Deputado Reimont defende o fim da ‘maquiagem’ de cargos na Engenharia

O cenário trabalhista para os engenheiros brasileiros pode estar próximo de uma mudança histórica. Sob o lema “Engenheiro Sim, Analista Não”, o Projeto de Lei 626/2020 avança na Câmara dos Deputados com o objetivo de combater a precarização da categoria e garantir que a formação acadêmica seja respeitada pelas empresas e órgãos públicos. O deputado federal Reimont Otoni (PT-RJ), que atuou como relator do projeto na Comissão de Administração e Serviço Público (CASP), explica que a medida faz justiça à dedicação dos profissionais. Segundo o parlamentar, tornou-se uma prática comum no mercado a contratação de engenheiros sob títulos genéricos para evitar o pagamento do salário mínimo profissional estabelecido por lei. Reimont foi ao CREA AQUI, onde se encontrou com o Presidente do CREA-RJ, engenheiro Miguel Fernández, que recebeu também o deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSD), engenheiro atuante nas questões de interesse das engenharias, em seu quinto mandato. O combate à precarização Para Reimont, o uso de nomenclaturas como “analista”, “consultor” ou “coordenador” para profissionais que exercem funções típicas de engenharia é um vício de empregabilidade que ganhou força após a Reforma Trabalhista de 2017. Justiça Salarial: O projeto obriga que o cargo tenha a denominação exata da titulação (Engenheiro, Agrônomo ou Geólogo) quando as funções forem da área. Fim do Desvio de Função: A proposta visa colocar um ponto final na estratégia de contratar profissionais qualificados para receberem salários inferiores aos seus direitos legais. Identidade Profissional: O deputado ressalta que “engenheiro é engenheiro e analista é analista”, sem menosprezar outras funções, mas exigindo o respeito à formação específica. Tramitação e Próximos Passos Após receber parecer favorável e ser aprovado na CASP em 24 de fevereiro passado, o projeto seguiu para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A relatoria na CCJ está a cargo da deputada Erika Kokay. Reimont demonstra otimismo com a celeridade do processo: “A gente espera que na Câmara a tramitação dele termine agora no mês de abril”, afirmou o deputado, lembrando que, após essa etapa terminativa na Casa, o projeto seguirá para o Senado. A força da Engenharia e o papel do Crea-RJ Durante a segunda edição do encontro CREA AQUI, o deputado destacou a importância de instituições como o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-RJ) se comunicarem com a sociedade. Para Reimont, o CREA-RJ exerce um papel fundamental e muitas vezes invisível na segurança da população, fiscalizando estruturas como túneis e marquises, além do exercício profissional. Ele elogiou a visão do presidente do CREA-RJ, Miguel Fernández, ao conceber o evento como uma forma de mostrar que a engenharia é o pilar da soberania nacional. “Não há soberania sem uma engenharia forte, porque é na agronomia, nas estradas, na construção civil e na tecnologia que o Brasil se desenvolve”, pontuou o parlamentar. Deputado Luiz Paulo: “CREA AQUI prestigia avanços tecnológicos” O deputado Luiz Paulo foi outro político a ser recebido pelo presidente do CREA-RJ no gabinete da presidência montado no CREA AQUI. Luiz Paulo parabenizou o CREA-RJ pela segunda edição do maior encontro estadual das engenharias, agronomia e geociências. “Estamos aqui no Armazém 3, na área portuária, grande evento CREA AQUI. E eu quero parabenizar todos os engenheiros, o CREA e a direção do CREA, o presidente Miguel Fernández, pela realização desse grande evento. Ele fortalece as categorias filiadas ao CREA, mas também prestigia os avanços tecnológicos. O CREA está mostrando uma presença importante dentro da nossa sociedade”, afirmou o deputado Luiz Paulo.
No CREA AQUI 2026, Suzana Kahn defende protagonismo do Rio em inovação tecnológica

O primeiro painel do CREA AQUI 2026, realizado nesta quinta-feira (19 de março) na Zona Portuária do Rio de Janeiro, promoveu um debate estratégico sobre os rumos do desenvolvimento estadual. Com mediação do jornalista Sidney Rezende, o encontro reuniu lideranças do Sistema CONFEA/CREA, da academia e de entidades de classe para discutir como a Engenharia pode impulsionar a economia fluminense. Participaram do debate o presidente do Conselho Federação de Engenharia e Agronomia (CONFEA), Vinicius Marchese; o presidente do Clube de Engenharia, Francis Bogossian; o presidente da Abdan (Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares), Celso Cunha; e a diretora da Coppe/UFRJ, Suzana Kahn. Todos são engenheiros Da Indústria do Petróleo à Saúde A diretora da Coppe/UFRJ, Suzana Kahn, destacou que a forte dependência do Rio de Janeiro em relação ao setor de óleo e gás, embora gere vulnerabilidade, serve como um trampolim tecnológico para outras áreas. ”O Rio tem que ser líder em inovação no setor de conhecimento. Na Coppe, por exemplo, criamos uma startup que utiliza o modelo de ‘diagnóstico de rochas’ da indústria petrolífera para a detecção de doenças pulmonares”, revelou a engenheira. Kahn ressaltou que tecnologias como robótica, manufatura aditivada e comunicações, desenvolvidas inicialmente para o petróleo, possuem enorme potencial de aplicação na agricultura de alta precisão e na indústria em geral. União por Projetos de Estado O presidente do Clube de Engenharia, Francis Bogossian, defendeu a criação de uma “amálgama” entre as instituições do setor para garantir que grandes projetos de infraestrutura avancem independentemente de questões partidárias. Bogossian alertou para a escassez de verbas federais e estaduais no Rio, observando que a maioria das obras atuais é fruto da iniciativa privada, o que prejudica o equilíbrio do desenvolvimento estadual. Oportunidades na Energia Nuclear Celso Cunha, presidente da Abdan, trouxe um panorama otimista — porém desafiador — sobre a expansão da energia nuclear, que abrange desde a medicina até a produção de alimentos. Dados para o Desenvolvimento Encerrando o painel, o presidente do CONFEA, Vinícius Marchese, apresentou a plataforma Infrabr. A ferramenta oferece um relatório anual com índices de desenvolvimento de todos os 27 estados brasileiros, funcionando como um guia para investimentos em infraestrutura. ”A ideia é que os gestores públicos possam identificar e atacar pontos fundamentais de forma diferenciada em cada estado. Precisamos de uma política de infraestrutura clara para o país, que não seja limitada a apenas um governo ou mandato”, concluiu Marchese.
