Confea desenvolve quatro fases do jogo Fortnite

O Fortnite ganhou nesta sexta-feira (17/01) quatro novas fases, desenvolvido pelo Conselho Federal de Engenharia (Confea) com o objetivo de renovar a base de futuros engenheiros. Em uma dessas fases, o jogador é um profissional do Sistema Confea/Crea e recebe missões para salvar personagens de contos de fadas. O projeto é chamado Obby da Engenharia. Obby é como os jogadores chamam a pista de obstáculos. As fases do game do Confea no Fortnite dão sequência à campanha de valorização profissional de 2024, quando peças publicitárias veicularam mensagens de que personagens de contos de fada passariam melhores momentos se tivessem recebido a assistência técnica de um profissional da área tecnológica. Da mesma forma, a primeira fase do Obby da Engenharia é sobre o Zé do Feijão, em que o jogador recebe a missão de encontrar as sementes mágicas do pé de feijão gigante e de cultivá-las corretamente, abordando, assim, a Agronomia. Na segunda fase, no cenário mineiro da Branca de Neve, o jogador precisa estar em dia com a Engenharia Ambiental, utilizando-se de EPIs para replantar árvores e revitalizar a floresta. Na terceira fase, nosso(a) engenheiro(a) civil deverá construir uma casa bem segura para os três porquinhos. Na última e mais complexa etapa, o jogador se transfigura em engenheiro(a) mecânico(a) para salvar a Rapunzel. Para isso, deverá fazer escalada e consertar um elevador no caminho. No Brasil, calcula-se que o Fortnite tenha cerca de 7,7 milhões de gamers, em sua maioria de 7 a 25 anos. Além do perfil do público, outro motivo pela escolha da plataforma foi o fato de o Fortnite não permitir o uso de armas nos jogos. É possível jogar o Obby da Engenharia em qualquer console que rode o Fortnite. Dentro da plataforma, no campo de busca, insira o código 0785-5693-5430, ou CLIQUE AQUI E FAÇA O DOWNLOAD.
Inscrições Abertas para o Pré-COP 30

Neste ano, a cidade de Manaus (AM) sediará, nos dias 31 de janeiro e 1° de fevereiro, o Pré-COP 30 – Fórum Amazônico de Engenharia, Agronomia e Geociências, evento preparatório para a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP 30, que será realizada em Belém (PA). O evento foi organizado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (Crea-AM) e irá reunir especialistas, gestores públicos e acadêmicos para discutir o desenvolvimento sustentável com foco na Amazônia. O destaque dessa iniciativa é também oferecer minicursos para secretários de estado e municipais, tendo como objetivo planejamento técnico para promover sustentabilidade e eficiência nos municípios, segundo a presidente do Crea-AM, engenheira Alzira Miranda. O presidente do Confea, engenheiro Vinicius Marchese, é um dos nomes de destaque da programação. Além de palestrar sobre o papel do Sistema Confea/Crea e Mútua na COP 30, Marchese irá falar durante o painel sobre planejamento urbano e cidades sustentáveis. “O evento vai conectar ideias inspiradoras e pessoas engajadas em torno de uma causa expressiva: a preservação do meio ambiente. É uma excelente oportunidade para aprender e contribuir para o desenvolvimento sustentável”, incentiva Marchese. O I Fórum Amazônico de Engenharia, Agronomia e Geociências surge como uma iniciativa estratégica e essencial para discutir o papel transformador dessas áreas no enfrentamento dos desafios globais relacionados ao desenvolvimento sustentável. A região amazônica, reconhecida como um dos ecossistemas mais ricos e biodiversos do planeta, desempenha um papel central na regulação climática, conservação da biodiversidade e no equilíbrio ambiental mundial. Contudo, também enfrenta graves desafios sociais, econômicos e ambientais que exigem soluções integradas e sustentáveis. Com a proximidade da COP-30, a ser realizada no Brasil, este fórum preparatório assume a missão de engajar profissionais, acadêmicos e a sociedade em discussões fundamentais que envolvem o potencial da Engenharia, Agronomia e Geociências na formulação de estratégias para promover um desenvolvimento que respeite os limites ecológicos e valorize os recursos naturais da Amazônia. O fórum Pré-COP 30 também incentiva a produção de conhecimento, com submissão de artigos científicos até 15 de janeiro. Os melhores trabalhos vão integrar a primeira revista científica do Crea-AM, prevista para 2025.O evento será transmitido pela Band News para ampliar o alcance das discussões climáticas. No dia 31 de janeiro será de 8h às 21h e no dia primeiro de fevereiro, de 9h às 19h, ambos realizados no Centro de Convenções Vasco Vasques, Manaus (AM). Para se inscrever, basta acessar o link a seguir: Sympla Pré-COP 30 A programação pode ser vista em PDF neste link: Programação Pré-COP 30 Fontes: Confea e Crea-AM
46º Curso de Perícia Judicial e Ambiental
Comunicado de Funcionamento do dia 20/1/2025

Informamos que no dia 20 de janeiro 2025 não haverá atendimento ao público na sede do CREA-RJ e Inspetorias da Região Metropolitana e Central de Relacionamento, devido ao feriado municipal de São Sebastião.
