Fiscalização do CREA-RJ presente no Sambódromo do Rio de Janeiro antes, durante e depois dos dias de folia

A Fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro – CREA-RJ reforça a sua presença no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, palco do maior espetáculo do planeta, como é conhecido o desfile das escolas de samba do Rio. Além da fiscalização de rotina durante a montagem e desmontagem da infraestrutura da Passarela do Samba, pelo terceiro ano consecutivo, uma equipe da Fiscalização estará presente durante os três dias de desfile.  “É o terceiro ano que nós estamos presentes no Sambódromo, durante o evento, fato que demonstra a confiança depositada na atuação da fiscalização do CREA-RJ e reforça a credibilidade do nosso trabalho perante os organizadores, profissionais responsáveis e demais órgãos envolvidos. Essa continuidade evidencia não apenas o reconhecimento institucional, mas também a importância da nossa presença para garantir a regularidade técnica, a segurança das estruturas e o cumprimento das normas que regem as atividades desenvolvidas no local”, afirma o Supervisor de Fiscalização do CREA-RJ, Leonardo Bride. O trabalho da Fiscalização do CREA-RJ começa meses antes do Carnaval. Desta vez começou em outubro do ano passado, com reuniões com as gerências de Passarela e de Engenharia do Sambódromo.  Da equipe de campo que atuou durante as montagens e ensaios técnicos e também vai trabalhar durante os desfiles estão o supervisor de fiscalização Leonardo Bride e os agentes de fiscalização Albino Fernandes; Andrea Rabello; Pedro Ghenov e Rodrigo Del Guerso. Nos dias de desfile também vão estar presentes no Sambódromo do Rio os agentes de fiscalização Mariana Bello e Sérgio Azevedo, além do superintendente técnico Leonardo Dutra; do gerente de fiscalização Cosme Júnior e da coordenadora Priscilla Fernandes. “Até agora foram registradas 428 ARTS (Anotações de Responsabilidade Técnica), mas este número ainda vai aumentar até o final do evento. Sendo 74 empresas registradas e 129 profissionais envolvidos”, calculou o coordenador de fiscalização externa do CREA-RJ, Leonardo Canário, reforçando que a documentação comprova a atuação de profissionais legalmente habilitados nas instalações e serviços relacionados ao evento.  Para a agente Andrea Rabello, que trabalha na fiscalização externa do CREA-RJ há 25 anos, e viu toda a mudança no Carnaval carioca nestas duas décadas e meia, fiscalizar o sambódromo é um desafio bastante complexo, principalmente pela descentralização das informações e a multiplicidade de ambientes. Por exemplo, cada camarote tem seu contratante e um ritmo acelerado de construção, o que exige uma presença contínua e persistente da fiscalização. “O trabalho sempre foi muito confuso, complicado, difícil mesmo. Mas agora acho que existe mais consciência, devido a nossa presença constante nos eventos de uma forma geral, então os montadores e contratantes sabem da nossa presença e da nossa cobrança e dos demais órgãos”, afirma Andrea. Uma mulher, em meio a um ambiente formado em sua maior maior parte de homens. “Toda a construção do evento envolve a participação de milhares de trabalhadores diretos e indiretos, mas é um ambiente majoritariamente masculino, exige postura e firmeza. A presença feminina começa a se fazer presente, mas a partir da análise das ARTs percebemos um número pequeno de engenheiras diante das diversas especialidades da Engenharia envolvidas na construção do evento. Enfim, o carnaval do sambódromo exige a presença contínua da Engenharia garantindo a viabilidade técnica e a segurança das operações e a fiscalização contribui para a participação de profissionais e empresas legalmente habilitadas. Embora seja um trabalho exaustivo, o resultado é muito bom!”, completa Andrea.  O agente de fiscalização Pedro Paulo Ghenov que está há 25 anos no CREA-RJ e há três atua no Sambódromo do Rio, faz a sua avaliação. “O sambódromo é classificado como uma obra, então, a cada Carnaval existe uma modificação, além das estruturas físicas, tem todo um quesito de estruturas metálicas que são montadas e desmontadas e que envolve uma infinidade de ramos da Engenharia. Este ano, saíram várias empresas que já trabalhavam ali há décadas e entraram novas empresas. A fiscalização do Sambódromo é um trabalho bem difícil,  mas com a experiência, a persistência e uma certa doutrina a gente consegue obter o êxito da melhor forma possível. Estamos ali para garantir a presença de profissionais habilitados  responsáveis pelas obras e serviços, sempre pensando na defesa da sociedade”, finaliza. Embora o sambódromo possua estrutura fixa que demanda manutenção contínua, durante o Carnaval, ele é transformado com estruturas temporárias e inovadoras. Este ano o destaque será o  camarote suspenso. A estrutura será elevada a 25 metros de altura, muita Engenharia e responsabilidade. Novidades da Engenharia no Sambódromo do Rio Camarote suspenso: montado no Setor 9, o espaço, que é uma ação do Mercado Pago, tem como objetivo criar uma percepção diferente da avenida durante os desfiles do Grupo Especial. A estrutura suspensa a cerca de 25 metros de altura está prevista para realizar seis elevações por noite, com cada subida durando em torno de 20 minutos e capacidade para até dez pessoas por vez. Apenas artistas, influenciadores e convidados poderão acessar o novo camarote, que contará com com o uso de óculos inteligentes, equipados com câmera, áudio e recursos de inteligência artificial, permitindo registrar fotos e vídeos sem o uso das mãos. Novo sistema sonoro: o carro de som, estrutura que permite a condução musical das escolas no Sambódromo, não será mais utilizado a partir deste ano. A decisão, anunciada pelo presidente da Liesa, Gabriel David, prevê que intérpretes e equipes de harmonia passem a receber o retorno do áudio por fones de ouvido e/ou as caixas de som, sem a necessidade de utilização do veículo. O novo sistema tem como objetivo a modernização tecnológica da Passarela do Samba, garantindo uma experiência sonora mais uniforme, clara e potente para o público e desfilantes. Sistema de iluminação além da avenida: montada pela RioLuz, a operação, com maior foco na  iluminação cênica da Passarela do Samba, também irá trazer novos reforços a pontos de acesso e palcos. A companhia instalou 570 refletores, sendo 510 direcionados para a pista, prevendo 24 quilômetros de fibra óptica, 14 câmeras integradas à sala de controle e quatro TVs com imagens em tempo real de todos os

Abertas as inscrições para o 54° Curso de Perícia Judicial e Ambiental

Estão abertas as inscrições para o 54° Curso de Perícia Judicial e Ambiental, uma uma realização da Associação Profissional dos Engenheiros Florestais do Estado do Rio de Janeiro (Apeferj), sob coordenação da engenheira florestal Denise Baptista Alves,  com apoio do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA e dos programas Progredir e CREA JR-RJ. O curso acontece de 18 a 25 de março, das 18h às 22h, com aulas teóricas virtuais e ao vivo, totalizando uma carga horária de 24 horas. O objetivo é apresentar noções de legislação e requisitos conexos à atuação do perito judicial e ambiental.  O curso se destina a todos os profissionais de nível superior e está de acordo com a Resolução CM n° 02/2018, no que diz respeito aos procedimentos para o cadastro de profissionais para atuação como peritos judiciais e extrajudiciais de órgãos técnicos ou científicos, para indicação da parte junto ao Poder Judiciário. O corpo docente é formado por: – Denise Baptista Alves, Engenheira Florestal – MBE-COPPE-UFRJ. Consultora e Perito. – Marcelo Souza, Eng. Civil, Prof. MSc. Instrutor e piloto de Drones, MBA Finanças. Consultor e Perito.  – Luciana Vieira- Advogada – OAB/ Niterói. – Priscila Pezzotti, Advogada. Consultora e Perito.  Inscrições pelo e-mail [email protected]

CREA-RJ apoia o “I Fórum Macaé – Requalificar o Centro”

A Frente Parlamentar de Fomento ao Desenvolvimento Econômico e Cultural do Centro de Macaé, com o apoio do CREA-RJ, vai realizar, no dia 5 de março de 2026, das 8h30 às 13h, o “I Fórum Macaé – Requalificar o Centro”, na Câmara Municipal da cidade.  O evento tem como objetivo promover debates e apontar caminhos coletivos que direcionem as ações de requalificação do centro de Macaé, considerando os aspectos econômicos e culturais que carregam necessidades em interlocuções. O público-alvo é formado por representantes do poder público, entidades de classe, especialistas da área e a sociedade civil, visando fortalecer o diálogo interinstitucional e a compartilhar a construção do futuro de Macaé. I Fórum Macaé – Requalificar o Centro Data: 05/02/2026 Hora: das 8h30 às 13h Local: Câmara Municipal de Macaé – Estrada Horto, 1805 – Horto – Macaé, RJ Inscrições: Clique aqui

7º Curso de Perícia Judicial e Instruções para Cadastramento e Registro no Processo Judicial Eletrônico do TJRJ está com inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para o 7º Curso de Perícia Judicial e Instruções para Cadastramento e Registro no Processo Judicial Eletrônico do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro – TJRJ. O curso acontece nos dias 16, 17, 18, 19, 20, 23, 24, 25, 26 e 27 de março de 2026, das 18h às 21h, com carga horária de 30 horas. O curso é on-line ao vivo, via Plataforma Zoom. O objetivo é formar peritos judiciais para atuarem e trabalharem nos tribunais com suas respectivas formações e modalidades acadêmicas realizando perícias judiciais, bem como apresentar-lhes as instruções para cadastramento e registro no PJE- Processo Judicial Eletrônico do Tribunal de Justiça do Estado de Rio de janeiro. O público-alvo são todos os profissionais do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA, engenheiros de todas modalidades, agrônomos, profissionais das Geociências e outros profissionais de nível superior que queiram ingressar no mercado de Perícia Judicial. Mais informações na Sobes Rio, telefones (21) 2242-2278, (21) 97713-2519 e-mail: [email protected] Inscreva-se: https://forms.gle/STG7npKEvKPcp2cQ6