Nova ART inteligente revela que Estado do Rio já contratou R$ 40 bi em obras e serviços de engenharia

Para uma plateia lotada na abertura da segunda edição do CREA AQUI 2026, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (CREA-RJ), engenheiro Miguel Fernández, anunciou o lançamento da nova Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). O sistema, agora inteligente, promete otimizar o cruzamento de dados e coibir fraudes no setor. ”Neste dia de celebração da engenharia, agronomia e geociências, trazemos uma inovação tecnológica aguardada. Em 2025, apresentamos o novo sistema; agora, mostramos a nova ART inteligente e sua importância estratégica para o setor”, afirmou o presidente, lembrando que o Conselho registra hoje cerca de 360 mil ARTs por ano. Segundo Fernández, a iniciativa aprimora os três eixos fundamentais do CREA: fiscalização do exercício profissional, desenvolvimento econômico e segurança da sociedade. Radiografia da Economia Fluminense A ART é o documento que rastreia a responsabilidade técnica de qualquer obra ou serviço, permitindo a identificação do profissional em caso de problemas. Com o novo modelo — georreferenciado e parametrizado — o CREA-RJ já consegue mapear números precisos da economia do estado: Combate ao Exercício Ilegal A nova tecnologia exige que, futuramente, todo contratante possua um perfil no sistema do CREA. “Isso garantirá que quem contrata também esteja sob nossa supervisão. Teremos o mapeamento real de um setor que responde por dois terços da economia do país”, explicou Fernández. O sistema utiliza o CEP para gerar o georreferenciamento, essencial para impedir a venda ilegal de ARTs — prática onde pessoas sem registro “compram” a assinatura de maus profissionais para validar obras irregulares, colocando a sociedade em risco. Além de expor essas condutas, a nova ART facilitará o acesso a dados por parte da Polícia Civil e do Ministério Público em investigações de incidentes. Facilidade para o Profissional O Rio de Janeiro é o único estado do país a trabalhar com a questão da localidade de forma tão detalhada, permitindo inserir mais de um endereço em uma mesma ART. O novo modelo também possibilita a avaliação imediata do serviço pelo contratante, o que gera automaticamente a Certidão de Acervo Técnico (CAT), documento indispensável para a participação de engenheiros em concursos públicos. O CREA AQUI 2026 segue no Armazém 3 do Píer Mauá, reunindo 6 mil participantes em uma plataforma de tecnologia e visão estratégica para o futuro das profissões. Confira a apresentação na íntegra do presidente do CREA-RJ Miguel Fernández:
Programa Mulher do CREA-RJ anuncia as profissionais vencedoras do edital “Mulheres que Inspiram”

O resultado do concurso “Mulheres que Inspiram” foi divulgado pelo Programa Mulher do CREA-RJ. Cinco profissionais foram escolhidas pelas suas histórias que contribuíram significativamente para as Engenharias, Agronomia e Geociências, promovendo inspiração e enaltecimento da presença feminina nessas áreas Após quase dois meses da abertura das inscrições, o Comitê Gestor do Programa Mulher CREA-RJ definiu as vencedoras com base em critérios de avaliação e pontuação pré-definidos. O concurso englobou mulheres com mais de 18 anos, que fazem parte do sistema CONFEA/CREA, que estejam com anuidade em dia e sejam moradoras do estado do Rio de Janeiro. Confira abaixo as cinco vencedoras do edital: Ana Paula Bernardes de Araújo Engenheira eletrônica, possui mais de 25 anos de atuação no setor naval e militar, participando de marcos estratégicos como o Programa de Modernização das Fragatas Classe Niterói e, atualmente, o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (ProSub), sendo a única brasileira a embarcar nessa classe, com 1.800 horas de imersão e 120 dias de mar. Com vivências na França e Itália, Ana Paula Bernardes também acumula 11 anos de atuação no atual Centro de Manutenção de Sistemas da Marinha (CMS) e na Itaguaí Construções Navais (ICN), onde trabalha há 12 anos. Magda Maria De Regina Chambriard Presidente da Petrobras desde junho de 2024, é mestre em Engenharia Química pela COPPE/UFRJ (1989) e Engenharia Civil pela UFRJ (1979), com especialização em Engenharia de Reservatórios e Avaliação de Formações e especialização em Produção de Petróleo e Gás, na hoje denominada Universidade Petrobras. Magda Chambriard iniciou sua carreira na Petrobras em 1980, atuando sempre na área de Produção, onde acumulou conhecimentos sobre todas as áreas em produção no Brasil. Foi cedida à ANP para assumir a assessoria da diretoria de exploração e produção em 2002, quando atuava como consultora de negócios de E&P, na área de novos negócios de E&P da Petrobras. Na ANP, logo após assumir a assessoria, assumiu também