46º Curso de Perícia Judicial e Ambiental
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Aniversário de Nova Iguaçu e Paraíba do Sul
Parabéns ao município de Nova Iguaçu, por seus 192 anos! Inicialmente, o município fazia parte da capitania de São Vicente, doada a Martim Afonso de Souza (1532) e que, com a expulsão dos franceses em 1565, recebeu a denominação de capitania do Rio de Janeiro. A colonização da região começa pela doação de sesmarias, e a do “Iguassu” coube a Brás Cubas, Antônio Vaz e Manoel Ribeiro, entre outros. Em 1637, foi criada a freguesia de Nossa Senhora do Pilar (atual Duque de Caxias). Alguns anos depois, foi fundada uma povoação denominada São João Batista de Trairaponga (atual São João de Meriti). Bem mais tarde, surge um templo no então chamado arraial de Maxambomba, recebendo a denominação de freguesia de Santo Antônio de Jacutinga. Em 1833, a povoação de Iguaçu foi elevada à categoria de vila, alcançando emancipação dada pelo decreto geral de 15 de janeiro de 1833, compreendendo territórios das freguesias de São João de Meriti e Nossa Senhora do Pilar, e sendo instalada em 29 de julho do mesmo ano. Em 1835, a Assembleia Legislativa da província, por meio da Lei nº 14, de 13 de abril de 1835, extinguiu o município, sendo o seu território dividido entre os municípios de Vassouras e Magé. Nova norma (Lei nº 40, de 7 de maio de 1836) determinou que as freguesias de Iguaçu, Macapicu, Jacutinga e Pilar ficassem provisoriamente integrando as terras de Niterói. Contudo, antes que aquele ano acabasse, o município foi restaurado pela mesma Assembleia Legislativa em 10 de dezembro, por meio da Lei nº 57. Ainda por alguns anos foi notável o progresso na região. Somente pela metade do século XIX começou seu período de decadência. A construção da estrada de ferro, paradoxalmente, provocou o surgimento de povoações, vilas e cidades às suas margens. As condições desfavoráveis que se observavam na antiga vila de Iguaçu fizeram com que, em 1891, se transferisse a sede do município para a localidade de Maxambomba, à margem da via férrea. Ao adquirir foros de cidade em 1916, seu nome foi mudado para Nova Iguaçu. A laranja aparece nas pautas das exportações desde o ano de 1891, mas o período áureo da citricultura foi o da década de trinta. De 1930 a 1940, Nova Iguaçu foi chamada de “cidade perfume”, pois as laranjeiras em floração perfumavam todo o roteiro das ferrovias. Com a Grande Guerra, as exportações foram interrompidas e os laranjais cederam lugar às atividades industriais. O território de Nova Iguaçu foi sucessivamente desmembrado para formação de novos municípios – casos de Duque de Caxias (que englobava São João de Meriti), em 1943; de Nilópolis, em 1947; Japeri, Belford Roxo e Queimados, nas décadas de 80 e 90, e Mesquita, em 2000. O Crea-RJ parabeniza Nova Iguaçu por seus 192 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Parabéns ao município de Paraíba do Sul, por seus 192 anos! A região onde hoje se encontra o município de Paraíba do Sul foi inicialmente povoada por várias tribos indígenas, sendo as mais populosas as dos coroados, barrigudos e puris. Em 1681, Garcia Rodrigues Paes, filho do bandeirante Fernão Dias, descobriu um remanso no rio Paraíba do Sul. Sabendo que o local era próximo ao Rio de Janeiro, viu a possibilidade de ali abrir um novo caminho que aproximasse o tráfego entre as minas de pedras preciosas descobertas pelo seu pai e o porto do Rio de Janeiro. Segundo documentação, em 1682, Garcia firma um contrato prometendo abrir “o mais direto caminho que pode haver entre as minas e o mar”, recebendo em troca terras e privilégios desde que fossem descobertos ouro e pedras preciosas. Após 15 anos, com a descoberta e exploração do ouro em Minas Gerais, iniciou a abertura do Caminho Novo. Com o intuito de encurtar o caminho e evitar as rampas de aclive, o sargento-mor Bernardo Soares Proença fez uma variante que, partindo do porto da Estrela, alcançava o Córrego Seco e ia acabar na freguesia de Nossa Senhora da Conceição, atual Paraíba do Sul. A localidade conhecida por “meio da jornada” – em virtude da posição intermediária entre Minas Gerais e Rio de Janeiro – constituiu-se no primeiro núcleo do atual município. Seu desenvolvimento começou com o cultivo do milho, destinado à alimentação dos animais das tropas, e prosseguiu com o plantio de cana-de-açúcar. Mais tarde, em decorrência das condições favoráveis das terras, surgiu a lavoura do café, introduzindo um grande número