OMM aponta alta probabilidade de formação do El Niño entre maio e julho de 2026

A Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência especializada das Nações Unidas para o monitoramento do clima, informou que há probabilidade elevada de formação do fenômeno El Niño entre maio e julho de 2026, com base em sinais consistentes de aquecimento das águas do Pacífico equatorial e na convergência dos principais modelos climáticos internacionais. De acordo com a OMM, o fenômeno pode apresentar intensificação após o seu estabelecimento, com potencial de influenciar padrões climáticos globais ao longo do segundo semestre. A agência ressalta, no entanto, que a magnitude do evento ainda não pode ser determinada com precisão, em razão das limitações inerentes às previsões nesta época do ano, período conhecido por maior variabilidade nos modelos de ENSO (El Niño–Oscilação Sul). No Brasil, a possível configuração de um episódio de El Niño em 2026 está associada a alterações relevantes nos regimes de chuva e temperatura, com tendência de maior irregularidade na distribuição das precipitações e aumento da ocorrência de eventos extremos. Esses efeitos podem se traduzir em períodos de estiagem intercalados com episódios de chuvas intensas, com impactos sobre a disponibilidade hídrica, a operação de sistemas de infraestrutura e a gestão de riscos climáticos. A depender da intensidade do fenômeno, também pode haver elevação das temperaturas médias e pressão adicional sobre sistemas energéticos e de abastecimento, o que exige monitoramento contínuo e planejamento preventivo por parte dos órgãos competentes. Nos últimos três anos, a atuação do ENSO no Brasil evidenciou a intensificação de extremos climáticos, com a ocorrência de um episódio de El Niño entre 2023 e 2024 associado a temperaturas acima da média, seca severa na Amazônia e eventos de chuvas intensas, seguido, em 2025, por uma transição para condições neutras e de La Niña, que promoveram reorganização dos regimes de precipitação.  Esse histórico recente indica que o fenômeno tem operado mais como um amplificador de variabilidade climática, com impactos diretos sobre recursos hídricos, energia e infraestrutura, do que como um simples deslocamento das médias climatológicas. 

CREA-RJ conquista a categoria Ouro no Selo Empresa Amiga da Mulher

Foi divulgado hoje, no Diário Oficial, que o CREA-RJ conquistou a categoria Ouro no selo Empresa Amiga da Mulher. A certificação, que foi concedida pela Secretaria de Estado da Mulher, reflete o interesse e o compromisso do Conselho com a promoção e a defesa dos direitos das mulheres no estado do Rio de Janeiro. O Programa Mulher CREA-RJ celebra com muita alegria mais essa importante conquista. Seguimos firmes, fortalecendo ações que promovem igualdade, respeito e mais oportunidades para todas. O Selo Empresa Amiga da Mulher Instituído pela Lei Estadual nº 9.173/2021, o Selo Empresa Amiga da Mulher é um reconhecimento oficial concedido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro às organizações que se destacam na promoção da equidade de gênero e no apoio às mulheres em seus ambientes de trabalho. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Estado da Mulher e Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços, valoriza empresas que implementam políticas de inclusão, ações de prevenção e combate à violência contra a mulher, programas de desenvolvimento profissional e medidas que favoreçam a conciliação entre vida pessoal e carreira. Ao conquistar o selo, a empresa demonstra seu compromisso com a responsabilidade social, fortalece sua reputação no mercado e contribui para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Além do reconhecimento público, o Selo posiciona a organização como protagonista na transformação do mundo corporativo em um espaço verdadeiramente inclusivo. O Selo Empresa Amiga da Mulher é uma oportunidade de alinhar práticas empresariais à legislação vigente e às demandas sociais contemporâneas, reforçando que investir na valorização feminina é investir no crescimento sustentável de toda a sociedade.

