Crea-RJ terá novo sistema integrado de fiscalização e autoatendimento

Na quarta reunião extraordinária de diretoria do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ) neste ano, na sexta-feira, dia 22, na sede da entidade, foi apresentado o novo sistema integrado de fiscalização e autoatendimento, que vai substituir o atual sistema. O presidente do Conselho, engenheiro Miguel Fernández, lembrou que o novo sistema a ser implantado ao longo do próximo ano está seguindo o mesmo modelo bem-sucedido e empregado, há dez anos, no Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro (CRA-RJ). O presidente do Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro, administrador Wagner Siqueira, deu um testemunho pessoal da eficácia do novo sistema que aboliu o emprego de papel nos processos da entidade. “Quando o Crea-RJ implantar esse sistema de informática, isso vai ter uma repercussão enorme nos processos para os engenheiros e para a sociedade, para a modernização da entidade. No caso do Crea-RJ, será um exemplo a ser seguido. Inclusive, está dentro de todas as práticas modernas, das práticas de ESG, de sustentabilidade, tudo isso. Quanto mais concluídos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, teremos organizações mais humanizadas, mais transformadas, assim como empresas de Engenharia mais competentes e profissionais de Engenharia, comprometidos com a transformação”, afirmou o presidente do CRA. O vice-presidente do Crea, o engenheiro de produção Alberto Balassiano, e outros integrantes da diretoria manifestaram satisfação em ver como o Conselho está inovando ainda mais na atual gestão. A implantação do novo sistema integrado de fiscalização e autoatendimento do Crea-RJ é um dos primeiros resultados do Acordo de Cooperação Técnica assinado em 16 de setembro com o Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro. O protocolo de intenções tem o objetivo de firmar uma parceria entre os dois conselhos profissionais, visando a um intercâmbio de informações para promover o aperfeiçoamento profissional e ações conjuntas de fiscalização do exercício legal da profissão nos dois Conselhos. “Nosso objetivo com essa parceria é desenvolver nas empresas e profissionais de Engenharia ações ligadas ao setor de Administração, por meio de compartilhamento tecnológico, e assim propor soluções para o setor produtivo do estado do Rio de Janeiro. Sem sombra de dúvidas, essa iniciativa vai se desdobrar na melhoria do nosso ambiente de trabalho, permitindo maior geração de empregos”, afirmou na ocasião o engenheiro Miguel Fernández, presidente do Crea-RJ, entidade que reúne em todo o estado cerca de 110 mil profissionais das Engenharias, da Agronomia e Geociências, além de 22 mil empresas. O presidente do CRA-RJ, o administrador Wagner Siqueira, em seu quarto mandato à frente do Conselho, manifestou muita satisfação com a iniciativa. “É com muita alegria que realizamos a assinatura deste protocolo de intenções com o Crea-RJ, a fim de promovermos a implementação de entendimentos mútuos e ações conjuntas que possam promover a eficiência e eficácia nas ações de fiscalização, aperfeiçoamento profissional e desenvolvimento de ambas as instituições”, afirmou o presidente do CRA-RJ, entidade que reúne 52 mil profissionais. Este ano, o Crea-RJ já firmou parcerias com o Conselho de Arquitetura de Urbanismo (CAU/RJ) e com o Conselho Regional dos Técnicos Industriais (CRT-RJ), com a finalidade de aperfeiçoar ações conjuntas de fiscalização do exercício legal das profissões.

