UFRJ contribui para sustentabilidade ao desenvolver projeto de tratamento de esgoto alternativo
CREA-RJ apoia a campanha Novembro Azul
O Novembro Azul é uma campanha internacional de conscientização realizada durante o mês de novembro, voltada a alertar sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata e de outras doenças que afetam a saúde masculina. Criada em 2003, na Austrália, a iniciativa ganhou repercussão mundial e chegou ao Brasil em 2008, tornando-se uma das maiores mobilizações globais relacionadas à saúde do homem. O símbolo da campanha é o laço azul, utilizado em ações educativas, eventos públicos e iniciativas de incentivo ao cuidado preventivo. No Brasil, o câncer de próstata é o segundo tipo mais comum entre os homens, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Entre 2023 e 2025, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima a ocorrência de cerca de 71.740 novos casos por ano, o que representa 29,2% de todos os cânceres diagnosticados na população masculina. A incidência é maior nas regiões Sudeste e Sul e o risco aumenta significativamente após os 50 anos, sendo ainda mais elevado em homens com histórico familiar da doença e na população negra, que apresenta maior probabilidade de desenvolver formas agressivas. O objetivo central do Novembro Azul é quebrar tabus relacionados à saúde masculina, incentivar consultas médicas regulares e estimular a realização de exames preventivos, como o PSA (Antígeno Prostático Específico) e o toque retal, ambos fundamentais para a detecção precoce do câncer de próstata. Quando identificado em estágios iniciais, a taxa de sobrevida de cinco anos pode chegar a 90%. Já em fases avançadas, o tratamento se torna mais difícil e as chances de cura diminuem. Além do câncer de próstata, a mobilização também busca promover uma visão integral sobre a saúde masculina, chamando atenção para doenças crônicas prevalentes, como hipertensão, diabetes, obesidade e doenças cardiovasculares, além de questões de saúde mental, como a depressão. A campanha reforça a importância do autocuidado, do acesso regular aos serviços de saúde e da superação de preconceitos que ainda afastam muitos homens da prevenção. As ações do Novembro Azul incluem a iluminação de prédios públicos e monumentos com a cor azul, campanhas de mídia, palestras e rodas de conversa em comunidades e empresas, mutirões de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) com oferta de exames preventivos, distribuição de materiais informativos e atividades educativas em locais de grande circulação. A mobilização também destaca a relevância de hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, abandono do tabagismo e redução do consumo de álcool. A prevenção e o diagnóstico precoce são os principais aliados no combate ao câncer de próstata. Estima-se que até 42% dos casos poderiam ser evitados com mudanças no estilo de vida, enquanto a detecção em fases iniciais aumenta significativamente a eficácia do tratamento. Apesar disso, muitos homens ainda resistem a procurar atendimento médico, seja por falta de informação, seja por preconceito. Esse cenário reforça a importância do Novembro Azul como campanha permanente de conscientização e estímulo ao cuidado com a saúde.
CREA-RJ participa da 24ª edição da Flumisul, em Barra Mansa

O CREA-RJ participa da 24ª edição da Flumisul – Feira de Negócios do Sul Fluminense, que acontece de 29 de outubro a 1º de novembro de 2025, no Parque da Cidade de Barra Mansa. O Conselho conta com um estande e um posto de atendimento voltado aos profissionais da Engenharia, da Agronomia e das Geociências, oferecendo informações sobre serviços, registros e orientações técnicas. Segundo o assessor de Desenvolvimento Regional do CREA-RJ, Itamar Lima, a retomada da presença do Crea-RJ em eventos regionais é estratégica e fundamental para fortalecer a atuação do Conselho no interior do estado: “A participação do CREA-RJ nesses espaços aproxima o Conselho dos profissionais e também apresenta à sociedade os serviços e o papel institucional da fiscalização e da valorização dos profissionais.” Durante a feira, o CREA-RJ disponibiliza para a sociedade a cartilha com Orientações para Síndicos – Gestão Segura de Elevadores, lançada recentemente durante a 80ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (SOEA), em Vitória (ES). O prefeito de Barra Mansa, Luiz Antonio Furlani Filho prestigia o estande do CREA-RJ Com uma ampla programação que segue até o sábado, 1º de novembro, a Flumisul consolida Barra Mansa como sede do maior evento empresarial do interior do Estado do Rio de Janeiro. A feira reúne empresas e instituições de diversos setores da economia, com expectativa de movimentar cerca de R$ 26 milhões em negócios e atrair aproximadamente 75 mil visitantes ao longo dos quatro dias. A realização é da Aciap-BM (Associação Comercial, Industrial, Agropastoril e Prestadora de Serviços de Barra Mansa), com apoio da Prefeitura Municipal, do Sicomércio-BM e da CDL-BM, e apoio institucional do CREA-RJ.
