Carta da 80ª SOEA vislumbra novo Código de Ética Profissional

Na Carta da Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia deste ano, o Colégio de Entidades Nacionais (CDEN) firmou seu compromisso em aprovar um novo regimento para o colegiado e em revisar o Código de Ética Profissional. Todos os anos, durante a passagem da bandeira da SOEA para o próximo CREA que vai receber a Semana, o coordenador do CDEN faz a leitura da Carta Declaratória da SOEA, que sintetiza as discussões realizadas no evento. Outros compromissos reafirmados pelos signatários da Carta – os participantes da 80ª SOEA – são: – A valorização dos profissionais da Engenharia, Agronomia e Geociências; – O fortalecimento das instituições do Sistema Confea/CREA e Mútua como agentes de transformação social; – A defesa da ética e da responsabilidade profissional em todas as áreas de atuação; – O incentivo à inovação tecnológica, à transformação digital e ao desenvolvimento sustentável das cidades brasileiras; – A integração entre governo, setor produtivo, universidades e sociedade civil para o avanço científico e tecnológico. Com o tema “Projetando Caminhos para o Futuro do Brasil”, a 80ª SOEA, diz a Carta, “destacou o papel estratégico dos profissionais na construção de um Brasil mais justo, inclusivo e preparado para enfrentar ameaças externas e internas, mantendo sua soberania”. Os principais assuntos abordados em 2025 foram acessibilidade e mobilidade urbana; saneamento básico; Engenharia Pública; qualidade ambiental; desenvolvimento sustentável energético. “A sociedade brasileira demanda soluções concretas para questões urbanas, ambientais e energéticas, e o Sistema CONFEA/Crea e Mútua mostrou-se mais uma vez protagonista nesse processo, ao reunir especialistas, estudantes, professores e lideranças em torno de práticas inovadoras e sustentáveis”, segue o texto. Íntegra da Carta da 80ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia https://www.confea.org.br/midias/cartadevitoria_80SOEA.pdf Equipe de Comunicação do Confea Fotos: Sto Rei e Impacto/Confea
Com planos e vantagens exclusivas para associados, Mútua Celular é lançado na 80ª SOEA
A 80ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), realizada nesta semana em Vitória (ES), foi palco de um marco importante para a Mútua – Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea: o lançamento do Mútua Celular, um serviço de telefonia móvel desenvolvido para oferecer mais economia, praticidade e benefícios exclusivos aos profissionais associados. O lançamento foi conduzido pelo presidente da Mútua, eng. civ. Joel Krüger, e pelos diretores de Tecnologia e Inovação, eng. civ. Emanuel Mota, e de Benefícios, eng. Eletric. Evânio Nicoleit, durante a programação no estande da Instituição, reunindo profissionais, lideranças do Sistema Confea/Crea e parceiros, como o presidente do Crea-CE, eng. civ. Fernando Galiza. “O Mútua Celular é mais um passo na ampliação dos serviços que entregamos aos nossos associados, reforçando o compromisso da Mútua em estar presente em todos os momentos da vida do mutualista”, destacou Joel Krüger. Tecnologia e conectividade a serviço dos profissionais Com planos criados especialmente para os mutualistas, o novo serviço foi pensado para atender às demandas de conectividade de quem precisa estar sempre em contato com clientes e equipes. Segundo Emanuel Mota, diretor de Tecnologia e Inovação da Mútua, a iniciativa une inovação e conveniência: “O lançamento do Mútua Celular representa um passo essencial para aproximar nossos serviços da rotina dos profissionais. Estamos oferecendo planos modernos, flexíveis e vantajosos, que acompanham as necessidades atuais e proporcionam verdadeira tranquilidade e economia no dia a dia do mutualista.” Cerca de 300 ativações foram realizadas durante a 80ª Soea. Vantagens que fazem a diferença Os planos do Mútua Celular chegam à disposição dos associados com diferenciais que valorizam o uso eficiente da conectividade: * Acúmulo de GIGAS – dados não consumidos em um mês são acumulados para o seguinte, evitando desperdício;* Bônus de GIGAS em meses específicos, ampliando a experiência digital;* WhatsApp ilimitado, sem consumo da franquia de dados;* Waze ilimitado nos