as superintendências de exploração e a definição de blocos, com vistas a rodadas de licitação. Foi responsável pela implantação do Plano Plurianual de Geologia e Geofísica da ANP, que resultou na coleta de dados essenciais para o sucesso das licitações em bacias sedimentares de novas fronteiras. Em 2008, assumiu a diretoria da ANP, e em 2012, a Diretoria Geral, liderando a criação da Superintendência de Segurança e Meio Ambiente, Superintendência de Tecnologia da Informação, os trabalhos relativos a estudos e elaboração dos contratos e editais, os estudos técnicos que culminaram na primeira licitação do pré-sal, além das licitações tradicionais sob regime de concessão. Olga Côrtes Mestre em Engenharia Nuclear pela UFMG/CNEN, Olga Côrtes nasceu em Belo Horizonte (MG), e é engenheira eletricista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Construiu uma carreira de destaque no setor energético e nuclear brasileiro, atuando na Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) como chefe do laboratório de Termohidráulica, além de ter sido superintendente de planejamento na Nuclebras, assistente da presidência da Eletrobras e diretora de novos negócios na Furnas. Recebeu reconhecimento por sua atuação no setor energético, incluindo prêmios da Full Energy em dois anos consecutivos. Ao longo de sua carreira, teve forte atuação em entidades de classe e organizações profissionais. Foi Presidente da Seção Latino-Americana da American Nuclear Society (ANS), membro do Board of Directors da mesma instituição, além de integrar o Conselho Diretor e exercer a vice-presidência do Clube de Engenharia. Também foi presidente e diretora da Associação Brasileira de Energia Nuclear, além de atuar como consultora da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL). No campo da liderança feminina e do empreendedorismo, destacou-se no Women’s World Banking, onde atuou como diretora, vice-presidente e presidente do Banco da Mulher Brasil, sendo reconhecida Personalidade do Ano pela Web/ONU. Também é autora do livro “Mulheres na Energia”. Rachel Kuan Zein de Mello Loh Formada pela Universidade Federal Fluminense – UFF, Rachel Loh possui uma carreira repleta de pioneirismos. Atualmente engenheira de competição na Amattheis Motorsport, foi a primeira mulher a participar de uma equipe de projeto de extensão Baja SAE no Brasil, como piloto e capitã da equipe. Foi também a primeira engenheira na Stock Car (maior categoria do automobilismo brasileiro), construindo mais de 20 anos de carreira no setor. Exerce liderança em diversas frentes de inclusão a mulheres no motorsport como os projetos FIA GIRLS on TRACK e programas de experiência em parceria com a comunidade Girls Like Racing, mentora da SAE Brasil Mulheres e líder do projeto Acelerando com ELAS. Além de passagens pelas principais categorias do automobilismo brasileiro, é voluntária da FIA em grandes eventos internacionais, integrando a comissão técnica do Brasil em eventos como GP Brasil F1, GP São Paulo WEC e Eprix São Paulo de Fórmula E. Viviane Japiassú Viana Viviane Japiassú Viana é técnica em Telecomunicações, tecnóloga em Meio Ambiente, engenheira ambiental e doutora em Ciências Ambientais. Na área acadêmica, é professora do Instituto Federal do Rio de Janeiro – IFRJ e da Universidade Veiga de Almeida – UVA, onde coordena o Núcleo de Inovação Tecnológica e Pedagógica. Desenvolveu uma metodologia que integra cultura maker aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS, e já impactou mais de 30 mil estudantes. Foi criadora dos projetos como “Que Chuva é Essa?”, “Meninas e Mulheres na RRD” e STEM Way, ampliando oportunidades e inspirando meninas do ensino básico, docentes e universitários. Além disso, é organizadora e mentora em hackathons de inovação socioambiental e líder climática do The Climate Reality Project. Em 2023, seus projetos foram reconhecidos pelo Cemaden Educação como práticas inspiradoras e, em 2024, representou o Brasil no programa IVLP Hidden No More – Women Leaders in STEM. A campanha “Mulheres que Inspiram” Durante este ano, o Programa Mulher do CREA-RJ vem desenvolvendo a campanha “Mulheres que Inspiram 2026”. O primeiro passo foi a publicação do edital para o concurso que leva o mesmo nome, com inscrições que abriram no dia 21 de janeiro. No CREA AQUI 2026, o maior encontro das Engenharias, Agronomia e Geociências do Rio de Janeiro, o Programa Mulher
O Porto do Rio vai parar: caravanas de engenheiros de todo o estado chegam para o CREA AQUI 2026