Dia Mundial das Cidades
O Dia Mundial das Cidades é celebrado todos os anos em 31 de outubro e, em 2025, terá como tema “Cidades inteligentes centradas nas pessoas”. A data, promovida globalmente pelo ONU-Habitat, convida governos, instituições, comunidades e cidadãos a refletirem sobre o papel fundamental das cidades no desenvolvimento sustentável e na qualidade de vida da população. O objetivo principal é destacar de que maneira a tecnologia, a inovação e o uso de dados podem contribuir para transformar os centros urbanos em espaços mais inclusivos, resilientes e sustentáveis, sempre mantendo as pessoas no centro das decisões e do planejamento. No Brasil, o evento ocorre com apoio do Ministério das Cidades e está inserido no movimento Outubro Urbano, articulado pelo ONU-Habitat, que mobiliza uma série de atividades ao longo do mês em torno dos desafios e soluções para a vida nas cidades. Nesse contexto, o Circuito Urbano 2025 representa a principal iniciativa nacional. Criado em 2018, ele tem como proposta apoiar e dar visibilidade a ações que incentivem o debate sobre desenvolvimento urbano sustentável. Ao longo de suas seis primeiras edições, o Circuito já reuniu cerca de mil eventos, envolvendo universidades, organizações sociais, gestores públicos, empresas e comunidades locais em torno da pauta urbana. A edição de 2025 ocorre em um momento estratégico, às vésperas da COP30, que será realizada em Belém, e busca fortalecer a integração entre as agendas urbana e climática. Entre as linhas de discussão estão a ação contra as mudanças climáticas e o meio ambiente urbano, a moradia adequada como eixo central do planejamento, a redução das desigualdades nas cidades e o estímulo ao uso de dados, inovação e tecnologias para promover cidades inteligentes. Com isso, pretende-se ampliar o compartilhamento de experiências e boas práticas capazes de enfrentar desafios como déficit habitacional, segregação espacial, vulnerabilidades ambientais e impactos da desigualdade social. Nos últimos anos, o Circuito Urbano tem se consolidado como um espaço de mobilização e troca de conhecimento. Em 2023, por exemplo, foram realizados mais de duzentos eventos em diferentes regiões do país, que somaram cerca de 29 mil visualizações no YouTube, com centenas de painelistas, moderadores e horas de conteúdo produzido. Para 2025, a expectativa é manter essa diversidade e alcance, reforçando também iniciativas como o Palco Central, que reúne debates organizados diretamente pelo ONU-Habitat, e o Caminho da Ação, que incentiva campanhas e projetos locais com impacto direto nas comunidades. Ao celebrar o Dia Mundial das Cidades e fortalecer o Circuito Urbano, o ONU-Habitat busca não apenas fomentar o debate acadêmico e institucional, mas também sensibilizar a sociedade e os gestores sobre a urgência de promover políticas públicas que unam inclusão social, inovação tecnológica e sustentabilidade ambiental. Assim, o Brasil reafirma sua posição como protagonista no cenário internacional das discussões urbanas e climáticas, ao mesmo tempo em que cria oportunidades para que diferentes atores participem da construção de cidades mais justas, equilibradas e preparadas para os desafios do futuro.