Dia Internacional de Luta pelo Fim da Violência Contra a Mulher

Uma vida sem violência é direito das mulheres A data de 25 de novembro é marcada como o Dia Internacional de Luta pelo Fim da Violência Contra a Mulher. A data foi escolhida para lembrar as irmãs Mirabal (Pátria, Minerva e Maria Teresa), assassinadas pela ditadura de Leônidas Trujillo na República Dominicana. Em março de 1999, o 25 de novembro foi reconhecido pelas Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher.  A violência doméstica é “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial” Lei Maria da Penha, artigo 5º. A violência doméstica afeta significativamente a vida das mulheres em todo o mundo. No Brasil, a cada 7.2 segundos uma mulher é vítima DE VIOLÊNCIA FÍSICA. (Fonte: Relógios da Violência, do Instituto Maria da Penha). Em 2013, 13 mulheres morreram todos os dias vítimas de feminicídio. Cerca de 30% foram mortas por parceiro ou ex. (Fonte: Mapa da Violência 2015). O assassinato de mulheres negras aumentou (54%) enquanto o de brancas diminuiu (9,8%). (Fonte: Mapa da Violência 2015).  A expressão máxima da violência contra a mulher é o óbito. As mortes de mulheres decorrentes de conflitos de gênero, ou seja, pelo fato de serem mulheres, são denominados feminicídios. Estes crimes são geralmente perpetrados por homens, principalmente parceiros ou ex-parceiros, e decorrem de situações de abusos no domicílio, ameaças ou intimidação, violência sexual, ou situações nas quais a mulher tem menos poder ou menos recursos do que o homem.  O que é feminicídio? Feminicídio é um crime de ódio baseado no gênero, amplamente definido como o assassinato de mulheres. Intenção ou propósito do ato que está sendo dirigido às mulheres especificamente porque são mulheres. Tipos de violência  I – a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal;  II – a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional, diminuição da autoestima, que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação; III – a violência sexual, entendida como qualquer conduta que a constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada, mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força; que a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos;  IV – a violência patrimonial, entendida como qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades;  V – a violência moral, entendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria. (Art. 7º Lei Maria da Penha). Violência de Gênero: violência em que o sexo da vítima é determinante As mulheres representam a grande maioria das usuárias dos serviços socioassistenciais, sendo as mulheres negras o público majoritário atendido pela Assistência Social (IPEA, 2011). Sobre o total geral de beneficiários titulares do Programa Bolsa Família, 93% dos beneficiários titulares são mulheres, o que denota quem são os que da política de assistência social necessitam. (DATA SOCIAL, 2015).  A Proteção Social Básica, em seu caráter preventivo, protetivo e proativo, qualifica a oferta de seus serviços trabalhando na lógica da matricialidade familiar no território. É a partir da escuta qualificada no atendimento às mulheres, seja nos grupos do Serviço de Proteção e Atendimento Integral a Famílias (PAIF) e do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), que é possível trabalhar a prevenção à todas as formas de violência contra elas, contribuindo para o fortalecimento de sua autonomia e protagonismo na família, na comunidade, formando uma rede de cuidado e apoio entre elas.  Tanto o fortalecimento de vínculos entre as mulheres da comunidade quanto o desenvolvimento e fortalecimento de autonomia feminina contribui para a prevenção a situações de violência. Os temas de violência contra as mulheres e direitos das mulheres podem ser regularmente abordados nos grupos do PAIF e do SCFV.  Censo SUAS 2016 – CREAS Conforme os dados do Censo SUAS de 2016, 92,5% dos Centros de Referência Especializado de Assistência Social – CREAS atendem mulheres adultas em situação de violência física, no âmbito do Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos (PAEFI). Para comparar, apenas 53,5% atendem homens adultos na mesma situação;  76,7% dos CREAS atendem mulheres adultas em situação de abuso sexual, no âmbito do PAEFI. Somente 38% atendem homens adultos na mesma situação.  56,2% dos CREAS atendem mulheres adultas em situação de exploração sexual, no âmbito do PAEFI. Apenas 34% atendem homens adultos na mesma situação.  32,5% dos CREAS atendem mulheres adultas em situação de tráfico de pessoas, no âmbito do PAEFI.  59,7% dos CREAS atendem mulheres adultas em situação de discriminação em decorrência da orientação sexual, no âmbito do PAEFI.  57,6% dos CREAS atendem mulheres adultas em situação de discriminação em decorrência da raça/etnia, no âmbito do PAEFI. Registro Mensal de Atendimento (RMA) 2016 – CREAS Do total de pessoas vítimas de violência ou violações de direitos que ingressaram na PAEFI, 54% são mulheres, correspondendo à média da população brasileira. Se detalharmos por situações de violações, evidencia-se que em casos de violência sexual (abuso e exploração sexual) contra crianças e adolescentes, a maioria das vítimas são as meninas (77%).  Foram registrados 27.967 atendimentos no PAEFI a mulheres adultas (18 a 59 anos) vítimas de violência intrafamiliar (física, psicológica ou sexual).  No Brasil, em média, a cada 11 minutos uma mulher é estuprada. (Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2015). 70% de todas