planos de 29 GB, 39 GB e 44 GB, ideal para quem utiliza o app no trânsito;* SMS e ligações ilimitadas, garantindo comunicação sem restrições;* Preços competitivos e sem carência, oferecendo flexibilidade e economia;* Atendimento direto via WhatsApp, com suporte rápido e simplificado. Com o Mútua Celular, a Caixa de Assistência amplia seu portfólio de produtos e reafirma o propósito de facilitar a vida dos profissionais do Sistema, entregando soluções acessíveis, tecnológicas e alinhadas às necessidades do mercado atual. Matéria repostada do site da Mútua Com planos e vantagens exclusivas para associados, Mútua Celular é lançado na Soea
Conheça o anfitrião da SOEA 2026; 80ª Semana cumpre papel de integração e qualificação dos profissionais

O presidente do CREA-SE, Dilson Luiz, recebe a visita do presidente do CREA-ES, Jorge Silva Anfitrião da próxima Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (SOEA) em 2026, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Sergipe (CREA-SE), engenheiro Dilson Luiz, declarou que Aracaju está preparada para receber os profissionais do Sistema Confea/Crea, na 81ª edição do evento mais importante das engenharias, agronomia e geociências do país. No próximo ano, o CREA de Sergipe vai completar 50 anos de fundação. “A 80ª SOEA teve um grande empenho do presidente do CREA-ES, Jorge Silva, e de toda sua equipe. Vamos levar esse mesmo empenho para Sergipe, onde a gente vai querer ampliar um pouco mais ainda os conhecimentos técnicos. O objetivo do nosso SOEA em Sergipe é não só mostrar as potencialidades econômicas que nós temos lá, a diversidade energética que possuímos, mas trazer para a 81ª SOEA a busca por qualificação técnica a todos os nossos profissionais”, afirmou o presidente do CREA de Sergipe, que reúne mais de 3 mil profissionais do Sistema Confea/Crea. O engenheiro Dilson Luiz recebeu hoje no estande de Sergipe a visita do presidente do Confea, Vinicius Marchese, e do presidente do CREA do Espírito, Jorge Silva, que já estava praticamente sem voz, depois de tantas atividades. O presidente do CREA-SE afirmou que Sergipe enviou uma das maiores delegações para uma SOEA, com apoio da Mútua e do Confea. Ele parabenizou o CREA-ES pelo alto nível técnico do conteúdo apresentado na Semana. Dilson Luiz informou que a entidade já está em entendimentos com o trade turístico de Aracaju para que os visitantes sejam recebidos com toda hospitalidade e o melhor atendimento nos hotéis e restaurantes da capital de Sergipe, durante a 81ª SOEA. Com uma população de cerca de 630 mil habitantes, Aracaju é uma das capitais do Nordeste com melhor planejamento urbanístico. Fundada em 1855, Aracaju foi projetada com um traçado urbano que lembra um tabuleiro de xadrez, apresentando ruas retilíneas e ordenadas. Essa característica contribuiu para o seu desenvolvimento organizado. “Vamos fazer uma SOEA à altura do nosso estado. Que todos sejam muito bem acolhidos”, afirmou Dilson Luiz. Em sua 80ª edição, a SOEA, com o patrocínio do Confea e da Mútua, mais uma vez cumpriu seu relevante papel de integração dos conselhos profissionais do Sistema Confea/Crea. A história da SOEA remonta ao ano de 1940. A primeira reunião foi realizada no Rio de Janeiro, que em 1940 era o coração político, cultural e econômico do país, durante o Estado Novo de Getúlio Vargas, o fundador do CREA-RJ em 1935. Naquela época a cidade passava por profundas transformações urbanas e culturais, sendo a vitrine da nação e o palco da modernidade brasileira. Oitenta anos depois, a Semana Oficial de Engenharia e Agronomia em Vitória, capital do Espírito Santos, voltou a apresentar uma diversidade de sotaques e culturas. Por todo canto do Pavilhão Carapina, em Serra, na Grande Vitória, era possível perceber as diversas maneiras de falar, como a dos cariocas, paulistas, gaúchos e nordestinos, entre outras. Cada estande teve seu toque regional com iguarias, produtos típicos e culturais de cada um dos 27 estados da federação. No estande do Sergipe, futuro anfitrião, Aracaju foi apresentado como um dos mais belos destinos turísticos do nordeste com suas praias e gastronomia características. O que que a baiana tem? Tapioca com queijo parmesão no estande do CREA da Bahia No estande da Bahia, a baiana Gisele, em traje típico, oferecia petiscos como tapiocas com queijo parmesão, imperdíveis. No estande do Amazonas, foi um festival de cocares do Boi de Parintins, que eram usados para selfies. No último dia, houve sorteio das peças. “Escolhemos trazer a cultura do nosso estado, que sempre tem engenharia”, afirmou a presidente do CREA do Amazonas, a engenheira de pesca Alzira Miranda, primeira mulher a presidir o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia daquele estado. No estande do Rio Grande do Sul a presidente do CREA-RS, a engenheira ambiental Nanci Walter aprovou o delicioso chá Mon Julli, do broto da erva-mate, que foi sucesso de crítica e público. “Essa erva-mate está patenteada em 20 países e é a mesma planta do mate vendido nas praias do Rio de Janeiro”, afirmou Julia Montagner, a empresária gaúcha e dona da erva-mate. Pelo segundo ano consecutivo, o mate e o biscoito Globo atraíram engenheiros e engenheiras ao estande do CREA-RJ. Em alguns momentos era grande a fila para molhar a garganta e amenizar o calor de Serra, onde acontecia a SOEA. O jogo de montagem atrai visitantes ao estande do CREA-RJ O estande do CREA-RJ divulgou a próxima edição do evento CREA AQUI, que será realizado em março de 2026. Realizado no dia 5 de junho na Marina da Glória, o evento reuniu mais de quatro mil pessoas, entre profissionais, estudantes e empresários. Em Vitória, diariamente os visitantes se inscreveram no sorteio para participar de um desafio em dupla, e poder concorrer a um passaporte para o próximo CREA AQUI, cuja logo era vista nas camisas do time do CREA-RJ. Seis profissionais foram premiados.
Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher
O Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher, celebrado em 10 de outubro, tem origem em um ato histórico realizado neste dia, em 1980, quando centenas de mulheres ocuparam as escadarias do Theatro Municipal de São Paulo em protesto contra o aumento dos crimes de gênero no país. O movimento não surgiu de forma isolada, mas como parte de uma articulação mais ampla dos grupos feministas que, desde os anos 1970, denunciavam as desigualdades e reivindicavam políticas de proteção às mulheres. Essa mobilização se consolidou como um marco de memória e resistência, representando o início de uma trajetória coletiva pela garantia de direitos e contra todas as formas de violência. Desde então, a data se tornou um momento anual de sensibilização e reflexão pública sobre a gravidade da violência de gênero, reforçando a necessidade de políticas públicas eficazes, fortalecimento das redes de apoio e conscientização social sobre o tema. Também se consolidou como oportunidade de avaliar o impacto de legislações fundamentais, como a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), que define e combate a violência doméstica — abrangendo violência física, sexual, moral, psicológica e patrimonial. Outro avanço importante foi a Lei do Feminicídio (Lei nº 13.104/2015), que alterou o Código Penal ao incluir o homicídio de mulheres por razões de gênero como circunstância qualificadora, enquadrando-o como crime hediondo. Programa Mulher Crea-RJ Nesse cenário de mobilização pelo enfrentamento à violência de gênero, o Programa Mulher Crea-RJ constitui uma resposta institucional concreta no campo das profissões tecnológicas. Embora atue prioritariamente no fortalecimento da presença feminina na Engenharia, Agronomia e Geociências, o programa parte do entendimento de que a desigualdade de gênero e a violência contra a mulher estão interligadas, seja pela exclusão de espaços de decisão, pela desvalorização do trabalho técnico realizado por mulheres ou pela reprodução de estruturas que perpetuam o silenciamento. Ao promover ações de formação, visibilidade e incentivo à liderança feminina, o Programa Mulher contribui para a construção de ambientes profissionais mais inclusivos e seguros, nos quais as mulheres possam exercer plenamente sua autonomia técnica, ética e política. Além disso, ao fomentar o debate sobre equidade, o programa amplia o alcance da luta contra a violência, atuando na prevenção de formas estruturais e sutis, como o assédio moral, a invisibilização e o machismo institucional.