Presidente do CREA-RJ defende manutenção programada e ‘back up’ do sistema de abastecimento de água para se evitar colapsos

O presidente do CREA-RJ fala no painel do SANEA Rio, o maior evento de saneamento e meio ambiente do Rio de Janeiro Mestre em Engenharia Urbana pela UFRJ, com especialização em recursos hídricos e saneamento, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ), engenheiro civil Miguel Fernández, defendeu investimentos de infraestrutura na manutenção programada e na redundância (espécie de “back up”) do sistema de abastecimento de água do Rio para se evitar colapsos no serviço. “A gente precisa tratar esse tema de grande relevância, que requer investimento em obras para que tenhamos a redundância do sistema e a garantia de abastecimento, como acontece na maior parte das grandes cidades do mundo. Você não pode deixar um único local fazendo esse abastecimento, pois caso tenha qualquer tipo de falha, haverá paralisação geral e um grande caos no serviço”, afirmou Fernández, que participou como palestrante do painel “Gestão Metropolitana, regulação e clima”, na quarta edição do SANEARio, o maior evento de saneamento e meio ambiente do Rio de Janeiro, realizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental do Rio de Janeiro (ABES-RJ) , no Teatro Adolpho Bloch, na Glória. O evento teve apoio do CREA-RJ. O tema deste ano foi “Saneamento e Segurança Hídrica: Desafios e Inovações em um Cenário de Mudanças Climáticas”. A Segurança Hídrica existe quando há disponibilidade de água em quantidade e qualidade suficientes para o atendimento às necessidades humanas, à prática das atividades econômicas e à conservação dos ecossistemas aquáticos, acompanhada de um nível aceitável de risco relacionado a secas e cheias. No Rio de Janeiro, a segurança hídrica está no centro do debate: o estado depende fortemente de transposições e enfrenta o desafio de equilibrar abastecimento, sustentabilidade e clima. Em sua palestra, o presidente do CREA-RJ fez um breve histórico do abastecimento de água no Rio, que vem sendo disputado desde a época da fundação da cidade do Rio de Janeiro, em 1565. “Estácio de Sá morre numa disputa pela água na foz do Rio Carioca. Hoje o Rio tem um sistema de abastecimento de água que é um processo plural, com vários players, em que se um falha, todo mundo é prejudicado. Hoje 70% da população do estado está no entorno da Baía de Guanabara. A insegurança hídrica da Região Metropolitana do Rio é uma bomba relógio”, afirmou o engenheiro Miguel Fernández, ex-presidente da ABES-RJ e um dos criadores do SANEARio, lembrando que no ano passado “foi evitada uma catástrofe no caso de contaminação por tolueno no sistema Imunana-Laranjal, que abastece mais de dois milhões de pessoas” na região de Niterói e São Gonçalo. Fernández criticou a falta de investimentos nos sistemas de abastecimento de água. “A gente normalizou algo absurdo que é a suspensão do abastecimento por causa da manutenção. Não pode ser um sistema único, há necessidade urgente de redundância do sistema e isso tem que entrar na agenda das eleições do ano que vem”, destacou o presidente do CREA-RJ, para quem outro desafio é a necessidade de manutenção de instalações que estão completando cem anos e são essenciais para que o abastecimento de água funcione bem. “Sistemas fortes não são os que nunca falham, mas os que não colapsam quando falham”, assinalou Fernández, ressaltando que o sistema de abastecimento de água e esgoto tem avançado, mas há muito o que fazer porque sempre foi considerado “o patinho feio da infraestrutura”. Os participantes de painel no SANEA Rio Moderado pela engenheira sanitarista Mickaela Midon, que é diretora financeira da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (RJ) e assessora da presidência do CREA-RJ, o debate teve também a participação da especialista em regulação de recursos hídricos e saneamento básico da Agência Nacional de Águas (ANA), Lígia Maria Nascimento de Araújo; de Ana Asti, subsecretária de Recursos Hídricos e sustentabilidade da Secretaria Estadual de Ambiente e Sustentabilidade (SEAS); da advogada ambiental Monique Mello Frota, que