de escravos e transformando a paisagem rural e urbana. Muitas fortunas se fizeram e os proprietários receberam títulos nobiliárquicos. O progresso determinou a elevação à categoria de freguesia em 1756 e, posteriormente, à de vila, com a criação do município de Paraíba do Sul. Sua emancipação ocorreu por meio do decreto geral de 15 de janeiro de 1833, e a instalação se deu quatro meses após, em 15 de abril do mesmo ano. A partir de então, grandes melhorias são trazidas para a região no que diz respeito à malha rodoviária. Quanto à malha ferroviária, em 1867 é inaugurada a estação da estrada de ferro D. Pedro II, promovendo maior escoamento dos produtos agrícolas. Com a abolição da escravatura, a economia rural da região desviou-se para a pecuária de corte e leite, trazendo, no século XX, um período de estagnação, se não de decadência. Excetuam-se tentativas de reativação econômica como a implantação de indústria têxtil e a criação de uma estância hidromineral em Salutaris. Todavia, a zona de influência econômica transferiu-se da área de Paraíba do Sul e Vassouras para Três Rios, importante entroncamento rodoferroviário do Centro-Sul Fluminense. O Crea-RJ parabeniza Paraíba do Sul por seus 192 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte para ambos os municípios: TCE/RJ – Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro
Dia do Controle da Poluição por Agrotóxicos
No dia 11 de janeiro, é celebrado o Dia do Combate da Poluição por Agrotóxicos. A data faz referência ao Decreto n° 98.816 de 11 de janeiro de 1990, que determina mais rigidez no registro, classificação, controle, inspeção e fiscalização de agrotóxicos, assim como seus componentes e derivados. Também destaca a importância da conscientização para a sociedade sobre os danos à saúde e ao meio ambiente a partir de seu uso indiscriminado, demonstrando até outras formas de se produzir os alimentos. Na Agenda de 2030 das Organizações das Nações Unidas (ONU), uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é reduzir o uso de agrotóxicos para extinguir doenças e mortes causadas pelo seu uso em excesso e diminuir a contaminação e poluição do ar, água e solos. Na ODS 2 – Fome e Agricultura Sustentável, também colocam a necessidade de melhoria na nutrição e sustentabilidade, para haver o equilíbrio entre natureza e ação humana. O que são os agrotóxicos? Os agrotóxicos – também conhecidos como agroquímicos, pesticidas e defensivos agrícolas – são produtos ou agentes de processos físicos, químicos ou biológicos, destinados ao uso nos setores de produção, armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, pastagens, manejo de florestas, nativas ou implantadas e de outros ecossistema, como também de ambientes industriais, urbanos e hídricos. Esses produtos têm seu uso nas áreas agrícolas e não agrícolas. Os agrícolas são destinados ao uso de setores de produção, no armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, tanto na limpeza de terrenos, preparação do solo,no depósito, quanto na otimização desses produtos nas pastagens e nas florestas plantadas. Esses registros são concedidos pelo Ministério da Agricultura e do Trabalho, Pecuária e Abastecimento (Mapa), atendendo às diretrizes e determinações dos Ministérios da Saúde e do Meio Ambiente. Já os não agrícolas são direcionados para o uso na manipulação de florestas nativas e outros ecossistemas como em lagos e açudes. O seu registro é concedido pelo Ministério do Meio Ambiente (Ibama), também dentro das diretrizes do Mapa. Existem os seguintes tipos de agrotóxicos: inseticidas, que combatem e controlam insetos; os herbicidas, para ervas daninhas; desfoliantes para folhas indesejadas ou que não tenha o desenvolvimento correto; fumigantes para agir contra bactérias; fungicidas para fungos e os nematicidas como defesa no controle de vermes (nematoides) em plantas. A sua classificação, utilizada para fins de registro e avaliação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é baseada no grau de toxicidade das substâncias, variando da Categoria 1 (extremamente tóxico) a Categoria 5 (improvável de causar algum dano). Considera-se o contato por via oral, dérmica (de contato) e inalatória, indo da cor vermelha (perigosa), passando amarela (moderadamente tóxica), azul (nociva) a verde (zona segura). As vantagens desse método é que, devidamente aplicado, garante o controle de pragas e doenças que afetam as produções agrícolas, melhora o aspecto visual do produto a ser consumido e os preços