Crea-RJ realiza a 2ª Reunião do Colegiado de Instituições de Ensino do Estado do Rio de Janeiro

O Crea-RJ realiza, no auditório Dulphe Pinheiro Machado, reunião com representantes das instituições de ensino da Engenharia e cria, no âmbito do Conselho, o CDIES-RJ, Colegiado de Instituições de Ensino Superior em Engenharia do Rio de Janeiro, que será presidido pela engenheira Gisele Saleiro, coordenadora da Comissão de Educação do Crea-RJ – CED, que a partir de 2024 passa a se chamar CEAP – Comissão de Educação e Atribuição Profissional. Cerca de 30 representantes de nove entidades de educação na Engenharia atenderam ao chamado do Conselho e ouviram do presidente do Crea-RJ, engenheiro Miguel Fernández, as boas-vindas. “O não registro dos professores afasta o Conselho da vida acadêmica. Naturalmente, o Conselho tem que fazer sua autocrítica porque também esse afastamento? Mas em outra, em contrapartida também, o que que nós podemos buscar para atrair esses profissionais estarem com a gente aqui”, afirma o presidente. O assessor da presidência, Eduardo Santos, foi o articulador do encontro. “Foi uma tônica que nós colocamos nessa nova gestão de poder trazer, reaproximar as universidades, os principais atores do nosso Conselho. E a gente vem articulando desde o primeiro dia como a gente iria fazer esse contato”, conta Eduardo. Os participantes na reunião votaram na escolha do tema do prêmio Crea-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos 2024, que será “O Desafio da Mudança Climática para o Futuro da Engenharia”. A Coordenadora da Comissão de Educação do Crea-RJ e presidente do Colegiado de Instituições de Ensino do Rio de Janeiro, engenheira Gisele Saleiro, fez um balanço do evento. “No dia de hoje nós tivemos o marco da implantação desse colegiado das instituições de ensino superior do estado do Rio de Janeiro e é muito gratificante nós termos essa parceria entre Conselho e instituição de ensino. Afinal, a instituição de ensino, ela está formando os nossos futuros profissionais que farão parte do Crea-RJ”. É o Crea-RJ se aproximando cada vez mais das instituições de ensino da Engenharia, da Agronomia e das Geociências.

Você sabia?

O Crea-RJ ampliou o horário de atendimento. A partir de agora, a Central de Relacionamento Telefônico, o Chat e o Whatsapp funcionam de segunda a sexta, das 9h às 17h. Ligue 2179-2007 ou acesse nosso portal para atendimento online.

Parabéns ao município de Sumidouro por seus 134 anos!

A história da ocupação do território do município tem início em fins do século XVIII, quando foi instalado um posto militar a fim de reprimir o uso de rotas alternativas de escoamento da produção aurífera da região das minas. Naquela época, os mineiros que queriam escoar metais e pedras preciosas, sem pagar impostos, utilizavam trilhas que passavam pelo vale do Rio Paquequer.  Os pequenos povoados que se ergueram ao longo dessa trilha vão constituir os primeiros núcleos de ocupação. Um dos primeiros registros da origem de Sumidouro data de 1822, quando uma vila teria se formado a partir da construção de uma capela destinada ao culto de Nossa Senhora da Conceição, à margem direita do Paquequer.  Em 1836, a pequena vila ganha o status de curato, a partir da presença permanente de um padre no local, e é submetida à administração de Cantagalo até 1843. Neste ano é elevada à condição de freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Paquequer, e passa a ser submetida ao município de Nova Friburgo, passando posteriormente a pertencer à comuna de Nossa Senhora do Carmo.  Entre 1843 e 1881, Sumidouro estava no auge de sua produção cafeeira, com o estabelecimento de várias fazendas que utilizavam mão-de-obra escravizada. Com a abolição, em 1888, o sistema tradicional escravista de produção cafeeira entra em declínio, perdendo a primazia da cultura itinerante do café para as regiões norte e oeste de São Paulo, cuja produção se destacava pela mão-de-obra imigrante.  Contudo, particularmente em Sumidouro e adjacências, um fato de extrema relevância vai imprimir sobrevivência à prosperidade econômica local: a chegada da estrada de ferro em outubro de 1889, representando condições muito mais favoráveis aos produtores rurais.  Profundas transformações sociais, políticas e econômicas ocorrerão em Sumidouro nos anos que precederam e sucederam a chegada dos trilhos da Leopoldina em outubro de 1889, tais como o êxodo da mão-de-obra escravizada; a proclamação da República e a reestruturação administrativa do Estado; a subseqüente fase de crise política e financeira. A agilização dos transportes traz uma dinamização comercial ocasionada pela chegada de novos comerciantes e novas mercadorias, introduzindo novas atividades econômicas em Sumidouro.  A emancipação político-administrativa do município se dá em 10 de junho de 1890, por meio do Decreto nº 90, nove meses após a Proclamação da República, desmembrado de Carmo. Logo após sua criação, no entanto, sua autonomia foi suprimida mas restabelecida em 1892, quando foi definitivamente instalado em 5 de novembro. O Crea-RJ parabeniza Sumidouro por seus 134 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região! Fonte: Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro