CREA-RJ apoia seminário sobre mudanças climáticas e adaptação da população de Petrópolis

No dia 19 de junho de 2026, o CREA-RJ, por meio da Comissão de Meio Ambiente, em parceria com a Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro – SEAERJ, o Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET Petrópolis e a Associação de Engenheiros Ambientais e Sanitaristas do Rio de Janeiro – ARJEAS, vai promover na cidade de Petrópolis o seminário “Alternativas para Redução das Enchentes e Proposição de Medidas de Mitigação e Adaptação da População de Petrópolis aos Efeitos das Mudanças Climáticas”.  O evento, que será realizado das 14h às 17h30, tem como objetivo proporcionar um espaço  de amplo debate técnico e institucional sobre os desafios impostos pelas mudanças climáticas e seus impactos sobre o município da região serrana. O encontro aberto ao público reunirá especialistas, gestores públicos, pesquisadores e representantes da sociedade para discutir propostas de prevenção, adaptação e redução dos impactos causados por eventos climáticos extremos. Serviço: Evento: Seminário “Alternativas para Redução das Enchentes e Proposição de Medidas de Mitigação e Adaptação da População de Petrópolis aos Efeitos das Mudanças Climáticas”  Data: 19 de junho de 2026 Hora: das 14h às 17h30 Local: CEFET Petrópolis – Rua do Imperador, 971 – Centro, Petrópolis 

Confira todos os cursos disponíveis em junho

56° Curso de Perícia Judicial e Ambiental Estão abertas as inscrições para o 56° Curso de Perícia Judicial e Ambiental, realizado pela Associação Profissional dos Engenheiros Florestais do Estado do Rio de Janeiro – APEFERJ, sob coordenação da engenheira florestal Denise Baptista Alves, com apoio do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA e dos programas Progredir e CREA JR-RJ.  O curso acontece de 1 a 8 de julho de 2026, das 18h às 22h, com aulas teóricas virtuais e ao vivo, totalizando uma carga horária de 24 horas.   O objetivo é apresentar noções de legislação e requisitos conexos à atuação do perito judicial e ambiental. O curso se destina a engenheiros, geógrafos, agrônomos, meteorologistas, advogados e demais profissionais. O corpo docente é formado por: – Denise Baptista Alves, Engenheira Florestal – MBE-COPPE-UFRJ. Consultora e Perito. – Marcelo Souza, Eng. Civil, Prof. MSc. Instrutor e piloto de Drones, MBA Finanças, Consultor e Perito. – Luciana Vieira- Advogada – OAB/ Niterói.  –  Priscila Pezzotti, Advogada, Consultora e Perito.   Inscrições e mais informações pelo e-mail: [email protected]  Abertas as inscrições para o Workshop de Perícia de Consumo de Água Estão abertas as inscrições para o Workshop de Perícia de Consumo de Água. As aulas gratuitas acontecem nos dias 17 e 18 de junho de 2026, ministradas de forma online pelo engenheiro perito Acácio Santos. O objetivo do workshop é apresentar aos alunos conceitos e processos da Perícia de Consumo de Água, por meio de dois dias de conteúdo técnico e prático, divididos nos horários das 10h e das 19h às 21h. O público-alvo é formado por engenheiros que buscam uma nova área de atuação ou desejam agregar um serviço de alta lucratividade ao portfólio. Inscrições gratuitas: clique aqui

CREA-RJ questiona governo do estado sobre nomeação para a presidência do DER-RJ, um dos principais órgãos de engenharia do estado

A fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ) enviou um ofício ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, cobrando esclarecimentos sobre a nomeação da atual presidente da Fundação Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RJ), a coronel PM Gabryela Reis Dantas, pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto. A autarquia federal questiona se a escolha cumpre os requisitos técnicos exigidos pelo próprio regimento interno do órgão de infraestrutura. No documento, o CREA-RJ destaca que, com base em informações públicas disponíveis, não foi possível identificar a formação profissional da atual presidente, tampouco qualquer registro profissional compatível com a função. A nomeação desrespeita o artigo 89, inciso I, do Regimento Interno do DER-RJ, que determina expressamente que o cargo máximo do órgão deve ser exercido por um profissional graduado com diploma superior em Engenharia ou Arquitetura. Para fundamentar a cobrança, o conselho fluminense citou uma jurisprudência do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) baseada na Decisão Plenária nº PL-2286/2023. Na ocasião, o Confea estipulou que cargos de chefia no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) exigem obrigatoriamente habilitação e registro no CREA, devido à natureza das atividades de coordenação, fiscalização e supervisão de obras públicas. O CREA-RJ traçou um paralelo direto entre o DNIT e o DER-RJ, argumentando que a regra interna do departamento fluminense reflete justamente a preocupação em garantir que a liderança executiva possua formação técnica compatível com a complexidade das obras e serviços rodoviários do estado. O ofício, encaminhado à gestão do governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, encerra solicitando que o Palácio Guanabara informe oficialmente se a atual presidente atende aos critérios normativos previstos para o exercício do cargo.