Crea-RJ vai entregar Prêmio de Trabalhos Científicos e Tecnológicos para 115 autores do estado do Rio de Janeiro

O Crea-RJ realiza no próximo dia 3 de dezembro, terça-feira, às 15h, a cerimônia de entrega do XII Prêmio de Trabalhos Científicos e Tecnológicos 2024. Na ocasião, serão contemplados 81 trabalhos e/ou projetos de conclusão de curso, de 115 autores, de 15 instituições de ensino, referentes ao ano de 2023. São monografias, dissertações e teses apresentadas em instituições de nível superior – na graduação, mestrado e doutorado, com valor acadêmico e/ou potencial mercadológico, nas áreas de Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia e Meteorologia.   O objetivo é valorizar estudantes e seus professores e/ou orientadores, reconhecendo os esforços daqueles que contribuem para a construção do acervo científico e tecnológico dessas áreas, em espaços de referência para a produção de novos conhecimentos. Já foram premiados, até esta 12ª edição, 1.406 autores, nos níveis de doutorado, mestrado, superior e nível médio, e mais de 110 instituições de ensino. É importante salientar que a seleção dos trabalhos foi feita pelas próprias instituições de ensino.    O evento será presencial, no Clube de Engenharia (Av. Rio Branco, 124, auditório – 25º andar) e contará com a presença do presidente do Crea-RJ, Miguel Fernandez e autoridades acadêmicas, além de professores, coordenadores de curso e Conselheiros e diretores do Conselho. Haverá também transmissão ao vivo pelo canal YouTube da WebTV do Crea-RJ. Os autores dos trabalhos e/ou projetos premiados, assim como os professores, orientadores, coorientadores e avaliadores dos trabalhos receberão certificado de menção honrosa, durante a solenidade de premiação. As instituições de ensino participantes receberão troféu e certificado de reconhecimento.  O tema da edição deste ano é O Desafio da Mudança Climática para o Futuro da Engenharia. Neste momento de questões urgentes relacionadas às mudanças climáticas, é imperativo a criação e a busca de soluções para um desenvolvimento mais sustentável. Assim, o Prêmio Crea-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos 2024 teve como objetivo premiar enfoques de inovação aliados à sustentabilidade, a fim de promover o progresso duradouro em equilíbrio com o planeta e voltado para o bem-estar das gerações futuras.  O evento é exclusivo para os premiados, convidados e os integrantes do corpo docente dos trabalhos que foram indicados pelas instituições de ensino.