Além de se transformar no maior evento estadual das Engenharias, da Agronomia e das Geociências, a segunda edição do CREA AQUI, marcado para esta quinta-feira, dia 19, será também o encontro da diversidade de sotaques do interior do estado do Rio de Janeiro. O megaevento, que vai acontecer no Armazém 3 do Píer Mauá, mobilizou caravanas e grupos de vários pontos do estado, além de associações de engenheiros de diversas cidades. Os profissionais não têm dúvida de que o megaevento será uma das maiores oportunidades de networking de suas carreiras. Os grupos estão sendo organizados por profissionais que atuam nas prefeituras e também por inspetores do CREA-RJ, que têm um total de 126 profissionais atuando em 34 inspetorias e postos de relacionamento em todos os 92 municípios do estado. Está prevista a presença de engenheiros dos seguintes municípios: Angra dos Reis, Barra Mansa, Barra do Piraí, Bom Jesus de Itabapoana, Campos, Casimiro de Abreu, Cambuci, Italva, Nova Friburgo, Paraty, Petrópolis, Pinheiral, Piraí, Porto Real, Paracambi, Porciúncula, Santo Antônio de Pádua, Volta Redonda e Valença. Os profissionais estão muito animados com a possibilidade de ampliar sua rede de contatos com colegas e empresas, assim como aperfeiçoar seus conhecimentos sobre as tendências da engenharia. Da região da Costa Verde, no litoral sul do Estado do Rio, vem um dos maiores grupos. A caravana de Paraty, a cerca de 250 quilômetros do Rio, foi organizada pelo inspetor do CREA, o engenheiro mecânico Romualdo José Luiz Neto. Trinta engenheiros e arquitetos de Paraty e de Angra dos Reis embarcaram num ônibus com ar condicionado e percorreram cerca de quatro horas de estrada. Neto participou no ano passado e virou freguês do CREA AQUI. “Pela segunda vez, estou nesse evento que representa um marco para o Sistema Confea/CREA e para nossas atividades profissionais. O mais incrível desse evento é sua capacidade de integrar profissionais das mais diversas áreas e regiões do Estado. Nossa expectativa é a melhor possível”, afirmou Neto, formado em engenharia mecânica em 1998. Outro grupo grande vem de Cabo Frio, na Região dos Lagos, a terra do sol. O presidente da Associação de Arquitetos e Engenheiros da Região dos Lagos (Asaerla), engenheiro Marco Antônio Pereira, disse que pelo menos 14 pessoas já confirmaram presença na van. A caravana da Asaerla vai percorrer 165 quilômetros, de Cabo Frio ao Rio de Janeiro. “Estamos muito felizes por poder participar desse mega evento, promovido pelo CREA-RJ, Confea e Mútua RJ. O CREA está de parabéns por contribuir para a valorização dos profissionais”, afirmou o engenheiro Marco Pereira, presidente da Asaerla, entidade fundada em 1977, e que reúne hoje 164 engenheiros, 49 arquitetos e um agrônomo. Do Noroeste fluminense vem um dos maiores grupos. A caravana de Italva, município de 14 mil habitantes a 341 quilômetros do Rio, tem mais de dez profissionais e está sendo organizada pelo inspetor do CREA, o engenheiro civil e de segurança do trabalho Maurício José Leal de Oliveira, que está bem animado com a oportunidade de participar do CREA AQUI. O grupo achou melhor pernoitar no Rio na véspera para acordar descansado e poder participar do evento que tem tudo para ser uma espécie de maratona da engenharia. “Sair de Italva para participar da segunda edição do CREA AQUI, promovido pelo CREA-RJ, é mais do que presença, é compromisso com a nossa profissão e com a nossa evolução profissional. É afirmar, na prática, que os profissionais do interior também têm voz, força e representatividade”, afirma Maurício. O engenheiro de Italva lembra bem do sucesso que foi a primeira edição do CREA AQUI: “Assim como em 2025, a expectativa é de um evento rico em conteúdo, com palestras técnicas, painéis qualificados e, principalmente, a oportunidade de ampliar o networking e trocar experiências com grandes nomes da engenharia estadual e nacional. É com esse protagonismo que avançamos, fortalecendo o CREA e valorizando, na prática, toda a nossa classe”, destaca Maurício. O CREA AQUI tem repercutido tão bem entre os profissionais do Sistema Confea/CREA que a fama do evento já chegou a Varre-Sai, o município mais distante da capital do estado, a cerca de 370 quilômetros. De lá partiu no primeiro minuto desta quinta-feira, dia 19, um grupo de quatro jovens engenheiros que pela primeira vez vai participar do CREA AQUI. “Quero ampliar meus conhecimentos, conhecer colegas e fazer contato com as empresas de engenharia. Não perco essa chance por nada deste mundo”, afirmou Filipe Rodolphi, 37 anos, dez dos quais como engenheiro civil, funcionário da Prefeitura de Varre-Sai, onde conseguiu folga para participar do evento. O nome da cidade de Varre-Sai, com dez mil habitantes, tem origem numa hospitalidade local do século XIX, onde os viajantes eram recebidos com o convite para que a casa fosse “varrida” antes de eles “saírem” para seguir viagem. A casa da engenharia por um dia, o Armazém 3, está varrido e arrumado para receber os visitantes.
Contagem regressiva para o CREA AQUI 2026
O barulho de compressores, marteladas e testes de som é constante. Os cerca de 300 operários trabalham desde quarta-feira na construção da “Cidade do CREA Aqui”, que ocupa uma área de 3.500 metros quadrados do Armazém 3 do Piér Mauá. Nesta quarta-feira, véspera do CREA AQUI, realizado pelo CREA-RJ, já era possível perceber os sinais da beleza de cenário do maior encontro estadual das engenharias, agronomia e geociências: grandes painéis instagramáveis e dos novos estandes, de instituições de ensino e de classe já exibiam a programação visual do mega evento. Está quase tudo pronto para a segunda edição de um evento criado para antecipar tendências, estimular conexões e gerar impacto nas engenharias, na agronomia e nas geociências, as profissões do Sistema Confea/CREA. Acompanhado da gerente de eventos do CREA-RJ, Lu Soares, e de assessores, o presidente do Conselho, engenheiro civil Miguel Fernández bloqueou a agenda para ir até o Píer Mauá conferir os últimos preparativos para o encontro que se consolidou como uma plataforma de ideias, parcerias e futuros possíveis na engenharia, agronomia e geociências. “Nós vamos ter a segunda edição do Crea Aqui agora, dia 19 de março, no Píer Mauá, no Armazém 3, aqui na região do Porto Maravilha. E essa segunda edição está cheia de novidades, inovações e expectativas. A gente espera receber um público ainda maior do que o primeiro, que aconteceu na Marina da Glória ano passado em 2025. Agora serão mais de 5 mil profissionais presentes ao longo do dia participando de mesas redondas, debatendo o futuro das engenharias, da agronomia e das geociências, eventos de capacitação, networking, relação com empresas, entidades de classe, instituições de ensino”, afirmou Fernández, recomendando que os profissionais do sistema corressem para conseguir as últimas vagas disponíveis. Com um pé direito entre sete e dez metros de altura e um vão livre de cerca de 20 metros de largura por 90 metros de comprimento, o Armazém 3 vai receber um palco, duas exposições, uma feira de produtos agroindustriais, 20 estandes de empresas do setor e de programas do CREA-RJ, como o Espaço Progredir e o CREA Mulher. Pela primeira vez, haverá estande para as instituições de ensino superior e entidades de classe. O responsável técnico pelo palco é o engenheiro civil e eletricista Jacques Stelzer, que atuou no primeiro CREA AQUI e lembrou que a própria infraestrutura do evento é pura engenharia. “Temos um palco com teto de alumínio e uma enorme estrutura de luz e 16 mil watts de som. Tudo isso demanda muita engenharia”, destacou Stelzer. Ao chegar e sair do armazém, os participantes vão desfrutar de uma das mais belas vistas da Baía de Guanabara com a Ponte Rio-Niterói, ícone da engenharia nacional, e o Museu do Amanhã, que é um grande ponto turístico de difusão de conhecimento tecnológico. A Zona Portuária do Rio foi revitalizada em 2013, preparando a cidade para a realização da Olimpíada de 2016. Com isso, o Píer Mauá e os armazéns do Porto passaram por uma grande reforma urbanística. Os cinco armazéns históricos do Píer Mauá (do 1 ao 5) são construções do século XIX que foram restauradas e hoje servem como um dos principais espaços de eventos e congressos no Rio de Janeiro.
Presidente do CREA-RJ e fiscais fazem visita técnica nos bastidores do Maracanã

Poucas horas antes de o Fluminense enfrentar o Vasco no Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (CREA-RJ), engenheiro Miguel Fernández, fez na manhã desta quarta-feira, dia 18, uma visita técnica nos bastidores de um dos maiores estádios de futebol do mundo e um ícone da engenharia brasileira, situado na Zona Norte do Rio de Janeiro. Acompanhado do superintendente técnico do CREA-RJ, Leonardo Dutra, e do gerente de fiscalização do Conselho, Cosme Chiniara, Miguel Fernández foi recebido pelo diretor de operações e infraestrutura do Maracanã, Severiano Braga, que é engenheiro civil. A reunião ocorreu em um momento estratégico, coincidindo com a presença de presidentes de diversos CREAs do Brasil e do Conselho Federal no Rio de Janeiro que participam do Colégio de Presidentes e também do CREA AQUI, o maior encontro estadual das engenharias, agronomia e geociências, que acontece nesta quinta, dia 19, no Píer Mauá. Durante a visita, os engenheiros ressaltaram que o foco primordial da fiscalização é garantir que a população usufrua das instalações com total conforto e segurança, mitigando riscos de acidentes por meio da presença de profissionais habilitados. “Hoje a gente está aqui com a visita da fiscalização do CREA. É sempre bom estar presente com essa turma para nos trazer segurança, para a gente ter toda a documentação correta. É uma parceria que o Maracanã já tem com o CREA, a gente está sempre de braços abertos para recebê-los. E para nós é muito bom estar sempre seguro, estar sempre certo e estar junto com o CREA para a gente poder ter os nossos eventos com muita tranquilidade, tanto para nós quanto para o CREA”, afirmou Severiano Braga, que trabalha há oito anos no estádio, contando com a assessoria direta de oito engenheiros de diversas especialidades. Esta semana o desafio é adicional com quatro jogos em apenas uma semana. E o Maracanã tem se transformado num dos pontos turísticos mais visitados do Rio, que registrou 400 mil pessoas no ano passado.O presidente do CREA-RJ, Miguel Fernández, agradeceu a acolhida e lembrou que o Maracanã não é apenas um símbolo da engenharia civil brasileira como um dos maiores palcos de mega eventos do país. “O Maracanã tem feito um belo trabalho e tem contado sempre com o apoio técnico da fiscalização do CREA-Rj, que sempre está presente nos grandes eventos por todo o estado. Esse é o nosso principal foco: mostrar que um evento fiscalizado é um evento seguro, onde a população pode vir com total conforto. Desde que implantamos nossa Equipe de Grandes Eventos, no início da gestão, graças a Deus não tivemos mais nenhum incidente relevante”, destacou Miguel Fernández, na companhia de fiscais do CREA-RJ já habituados a colaborar com os eventos no MaracanãO CREA-RJ reafirmou seu compromisso de estar presente nos principais palcos de entretenimento e esporte do estado, assegurando que, por trás de cada grande espetáculo, exista o respaldo técnico necessário para proteger a vida e o patrimônio público. Fernández lembrou que a dificuldade do trabalho da fiscalização é que muitas vezes ela é invisível aos olhos dos leigos. “Toda vez que dá certo, ninguém vê. Só vira notícia quando dá errado. A gente quer mostrar que está dando certo e que, por trás disso, há dezenas de profissionais dedicados como vocês”, disse Fernández, dirigindo-se ao diretor de operações e infraestrutura do Maracanã, que atua como prefeito de uma cidade de 70 mil habitantes, o equivalente, por exemplo, à população de Valença (RJ). “O Maracanã é uma cidade de 70 mil pessoas. E a gente abre e fecha essa cidade em cinco horas. A gente tem duas horas de portão aberto, duas horas de jogo e uma hora para as pessoas poderem sair do Maracanã e a gente fechar os portões”, disse Severiano Braga, acrescentando que enquanto o show está acontecendo, a equipe tem que atender os torcedores, com cadeira, bar, banheiro e acessos; atender os camarotes, a imprensa, atender os jogadores”. Durante cada partida, tudo tem que funcionar direitinho: os telões, a subestação de energia elétrica e os postes móveis de iluminação. A metáfora da cidade ilustra a complexidade da infraestrutura (hidráulica, elétrica e acessos) que precisa funcionar perfeitamente em um curto espaço de tempo. Reinaugurado para a Copa do Mundo de 2014, o Maracanã – que agora é administrado pelo Consórcio Fla-Flu – passou recentemente por intervenções importantes para a abertura da temporada de 2026. Após o intenso calendário de 2025, o campo passou por um processo de raspagem e tratamento específico do gramado. O estádio implementou tecnologias de ponta para melhorar a qualidade do gramado, que recebe uma média de 70 jogos por ano. Para tirar qualquer umidade do gramado, a administração emprega ventiladores com potência de duas turbinas de avião. Toda a estrutura de cobertura dos bancos foi trocada. O foco da obra foi modernizar o design e aumentar o conforto e a segurança para atletas e comissões técnicas. Consolidando mudanças iniciadas no ano anterior, o estádio agora opera totalmente com refletores de LED (sistema ArenaVision LED). Essa troca gera uma economia de energia de cerca de 65% e melhora significativamente a qualidade para transmissões em 4K.
Do campo à mesa: a força invisível que alimenta o Rio e estará na Feira dos Sabores do CREA AQUI 2026
Você já parou para pensar de onde vem o frescor do alimento que chega à sua mesa todos os dias? No Estado do Rio de Janeiro, a resposta está na agricultura familiar, o verdadeiro alicerce da segurança alimentar no estado do Rio de Janeiro. Longe de ser apenas uma atividade de subsistência, o setor é uma potência econômica, responsável por cerca de 80% dos estabelecimentos rurais do estado. Além disso, a agricultura familiar estará representada na Feira dos Sabores, que vai reunir 22 produtores regionais de agroindústrias familiares no CREA AQUI 2026, o maior encontro estadual das Engenharias, Agronomia e Geociências, marcada para a próxima quinta-feira, dia 19, no Armazém 3 do Píer Mauá. Eles fazem parte da Associação das Agroindústrias Familiares do Estado do Rio de Janeiro (Aprorio). A associação é presidida pelo produtor Gilmar Carino, dono da queijaria Fazenda Boa Fé, em Santa Maria Madalena, na Região Serrana, a 223 quilômetros do Rio. Santa Maria Madalena é também terra da atriz e humorista Dercy Gonçalves, que costumava invadir a queijaria Fazenda Boa Fé, xingando quando alguém dizia que a Vigilância Sanitária não permitia a presença de visitantes no na etapa da fermentação dos queijos. Os produtores familiares fazem parte de roteiros de turismo rural em expansão no Estado do Rio, como o Circuito Terê-Friburgo e o Circuito Mury, em Nova Friburgo. Numa só viagem, o turista conhece vinícolas, queijarias, alambiques e produtores de cafés especiais. A Feira dos Sabores terá estandes dos seguintes