Pesquisas em fusão nuclear avançam em busca de energia limpa e de alta capacidade

Produzir na Terra a mesma reação que alimenta o Sol há bilhões de anos deixou de ser apenas uma hipótese científica e passou a integrar uma das mais complexas frentes de pesquisa tecnológica da atualidade. Laboratórios, universidades e empresas de diversos países vêm registrando avanços relevantes no desenvolvimento da fusão nuclear, tecnologia apontada como uma possível fonte de energia limpa, segura e de grande capacidade para as próximas décadas. Diferentemente da fissão nuclear, utilizada atualmente em usinas nucleares, a fusão ocorre quando núcleos atômicos leves se unem para formar elementos mais pesados, liberando grandes quantidades de energia. O processo reproduz o fenômeno que acontece naturalmente no interior das estrelas e utiliza como combustível isótopos do hidrogênio, especialmente o deutério e o trítio. Para que a reação seja possível, é necessário aquecer o combustível a temperaturas superiores a 100 milhões de graus Celsius, formando um plasma altamente energético. Nessas condições extremas, o material não pode entrar em contato com estruturas físicas e precisa ser mantido suspenso por poderosos campos magnéticos dentro de reatores conhecidos como tokamaks. Os desafios tecnológicos envolvidos mobilizam diversas áreas da Engenharia e da pesquisa científica. O desenvolvimento dos reatores exige soluções avançadas em Engenharia Nuclear, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Materiais, Automação, Computação e Instrumentação, responsáveis por sistemas de confinamento magnético, monitoramento em tempo real, controle de plasma e construção de componentes capazes de suportar condições extremas de operação. Nos últimos anos, projetos internacionais vêm alcançando resultados considerados importantes para a viabilidade futura da tecnologia. Na China, o reator experimental EAST estabeleceu novos recordes de sustentação de plasma, ampliando o tempo de operação estável em condições próximas às necessárias para futuras usinas comerciais. Os resultados servem de base para o desenvolvimento do BEST, projeto que deverá representar uma etapa intermediária entre os experimentos atuais e os primeiros reatores voltados à geração de eletricidade. Na França, avança a construção do ITER, maior empreendimento internacional dedicado à fusão nuclear. O projeto reúne dezenas de países e tem como objetivo demonstrar que a reação pode produzir mais energia do que consome em escala relevante. Embora não tenha finalidade comercial, o experimento é considerado um passo essencial para a futura implantação de usinas de fusão. Outros centros de pesquisa também vêm registrando progressos. O reator WEST, também localizado na França, e o KSTAR, da Coreia do Sul, alcançaram novos marcos na manutenção de plasma em altas temperaturas. Nos Estados Unidos, experimentos conduzidos pelo National Ignition Facility demonstraram resultados inéditos de ganho energético em laboratório, impulsionando investimentos públicos e privados no setor. O avanço das pesquisas estimulou ainda a participação de empresas de base tecnológica. Organizações voltadas ao desenvolvimento de reatores comerciais vêm recebendo bilhões de dólares em investimentos para acelerar a transição dos experimentos científicos para aplicações industriais e geração de energia em larga escala. O interesse global pela fusão nuclear está relacionado ao potencial da tecnologia para enfrentar dois desafios estratégicos do século XXI. O primeiro é a necessidade de reduzir as emissões de gases de efeito estufa associadas à produção de energia. O segundo é atender ao crescimento da demanda energética mundial com fontes capazes de fornecer eletricidade de forma contínua e em grande volume. Além de não emitir dióxido de carbono durante a operação, a fusão produz quantidades significativamente menores de resíduos radioativos em comparação com a fissão nuclear convencional. O combustível utilizado também é considerado abundante, especialmente o deutério, que pode ser obtido a partir da água do mar. Apesar dos avanços, especialistas destacam que ainda há obstáculos importantes a serem superados. Entre eles estão o desenvolvimento de materiais resistentes ao intenso fluxo de partículas gerado pelas reações, a manutenção prolongada da estabilidade do plasma e a obtenção de um balanço energético favorável em condições operacionais contínuas. Embora a geração comercial de eletricidade por fusão nuclear ainda dependa de novas etapas de pesquisa e validação tecnológica, os resultados alcançados nos últimos anos indicam que a área avança de forma consistente. O tema passou a ocupar posição estratégica nos investimentos em ciência, tecnologia e inovação, reunindo esforços de governos, instituições de pesquisa e empresas que buscam transformar um dos maiores desafios da física moderna em uma nova fonte de energia para o futuro.

Eleições CREA-RJ 2026: prazo para atualização cadastral é prorrogado até 15 de junho

Os profissionais registrados no CREA-RJ que participarão das Eleições do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA 2026 ganharam mais tempo para atualizar seus dados cadastrais. A Comissão Eleitoral Federal (CEF) definiu que as atualizações de cadastro realizadas até o dia 15 de junho de 2026 serão consideradas na base de dados oficial utilizada no processo eleitoral. A medida é fundamental para garantir que os eleitores tenham acesso ao sistema de votação eletrônica, que será realizado exclusivamente pela internet no próximo 3 de julho, das 8h às 19h (horário de Brasília). Para votar, o profissional precisará realizar a autenticação no sistema utilizando seu CPF e um código de acesso enviado por e-mail ou SMS para os contatos cadastrados junto ao Conselho. Por isso, manter os dados atualizados é essencial para evitar dificuldades no momento da votação. Atualização cadastral é indispensável O CREA-RJ orienta todos os profissionais a verificarem, o quanto antes, se seus dados de contato estão corretos no sistema, especialmente endereço de e-mail e número de telefone celular. Votação 100% online As Eleições 2026 do Sistema Confea/Crea e Mútua serão realizadas de forma totalmente digital, permitindo que os profissionais aptos exerçam seu direito ao voto com praticidade e segurança, de qualquer local com acesso à internet. Além do acesso por CPF e código enviado por e-mail ou SMS, o sistema também permitirá autenticação por certificado digital ou pela plataforma Gov.br. Como atualizar seus dados Não deixe para a última hora Atualize seus dados e participe da escolha dos representantes que irão conduzir o futuro do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA 2026 nos próximos anos. Acompanhe aqui todas as informações sobre as Eleições CREA-RJ 2026!

Abertas as inscrições para o Workshop de Perícia de Consumo de Água

Estão abertas as inscrições para o Workshop de Perícia de Consumo de Água. As aulas gratuitas acontecem nos dias 17 e 18 de junho de 2026, ministradas de forma online pelo engenheiro perito Acácio Santos. O objetivo do workshop é apresentar aos alunos conceitos e processos da Perícia de Consumo de Água, por meio de dois dias de conteúdo técnico e prático, divididos nos horários das 10h e das 19h às 21h. O público-alvo é formado por engenheiros que buscam uma nova área de atuação ou desejam agregar um serviço de alta lucratividade ao portfólio. Inscrições gratuitas: clique aqui

Tecnologias da Embrapa fortalecem segurança alimentar em comunidades Yanomami

A aplicação de tecnologias desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) tem contribuído para ampliar a produção de alimentos e fortalecer a segurança alimentar em comunidades da Terra Indígena Yanomami, localizada entre os estados de Roraima e Amazonas. A iniciativa integra um conjunto de ações voltadas à recuperação das condições de vida da população indígena, com foco na transferência de conhecimento técnico, na formação de agentes locais e na implantação de sistemas produtivos mais eficientes. O projeto reúne pesquisadores, instituições de ensino e órgãos governamentais em torno da introdução de tecnologias adaptadas às condições ambientais e culturais da região. Entre as principais ações está a implantação de viveiros para produção de mudas e a disseminação de técnicas que permitem ampliar a oferta de materiais vegetativos de qualidade, contribuindo para o aumento da produtividade agrícola e para a redução de perdas causadas por doenças. Uma das tecnologias empregadas é o método de Estiolamento para Produção de Mudas e Miniestacas de Mandioca, desenvolvido pela Embrapa para acelerar a multiplicação de plantas sadias. A técnica possibilita a obtenção de maior quantidade de mudas em períodos reduzidos, favorecendo a expansão de áreas cultivadas e a recuperação de sistemas produtivos afetados por limitações de acesso a materiais de plantio. As ações concentram-se principalmente em três culturas consideradas estratégicas para a alimentação das comunidades atendidas: mandioca, banana e abacaxi. Além da introdução de variedades melhoradas, o projeto contempla a capacitação de produtores e agentes indígenas, que passam a atuar como multiplicadores do conhecimento técnico em suas localidades. O trabalho também inclui a instalação de unidades demonstrativas, que funcionam como espaços de aprendizado prático e de validação das tecnologias em condições reais de cultivo. A proposta busca assegurar que as soluções desenvolvidas pela pesquisa agropecuária possam ser apropriadas pelas comunidades e incorporadas aos seus sistemas produtivos de forma compatível com as características locais. Além de ampliar a disponibilidade de alimentos, o projeto busca fortalecer a autonomia produtiva das comunidades indígenas, promovendo a formação de capacidades locais e a construção de soluções de longo prazo para a segurança alimentar. O trabalho reforça a contribuição da pesquisa científica brasileira para o desenvolvimento sustentável e para a melhoria das condições de vida de populações que enfrentam desafios históricos de acesso à alimentação e à infraestrutura produtiva.

Infraestrutura tecnológica voltada para a criação de soluções focadas na transição energética

Pesquisas voltadas à transição energética e à redução de emissões no setor offshore passaram a contar com uma nova infraestrutura tecnológica na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. O conjunto reúne laboratórios, simuladores avançados e ambientes imersivos destinados ao desenvolvimento de soluções para operações marítimas mais eficientes, seguras e alinhadas às metas de descarbonização da indústria energética.  As novas estruturas integram o Offshore Technology Innovation Centre (Otic), centro de pesquisa dedicado ao desenvolvimento de tecnologias para produção de energia em alto-mar com menor impacto ambiental. O espaço concentra pesquisas relacionadas à digitalização de operações, novos materiais, redução de emissões, segurança operacional e integração de tecnologias voltadas à transição energética. Entre os destaques da infraestrutura está a utilização de simuladores capazes de reproduzir com elevado grau de fidelidade as condições encontradas em operações offshore. Os sistemas permitem avaliar desde o comportamento de equipamentos e estruturas submetidos às condições marítimas até fatores ligados à navegação, gestão de riscos, segurança operacional e interação humana em ambientes complexos. Um dos laboratórios inaugurados é o Cosmos, centro voltado à simulação de operações e análise de riscos. O ambiente permite a criação de cenários virtuais para estudos sobre segurança, tomada de decisão e comportamento humano em atividades realizadas no mar. Outro espaço, o NavLab, utiliza tecnologias de realidade virtual e ambientes imersivos para reproduzir operações marítimas em condições próximas às encontradas na prática.  As pesquisas também contam com simuladores de navegação que incorporam modelagens dos portos brasileiros e diferentes cenários climáticos, permitindo análises mais precisas sobre deslocamentos, logística e segurança marítima. Além disso, os pesquisadores utilizam estruturas computacionais capazes de reproduzir o comportamento de ondas e correntes oceânicas, ampliando a capacidade de avaliação de projetos e equipamentos destinados ao ambiente offshore. O centro reúne mais de 250 pesquisadores envolvidos em mais de vinte projetos de pesquisa e desenvolvimento. Ao longo dos próximos cinco anos, os investimentos previstos somam cerca de R$ 163 milhões, direcionados a áreas consideradas estratégicas para a transformação do setor energético, incluindo processos de descarbonização, digitalização industrial, desenvolvimento de materiais avançados e novas soluções para geração e armazenamento de energia. A iniciativa está inserida em um contexto de crescente demanda por tecnologias capazes de reduzir a dependência de combustíveis fósseis e aumentar a eficiência das operações energéticas. Como grande parte da produção brasileira de petróleo e gás ocorre em ambiente marítimo, especialmente na região do pré-sal, o desenvolvimento de sistemas mais seguros, automatizados e sustentáveis é apontado como um dos principais desafios tecnológicos da transição energética nacional. 