é pesquisadora da Fiocruz e diretora de Mudanças Climáticas e Sustentabilidade da OAB-RJ; e de Mayná Coutinho Morais, chefe de regulação da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio (Agenersa). Lígia Araújo, da ANA, afirmou em sua explanação que “a cobertura de saneamento no país ainda é insuficiente e sem padrão de qualidade” e que a crise climática vai agravar a insegurança hídrica. “A expectativa de redução da disponibilidade de água é de 30 a 40 por cento em 2040”, observou Lígia. Ana Asti, da SEAS, confirmou que haverá aumento da escassez hídrica, citando estudo do Trata Brasil, que prevê que a demanda por água deve crescer bastante nas próximas duas décadas. “O aquecimento global com as perdas na distribuição de água, que é de quatro em cada dez litros, vai tornar pior a situação”, observou Asti, destacando que no saneamento a boa notícia é de as concessões permitiram que “a Baía de Guanabara esteja vivendo momento de regeneração muito grande”. A subsecretária da SEAS lembrou que já foi aprovado o Plano Estadual de Segurança Hídrica do Estado do Rio (Peshe), que será uma ferramenta fundamental para administrar o problema. A advogada ambiental Monique Mello Frota, que é também diretora de Mudanças Climáticas e Sustentabilidade da OAB-RJ, anunciou que está em elaboração uma pesquisa da Fiocruz comprovando que a falta de saneamento básico tem sido uma das principais causas da evasão escolar. “A falta de saneamento atinge uma questão básica na qualidade de vida das crianças, e a desnutrição prejudica a aquisição de conhecimento”, disse Monique. Em entrevista ao site do CREA-RJ, o diretor da ABES-RJ, Renato Espírito Santo, ressaltou a importância do SANEARio para o debate ambiental, considerando a reunião preliminar da COP 30, que vai acontecer em Belém (PA) no ano que vem. “Este encontro, em sua quarta edição, é um marco importante, quando procuramos essa integração entre algumas empresas e muitos técnicos. Você consegue nisso uma interação maior para o desenvolvimento do saneamento no país”, disse Renato. O presidente da ABES-RJ observou que o novo marco legal do saneamento – que visa universalizar os serviços
IV Fórum ESG YDUQS é remarcado para 31 de outubro

Em razão da situação de segurança pública no município do Rio de Janeiro, o IV Fórum ESG Yduqs precisou ser adiado. A nova data será nesta sexta-feira, dia 31 de outubro, no campus Estácio Nova Iguaçu e com transmissão on-line para todo Brasil! O Fórum ESG reafirma o compromisso da Yduqs ao colocar a sustentabilidade, a responsabilidade social e a governança no centro do diálogo sobre o futuro da educação. Será um dia de trocas inspiradoras, ativações e com painéis que reúnem especialistas, líderes e representantes do setor educacional para discutir caminhos concretos para um futuro mais sustentável e inclusivo. Confira as informações atualizadas: Data: sexta-feira, 31 de outubro Local: Estácio Nova Iguaçu – Rua Oscar Soares, 1466 Horário: das 8h30 às 14h Transmissão: ao vivo pelo YouTube da Yduqs
Comunicado Dia do Servidor Público
O CREA-RJ informa que não haverá expediente em sua sede, inspetorias e postos de relacionamento nesta sexta-feira, dia 31 de outubro, em função da medida do Governo do Estado do Rio de Janeiro, que transferiu o ponto facultativo em comemoração ao Dia do Servidor Público, originalmente celebrado em 28 de outubro. O Conselho voltará às atividades normais na segunda-feira, dia 3 de novembro.
IV Fórum ESG é adiado por motivo de segurança

Em função da megaoperação das polícias Civil e Militar nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio, com o objetivo de impedir o avanço do Comando Vermelho, na manhã da terça-feira (28), que deixou mais de 60 mortos, a YDUQS resolveu adiar o IV Fórum ESG, que aconteceria nesta quarta, 29 de outubro. A YDUQS divulgou a seguinte nota: “Por conta dos acontecimentos de hoje (28) no Rio e das medidas de segurança que estão sendo tomadas, vamos remarcar o Fórum ESG. A decisão foi pensada para garantir a segurança de todo mundo envolvido, palestrantes, equipe e público. Assim que tivermos a nova data confirmada, avisaremos”.