produtos: queijos e laticínios, vinhos, embutidos, mel, água de côco, cogumelos, tilápia, doces em compota, duas cachaças artesanais, cafés especiais. “A Aprorio participa de cerca de dez feiras por ano no estado do Rio, como Rio Gastronomia, Rio + Agro, Salão de Turismo estadual e federal e Rio Innovation Week”, lembra o biólogo Jairo Roberto Silva, há 47 anos técnico da Emater, que presta assistência aos produtores por meio do Prosperar, um programa estadual que oferece cerca de 200 projetos de financiamento, e já financiou cerca de R$ 10 milhões e registrou a legalização de 400 agroindústrias assim como a inserção desses produtos no mercado formal. Fundamental para o crescimento da economia fluminense, a agroindústria é um segmento do agronegócio que, além de agregar valor à produção mantendo as características originais, gera emprego e renda. Diante da importância do setor, o Governo do Estado dispõe de várias medidas de apoio. Uma delas é o Programa Prosperar, que oferece linha de crédito para que produtores rurais possam obter financiamento com juros baixos e investir em maquinário e nos demais insumos necessários para o crescimento do negócio. Neste cenário, a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por meio da Pesagro, Defesa Agropecuária e da Emater, busca dar apoio em assistência técnica e extensão rural para o produtor interessado em legalizar sua agroindústria. “A engenharia agronômica é o elo principal da agricultura familiar e o agronegócios fluminense. Sem planejamento e sem a assessoria da Emater é impossível conseguir um bom trabalho no campo”, afirma Gilmar Carino, dono de uma propriedade de 19 hectares que é uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) equipada com biodigestor e energia solar. A agroindústria Queijaria Fazenda Boa Fé, do produtor rural Gilmar Carino, foi a primeira agroindústria legalizada no município de Santa Maria Madalena, na Região Serrana. Gilmar e a esposa, Claudia, são exemplos de produtores que acreditaram no sonho de levar seus produtos com qualidade e certificação à mesa de famílias fluminenses. O casal buscou orientação junto à Emater-Rio sobre a documentação necessária para legalizar a empresa, além de informações sobre os equipamentos mais indicados para o negócio. “Meu principal objetivo era produzir e comercializar um produto dentro dos padrões sanitários, ambientais e trabalhistas, para que pudéssemos entrar no comércio formal de maneira legalizada. O Programa Prosperar nos ajudou na aquisição de maquinário para alavancar nossa produção”, contou Gilmar Carino, produtor de queijos e outros laticínios.
Charrette RJ 60+: workshop propõe soluções para cidades mais acessíveis e inclusivas no Rio de Janeiro
O Programa Calçada Acessível promove mais uma iniciativa voltada ao futuro das cidades, o Charrette RJ 60+, um workshop colaborativo que reúne especialistas, setor produtivo e gestores públicos para desenvolver soluções práticas focadas em acessibilidade, inclusão e qualidade de vida da população idosa. O evento é gratuito e será realizado no dia 20 de março (sexta-feira), a partir das 8h30, na Firjan Tijuca, no Rio de Janeiro. A proposta do encontro é fomentar o planejamento urbano integrado, considerando o crescimento da população 60+ e os desafios que essa nova realidade impõe às cidades. A metodologia charrette, baseada na construção coletiva, estimula o diálogo entre diferentes atores para gerar propostas concretas e aplicáveis. Público estratégico e participação ativa O Charrette RJ 60+ é direcionado a representantes de prefeituras do estado do Rio de Janeiro, gestores e técnicos das áreas de urbanismo, mobilidade, obras, saúde, assistência social, cultura, esporte e trabalho. Também são convidados profissionais da Engenharia, Arquitetura e Planejamento Urbano, além de especialistas em envelhecimento e acessibilidade. O evento conta ainda com a participação de conselhos, organizações da sociedade civil, universidades, centros de pesquisa e, de forma essencial, o público 60+, que terá papel ativo na construção das discussões. Programação promove debate multidisciplinar A programação do workshop foi estruturada para abordar temas fundamentais para a construção de cidades mais inclusivas: Na sequência, mesas temáticas conduzem as discussões ao longo do dia: O evento inclui ainda momentos de integração, com apresentação dos desdobramentos das mesas temáticas, às 15h30. Construção coletiva para cidades do futuro A iniciativa reforça a importância do planejamento urbano inclusivo e da atuação conjunta entre instituições públicas, privadas e a sociedade civil. Ao integrar diferentes áreas do conhecimento, o Charrette RJ 60+ busca gerar propostas que contribuam para cidades mais seguras, acessíveis e preparadas para o envelhecimento da população. O evento é uma realização da Firjan e do Induscimento, com apoio do CREA-RJ, CAU/RJ, Fundação Leão XIII e SEIJES. A correalização é da ACRJ e da Firjan SENAI. Inscrições abertas As inscrições são gratuitas e já estão abertas ao público interessado. Inscreva-se aqui. Mais informações clique aqui.
