ÚLTIMOS DIAS para inscrições no evento especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher

Atenção! Últimos dias para inscrições no evento especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher! O Programa Mulher do CREA-RJ promoverá, no dia 10 de março, um evento especial para celebrar o Dia Internacional da Mulher, com o tema “Da Luta à Liberdade: Celebrando a Evolução dos Direitos e a Autenticidade Feminina”, que será realizado na sede do Conselho (Rua Buenos Aires, 40, 4º andar), das 9h30 às 12h. A iniciativa, que tem como objetivo reafirmar o compromisso do Programa Mulher CREA-RJ com a promoção da equidade de gênero e a construção de um ambiente profissional mais justo e inclusivo,  marca o início de um mês de atividades voltadas ao fortalecimento da participação feminina no Sistema Confea/Crea e na Mútua, além de proporcionar um espaço de reflexão sobre os avanços e desafios na luta pelos direitos das mulheres. Clique aqui e inscreva-se!

Cinema é arte, mas também é Engenharia

O Brasil conquistou um feito histórico no cinema: o longa-metragem “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles e protagonizado por Fernanda Torres e Selton Mello,  ganhou a cobiçada estatueta do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, mostrando a força e o talento da produção cinematográfica brasileira.  Mas já parou para pensar na Engenharia por trás da Sétima Arte?  Cada detalhe de um filme, dos equipamentos à pós-produção, envolve soluções tecnológicas e cálculos precisos para garantir a melhor experiência visual e sonora ao público. Antes mesmo do início das filmagens, a Engenharia de Produção já entrou em cena. Essa área é responsável pelo planejamento, logística e otimização dos processos cinematográficos, garantindo a eficiência na execução de cada etapa da produção, desde a organização dos sets até a distribuição do filme. As câmeras modernas são um espetáculo de tecnologia e precisão. A Engenharia Mecânica desenvolve sistemas avançados de estabilização, essenciais para capturas suaves e dinâmicas. O uso de drones com mecanismos sofisticados permite cenas aéreas de tirar o fôlego, enquanto lentes e sensores cada vez mais avançados garantem imagens de altíssima qualidade. A Engenharia Elétrica, por sua vez, é indispensável na iluminação do set. A distribuição e o posicionamento das luzes são meticulosamente calculados para criar atmosferas e realçar emoções. Sistemas de LED de última geração permitem ajustes finos de intensidade e temperatura de cor, essenciais para a estética de cada cena. E o que seria do cinema moderno sem os efeitos visuais? Aqui, entra a Engenharia da Computação, que desenvolve softwares para simulação de explosões, criaturas fantásticas e cenários hiper-realistas. Tecnologias como motion capture e inteligência artificial revolucionam a maneira como atores interagem com personagens digitais, tornando-os incrivelmente realistas. A Engenharia Civil também tem um papel essencial na construção de cenários. Grandes produções exigem estruturas seguras e funcionais, muitas vezes replicando locais reais com detalhes impressionantes. Desde a concepção de cenários temporários até a viabilidade estrutural de locações, tudo passa pela Engenharia. No aspecto sonoro, a Engenharia Acústica é fundamental. Desde a captação de diálogos até a mixagem da trilha sonora, o controle do som é minucioso. Ambientes de gravação são projetados para eliminar ruídos indesejados, e as salas de pós-produção contam com isolamento acústico avançado para que cada detalhe sonoro seja trabalhado com perfeição. Além disso, a Engenharia de Segurança do Trabalho garante que todos no set de filmagem, atores, técnicos e figurantes, possam atuar em um ambiente seguro. Com fios, refletores quentes, cenários altos e explosões controladas, o risco de acidentes é alto, exigindo planejamento e protocolos rigorosos para evitar incidentes. Da concepção à finalização, a Engenharia está presente em todos os aspectos do cinema. O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ) reforça a importância desses profissionais, que garantem a inovação e a excelência técnica em diversas áreas, inclusive na indústria cinematográfica.

5º Curso de Perícia Judicial e Instruções para Cadastramento e Registro no Processo Judicial Eletrônico do Tribunal de Justiça do Estado do Rio De Janeiro

Estão abertas as inscrições para o 5º Curso de Perícia Judicial e Instruções para Cadastramento e Registro no Processo Judicial Eletrônico do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. O curso acontece nos dias 14, 15, 16, 17, 22, 23, 24, 25, 28, 29 e 30 de abril de 2025, das 18h às 21h, com carga horária de 30 horas. O curso é On-Line ao Vivo, via Plataforma Zoom O objetivo é capacitar os profissionais de Nível Superior da área de engenharia, do Sistema Confea/Crea e Mútua, na Formação de Peritos Judiciais para atuarem e trabalharem, nos tribunais com suas respectivas formações e modalidades acadêmicas realizando perícias judiciais, bem como apresentar-lhes as instruções para cadastramento e registro no PJE- Processo Judicial Eletrônico do Tribunal de Justiça do Estado de Rio de janeiro. O público-alvo são todos os profissionais do Sistema Confea/Crea e Mútua, engenheiros de todas modalidades, agrônomos, profissionais das Geociências e outros profissionais de nível superior que queiram ingressar no mercado de Perícia Judicial. Mais informações na Sobes Rio, telefones (21) 2242-2278, (21) 97713-2519 e-mail: [email protected] Inscreva-se: https://forms.gle/oyA4jzu9YSRZMvBz6

MinervaBots da UFRJ é campeã mundial de robótica

A equipe de competição da Escola Politécnica da UFRJ, a MinervaBots, venceu o Torneio de Sumô Robô do Japão – All Japan Robot Sumo Tournament, na categoria Sumô Mini, tornando-se campeã mundial de robótica. Dentre as mais de 63 nacionalidades participantes, a disputa foi contra a equipe Kimáuanisso, também brasileiros do Instituto Mauá de Tecnologia, de São Paulo, e o troféu foi conquistado com o robô apelidado de Zé Pequeno, que já faz parte da história do grupo, somando 13 anos de atividade e que garantiu a vitória por 2 a 0. O evento aconteceu no dia 8 de dezembro de 2024, em Tóquio, no Japão.  As alunas que representaram a MinervaBots foram Anne Victória Rodrigues da Costa, graduanda em Engenharia Mecânica, e Lígia Calina Bueno Bonifácio, graduanda em Engenharia Eletrônica e de Computação, mostrando também a força das mulheres nas ciências e na Engenharia. “Essa conquista significa que todo esforço e dedicação valeram a pena. Mostra que meninas e mulheres como eu têm, sim, espaço na Engenharia e na tecnologia, podendo alcançar  grandes feitos, mesmo em ambientes predominantemente masculinos”, destaca Lígia.  Segundo dados da terceira edição da pesquisa “Estatísticas de Gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil”, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres representam a menor proporção dos alunos matriculados (15,7%) e concluintes (15%) nos cursos de computação e tecnologias da informação e comunicação (TIC). Em comparação, são a maioria nos cursos de saúde (74,5%), com exceção de medicina, serviços pessoais (78,6%) e bem-estar (87,3%). Também são as principais concluintes em serviços pessoais (83,8%) e em bem-estar (91%). A competição  Na competição, dois robôs chamados “robôs de sumô”, “sumobots” ou apenas “sumôs” se enfrentam com o objetivo de empurrar o adversário para fora de uma arena circular — geralmente uma tábua de madeira com borda branca —, em um combate semelhante à tradicional luta japonesa.  A disputa foi na arena Ryōgoku Kokugikan, em Tóquio, palco de grandes competições esportivas dessa arte marcial. O robô disputa na categoria “Mini Sumô 500g Autônomo”. Nela, as máquinas contam com o próprio sensoriamento e com estratégias pensadas pelo operador para eliminar o adversário da arena. Elas ainda podem contar com mecanismos que confundam o sensoriamento do oponente. No caso do robô projetado pela equipe da Escola Politécnica da UFRJ, Zé Pequeno carrega bandeiras reflexivas. No torneio, a equipe começou com a superação de dois robôs japoneses, com grande desempenho. Na sequência, o desafio: Fiebre, robô da renomada equipe Roshi Team, do México, que é referência mundial e vencedora de outra categoria no mesmo torneio. Após uma falha técnica no robô adversário, a MinervaBots superou a equipe e avançou para a próxima etapa. Nas quartas de finais e nas semifinais, foram superadas mais duas equipes japonesas, avançando assim a final brasileira inédita contra a equipe Kimauánisso. A MinervaBots Criada em 2012 por um grupo de estudantes de Engenharia Eletrônica e de Computação, a fim de utilizar os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula para construir robôs de diferentes categorias. No total, já conta com mais de 50 alunos, tanto da graduação como da pós-graduação, e participa de nove categorias em torneios diversos.  O combate de robôs possui categorias divididas por peso e tamanho. A Minerva se destaca em quatro delas: combate, sumô, trekking e seguidor de linha. Na categoria de combate, na qual o objetivo é destruir ou danificar o aparelho do adversário, a equipe soma sete troféus. Na categoria disputada por Anne e Lígia, apelidada de sumô mini, vence aquele que retirar primeiro o rival da arena. Só nessa modalidade a Minerva acumula 10 aparições no pódio, sendo três delas no primeiro lugar. A equipe atualmente é liderada por Micaela Luz, aluna de Engenharia Eletrônica e da Computação, e Ryan Sales, do curso de Engenharia de Controle e Automação. Como líderes, são eles que coordenam os responsáveis pelos projetos de cada aparelho de competição.  Fontes: Agência Brasil, Conexão UFRJ e Politécnica UFRJ