Dia do(a) Engenheiro(a) Aeronáutico(a)
No dia 28 de outubro, celebra-se o Dia do(a) Engenheiro(a) Aeronáutico(a), em homenagem ao Marechal-do-Ar Casimiro Montenegro Filho, patrono da Engenharia Aeronáutica e associado à criação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e ao desenvolvimento do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA). A data valoriza os profissionais responsáveis pelo projeto, construção, manutenção e inovação em aeronaves e sistemas aeroespaciais. A profissão é regulamentada pela Lei nº 5.194/1966. Para atuar é necessário concluir o curso de Engenharia Aeronáutica reconhecido pelo MEC e obter registro no CREA do estado de atuação, o que habilita o profissional a assumir responsabilidade técnica em projetos e serviços da área. A Engenharia Aeronáutica envolve conhecimentos em aerodinâmica, propulsão, estruturas, sistemas de controle, eletrônica, materiais e simulação computacional. Os profissionais atuam em projeto e certificação, manutenção e certificação de aeronaves, engenharia de sistemas aeroespaciais, pesquisa, e em áreas de suporte como tráfego aéreo e simulação. Os principais empregadores incluem a indústria aeronáutica (por exemplo, Embraer), centros de pesquisa e instituições ligadas ao setor aeroespacial, assim como órgãos reguladores e de defesa — entre eles ANAC, DECEA, AEB e unidades do DCTA. A área é um campo estratégico para o desenvolvimento tecnológico do Brasil, responsável por impulsionar a indústria aeroespacial e ampliar a inserção nacional em mercados altamente competitivos. O país abriga polos de excelência, como São José dos Campos, e empresas de alcance global, a exemplo da Embraer, além de centros de pesquisa e instituições de ensino de referência, como o ITA e o DCTA. O mercado de trabalho contempla áreas como projeto e desenvolvimento de aeronaves, sistemas e componentes, processos de produção e qualidade, manutenção, reparos e operações (MRO), ensaios e certificação, além da defesa, pesquisa aeroespacial e inovação em novas tecnologias, incluindo drones e sistemas não tripulados. Essa variedade de campos de atuação garante alta empregabilidade, tanto na iniciativa privada quanto em órgãos públicos e institutos de pesquisa.
Presidente do CREA-ES destaca a importância das Engenharias para a economia do Espírito Santo
O presidente do CREA-ES, Jorge Silva, e o presidente do CREA-RJ, Miguel Fernández, celebram o sucesso da 80a SOEA, em Vitória O anfitrião da 80a Semana Oficial de Engenharia e Agronomia (SOEA), o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (CREA-ES), Jorge Luiz Silva, destacou a importância dos engenheiros e agrônomos para a economia do estado do Espírito Santo. “Nós respondemos por mais de 71,90% do PIB Nacional e 78% do PIB Estadual, englobando o agronegócio, construção civil, metal mecânica, atividades de mineração e de engenharia elétrica. Nos próximos quatro anos, teremos R$ 137 bilhões em investimentos no Estado. Só a Petrobras irá investir R$ 35 bilhões na área de gás e petróleo. Serão recursos do governo do Estado e também da iniciativa privada”, afirmou Jorge Silva, que é engenheiro agrônomo, considerado um dos presidente de CREA mais simpáticos do país. O presidente do CREA-ES saudou o presidente do CREA-RJ, Miguel Fernández, ao se encontrarem espontaneamente na 1a Feira de Engenharia da SOEA. Jorge Silva agradeceu a Fernández pela presença do CREA-RJ, que levou ao evento uma das maiores delegações da SOEA. “Presidente Jorge, parabéns. Está lindo, maravilhoso”, afirmou o presidente do CREA-RJ. O anfitrião da SOEA, Jorge Silva, foi um dos principais destaques na abertura da Semana, que lotou o auditório principal, chamado de Moqueca Capixaba. A solenidade de abertura contou com a presença do governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, que é engenheiro florestal, e da vice-prefeita do município de Serra, Gracieri Gaviorno; do presidente e do vice-presidente do Confea, respectivamente Vinícius Marchese e Nielsen Christianni; do presidente do Crea-ES, Jorge Silva; do presidente do Colégio de Presidentes de CREA, Fernando Galiza; do diretor-presidente da Mútua, Joel Krüger; da presidente do CREA do Amazonas, a conselheira federal Alzira Miranda; e da conselheira federal Gilcelia Figueiredo. O governador Renato Casagrande, um engenheiro que se destacou na política, exaltou as potencialidades econômicas do Espírito Santo, lembrando que no Estado há boas oportunidades para profissionais de Engenharia e Agronomia. O presidente do CONFEA, Vinícius Marchese, falou da enorme importância da SOEA para a capacitação profissional e para o desenvolvimento do país. Emocionado com a realização da SOEA em seu estado, o presidente do Crea-ES destacou também a relevância dos engenheiros agrônomos técnicos e produtores rurais para a economia do estado. E terminou o discurso com seu tradicional grito de guerra: “Moqueca é capixaba; o resto é peixada”. Ao final, posou para fotos com amigos e funcionários do CREA-ES.