Dados mostram dimensão da cadeia produtiva que sustenta a indústria da moda no Brasil

A indústria da moda brasileira segue apoiada em uma ampla estrutura produtiva que reúne milhares de empresas, processos industriais integrados e uma das maiores cadeias de transformação do país. Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) ajudam a dimensionar a escala da atividade, que envolve desde a produção de fibras e tecidos até a fabricação e distribuição de vestuário. Levantamento da Pesquisa Industrial Anual (PIA-Empresa), divulgado pelo IBGE em 2025 com base nos dados de 2023, identificou 21,6 mil empresas de confecção de artigos do vestuário e acessórios em operação no país. O segmento empregava aproximadamente 525 mil trabalhadores e concentrava 6,8% de toda a mão de obra industrial brasileira, permanecendo entre as atividades com maior participação em pessoal ocupado dentro da indústria de transformação. Os dados mais recentes do setor indicam continuidade da atividade produtiva. Segundo a ABIT, a indústria têxtil e de confecção registrou crescimento em 2024, com avanço de 4,8% na produção têxtil e de 3,9% no vestuário em comparação com o ano anterior. O setor também registrou geração de empregos e expansão do faturamento. Informações consolidadas pela entidade apontam que a cadeia têxtil e de confecção movimentou R$ 203,9 bilhões em faturamento em 2023 e reúne mais de 25 mil empresas com mais de cinco empregados. A estrutura produtiva responde por cerca de 1,3 milhão de empregos diretos em toda a cadeia industrial.  O setor se diferencia por manter uma cadeia integrada, característica que permite reunir em território nacional etapas como produção de fibras, fiação, tecelagem, beneficiamento, confecção e distribuição. De acordo com a ABIT, o Brasil produz cerca de 8 bilhões de peças confeccionadas por ano e figura entre os principais produtores mundiais de artigos têxteis e de vestuário. Além dos indicadores econômicos, os levantamentos ajudam a dimensionar a complexidade industrial envolvida na produção da moda. A atividade demanda infraestrutura fabril, sistemas logísticos, desenvolvimento de produtos, processos de controle de qualidade, gestão da produção e fornecimento de insumos, compondo uma cadeia distribuída por diferentes regiões do país. Os dados mostram que, além da presença no varejo e no consumo, a moda mantém relevância como atividade industrial, sustentada por uma extensa rede de empresas e processos produtivos que integram diferentes segmentos da indústria de transformação brasileira. Além da produção industrial Outros levantamentos do IBGE ajudam a acompanhar diferentes etapas da cadeia da moda. Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), o segmento de tecidos, vestuário e calçados registrou crescimento de 1,3% nas vendas em 2025, mantendo desempenho positivo ao longo do ano. Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apontou inflação de 4,99% para o grupo Vestuário em 2025, percentual superior ao índice geral de 4,26% registrado no período. Juntos, os indicadores permitem observar a cadeia da moda sob diferentes perspectivas, abrangendo a produção industrial, a comercialização e o comportamento dos preços ao consumidor. Fontes: IBGE e Abit

Inscrições promocionais para a 81ª SOEA em Aracaju ficam abertas até 3 de agosto

As inscrições promocioanis para a 81ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (SOEA), que será realizada entre os dias 13 e 16 de outubro de 2026, no Centro de Convenções AM Malls, em Aracaju, Sergipe, ficam abertas até o dia 3 de agosto. A partir do dia 4 até o período do evento as inscrições permanecem abertas, porém, com o valor cheio. Promovido pelo Sistema Confea/Crea e Mútua, o encontro é considerado o principal fórum nacional de debates das Engenharias, da Agronomia e das Geociências, reunindo profissionais, especialistas, representantes de instituições de ensino, entidades de classe e lideranças do setor tecnológico de todo o país. Com o tema “Inovação e Engenharia para Desenvolver o Brasil”, a programação da 81ª SOEA será estruturada em sete eixos temáticos: Energia e Conectividade, Mobilidade, Água, Bem-Estar Social e Cidadania, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Saneamento Básico e Agroindústria. Ao longo dos quatro dias de atividades, os participantes terão acesso a palestras magnas, painéis técnicos, fóruns de discussão, espaços de integração profissional e à ExpoSoea, feira voltada à apresentação de soluções tecnológicas e inovações para o setor. A programação também incluirá a realização do 12º Congresso Técnico-Científico da Engenharia e da Agronomia (Contecc), ambiente destinado à apresentação e à divulgação de trabalhos técnicos e científicos produzidos por profissionais, pesquisadores e instituições de ensino de todo o país. O CREA-RJ participará da 81ª SOEA, contribuindo para os debates técnicos e institucionais que integram a agenda do evento. A presença do Conselho reforça o compromisso com o fortalecimento das Engenharias, da Agronomia e das Geociências, bem como com o intercâmbio de experiências e a discussão de temas estratégicos para o desenvolvimento nacional. Informações sobre inscrições, programação detalhada e demais orientações para participação no evento estão disponíveis no portal oficial da SOEA. Confira as informações e inscreva-se na 81ª SOEA!