Regulação e logística na Nuclep são temas em Seminário da ABDAN 

Foi realizado, entre os dias 5 e 7 de maio, na fábrica da Nuclep, em Itaguaí, o Seminário de Logística e Regulação, promovido pela Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (ABDAN). 

O encontro reuniu especialistas, autoridades e representantes da indústria nuclear para debater os desafios e avanços do arcabouço regulatório do setor no Brasil. O CREA-RJ foi apoiador institucional e participou da abertura do evento por meio do 2º vice-presidente, engenheiro químico e de segurança do trabalho, Luiz Alexandre Mosca, que ressaltou a magnitude do evento ao discutir toda a cadeia produtiva nuclear. 

Entre os principais aspectos, Mosca destacou o debate sobre os elementos regulatórios do setor nuclear. “O evento contou com a presença de vários profissionais importantes da área, e envolveu a discussão da cadeia evolutiva e elementos regulatórios, onde se encontra o verdadeiro gargalo do Brasil, principalmente no setor nuclear”, disse.  

O 2º vice-presidente do CREA-RJ, engenheiro químico e de segurança do trabalho, Luiz Alexandre Mosca, durante o evento

A programação abordou temas relacionados à segurança nuclear, controle de qualidade, transporte de materiais nucleares, previsibilidade regulatória e eficiência logística e da cadeia de suprimentos. O encontro também promoveu discussões sobre as recentes atualizações nas normas de licenciamento e os impactos dessas mudanças para o desenvolvimento da atividade nuclear no país.

O seminário contou com a participação da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), que colaborou na construção da programação técnica, além de representantes da Marinha do Brasil, das Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e de instituições ligadas à cadeia produtiva nuclear. Durante os três dias de atividades, os participantes acompanharam painéis técnicos, debates especializados e visita às instalações da Nuclep.

A iniciativa teve como principal objetivo fortalecer o diálogo entre indústria, governo, academia e entidades profissionais e expandir as discussões sobre segurança energética, transição energética e modernização regulatória no setor nuclear brasileiro.

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