Parabéns ao município de Laje do Muriaé, por seus 63 anos!

A evolução histórico-social de Laje do Muriaé está ligada à de Itaperuna. Inicialmente, a região fazia parte da capitania de São Tomé, posteriormente chamada de Paraíba do Sul, concedida em 10 de março de 1534. Durante dois séculos, a área conhecida como sertão da Pedra Lisa permaneceu inexplorada, até que alguns colonos começaram a se fixar perto da barra do córrego São Domingos.  A região de Itaperuna foi utilizada, antes do século XIX, apenas por bandeirantes e aventureiros que demandavam a baixada pelos afluentes da margem esquerda do rio Paraíba do Sul. Por volta de 1830, entretanto, instalou-se na área o desbravador José Lannes Dantas Brandão (ou José de Lana Dantas Brandão), com iniciativas que passaram a atrair população.  Em meados do século XIX, um parente seu instalou-se num rancho que veio a ser considerado como a primeira casa da futura localidade de Laje do Muriaé. Em 1840, teve origem o estabelecimento do ciclo do café, que invadiu o Norte Fluminense descendo de Minas. Com o desenvolvimento da área, foi criada em 1861 a freguesia de Nossa Senhora da Piedade, politicamente anexada a São Fidélis de Sigmaringa até 1872, quando passou a pertencer a Santo Antônio de Pádua.  Em 1887, a freguesia passou a fazer parte de Itaperuna, com a denominação de São José do Avaí, posteriormente Laje e Laje do Muriaé, até ganhar autonomia municipal pela Lei Estadual nº 5.045, de 7 de março de 1961. A instalação ocorreu em 31 de janeiro de 1963.  O núcleo urbano situa-se à margem direita do rio Muriaé, divisa natural do município com Itaperuna. Está delimitado pelo rio e uma sequência de morros que condicionaram a implantação da cidade em forma linear.  O Crea-RJ parabeniza Laje do Muriaé por seus 63 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região!  Fonte: TCE/RJ – Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro