Associação dos Engenheiros Ferroviários promove o 1º Seminário da Comissão de Estudos Metroferroviários

A Associação dos Engenheiros Ferroviários (Aenfer) vai realizar, no auditório de sua sede, no Centro do Rio, o 1º Seminário da Comissão de Estudos Metroferroviários do Rio de Janeiro (CEM) no dia 13 de dezembro, sexta-feira, a partir das 8h30. Durante o seminário serão apresentados trabalhos técnicos realizados pela CEM e pelo Núcleo de Desenvolvimento Tecnológico Ferroviário (NDF). O evento contará com a presença de personalidades do setor ferroviário, promovendo o compartilhamento de conhecimento e incentivando o debate sobre o futuro do transporte metroferroviário. A Aenfer fica na Avenida Presidente Vargas, 1733, 6º andar, Centro, Rio de Janeiro. O evento tem inscrições gratuitas através do link: https://forms.office.com/r/Qaf1CbU9cE
Unir para fortalecer: Crea-RJ reunirá suas premiações em grande evento em 2025
O Crea-RJ informa que os eventos das entregas de algumas das suas principais premiações serão realizados em uma única grande cerimônia em 2025, na qual os agraciados de 2024 irão receber suas honrarias. A decisão busca concentrar as homenagens em uma solenidade especial, reunindo profissionais, instituições e representantes das áreas tecnológicas em uma celebração marcante. O objetivo é o reconhecimento das contribuições de profissionais e instituições das áreas da Engenharia, da Agronomia e das Geociências que promovem o desenvolvimento, a sustentabilidade e a inovação em suas atuações. Prêmio Crea-RJ de Meio Ambiente: voltado a reconhecer projetos e profissionais que se destacam na conservação ambiental e no desenvolvimento sustentável no estado do Rio de Janeiro. Prêmio David Azambuja do Mérito Florestal: homenagem a engenheiros florestais e instituições que realizam contribuições significativas na preservação e manejo sustentável de recursos florestais, em memória do engenheiro David Azambuja. Prêmio Johanna Döbereiner: tem o objetivo de reconhecer e celebrar personalidades, instituições e entidades que se destacaram por suas contribuições na área da Agronomia e que demonstraram excelência em suas posições, ações, trabalhos, estudos e projetos, promovendo o avanço e o desenvolvimento do campo da Agronomia. Prêmio José Chacon de Assis – Engenharia Elétrica: criado em homenagem ao engenheiro eletricista José Chacon de Assis, premia aqueles que contribuem para o avanço tecnológico e o bem-estar social na área de engenharia elétrica. Prêmio Láurea ao Mérito Profissional: dedicado a profissionais de Engenharia, Agronomia e Geociências que, por meio de iniciativas inovadoras ou de impacto social, elevam a importância das suas profissões. A data e o local do evento serão divulgados em breve. Acompanhe as atualizações no portal e redes sociais do Crea-RJ.
Crea-RJ e universidades celebram o Prêmio Crea-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos em cerimônia que destacou os melhores de 2023
A emoção e o orgulho pelo reconhecimento do esforço na pesquisa acadêmica tomaram conta de alunos, professores e orientadores de importantes instituições de ensino do estado do Rio de Janeiro, que receberam no último dia 3 de dezembro, o XII Prêmio Crea-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos, em cerimônia realizada no Clube de Engenharia. Por meio da entrega de certificados, o Crea-RJ homenageou autores de trabalhos que se destacaram ao produzirem pesquisas nas áreas da Engenharia, Agronomia e Geociências. O objetivo da premiação é valorizar os estudantes e seus professores/orientadores, que ajudaram a contribuir para a construção do acervo científico e tecnológico de nosso estado e nosso país, em espaços de referência para a produção de novos conhecimentos. Pela primeira vez com a predominância feminina na composição mesa solene, participaram a coordenadora e coordenadora-adjunta da Comissão de Educação do Crea-RJ, Gisele Teixeira Saleiro e Débora Candeias; a diretora da Escola Politécnica da UFRJ, Cláudia Morgado; a coordenadora dos cursos de Engenharia Ambiental e Engenharia de Produção do Centro Universitário de Volta Redonda, Samantha Grisol da Cruz Nobre; além do presidente do Crea-RJ, Miguel Fernández e do presidente do Clube de Engenharia, Francis Bogossian. Após dirigir-se diretamente aos premiados, parabenizando-os pela qualidade e competência dos trabalhos, reconhecidos e valorizados com a celebração, o presidente Miguel Fernández destacou a importância da continuidade da premiação, já em sua décima segunda edição. “Assim devem ser os bons e excelentes projetos executados pelas instituições. Que o Prêmio Crea-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos chegue ao vigésimo, ao trigésimo, que passe por gestões! Porque as gestões passam, as instituições ficam e aquilo que é bom, que é bem realizado deve permanecer, sendo apenas aperfeiçoado cada vez mais”, comemorou. A coordenadora Gisele Saleiro falou do orgulho da oportunidade de