desses produtos são mais baratos para o consumidor. Já as desvantagens são sérias, associadas ao desenvolvimento de doenças para os seres humanos e contaminação de alimentos, o que o torna nocivo para o âmbito político, econômico e social. E o que garante uma boa produtividade não é apenas o uso de agrotóxicos, porém um conjunto de fatores como uma boa qualidade do solo, o clima, sementes preparadas e tecnologias de plantio, destacando o uso de sensores, drones para monitorar até mesmo a incidência de pragas, imagens de satélite e estações meteorológicas. Impactos no meio ambiente e na saúde O seu uso indiscriminado e sem o devido acompanhamento de um profissional, pode causar danos aos ecossistemas e na saúde humana. No meio ambiente, o uso sem supervisão adequada pode acarretar em contaminação de solos – reduzindo a sua fertilidade ao longo do tempo, do ar e de recursos hídricos. Os pesticidas hidrossolúveis podem alcançar águas superficiais (córregos, rios, lagos), por meio do escoamento de substâncias químicas a partir de plantas tratadas com agrotóxico e do solo já contaminado. Eles penetram no solo atingindo aquíferos, tornando-se um problema quando alcançam níveis mais profundos porque é mais difícil de descontaminar, podendo levar anos para restabelecer o equilíbrio ecológico. Em casos mais graves, podem causar a morte da biodiversidade marinha e terrestre. Os herbicidas são um tipo de pesticida que são mais presentes na terra, ficando concentrados em diferentes níveis, variando das interações da propriedade do solo e os agrotóxicos. O solo pode ficar infértil porque ele precisa de microorganismos benéficos que são destruídos pela contaminação. As leguminosas, por exemplo, precisam dessa base para transformar nitrogênio atmosférico em nitratos e os herbicidas cortam esse processo. E os agrotóxicos são bioacumulativos, o que significa que se um animal morrer contaminado, o outro que entrar em contato com ele, por meio da alimentação, também irá se contaminar. isso ocorre porque a composição permanece no corpo do animal, mesmo após a sua morte, o que facilita o processo de contaminação. Na saúde de seres humanos, ao entrar em contato direto com altas doses de agrotóxico, pode acontecer casos câncer, danos aos desenvolvimento do feto, imunossupressão, neurotoxicidade, esterilidade, paralisia e sintomas como vômitos, dores de cabeça, irritação de olhos e peles, dificuldade em respirar, taquicardia, convulsões, podendo até levar à morte. A exposição se dá pela inalação, contato dérmico ou oral, que pode ser durante o manuseio, preparo e aplicação do aditivo químico. No ambiente, o consumo de água e comida contaminada agrava esses riscos, como o ar quando este dispersa essas substâncias prejudiciais. Legislação no Brasil O Brasil é um dos maiores consumidores de agrotóxicos do mundo. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), com 720 mil toneladas de pesticidas, essa quantidade representa por volta de 60% a mais do que a empregada pelos Estados Unidos, este ocupando o segundo lugar do ranking mundial. E a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) chama atenção para a grande quantidade de agrotóxicos banidos em outros países que ainda são usados no Brasil. E 20 insumos utilizados no país são proibidos na União Europeia. E o Congresso Nacional derrubou parte do veto
Anuidade 2025 | 15% de desconto até 31/1/2025

A anuidade de 2025 do Crea-RJ já está disponível para pagamento. Pagando a anuidade até 31 de janeiro, tem 15% de desconto. Até 28 de fevereiro, 10% de desconto. E até 31 de março, 5% de desconto. O registro no Crea-RJ é uma obrigação legal que permite ao profissional atuar no mercado de trabalho estando em conformidade com a lei 5.194/1966 que regulamenta o exercício das profissões. O Crea-RJ tem como missão fiscalizar e monitorar as atividades das áreas de engenharia, agronomia e geociências, garantindo que os serviços sejam planejados e executados por profissionais registrados no Sistema Confea/Crea. Essa atuação busca assegurar segurança, bem-estar social e humano, equilíbrio ambiental, além de oferecer aos empreendedores soluções mais econômicas, funcionais, eficientes e de qualidade. O registro no Conselho não apenas amplia a credibilidade do profissional, como também inspira maior confiança em quem contrata os serviços. A participação ativa dos profissionais nas atividades do Crea-RJ, nas associações e nos sindicatos fortalece as profissões e valoriza ainda mais o setor tecnológico. Mantenha seu registro ativo no Crea-RJ e fortaleça a sua profissão.. Mais informações: www.crea-rj.org.br/anuidade-2025