CNPq completa 75 anos com atuação na formação científica e no fomento à pesquisa no Brasil

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) completou 75 anos em março de 2026. Criado em 1951, por meio da Lei nº 1.310, o órgão tem como finalidade promover o desenvolvimento científico e tecnológico no país. Vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, consolidou-se ao longo de sua história como uma das principais instituições federais de fomento à pesquisa e de formação de cientistas. A atuação do CNPq abrange todas as etapas da trajetória acadêmica, com a concessão anual de dezenas de milhares de bolsas, distribuídas entre iniciação científica, mestrado, doutorado, pós-doutorado e produtividade em pesquisa. Esse modelo sustenta a formação contínua de pesquisadores e a consolidação de grupos de pesquisa em diversas áreas do conhecimento, incluindo Engenharia, Agronomia e Geociências. Em 2026, o CNPq ofertará mais de 4.800 bolsas de mestrado e doutorado em todo o país.  A produção científica apoiada pelo CNPq abrange pesquisas básicas e aplicadas em áreas estratégicas e está diretamente associada à expansão da capacidade nacional de geração de conhecimento. Os projetos financiados pela instituição contribuem para o desenvolvimento de tecnologias, a qualificação de processos produtivos e a formulação de soluções voltadas a desafios estruturais, como segurança energética, gestão de recursos naturais, inovação industrial e saúde pública. Nesse contexto, o fomento contínuo à pesquisa tem papel relevante na ampliação da inserção do Brasil em redes científicas internacionais e na consolidação de competências técnico-científicas em universidades e centros de pesquisa. No campo da infraestrutura científica, o CNPq é responsável pela gestão da Plataforma Lattes, sistema criado em 1999 e adotado como padrão nacional para registro da produção acadêmica. A base reúne atualmente mais de 8 milhões de currículos cadastrados, constituindo-se como o principal repositório de informações sobre pesquisadores no Brasil e instrumento obrigatório para acesso a bolsas e financiamentos públicos. A Plataforma Lattes integra dados de currículos, grupos de pesquisa e instituições, sendo utilizada por agências de fomento, universidades e institutos de pesquisa em todo o país. Além de apoiar a avaliação de mérito científico, o sistema subsidia a formulação de políticas públicas em ciência e tecnologia e a gestão de investimentos no setor. Ao longo de sua trajetória, o CNPq tem contribuído diretamente para o avanço da produção científica nacional, o desenvolvimento de soluções tecnológicas e o fortalecimento do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Sua atuação permanece estratégica em áreas como energia, meio ambiente, saúde e inovação, com impacto direto na capacidade do país de gerar conhecimento e responder a desafios estruturais.

Infra-BR aponta limitações na efetividade da infraestrutura social no Brasil

O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia apresenta, por meio do Infra-BR (Índice CONFEA de Infraestrutura do Brasil), um conjunto de evidências que permite qualificar a análise da infraestrutura social no país a partir de resultados mensuráveis. Estruturado com base em 67 indicadores distribuídos em seis dimensões, o índice registra média nacional de 56,92 pontos, enquanto o Eixo de Bem-Estar Social e Cidadania alcança 57,89, evidenciando desempenho próximo ao agregado geral, porém ainda distante de níveis considerados elevados em uma escala de 0 a 100. No recorte específico da educação, inserida nesse eixo, o Infra-BR adota uma abordagem que ultrapassa a mensuração da oferta física. A análise considera três níveis: disponibilidade de equipamentos, acesso efetivo da população e capacidade de geração de resultados. Esse enquadramento permite observar que a presença de escolas não se traduz automaticamente em melhoria dos indicadores educacionais, uma vez que fatores como acessibilidade, condições de uso e integração com outras infraestruturas influenciam diretamente os resultados. A leitura dos dados evidencia também assimetria territorial relevante. Estados das regiões Sul e Sudeste concentram os maiores níveis de desempenho no eixo social, enquanto parte significativa das regiões Norte e Nordeste apresenta resultados inferiores, indicando diferenças estruturais na capacidade de conversão da infraestrutura instalada em benefícios concretos. Essa variação reforça que a desigualdade observada não se limita à disponibilidade de equipamentos públicos, mas se manifesta na efetividade com que esses ativos alcançam a população. Outro aspecto evidenciado pelo índice é a interdependência entre dimensões. O desempenho da educação, dentro do Eixo de Bem-Estar Social e Cidadania, está associado a condições externas à própria rede educacional, como mobilidade, conectividade e serviços urbanos básicos, que influenciam o acesso e a permanência dos usuários. Dessa forma, o Infra-BR indica que a avaliação da infraestrutura social exige a consideração de múltiplos fatores estruturais, uma vez que a entrega de resultados depende da articulação entre diferentes sistemas. A consolidação desses dados demonstra que, mesmo com pontuação próxima à média nacional, o eixo social ainda apresenta limitações na capacidade de transformar infraestrutura em resultados efetivos, o que se reflete na persistência de diferenças regionais e na necessidade de qualificação do acesso e do uso dos serviços, especialmente no campo da educação.

CREA-RJ recebe o 1º Encontro Brasileiro da Engenharia Estrutural – EBEE

O 1º Encontro Brasileiro da Engenharia Estrutural (EBEE) acontecerá no dia 16 de maio, sábado, das 9h às 18h, na sede do CREA-RJ, reunindo profissionais e estudantes para um dia inteiro de imersão em conteúdo técnico, troca de experiências e atualização profissional. Gratuito e presencial, o evento terá vagas limitadas a 100 participantes. Realizado pelo Instituto Rangel Lage e pela Abenc – Associação Brasileira de Engenheiros Civis, com apoio institucional do CREA-RJ, o encontro busca aproximar engenheiros civis, projetistas e especialistas do setor em um ambiente de aprendizado prático, com foco em decisões de projeto, tecnologias construtivas e bastidores da Engenharia Estrutural Aplicada. A programação terá como destaque a participação do engenheiro Rangel Costa Lage, anfitrião do evento e referência na formação de profissionais da área, responsável pelas palestras principais ao longo do dia. Fundador do instituto que leva seu nome e da SOMMA Cálculo Estrutural, Rangel é reconhecido por sua atuação na capacitação de engenheiros que desejam atuar com projetos estruturais em todo o país. Entre os temas abordados estão soluções contemporâneas e desafios da prática profissional. O engenheiro Mauricio dos Santos Sgarbi Goulart apresentará a palestra “Protensão: a tecnologia do presente e do futuro nas edificações”, trazendo uma visão aprofundada sobre o uso do concreto protendido. Já o engenheiro Otávio Fonseca abordará “Estaca hélice contínua monitorada: planejamento e execução”, destacando aspectos técnicos e operacionais das fundações profundas. A programação inclui ainda momentos de networking e intervalos estratégicos. O encerramento contará com a entrega de certificados aos participantes. Ao reunir grandes nomes da engenharia estrutural em um único espaço, o EBEE reforça a importância da qualificação contínua e da integração entre teoria e prática para o avanço da Engenharia brasileira. As inscrições e mais informações podem ser acessadas no site oficial do evento. Programação  9h00 – Credenciamento 9h30 – Abertura oficial 10h – Palestra principal com Rangel Costa Lage 11h10 – Coffee break 11h30 – Protensão: a tecnologia do presente e do futuro nas edificações com Mauricio dos Santos Sgarbi Goulart 12h30 – Almoço livre 14h – Estaca hélice contínua monitorada: planejamento e execução com Otávio Fonseca 15h10 – Palestra principal com Rangel Costa Lage 16h20 – Coffee break 16h50 – Ponte Rio-Niterói: referência mundial em manutenção de grandes estruturas com Carlos Henrique Paiva Siqueira 18h – Entrega dos certificados e encerramento

Palestra no Clube de Engenharia debate Ferrovias Bioceânicas e o papel do Brasil na integração continental

O Clube de Engenharia do Brasil realiza, no dia 30 de abril de 2026, às 16h, a palestra “Ferrovias Bioceânicas – O Brasil nos Trilhos do Mundo”, que será ministrada pelo engenheiro eletricista Afonso Carneiro Filho. O evento, que conta com apoio institucional do CREA-RJ, será realizado em formato híbrido, com participação presencial no auditório do 22º andar da entidade e transmissão online.  A apresentação abordará temas estratégicos para o desenvolvimento da infraestrutura nacional, como os projetos das ferrovias bioceânicas, a retomada dos trens de passageiros, a integração logística sul-americana e aspectos relacionados à sustentabilidade e à soberania nacional.  O encontro também marcará o Dia do Ferroviário, com homenagem a profissionais do setor e entrega de certificados em reconhecimento às contribuições para a área. Com cerca de 40 anos de experiência no segmento metroferroviário, Afonso Carneiro Filho construiu uma trajetória sólida em instituições como a Rede Ferroviária Federal (RFFSA) e a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), entre 1984 e 2023.  Participou de projetos relevantes, como a implantação dos metrôs de Belo Horizonte e Brasília, além de atuar no desenvolvimento de oficinas ferroviárias, especificação de equipamentos e comissionamento de trens da série 900. No Ministério dos Transportes, entre 2003 e 2012, coordenou ações voltadas à retomada dos trens de passageiros e analisou iniciativas como o Trem de Alta Velocidade (TAV) Rio–São Paulo. Também integrou conselhos da Valec (Infra S.A.) e da Companhia Docas do Pará.  Formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP), possui especializações em transporte e logística no Brasil e na Europa, além de experiências técnicas internacionais. Ao longo de sua carreira, recebeu a Medalha do Mérito Mauá e outras distinções institucionais. A atividade tem como objetivo atualizar o debate sobre a relevância das ferrovias bioceânicas para o Brasil e para a América do Sul, apresentando dados técnicos e análises fundamentadas na experiência acumulada ao longo de décadas no setor ferroviário. A coordenação será de Ibá dos Santos Silva e Itamar Marques, com participação de convidadas das áreas DETI e DPG, além do apoio das divisões DUR e DEA. Além do CREA-RJ, o evento reúne ainda diversas entidades da Engenharia e do setor ferroviário, como Senge, FMU, FAM-Rio, Aenfer, Seaerj, CCSEAERJ, Fisenge e Assintec.  A transmissão também estará disponível pelo YouTube.  Inscreva-se aqui!

Matrículas abertas para o Curso de Gestão de Facilities da Escola Politécnica da UFRJ

Estão abertas as matrículas para o Curso de Gestão de Facilities – GF, promovido pelo Núcleo de Pesquisas em Planejamento e Gestão – NPPG da Escola Politécnica da UFRJ, junto à Associação dos Antigos Alunos da Politécnica da UFRJ – A3P. O curso online tem início previsto para o dia 28 de abril de 2026, sendo realizado às terças e quintas, das 18h30 às 21h30, com uma carga horária de 36 horas.  O objetivo é oferecer a possibilidade de otimizar a performance nas atividades de manutenção, segurança, conservação, e logística nas organizações destinadas a condomínios, empresas e indústrias. Mais informações pelo e-mail [email protected], o telefone (21) 99703-9511 ou o site www.nppg.org.br

Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho

O Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, celebrado em 28 de abril, reforça a necessidade de prevenir acidentes e doenças ocupacionais por meio da adoção de práticas seguras e da consolidação de ambientes laborais mais protegidos. Instituída em 2003 pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), a data integra uma agenda global voltada à promoção da saúde dos trabalhadores e à redução de riscos nas atividades profissionais. A relevância do tema é evidenciada por dados da própria OIT, que indicam a ocorrência de cerca de 2 milhões de mortes por ano, como consequência de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, além de milhões de registros não fatais em todo o mundo. Esse cenário aponta para a necessidade de medidas contínuas de prevenção, baseadas em normas técnicas, fiscalização e capacitação. Nesse contexto, a construção de uma cultura de segurança se apresenta como elemento central. A incorporação de práticas preventivas no cotidiano das organizações contribui não apenas para a proteção dos trabalhadores, mas também para a melhoria da produtividade, a redução de custos associados a afastamentos e indenizações e o fortalecimento das relações de trabalho. A participação ativa de empregadores, trabalhadores e instituições públicas é parte estruturante desse processo. A Organização Internacional do Trabalho atua na formulação de normas internacionais, convenções e diretrizes voltadas à promoção de condições dignas e seguras de trabalho. Com estrutura tripartite, que reúne representantes de governos, empregadores e trabalhadores, a entidade estabelece parâmetros que orientam políticas públicas e legislações nacionais. O Brasil, membro fundador da OIT, participa desse sistema por meio da ratificação de convenções e da adoção de medidas alinhadas às recomendações internacionais. O CREA-RJ exerce papel técnico e institucional na promoção da segurança no trabalho, por meio da fiscalização do exercício profissional, da orientação aos profissionais e da disseminação de normas técnicas, contribuindo para a prevenção de riscos e para a valorização das boas práticas nas áreas da Engenharia, da Agronomia e das Geociências. Confira o vídeo.