estar à frente da Comissão de Educação e poder compartilhar o momento com colegas que, um dia, já foram seus professores. “Já fui aluna do IME, da Uenf e é uma grande honra estar aqui, agora do outro lado, com professores e amigos”. Ela lembrou ainda que a atual composição da Comissão de Educação é toda de professores e como isso reforçou o compromisso com a premiação. “Este prêmio é uma demonstração não só de parceria com as instituições de ensino, mas como a Comissão de Educação e todo o Crea-RJ valorizam a ciência, a tecnologia e a pesquisa”. Nesta edição, que teve como tema O Desafio da Mudança Climática para o Futuro da Engenharia, foram contemplados 81 trabalhos e/ou projetos de conclusão de curso referentes ao ano de 2023: monografias, dissertações e teses apresentadas em instituições de nível superior – graduação, mestrado e doutorado. Em 2024, pela primeira vez, a escolha do tema do Prêmio Crea-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos foi feita pelas próprias instituições de ensino. por meio de votação de representantes que compõem o Colegiado das Instituições de Ensino Superior do Crea-RJ – CDIES, foi possível definir uma, entre temáticas iniciais propostas, que estavam vinculados ao tema central da soea do ano de 2024 “Inovação, Tecnologia e Inovação para um Futuro Sustentável”. Ao todo, receberam a premiação 115 autores de 15 instituições de ensino do estado, que receberam troféus pela participação: Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet), Centro Universitário Augusto Motta (Unisuam), Centro Universitário de Volta Redonda (Unifoa), Centro Universitário Geraldo Di Biase (UGB), Instituto Militar de Engenharia (IME), Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ), Universidade Cândido Mendes, Universidade de Vassouras, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Iguaçu, Universidade Santa Úrsula e Universidade Veiga de Almeida. Desde a primeira edição, em 2011, já foram contemplados com o Prêmio Crea-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos, mais de 900 trabalhos de 1.406 autores e 110 instituições de ensino do estado do Rio de Janeiro. Ao final da solenidade, foram sorteadas, entre os premiados presentes, cinco participações na 80ª SOEA, que ocorrerá em outubro de 2025, em Vitória; três bolsas de 100% em MBA de Engenharia de Custos, oferecidas pelo Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos – IBEC; e uma bolsa de 100% para qualquer uma das capacitações do Sebrae-RJ, no ano de 2025. Confira o vídeo!
Presidente do Crea-RJ vai a Nova Friburgo empossar mais 19 inspetores

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ), engenheiro Miguel Fernández, empossa mais 19 inspetores da Região Serrana do Rio, em solenidade a ser realizada na Inspetoria de Nova Friburgo (Praça Presidente Getúlio Vargas 105), nesta quarta-feira, dia 11 de dezembro, às 16h. Com essa posse, chegará a 123 o número de inspetores nomeados pela atual gestão, iniciada em janeiro deste ano. Os inspetores da Região Serrana estão distribuídos por Nova Friburgo (três), Petrópolis (dois), Teresópolis (três), Miguel Pereira (três) e Três Rios (3). Outros cinco inspetores vão atuar em Paraíba do Sul, Sapucaia, Comendador Levy Gasparian, Areal e Sumidouro. Petrópolis tem grande concentração de engenheiros em função da indústria cervejeira da região. Os inspetores do Crea-RJ atuam como representantes do Conselho junto a entidades públicas e privadas de suas regiões, colaborando também com a fiscalização do exercício legal das profissões do Conselho. A nomeação é publicada em Portaria do Crea-RJ, mas os inspetores atuam como voluntários, sem remuneração. O presidente do Crea-RJ, Miguel Fernández, ressalta que o papel dos inspetores é muito importante para encaminhar as demandas de cada região do estado: “Não podemos ser um espaço cartorário que funciona mal. Estamos trabalhando arduamente para mudar essa realidade. Estamos implantando um processo de informatização pesado. O Crea-RJ tem que ser protagonista na defesa dos interesses do nosso setor, das empresas, dos profissionais e das entidades. Um inspetor é um cargo honorífico, um trabalho voluntário pela causa das engenharias. O papel do inspetor é importante para dar capilaridade ao Crea e encaminhar as demandas de cada região”, afirmou Miguel Fernández. O presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Nova Friburgo (AEANF), Daniel Cardoso, afirmou que é a grande expectativa em torno das novas nomeações de inspetores que vão atuar na Região Serrana: A nomeação de inspetores do Crea-RJ é muito importante, já que a critério da diretoria do Crea-RJ, podem representar o presidente na região”, afirmou Cardoso, acrescentando que “faz parte da história da AEANF trabalhar em parceria com os inspetores, assim como desenvolver propostas e ações locais”. Fundada em 17 de julho de 1969, a Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Nova Friburgo reúne cerca de 130 profissionais.
Dia Internacional dos Direitos Humanos
No dia 10 de dezembro é celebrado o Dia Internacional dos Direitos Humanos. A data faz referência à Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), proclamada pela Assembleia Geral das Organizações das Nações Unidas (ONU), em 10 de dezembro de 1948, na cidade de Paris, França. A DUDH tem o propósito de assegurar os direitos de todos os seres humanos, independentemente da religião, etnia, nacionalidade, cor, sexo, orientação sexual, condições econômicas e convicções políticas. É composta de um preâmbulo e trinta artigos. Já inspirou a criação de constituições de países democráticos, como o Brasil na Constituição de 1988, e diversas convenções como a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial (1965) e a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminção contra as Mulheres (1979). O documento, o primeiro de caráter universal e que todas as nações aspiram alcançar em suas práticas políticas e sociais, é traduzido em mais de 500 idiomas e representa um avanço nas questões de proteção à vida, à liberdade e à igualdade entre os cidadãos do mundo. A Declaração dos Direitos é pioneira em sua abrangência, mas países como os Estados Unidos, em sua Declaração de Independência de 1776, e a França, com a Declaração dos Direitos dos Homens e do Cidadão de 1789 (obra que deu origem à Revolução Francesa), já demonstravam a relevância de assegurar direitos essenciais para a dignidade humana e nos deveres a serem cumpridos em suas normas. Contexto histórico Com o início da Guerra Fria e como resposta às atrocidades cometidas durante a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais – armas químicas e campos de extermínio, ocorreu um movimento mundial, com o objetivo de traçar metas e limites para o estabelecimento da paz entre as nações. O comitê da redação da DUDH, formado por juristas e diplomatas, foi liderado principalmente por Eleanor Roosevelt (Estados Unidos), John Peters (Canadá), Peng Chun Chang (Taiwan), Charles Dukes (Reino Unidos), Alexander Bogomolov (União Soviética), René Cassin (França), Hernán Santa Cruz (Chile), William Hodgson (Austrália) e Charles Malik (Líbano). A confirmação aconteceu por meio da Declaração 217 A (III), emitida na 3ª Sessão da Assembleia Geral da ONU. Com a participação de 58 delegações, foi aprovada por 48, incluindo o Brasil, contra oito que se abstiveram e duas que não participaram da votação. Eleanor Roosevelt foi a presidente da Comissão, responsável pela edição final do texto. O jornalista, ensaísta e membro da Academia Brasileira de Letras, Austregésilo Athayde, também ganhou destaque por ter sido o participante que se dedicou à elaboração da redação da Declaração dos Direitos Humanos. Logo no preâmbulo, destaca-se que, ainda com os desprezos dos direitos individuais que levaram às barbáries enfrentadas nas guerras e ao genocído, a Declaração tem como objetivo assegurar que todos os povos e nações tenham acesso ao ensino e à educação, direito de liberdade, progresso e condições plenas de desenvolvimento da vida. Também reforça que sejam protegidos, perante a lei, da opressão e tirania. O artigo 1° já diz que “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”, dando o tom ao documento. O artigo 7° diz que: “Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação”, reforçando as práticas democráticas em sua base, como também no que se refere ao direito de locomoção, à moradia, ao saneamento básico e partipação nas tomadas de decisão coletiva. O que mudou em 76 anos? Apesar dos avanços e conquistas em diversas nações, ainda há mudanças a serem feitas, tal como o fim da fome no mundo e a garantia aos direitos das mulheres, como no caso do Afeganistão. A retomada do poder pelo grupo Talibã, em 2021, as afegãs perderam o seu direito à educação, de trabalhar, sair na rua sozinha e até mesmo de mostrar seus rostos. E mesmo com 23 milhões de pessoas fora da situação de fome no Brasil, em 2023, representando uma queda de 11,4 pontos percentuais, como divulgado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda existem 8,7 milhões que precisam de alimentação. A queda deste quantitativo reflete o investimento político em criação de rendas por meio de programas sociais e a reinserção de desempregados no mercado de trabalho, por exemplo. Porém, humanizando-se os dados, há ainda um caminho longo para se percorrer para o fim da fome em larga escala. No Brasil, o feminicídio aumentou, passando de 1.437 casos por ano em 2022, para 1463 em 2023, contabilizando um aumento de 1,6% em relação ao ano anterior, segundo dados do Monitor de Violência e do Fórum de Segurança Pública. A população negra e LGBTQIA+ também sofre com perseguições, tendo a sua liberdade privada pela intolerância. Dados do Anuário de Segurança Pública do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) de 2023, mostram que houve um aumento de 67% nos crimes de injúria racial, homofobia, transfobia e racismo, em relação ao ano de 2022, impedindo a livre circulação e a expressão de forma culturais diversas. A Anistia Internacional Brasil (movimento global que realiza ações e campanhas para que os direitos humanos sejam respeitados e protegidos), destaca algumas demandas, como fim de assasinato de jovens negros pelas forças de segurança, eliminação do feminicidio e da violêncioa de gênero – criando-se delegacias especializadas e espaço de acolhimento – e proteção aos ambientalistas. Por meio de leis e regulamentos, com a participação da sociedade, pode-se desenvolver a construção de um espaço mais seguro e livre para os cidadãos. O Programa de Proteção de Defensores de Direitos Humanos garante esse envolvimento entre as pessoas, com medidas de proteção individual e coletiva, trazendo participação racial e de gênero nas discussões. O Crea-RJ celebra o Dia Internacional dos Direitos Humanos e destaca a data para