Reunião entre CREA-RJ e Liesa marca início da fiscalização do Carnaval 2025

Foi dada largada para a fiscalização do maior espetáculo da terra – o desfile das escolas de samba do Grupo Especial, do Rio de Janeiro, que este ano será realizado em três dias. O presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, Gabriel David, recebeu na sede da Liesa, no Centro, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ), engenheiro Miguel Fernández, em reunião na qual alinharam ações conjuntas de comunicação, nesta quinta-feira, dia 9 de janeiro. Até o momento, a fiscalização do CREA-RJ já registrou 11 empresas encarregadas da montagem do espetáculo, por 20 profissionais que fizeram 28 ARTs (Anotações de Responsabilidade Técnica), que permitem que serviços e obras de engenharia tenham os responsáveis técnicos registrados, garantindo assim maior segurança dos eventos. “Nosso objetivo é garantir a segurança das instalações do espetáculo, a maior festa popular do mundo, antes, durante e depois da festa”, afirmou o presidente do CREA-RJ, obtendo apoio e colaboração do presidente da Liesa, Gabriel David, que ressaltou a importância de um trabalho conjunto de comunicação das duas entidades: “Nós também trabalhamos por um evento 100% seguro para todos”, afirmou David, destacando a importância de uma comunicação eficiente para mostrar o sucesso do evento: “O pato e a galinha botam ovos, mas o ovo da galinha faz mais sucesso porque na hora de botar o ovo ela berra”, brincou Gabriel David, profissional de marketing, apoiando a ideia apresentada por Fernández da produção de uma série de vídeos mostrando como a engenharia é vital para o sucesso do megaevento. “Os bastidores do carnaval comprovam que a festa é uma grande obra de engenharia”, lembrou o presidente do CREA-RJ. Em comum, Gabriel e Miguel são os mais jovens profissionais a assumirem a presidência em suas entidades. O diretor de carnaval da Liesa, Elmo José dos Santos, destacou considerar “importantíssima a parceria com o CREA-RJ para a realização do carnaval com todas as condições de segurança”. Presidente da Mangueira entre 1995 e 2001, Elmo tem vasta experiência no desfile das escolas de samba. Ele manifestou alegria em poder se reunir com os engenheiros do CREA-RJ para colaborar com a fiscalização. “Quando que os bambas da Velha Guarda das escolas de samba imaginaram poder sentar com os doutores da Engenharia para discutir um trabalho conjunto”, afirmou Elmo, antecipando algumas novidades que ainda serão divulgadas, como a construção de uma ponte sobre a Sapucaí na área da concentração para permitir a passagem de técnicos e profissionais, evitando a ocupação da pista. O diretor de operações da Liesa, Rodrigo Isaac Dominguez, informou também que a Liga está empenhada em reduzir os acidentes de trabalho na montagem e desmontagem da avenida, determinando o uso obrigatório de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para todos os trabalhadores na Sapucaí, além da implantação de um manual de regras de segurança para a montagem dos camarotes. Tanto o presidente do CREA-RJ quanto o superintendente técnico do Conselho, engenheiro Leonardo Dutra, fizeram questão de afirmar que a fiscalização do Conselho tem como principal objetivo a orientação dos profissionais do Sistema Confea/Crea para que a sociedade seja beneficiada com a segurança de serviços e obras. Para isso, a atual gestão criou no ano passado a Equipe de Trabalho de Grandes Eventos, que fiscalizou um total de 403 eventos em todo o estado do Rio de Janeiro. A fiscalização registrou mais de 30 mil ações que resultaram em quase 3.000 autos de infrações. No ano passado, durante os preparativos do Sambódromo, foi constatada a atuação de 95 profissionais de Engenharia, de um total de 51 empresas registradas no Conselho. Os agentes de fiscalização do CREA-RJ atuaram em parceria com os do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU). Também participaram da reunião entre CREA-RJ e a Liesa o gerente de fiscalização do CREA-RJ, Cosme Chiara, com uma equipe de fiscais; o diretor financeiro da Liesa, João Drummond; e o engenheiro Edson Marcos de Andrade, que coordena os serviços de Engenharia na Sapucaí e na Cidade do Samba, onde ficam os barracões das 12 escolas de samba que este ano vão desfilar durante três dias pelo Grupo Especial. O local também será fiscalizado pelo CREA-RJ.