices de coleta e tratamento, enquanto unidades federativas do Sul e Sudeste concentram melhores indicadores operacionais. Essa diferença não se limita à presença de infraestrutura, mas envolve capacidade de gestão, disponibilidade de investimentos e maturidade institucional dos prestadores de serviço.  O Infra-BR permite visualizar essas disparidades ao comparar indicadores como volume de esgoto tratado, adequação da destinação de resíduos e níveis de atendimento, evidenciando que, mesmo onde há avanço na coleta, persistem lacunas significativas na etapa de tratamento e na destinação ambientalmente adequada.

Prêmio Elisa Frota Pessoa destaca pesquisadoras no Rio 

A Prefeitura do Rio de Janeiro premiou 24 alunas de instituições de ensino superior com o Prêmio Elisa Frota Pessoa, contemplando trabalhos de graduação, mestrado e doutorado em diferentes áreas do conhecimento. No recorte das Ciências Exatas, destacam-se pesquisas voltadas à aplicação de tecnologias e soluções para desafios contemporâneos.  As premiadas nas áreas de Exatas estão distribuídas entre diferentes níveis acadêmicos, abrangendo desde a formação inicial até a pós-graduação, o que indica a presença contínua de mulheres na produção científica ao longo da trajetória acadêmica. Os trabalhos apresentados dialogam diretamente com o tema da edição, voltado à promoção da sustentabilidade, da justiça social e ao desenvolvimento de soluções para desafios urbanos contemporâneos. .Prêmio Elisa Frota Pessoa em Ciências Exatas A iniciativa tem como objetivo reconhecer e incentivar a produção científica feminina no município do Rio de Janeiro, ao mesmo tempo em que fortalece a articulação entre o poder público e as instituições de ensino e pesquisa. Ao valorizar trabalhos que dialogam com demandas sociais e urbanas, a premiação contribui para ampliar a visibilidade de soluções baseadas em ciência, tecnologia e inovação, além de estimular a formação de novas pesquisadoras. Além das Ciências Exatas, o prêmio também contemplou pesquisas nas áreas de Ciências Biológicas e outras áreas do conhecimento, incluindo estudos relacionados à saúde, como diagnósticos avançados de tumores com uso de citometria de fluxo, sustentabilidade e segurança alimentar, como o uso do sorgo como alimento funcional. O prêmio homenageia Elisa Frota Pessoa, referência na Física experimental no Brasil e uma das pioneiras na consolidação da pesquisa científica no país. Sua trajetória é marcada pela atuação em instituições de excelência e pela contribuição à formação de gerações de cientistas, sendo reconhecida como uma das primeiras mulheres a alcançar projeção na área, em um contexto historicamente marcado por baixa participação feminina.

Brazil Water Week 2026 reúne especialistas para debater água, clima e saneamento 

A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) vai realizar a quarta edição da Brazil Water Week 2026, consolidada como um dos principais encontros internacionais dedicados à discussão de água e saneamento no país. O evento, que tem apoio do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA, ocorrerá entre os dias 25 e 29 de maio de 2026, em formato integralmente online, com transmissão em português e inglês e acesso ao conteúdo disponível por até 90 dias após a programação. Com o tema central “Conectando soluções: água, clima e desenvolvimento sustentável”, a edição de 2026 busca articular debates técnicos e institucionais sobre os desafios contemporâneos da gestão hídrica, com ênfase na integração entre sustentabilidade ambiental, inovação tecnológica e políticas públicas. O evento reunirá especialistas, pesquisadores, gestores públicos e profissionais do setor de diferentes países. A programação está estruturada em sete eixos temáticos principais: equidade e acesso ao saneamento; ciclo sustentável do saneamento, com foco em esgoto, reúso e economia circular; desafios regulatórios; saneamento digital e operações inteligentes; cooperação global e diplomacia da água; adaptação climática e resiliência hídrica; e água segura, associada à saúde e sustentabilidade. Ao longo dos cinco dias, estão previstas cerca de 20 sessões de discussão, além de atividades preparatórias anteriores ao evento, abordando desde tecnologias para tratamento de efluentes até estratégias de adaptação às mudanças climáticas e modelos de governança no setor. Clique e acesse o site do evento para mais informações.