Participação nas Eleições do Sistema CONFEA/CREA 2026
Todos os profissionais adimplentes junto ao CREA-RJ e com a anuidade paga até 03/06/2026, estão aptos para votar nas Eleições 2026 do Sistema CONFEA/CREA, que serão realizadas no dia 3 de julho de 2026. O processo de regularidade assegura a legitimidade e a transparência do processo eleitoral, onde o profissional garante não apenas o direito ao voto, mas também contribui para o fortalecimento institucional do Sistema. A condição de eleitor pode ser consultada clicando aqui. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail: [email protected]
CREA-RJ e ABEA-RJ comemoram o Dia Internacional das Mulheres na Engenharia em mesa redonda realizada na sede do Conselho

Com o objetivo de celebrar o Dia Internacional das Mulheres na Engenharia, promovendo a valorização do protagonismo das mulheres na profissão e nas demais áreas tecnológicas, a Associação Brasileira de Engenheiras e Arquitetas do Rio de Janeiro – ABEA-RJ, com apoio do CREA-RJ e do Programa Mulher, realizou no dia 22 de junho de 2026 o evento “Mesa Redonda: Dia Internacional das Mulheres na Engenharia”. O encontro aconteceu na sede do Conselho, no Centro do Rio, e reuniu profissionais do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA, bem como professores, estudantes e o público em geral interessados nos debates sobre diversidade, inclusão e desenvolvimento profissional das mulheres. A mesa de abertura foi composta pelo 1º vice-presidente no exercício da presidência do CREA-RJ, engenheiro civil Luiz Carneiro; a presidente da ABEA-RJ, engenheira civil Suzana Sattamini; a diretora da ABEA-RJ e conselheira do CREA-RJ, engenheira civil Iara Nagle; a 2ª diretora das Regionais e conselheira do CREA-RJ, engenheira de produção Gisele Saleiro; e a representante do Programa Mulher e conselheira do CREA-RJ, engenheira de operação-construção civil Teneuza Cavalcanti. O 1º vice-presidente no exercício da presidência do CREA-RJ, engenheiro civil Luiz Carneiro, deu as boas-vindas ao público do evento. “Hoje estamos comemorando no CREA-RJ o Dia Internacional das Mulheres na Engenharia. Essa é uma homenagem merecida para as profissionais femininas, que vêm ganhando cada vez mais espaço.” A presidente da ABEA-RJ, engenheira civil Suzana Sattamini, reforçou o papel da entidade de classe. “Esse é um dia muito importante para a ABEA-RJ, que tem como objetivo incentivar e celebrar o trabalho realizado por engenheiras. É uma iniciativa difícil, pois sabemos o quanto as mulheres ainda sofrem preconceito na Engenharia, que é uma área ocupada majoritariamente por homens.” A diretora da ABEA-RJ, engenheira civil Iara Nagle, apresentou o panorama histórico sobre a origem da comemoração. “O Dia Internacional das Mulheres na Engenharia é comemorado anualmente em 23 de junho. É uma data que foi criada no Reino Unido, e a partir de 2017 passou-se a celebrá-la no mundo inteiro. No Brasil, ela ganhou uma maior notoriedade com o Sistema CONFEA/CREA, que a abarcou no seu calendário.” A 2ª diretora das Regionais do CREA-RJ, engenheira de produção Gisele Saleiro, reforçou o protagonismo feminino no setor. “Ser mulher na Engenharia é mostrar que elas podem ocupar diversos espaços, e além disso, se tornarem aquilo que almejam para suas carreiras. Parabenizo a todas as mulheres pela data.” A representante do Programa Mulher do CREA-RJ, engenheira de operação-construção civil, Teneuza Cavalcanti, falou sobre o papel do Programa Mulher. “O Programa Mulher do CREA-RJ possui uma importância muito grande para as profissionais. Ele vem avançando cada vez mais em suas iniciativas, com a sociedade reconhecendo a preocupação do Conselho na atuação das mulheres, onde realizamos o trabalho de trazê-las para um lugar de destaque.” Após a introdução do evento, a programação seguiu com a mesa redonda “Experiências e Desafios da Atuação das Mulheres na Área Tecnológica”, que trouxe quatro engenheiras para compartilharem a história de suas carreiras, obstáculos enfrentados e conquistas, com o objetivo de fortalecer o protagonismo feminino e inspirar novas profissionais a trilharem caminhos de sucesso nas áreas da Engenharia. A mesa foi dividida em quatro blocos de conversa. O primeiro painel foi mediado pela presidente da ABEA-RJ, engenheira civil Suzana Sattamini, tendo como convidada a consultora de patrimônio e diretora técnica da empresa Resgate, engenheira civil e arqueóloga Silvia Puccioni, onde ela pontuou a importância do empenho na área. “Para trabalhar na Engenharia, as mulheres precisam ter muita vontade de demonstrar a sua capacidade, que é equivalente a de outras pessoas, seja do sexo feminino ou masculino. Esse processo envolve muito trabalho, estudo e dedicação, mas é possível.” O segundo painel foi conduzido pela 2ª diretora das Regionais do CREA-RJ, engenheira de produção Gisele Saleiro, que conversou com a capitão de corveta da Diretoria de Engenharia Naval da Marinha do Brasil, engenheira química Idalba Souza dos Santos. Ela destacou a valorização profissional nas Forças Armadas. “A inclusão vem trazendo mais riqueza para as Forças Armadas, onde hoje se vê uma valorização cada vez maior da competência e do profissionalismo, independente de fatores como a etnia e o gênero. Isso destrava barreiras e permite à pessoa almejar o patamar que ela quiser.” A terceira convidada foi a decana do Centro de Tecnologia da UFRJ, engenheira civil e de segurança do trabalho Claudia Morgado, com a mediação feita pela representante do Programa Mulher e conselheira do CREA-RJ, engenheira de operação-construção civil Teneuza Cavalcanti. Claudia reforçou a influência positiva sobre a nova geração de engenheiras. “Quando se envolve poder e prestígio, o processo para afastar as mulheres da profissão é real, mesmo que velado. Já enfrentei casos envolvendo misoginia que chegaram a mim como diretora na UFRJ. Com isso, o nosso papel é incentivar e fortalecer nas jovens estudantes o sonho de trabalhar com Engenharia.” O quarto e último painel foi mediado pela diretora da ABEA-RJ, engenheira civil Iara Nagle, que recebeu a gerente executiva de Reservas, Reservatórios, Elevação e Escoamento da Petrobras, engenheira civil e de petróleo Maria Assunção Dória. Ela falou como as mulheres podem lidar frente aos desafios na profissão. “Em muitos casos, as mulheres na área da Engenharia precisam se impor de um jeito que mostre que você está de igual para igual com qualquer um. Felizmente, na Petrobras, eu sempre fui tratada como uma profissional, independente se eu sou mulher ou nordestina. O que me ajudou bastante nessa caminhada foram colegas homens que acreditaram na minha competência e dedicação.” Ao final de cada depoimento, foi aberto o espaço para perguntas da plateia.
Consulta pública para o Plano Nacional de Mobilidade Urbana recebe contribuições até 3 de julho
O Ministério das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana, recebe até o dia 3 de julho as contribuições da sociedade civil para a elaboração do Plano Nacional de Mobilidade Urbana, o PlanMob-Brasil. A participação ocorre por meio da plataforma digital Brasil Participativo e integra a primeira etapa consultiva do projeto, que foi retomado em 2023 com o objetivo de construir uma estratégia nacional de longo prazo para a organização e o investimento no setor. Nesta fase, o foco das contribuições está direcionado ao diagnóstico da mobilidade urbana brasileira, à formulação de uma visão de futuro para a área e à definição das diretrizes estratégicas que nortearão as políticas públicas federais, estaduais e municipais. A construção do PlanMob-Brasil possui alinhamento direto com as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, estabelecida pela Lei nº 12.587/2012, e busca estruturar mecanismos para tornar os deslocamentos nas cidades mais acessíveis, seguros, eficientes e sustentáveis. O plano visa a mitigar problemas estruturais recorrentes nos municípios, como os congestionamentos, os longos tempos de viagem, a perda de qualidade no transporte público coletivo e os sinistros de trânsito. Para o alcance desses objetivos, as discussões abrangem a integração entre os diferentes modos de transporte, o fortalecimento da mobilidade ativa, que compreende os deslocamentos a pé e por bicicleta, a regulação da micromobilidade e o planejamento territorial integrado ao uso do solo. O plano estratégico servirá como balizador para os futuros investimentos públicos e privados em infraestrutura urbana em todo o país, reforçando a importância do planejamento técnico e da governança na gestão pública do setor de transportes. Fonte: Ministério das Cidades