Aniversário de Guapimirim, Varre-sai, Quatis e Queimados

Parabéns ao município de Guapimirim, por seus 34 anos! Até o século XVII, Guapimirim era habitada por índios timbiras e tamoios que, com a chegada dos portugueses, subiram a serra e descobriram o rio Guapi-Mirim. Os primeiros vestígios de colonização deram-se com a concessão de sesmarias logo após a expulsão dos franceses do Rio de Janeiro.  Fundada em 1674, Nossa Senhora D’Ajuda de Aguapei-Mirim foi seu primeiro nome e era passagem obrigatória para quem se dirigisse à serra dos Órgãos. A história de Guapimirim está relacionada à de Magé, município do qual se emancipou, recentemente, e que teve seu desbravamento, já nos primeiros tempos coloniais.  A povoação de Magepe-Mirim foi elevada à categoria de freguesia em 1696. Próximo dali também se desenvolveu, a partir de 1643, a localidade de Nossa Senhora da Guia de Pacobaíba, reconhecida como freguesia em 1755. Tanto numa quanto noutra, pessoas escravizadas, introduzidas em grande número, contribuíram para o desenvolvimento da agricultura e a elevação do nível econômico local. Para que se avalie a importância desse município, durante o segundo império foi construída em suas terras a primeira estrada de ferro da América do Sul. Inaugurada em 1854, a estrada de ferro Mauá ligava as localidades de Guia de Pacobaíba e Fragoso, numa extensão de 14,5 quilômetros.  Pedro II ficou tão impressionado com sua beleza natural que criou um pedágio a ser cobrado de todo visitante que desejasse ver o local hoje conhecido como Barreira. A inauguração da estrada de ferro Teresópolis, ocorrida em 19 de setembro de 1908, dá impulso econômico à região, que passa a ter condições de transportar para grandes centros toda a sua produção agrícola, culminando com a construção, em 1926, da estação ferroviária de Guapimirim e, a partir dela, das primeiras edificações urbanas.  O Crea-RJ parabeniza Guapimirim por seus 34 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região!  Parabéns ao município de Varre-sai, por seus 34 anos! A história de Varre-Sai é vinculada à de Natividade, município do qual era sede distrital. A região fazia parte da capitania do Espírito Santo e sua evolução está atrelada à de Itaperuna, que teve início por volta de 1831.  Em 1853 foi criada a freguesia de Nossa Senhora de Natividade do Carangola e, com o advento da ferrovia a partir do final do século XIX, sua colonização se processou de forma rápida e contínua. A freguesia de Carangola chegou a tornar-se vila e sede de Itaperuna, em 1885.  O surgimento da cidade de Varre-Sai teve um personagem de fundamental importância: Felicíssimo Faria Salgado, doador das terras do povoado nos idos de 1850. Ele o fez devido a uma promessa a São Sebastião, dando origem ao vilarejo de São Sebastião do Varre-Sai.  Em 1920, foi construída a atual igreja de São Sebastião, hoje um dos pontos turísticos do município. O nome Varre-Sai vem da história da sitiante Dona Inácia, proprietária de um rancho no percurso de uma trilha de tropeiros, por onde passava o café colhido da Zona da Mata mineira em direção ao litoral, para ser embarcado rumo ao Rio de Janeiro.  Dona Inácia emprestava esse rancho para as tropas pernoitarem e pedia para manterem o rancho sempre limpo. Ela dizia “varre e sai”. Com o passar do tempo, o local ficou conhecido como Varre-Sai. Figura não menos importante é a do fazendeiro Bambino Rodrigues França, que chegou a possuir oito fazendas na região e decidiu importar mão-de-obra europeia para substituir o trabalho escravo em suas propriedades.  A localidade teve sua consolidação com a chegada de cem famílias italianas a partir de 1897, as quais a colonizaram e a tornaram famosa por seu tradicional vinho de jabuticaba. Em 1947, foi promulgado o desmembramento, a partir do território de Itaperuna, dos distritos de Natividade do Carangola, Varre-Sai e Ourânia, a fim de constituírem o novo município de Natividade do Carangola.  O Crea-RJ parabeniza Varre-sai por seus 34 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Parabéns ao município de Quatis, por seus 33 anos! Originalmente habitada pelos índios puris, a região levou muito tempo para ser desbravada devido à barreira geográfica da Serra do Mar. Em 1724, iniciou-se a abertura de um novo caminho para São Paulo sem os inconvenientes da travessia marítima até Paraty. Quatis passou a ser o caminho natural dos bandeirantes e tropeiros, além daqueles que recebiam concessões de sesmarias e se encaminhavam para a região das atuais cidades de Volta Redonda e Barra Mansa.  Foram concedidas inúmeras sesmarias e, devido ao incremento do cultivo do café na área do atual município, há registro de duas importantes fazendas por volta de 1820: Fazenda do Cedro e Fazenda Nossa Senhora do Rosário de Quatis. A formação do primeiro povoado data de 1832, quando se iniciou a construção de uma capela em homenagem a Nossa Senhora do Rosário. A cultura da região, particularmente impregnada de manifestações religiosas, reflete o fato de o distrito ter sido formado ao redor dessa igreja.  Em 1897, houve a fundação do primeiro colégio, o Ateneu Quatiense. A conclusão, em 1915, do trecho da estrada de ferro Oeste de Minas, atravessando quase todo o distrito em direção a Minas Gerais, resultou na vinda de muitos colonos e fazendeiros daquela província para a aquisição de fazendas de café, trocando muitas vezes a atividade da lavoura pela pecuária.  Por volta de 1950, surge a primeira linha de ônibus que ligava Falcão, localidade na fronteira com Minas Gerais, até Barra Mansa, passando por Quatis. Ainda naquele ano foi inaugurado o primeiro hospital pela Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Quatis.  Somente em 1958 foi feito o calçamento da via principal do distrito, a rua Nossa Senhora do Rosário. Em 1963, registra-se o auge do “trem mineiro”, que ligava Quatis a Andrelândia com viagens diárias. Era muito procurado por estudantes de Resende, Porto Real, Quatis, Barra Mansa e Volta Redonda, que iam passar o final de semana nas cidades do