Fiscalização do CREA-RJ vai autuar e multar empresa envolvida na morte de operário em Copacabana

A fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ) informou nesta segunda-feira, dia 27, que vai autuar e multar a empresa MG Coutinho Serviços Cenográficos, para a qual trabalhava o operário Gabriel de Jesus Firmino, que morreu numa acidente durante a montagem do palco para o show de Shakira, que será realizado no próximo dia 2 de maio, na Praia de Copacabana. Os fiscais do CREA-RJ constataram que a empresa não tem registro no Conselho para exercer atividades de engenharia e muito menos responsável técnico. Fiscais do CREA-RJ vêm acompanhando a montagem do palco desde 7 de abril e estiveram no local novamente na manhã desta segunda-feira a fim de levantar informações sobre o acidente que matou o operário, na tarde domingo, dia 26. Com o objetivo de fiscalizar o exercício da profissão de engenheiro, o CREA-RJ já enviou ofício por duas vezes à empresa Bônus Track, produtora do evento, mas não recebeu todas as informações solicitadas. O superintendente técnico do CREA-RJ, engenheiro Leonardo Dutra, ressalta que “a atividade técnica sempre é uma atividade de risco e somente com profissionais e empresas legalmente habilitadas podemos mitigar esses riscos”. A fiscalização do CREA-RJ solicitou à Bônus Track a relação de empresas e dos profissionais que prestam serviços técnicos de instalação e/ou manutenção para o show da Shakira. Para cada empresa ou profissional, a relação deve conter: razão social da empresa ou nome completo do profissional; 2. CNPJ ou CPF; endereço do estabelecimento; número, objeto e vigência do contrato; e cópia dos respectivos contratos e/ou notas fiscais. O prazo para resposta é de quatro dias a partir desta segunda-feira. A fiscalização do CREA-RJ ressalta a importância de as empresas atenderem integralmente as solicitações feitas pelo Conselho. 

Estar em dia com o CREA-RJ é condição essencial para votar nas eleições do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA em 2026

As eleições do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA, que serão realizadas no dia 3 de julho de 2026, representam um dos momentos mais importantes para a Engenharia, a Agronomia e as Geociências no Brasil. O processo definirá lideranças estratégicas responsáveis por conduzir decisões que impactam diretamente o exercício profissional em todo o país nos próximos anos. Para garantir a participação no pleito, no entanto, é fundamental que os profissionais estejam atentos a um requisito indispensável: estar em dia com suas obrigações junto ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ). De acordo com as normas do Sistema Confea/Crea, somente estarão aptos a votar os profissionais regularmente registrados e adimplentes até 30 dias antes da data da eleição.  Isso significa não possuir débitos de qualquer natureza junto ao Conselho, incluindo anuidades, taxas, emolumentos ou multas, mesmo aqueles que estejam parcelados, mas com parcelas em atraso.  Regularidade garante participação e representatividade A exigência de regularidade vai além de uma obrigação administrativa: trata-se de um mecanismo que assegura a legitimidade e a transparência do processo eleitoral. Ao manter sua situação em dia, o profissional garante não apenas o direito ao voto, mas também contribui para o fortalecimento institucional do Sistema. As eleições definirão cargos como a presidência do Confea, as presidências dos 27 Creas, conselheiros federais e diretores das Mútuas Regionais, funções que têm impacto direto na regulamentação, fiscalização e valorização das profissões tecnológicas no Brasil.  Nesse contexto, a participação dos profissionais é fundamental. O voto é uma ferramenta de influência direta nas decisões que orientam o futuro das categorias, desde políticas de fiscalização até iniciativas de valorização profissional. Atualização cadastral também é indispensável Além da adimplência, outro ponto fundamental é a atualização dos dados cadastrais. Como o processo de votação será realizado de forma 100% online, o acesso ao sistema dependerá de login e senha enviados por e-mail ou celular cadastrados no sistema. Dados desatualizados podem impedir o recebimento dessas informações e, consequentemente, inviabilizar a participação no pleito. Compromisso com a profissão e com o futuro Estar em dia com o CREA-RJ é, portanto, mais do que cumprir uma exigência legal — é um compromisso com a própria profissão. A regularidade junto ao Conselho garante o pleno exercício profissional, assegura direitos e fortalece a atuação coletiva das categorias. Ao participar das eleições de 2026, os profissionais contribuem para a construção de um sistema mais democrático, representativo e alinhado aos desafios contemporâneos da Engenharia, da Agronomia e das Geociências. Com regras claras, votação digital e ampla possibilidade de participação, o pleito reforça a importância do engajamento da classe. E esse processo começa com uma atitude simples, mas decisiva: manter-se regular junto ao CREA-RJ.