CREA-RJ fortalece conexões entre poder público e profissionais
O Crea-RJ promove a mesa redonda Construindo Conexões: Crea-RJ, Poder Público e Profissionais em Ação, um espaço de diálogo que visa a fortalecer a integração entre o Conselho, os representantes do poder público e os profissionais das diversas modalidades da Engenharia, Agronomia e Geociências. Realizado em parceria com a ADAE – Associação Duquecaxiense de Arquitetos e Engenheiros e a Prefeitura de Duque de Caxias, o evento, promovido pelo Progredir, tem o objetivo de aproximar instituições, compartilhar experiências e discutir estratégias conjuntas para ampliar a atuação técnica e social das profissões. A mesa de abertura contará com a presença do secretário municipal de Obras e Agricultura de Duque de Caxias, engenheiro Valber Rodrigues Januário; do superintendente técnico do CREA-RJ, engenheiro Leonardo Dutra; da Conselheira do Crea-RJ, engenheira Teneuza Cavalcanti Ferreira; e do presidente da ADAE, engenheiro Aluízio Baptista. O encontro será realizado no dia 26 de novembro de 2025, das 10h às 12h, na Av. Brigadeiro Lima e Silva, 1189, Jardim Vinte e Cinco de Agosto, no município de Duque de Caxias. A atividade é presencial, gratuita e disponibiliza 100 vagas. As inscrições devem ser realizadas via Sympla (clique aqui).
Curso ´Introdução ao Descomissionamento de Navios e Plataformas Offshore´
O Crea-RJ, por meio dos programas Progredir, Crea Jovem e Crea Jr, em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF) de Volta Redonda, promove o curso “Introdução ao Descomissionamento de Navios e Plataformas Offshore”, que será realizado nos dias 26 de novembro e 3 de dezembro, das 15h às 18h, em formato online. Com carga horária total de 6 horas, o curso pretende proporcionar aos participantes uma compreensão aprofundada sobre os aspectos técnicos, ambientais e legais que envolvem o encerramento das atividades de embarcações e plataformas offshore. Serão discutidos ainda os desafios tecnológicos e as oportunidades econômicas que o descomissionamento representa para o setor. O curso contará com a participação dos docentes Newton Narciso Pereira (Pós-Doutor em Engenharia Naval e Oceânica e Professor Adjunto da UFF), Rogerio Benevenuto (Engenheiro da Petrobras, especialista em construção e descomissionamento offshore), Denise de Castro Bertagnolli (Doutora em Química e Professora da UFF) e José Mauro Moraes Junior (Doutor em Engenharia de Materiais e Professor da UFF). Voltado a engenheiros, técnicos, gestores e estudantes das áreas naval, industrial e de petróleo e gás, o curso é uma oportunidade para atualização e capacitação em um campo estratégico e em expansão no Brasil. Mais informações e inscrições via Sympla.
Dia da Amazônia Azul
Em 16 de novembro é celebrado o Dia Nacional da Amazônia Azul, área oceânica que inspirou o nome da Amazul e que abrange 3,6 milhões de km², extensão comparável à da superfície da floresta amazônica no país. A data foi instituída pela Lei nº 13.187, de 11 de novembro de 2015, e foi escolhida em homenagem à entrada em vigor da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, em 16 de novembro de 1994, ratificada por 118 países. A convenção definiu as extensões de mar territorial, zona contígua, zona econômica exclusiva e plataforma continental. Pelas rotas marítimas da Amazônia Azul passam mais de 95% do comércio exterior brasileiro. A região é responsável pela produção de 97% do petróleo nacional, 80% do gás natural e 45% do pescado brasileiro. Também é constituída por incontáveis recursos vivos, minerais e sítios ambientais, com a existência de estratégicos portos, centros industriais e de energia. Aumento do território marítimo Em 2025, a Organização das Nações Unidas (ONU) publicou uma resolução que reconhece a ampliação do território marítimo brasileiro em 360 mil km², em uma região que se estende da foz do Rio Oiapoque (AP) ao litoral norte do Rio Grande do Norte, abrangendo as bacias sedimentares da foz do Rio Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar – chamada de Margem Equatorial. Isso significa um aumento no limite da Plataforma Continental Brasileira, que antes representava 200 milhas náuticas de domínio nacional sobre essas águas. Com a ampliação desta parte da Amazônia Azul, o Brasil tem reconhecido seu direito de soberania para explorar recursos naturais (como o petróleo) presentes nessa faixa, tanto no leito do mar quanto em seu subsolo. Em fevereiro deste ano, membros do Plano de Levantamento da Plataforma Continental Brasileira (LEPLAC) participaram, junto à Delegação Brasileira, da 63ª Sessão da Comissão de Limites da Plataforma Continental (CLPC), em Nova Iorque (EUA). Na ocasião, foi encerrada a análise da submissão da Margem Equatorial e iniciada a análise das margens Oriental – Meridional. Foram sete anos de interação entre os técnicos brasileiros e os peritos da CLPC para que o pleito fosse atendido, um marco para a definição das fronteiras marítimas brasileiras. Novo mapa Desde 2019 a área da Amazônia Azul – que compreende o Mar Territorial Brasileiro, a Zona Econômica Exclusiva e a Extensão da Plataforma Continental para além das 200 milhas náuticas – foi incluída no mapa brasileiro. É um trabalho cujos estudos envolveram a Marinha, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e o Ministério da Educação. Espera-se, assim, que esse novo mapa do Brasil ajude a despertar a consciência das novas gerações de brasileiros sobre a importância da Amazônia Azul para a Nação. Atualmente, cerca de 95% do petróleo nacional é extraído nas águas jurisdicionais brasileiras e por onde também trafega 95% do comércio exterior do país.
Dia da Proclamação da República
No final do século XIX, republicanos civis e membros das forças armadas se mobilizaram contra a monarquia, que estava instalada no Brasil, desde 1822. A Proclamação da República ocorreu no dia 15 de novembro de 1889, resultando na expulsão da família real portuguesa do país. Regulamentada pelo presidente Eurico Gaspar Dutra em 1949, a Lei Federal 662 declara a data como feriado nacional, com o objetivo de celebrar a substituição do regime monárquico pelo republicano. Crise da monarquia Desde o final da Guerra do Paraguai, em 1870, as forças armadas sentiam-se desprestigiadas após conduzirem todo o esforço durante as batalhas. Insatisfeitos com os rumos que a profissão vinha tomando, os militares tinham como principais reivindicações os aumentos salariais e as melhorias no sistema de promoção de carreiras. Membros do Exército também exigiam o direito de manifestar suas opiniões políticas publicamente, visto que eram alvos de censura por parte do regime monárquico. Todo esse cenário contribuiu para que o republicanismo começasse a ser ventilado entre os militares. Além de todo o contexto instável já estabelecido, o avanço da pauta abolicionista foi outro processo que impactou no enfraquecimento da monarquia, baseado na crítica dos republicanos aos três pilares do regime: participação política restrita, escravismo e utilização do catolicismo na manutenção das hierarquias sociais. Como foi realizada? Na década de 1880, todas as insatisfações com a monarquia que estavam espalhadas nas diferentes camadas da sociedade, se transformaram em uma conspiração. O processo estava em andamento e contava com nomes fortes do republicanismo, como Aristides Lobo, Sólon Ribeiro, Quintino Bocaiuva, Ruy Barbosa, Silva Jardim, Lopes Trovão e José do Patrocínio. Em novembro de 1889, eles convenceram Marechal Deodoro da Fonseca, um influente militar à época, a aderir ao movimento. No dia 15 de novembro, Deodoro, juntamente com as tropas, exigiram a demissão de Visconde de Ouro Preto da presidência do Gabinete Ministerial, localizado em Campo do Santana, realizando sua prisão após ele se desligar do cargo. A Proclamação da República foi anunciada por José do Patrocínio, após várias reuniões com republicanos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Definição da identidade Após a virada do Brasil para a república, houve uma estruturação tanto na base do novo modelo de governo, quanto na imagem da nação, que por muito tempo foi adotada refletindo as características e os valores da monarquia e de Portugal. Demoraria apenas alguns dias após a proclamação para que o novo símbolo do país fosse concebido e instaurado. O engenheiro civil prussiano-brasileiro Johann Peter Franz Arthur Sauer (1840-1920), conhecido como Artur Zauer, foi o responsável por desenhar o Brasão de Armas do Brasil, a pedido de Marechal Deodoro da Fonseca, e encarregou o desenhista Luís Gruder a executar a imagem. Ela foi aprovada e oficializada pelo decreto nº 04, de 19 de novembro de 1889. Esse acontecimento, além de marcar a transição da monarquia para a república, foi também um marco na construção da identidade brasileira. Fonte: UOL, Brasil Escola
Palestra Gratuita: Estratégias e Ferramentas para Gestão do Tempo — Produtividade com Propósito
O Programa Mulher CREA-RJ, em parceria com o Progredir, promove mais uma atividade voltada ao fortalecimento profissional e ao desenvolvimento pessoal dos profissionais da Engenharia, Agronomia e Geociências e estudantes. A palestra “Estratégias e Ferramentas para Gestão do Tempo — Produtividade com Propósito”, que acontecerá on-line no dia 26 de novembro, das 19h às 20h30, tem como foco oferecer métodos práticos e estratégias modernas de organização, ajudando os participantes a otimizarem a rotina, aumentar a produtividade e alcançar equilíbrio entre desempenho e bem-estar. A programação abordará temas essenciais, como a importância da gestão do tempo na profissão, diagnóstico de produtividade e burnout e as barreiras contemporâneas que comprometem o foco, como a multitarefa e as interrupções constantes. Serão apresentadas ferramentas de aplicação imediata, entre elas Time-blocking, Técnica Pomodoro, Matriz de Eisenhower, Kanban e Reuniões Ágeis, além da elaboração de um plano pessoal de 30 dias, com acompanhamento de resultados. A condução será da Engenheira Tatiana Oliveira, profissional com ampla experiência nas áreas de Engenharia e Gestão Industrial. Engenheira de Produção e de Segurança do Trabalho, Perita Judicial e Black Belt em Lean Six Sigma, Tatiana atuou em empresas multinacionais dos setores de aviação, petroquímica, siderúrgica e têxtil. Atualmente, é empresária, consultora de processos de negócio, professora e mentora dos programas Elas na Indústria (FIESP) e Aceleração de Carreira (Grupo Mulheres do Brasil). A iniciativa integra as ações do Programa Mulher CREA-RJ, que visa a estimular o protagonismo feminino nas áreas tecnológicas e ampliar o acesso a oportunidades de capacitação e crescimento profissional. Mais informações: http://bit.ly/47Vrqiv Inscrições via Sympla
Inspiração para voar mais alto, Progredir promove palestra “Plano de Voo”
O programa Progredir do CREA-RJ, em parceria com o Crea Jovem e o CREA Jr., realiza no dia 24 de novembro, na sede do Conselho, a palestra “Plano de Voo”, com o jornalista Eduardo Mack. Com uma importante trajetória na comunicação internacional, Eduardo Mack utiliza a analogia de um voo para inspirar o público a traçar caminhos de sucesso. A palestra propõe uma reflexão sobre valores fundamentais para alcançar qualidade de vida, produtividade e realização pessoal e profissional. “Plano de Voo” apresenta um guia prático para transformar objetivos em conquistas, incentivando estudantes e profissionais do Sistema Confea/Crea e Mútua a conduzirem suas próprias jornadas com propósito e clareza. O evento será presencial, das 18h30 às 20h, com carga horária de 90 minutos. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas via Sympla.
Presidente do CREA-RJ defende adesão do Programa Calçada Acessível, da Firjan, pela prefeitura do Rio de Janeiro
Depois de participar do evento de comemoração dos 15 anos do Programa Calçada Acessível, da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), na Casa Firjan, em Botafogo, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (CREA-RJ), engenheiro Miguel Fernández, sugeriu nesta sexta-feira, dia 14 de novembro, que a Prefeitura do Rio de Janeiro também participe do programa que atende hoje mais da metade dos municípios (49) do estado do Rio de Janeiro. O auditório da Casa Firjan ficou lotado. “O Programa Calçada Acessível, da Firjan, é um marco muito importante, com 15 anos de evolução sobre a questão da acessibilidade, da principal forma de transporte, que é o transporte a pé. Apesar disso, ainda são muitos os desafios. Metade dos municípios do Estado do Rio conseguiu avançar sobre essa discussão, mas falta aprofundar isso na capital do estado, o Rio de Janeiro, onde vive a maioria da população. Eu enxergo que é uma tomada de decisão fundamental e estratégica para qualquer município ter um projeto bem estabelecido para as suas calçadas. Esse é um tema que envolve 100% dos cidadãos do município e que tem transversalidade com vários assuntos do dia a dia, seja operacional do município, seja do desenvolvimento econômico, seja até da valorização do ambiente”, afirmou Fernández, que tem mestrado em Engenharia Urbana pela UFRJ. Para o presidente do CREA, o cuidado com as calçadas contribui para a redução dos custos da saúde pública com quedas de pedestres, assim como a melhor manutenção das redes de serviços que funcionam sob o calçamento. “Um calçamento adequado reduz as quedas e, com isso, o custo da saúde pública com a reabilitação das vítimas. Isso tem um valor significativo na redução dos custos de saúde pública de um município. Com um calçamento adequado você garante também a manutenção das redes sob a calçada, como a de água, de gás, de esgoto, de drenagem, de cabos elétricos ou de dados. Essa manutenção pode ser feita de forma muito mais adequada e barata, dependendo da solução adotada, como por exemplo o uso dos blocos intertravados, que você pode retirá-los, para fazer a manutenção e depois recolocá-los. Além disso, são soluções que recebem a infiltração da água de chuva, melhorando também as condições do sistema de drenagem pluvial, diminuindo as questões de alagamento”, explicou Miguel Fernández, que voltou a defender o uso de calçadas portuguesas apenas em locais históricos. “Já passou da hora de ser criada uma norma padronizada para as calçadas, que enxergue todas essas questões e não ficar preso simplesmente a ideia de sempre foi assim, como é o caso das pedras portuguesas. Não se pode pensar “sempre foi assim”. Se for assim, não vamos discutir as evoluções tecnológicas e de demandas que o município e o calçamento dele necessitam”, ponderou o presidente do CREA-RJ. O coordenador do Programa Calçada Acessível é o vice-presidente da Firjan, Marcelo Kaiuca, que fez um balanço “totalmente positivo” do trabalho que se tornou um case de sucesso com a proposta de fortalecer a Mobilização Ativa no Estado do Rio de Janeiro. A Mobilidade Ativa (MA) é um conceito central no planejamento urbano moderno e na engenharia pública, pois se concentra no ser humano e em modos de transporte sustentáveis e saudáveis. “O Programa Calçada Acessível alcança hoje 49 dos 92 municípios, portanto, mais da metade do Estado do Rio. Existe uma demanda reprimida e a gente precisa de mais braços para isso. O programa tem custo zero para as prefeituras; é um bônus que a gente dá, a gente quer arrumar o caminho das pessoas nos municípios, para que elas tenham prazer de andar nas calçadas e não pelo meio da rua”, explicou Cauica. O técnico do programa é o arquiteto e urbanista Luiz Gustavo Guimarães, que atuou também como apresentador do evento na Casa Firjan. “Cidades que convidam a caminhar são cidades que acolhem – cada calçada acessível é um passo rumo à inclusão e a à vida urbana com mais qualidade”, afirmou Guimarães, agradecendo a presença de secretários municipais, do presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano, e dos presidentes do CREA-RJ e do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/RJ), respectivamente Miguel Fernández e Sydnei Meneses. O arquiteto e urbanista Luiz Guimarães apresentou um balanço do Programa Calçada Acessível que, em 15 anos, já capacitou 2.600 profissionais para a padronização das calçadas que chegam a 350 mil metros quadrados em obras. Além dos 49 municípios, novos 22 municípios aderiram ao Calçada Acessível. O programa conseguiu influenciar os planos diretores dos municípios. Muitas prefeituras já estão incluindo no plano diretor projetos de mobilidade ativa, assim como os protocolos do manual do programa Calçada Acessível. O programa também estimula um melhor diálogo entre os gestores públicos e as empresas que ganham as concorrências para as obras, incluindo na conversa os diversos setores de cada prefeitura. “O acesso à mobilidade não é mais opcional, mas obrigatório”, destaca Guimarães.
Comunicado: Migração para o novo Sistema do CREA-RJ

O CREA-RJ informa que, a partir das 21h do dia 19 de novembro, será realizada a migração para o novo Sistema do Conselho, com conclusão no dia 23 de novembro. Durante esse processo, poderão ocorrer instabilidades temporárias no acesso aos serviços on-line. Contamos com a compreensão de todos.
Primeiro profissional utiliza o novo espaço de coworking do CREA-RJ na Barra da Tijuca
O CREA-RJ registrou, no dia 11 de novembro, a primeira utilização do novo espaço de coworking da Inspetoria da Barra da Tijuca, inaugurado oficialmente no dia anterior (10). O engenheiro civil José Henrique Vieira de Campos, registrado no Conselho desde 1986, foi o primeiro profissional a utilizar as novas instalações, criadas para oferecer um ambiente moderno e funcional aos profissionais do Sistema Confea/CREA. O projeto piloto marca o início de uma nova proposta de atendimento do CREA-RJ, que visa a transformar as inspetorias do Conselho em verdadeiras casas dos profissionais, espaços voltados não apenas ao suporte técnico e administrativo, mas também à integração e ao desenvolvimento profissional. José Henrique, que reside na Barra da Tijuca e atua como responsável técnico em uma empresa de Consultoria e Gestão Ambiental, destacou a qualidade da estrutura e a funcionalidade do ambiente. Para ele, a experiência foi bastante positiva. “O novo espaço está bem estruturado, funcional e transmite uma boa impressão”, afirmou. Durante sua passagem pela inspetoria, o engenheiro utilizou o espaço para elaborar uma proposta de serviço e ressaltou que o ambiente contribuiu diretamente para o foco e a produtividade. “O espaço foi bastante útil, especialmente por oferecer um ambiente reservado que permitiu focar na elaboração da proposta de serviço. Nesse sentido, foi extremamente funcional e atendeu bem às necessidades do trabalho realizado.” Motivado pela leitura da matéria sobre a inauguração do coworking, José Henrique decidiu conhecer o local e aprovou a iniciativa. “Optei por esse tipo de espaço por considerar uma alternativa interessante para diversificar o ambiente de trabalho e buscar mais foco em determinadas atividades. Achei uma excelente iniciativa do CREA.” Trabalhando atualmente em projetos de geração de energia renovável, principalmente na região Nordeste, o engenheiro afirmou que pretende utilizar o espaço outras vezes. Com o sucesso do projeto piloto na Barra da Tijuca, o CREA-RJ planeja expandir o novo modelo de inspetoria para outras regiões do estado, fortalecendo o vínculo entre o Conselho e os profissionais registrados.
CREA-RJ valoriza integração entre estudantes e profissionais na 1ª Feira da Construção Civil da Unifeso em Teresópolis
Promovida pelos cursos de Engenharia Civil e de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário da Serra dos Órgãos – Unifeso, com a parceria institucional do CREA-RJ, a 1° Feira da Construção Civil da Unifeso aconteceu nos dias 7 e 8 de novembro, na cidade de Teresópolis, Região Serrana do Rio de Janeiro. O objetivo do evento foi proporcionar um espaço de troca de conhecimentos entre estudantes, profissionais e empresas dos setores relacionados, tendo como tema desta primeira edição “Construções Sustentáveis que Transformam o Futuro”. Conselheiro do CREA-RJ, o engenheiro agrônomo e de segurança do trabalho Osvaldo Neves representou o Conselho no encontro como palestrante, e falou sobre sua atuação no evento. “Pude apresentar aos estudantes dos cursos o quão relevante é o CREA-RJ, principalmente para as pessoas que se formam nessas áreas. Além da troca de experiências muito interessante com os estudantes, coloquei também o CREA a disposição da coordenadora e professora do curso de Engenharia Civil, Eliane Mesquita, para que em outros eventos possamos levar nossa bagagem e atualizações sobre o que o Conselho pode fazer para os profissionais.” A coordenadora do curso de Engenharia Civil da Unifeso, professora Eliane Mesquita, destacou a importância da iniciativa. “Estou bastante feliz com a participação dos estudantes e das autoridades presentes. O mercado da Engenharia Civil na nossa cidade é bastante aquecido, todos os nossos estudantes estão trabalhando ou fazendo estágios na área. Reunir essas empresas que os recebem é muito importante para a instituição, que qualifica e forma profissionais para esse mercado.” Representantes do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU-RJ), e da Prefeitura Municipal de Teresópolis, por meio da Secretaria Municipal da Defesa Civil, também estiveram presentes no evento. A programação contou com mesas redondas e palestras apresentadas por autoridades e especialistas, abordando os mais diversos temas que contemplam a Engenharia e a Arquitetura e Urbanismo.