CREA AQUI 2026: Confira a programação completa do maior encontro das Engenharias, Agronomia e Geociências do Rio de Janeiro
O CREA AQUI 2026 marca a segunda edição do maior encontro das Engenharias, Agronomia e Geociências do Rio de Janeiro. No dia 19 de março, o Armazém 3 do Píer Mauá irá receber uma programação repleta de inovação, tecnologia, ética e o futuro do desenvolvimento das profissões. O megaevento vai incluir palestras técnicas, painéis, podcasts, networking, expositores de grande relevância no mercado, lançamentos de livros, premiações, e várias outras experiências Mais de 4 mil pessoas já se inscreveram no CREA AQUI 2026. Garanta a presença: clique aqui Confira a programação completa abaixo: 8h | Início do Credenciamento 8h30 | Apresentação Cultural 9h15 | Abertura Oficial – Eng. Civil Miguel Fernández – Presidente do CREA-RJ 10h | Painel 1 – Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro Moderador: Jornalista Sidney Rezende Painelistas: – Eng. Eletricista Celso Cunha – Presidente da ABDAN (Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares) – Eng. Civil Francis Bogossian – Presidente do Clube de Engenharia – Eng. Mecânica Suzana Kahn – Diretora da Coppe/UFRJ – Eng. Telecomunicações Vinícius Marchese – Presidente do CONFEA 11h30 | Palestra Empreendedorismo Profissional na Área Tecnológica – Eng. Eletrônico Silvio Meira – Cientista-chefe e fundador da TDS Company, fundador e presidente do conselho do Porto Digital e research fellow da Asia School of Business, Kuala Lumpur, Malaysia. 12h20 | Entrega dos Prêmios Selo de Certificação Empresarial CREA-RJ 12h45 | Lançamentos de Benefícios da Mútua 13h | Apresentação Cultural – Herick Almeida/Intervalo 14h às 15h30 | Painel 2 – Agronomia em Sabores – Ciência que se Degusta (Queijos e Vinhos) Moderador: Eng. Agrônomo Felipe Brasil – Secretário de Estado da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio de Janeiro (SEAPA) Painelistas: – Alexandre Hargreaves – Consultor Técnico do Ateliê do Queijo – Fabricio Le Draper – Capril do Lago – Marcelo Maturano – Vinícola Maturano – Maurício Arouca – Vinícola Arouca 15h45 | Palestra Técnica Ponte Rio-Niterói – Referência Mundial em Manutenção de Grandes Estruturas – Eng Civil Carlos Henrique Siqueira 17h | Premiações Institucionais Prêmio Crea-RJ de Meio Ambiente Categoria Pessoa Jurídica FAM-Rio – Federação das Associações de Moradores do Município do Rio de Janeiro Programa Produtores de Água e Floresta (PAF) – Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Guandu Projeto de Educação Ambiental (PEA) Rendas do Petróleo – Fundação Instituto de Administração (FIA) Projeto Trazendo Vidas e Reflorestamento – Crocodilo Dundee – Edson José Monteiro ME Categoria Pessoa Física Eng. Ambiental Namir Machado Jorge Junior Eng. Química Victoria Valli Braile Eng. Civil Benito Piropo Da Rin Eng. Civil Maurício Couto Cesar Junior Eng. Civil Reginaldo Jardim Ferreira Prêmio David de Azambuja do Mérito Florestal Categoria Post Mortem Eng. Florestal Ricardo Jaccoud Silva Bonn Categoria Pessoa Física Eng. Florestal Flavio Pereira Telles Prêmio Johanna Döbereiner Categoria Pessoa Jurídica Embrapa Solos Categoria Pessoa Física Eng. Agrônomo José Carlos Polidoro Prêmio José Chacon de Assis – Engenharia Elétrica Eng. Eletricista Luis Chiganer 3º Prêmio Orlando Valverde do Mérito da Geografia Crea-RJ Geógrafo Miguel Ângelo Campos Ribeiro Geógrafo Cláudio Antonio Gonçalves Egler Geógrafa Ana Maria de Paiva Macedo Brandão 2º Prêmio Luiz Henrique Guimarães Castiglione do Mérito da Cartografia Crea-RJ Eng. Cartógrafa Miriam Mattos da Silva Barbuda Prêmio Láurea ao Mérito Profissional Menção Honrosa Associação de Engenheiros e Arquitetos de Volta Redonda Livro do Mérito Eng. Florestal Angelo Rafael Greco Eng. Civil Roberto Saturnino Braga Geógrafo Luis Henrique Ramos de Camargo Geógrafo André Bittencourt Amador Geógrafo João Baptista Ferreira de Mello Eng. Civil Ramiro Ramos do Nascimento Eng. de Comunicação Roberto Miscow Filho Eng.Eletricista Renato Ribeiro Abreu Eng. Agrônomo Victor Abdennur Farah Galardoados com o Diploma do Mérito Eng. Mecânico Sávio Luís Ferreira Neves Filho Eng. Eletricista Estellito Rangel Junior Eng. Eletricista Jefferson Manhães Azevedo Eng. Civil Guaraci Corrêa Eng. Naval Rubens Langer de Almeida e Albuquerque Eng. Químico Gandhi Giordano Eng. Químico Alfredo Cruz Junior Eng. Civil Suzana Rastelli Sattamini Eng. Civil Paulo Augusto Vivacqua 19h às 22h | Congraçamento, Apresentação Cultural e Encerramento Atividades Paralelas Espaço Energia, Gás e Naval 10h | Inspeções com o uso de Mini ROV (Renata Boher e Gabriel Botelho) 10h40 | Inspeção de equipamentos estáticos com sensores ultrassônicos (Victor Gomes e Júlio Endress) 11h20 | Transporte de peças com uso de drones (Thiago Hermeto e Bruno Porto) 14h –Filosofia de projetos de poços e sistemas submarinos (Maurício Miranda e Raffaele Siciliano) 14h40 | Novas membranas de remoção de CO2 e H2S (Thomaz Fernandes) 15h20 | Tecnologias aplicadas ao processamento de gás natural (Leandro Veiga) 16h | Produtividade e Inovação: a aplicação de iniciativas da Indústria 4.0 no Projeto Refino Boaventura (Tiago Limoeiro) 16h40 | Conexões para inovação (Patrícia Bruno de Martin) 17h20 | HISEP: Potencializando a produção de petróleo no Pré-sal (Antonio Marcos Bidart (Libra/AT) Espaço Progredir 10h30 | O que funciona de verdade: IA na prática de Engenharia (Raul Araújo da Silva) 11h40 | Priscila Bezerra (MOTTA) 12h50 | Gestão de Projetos na Construção: além do PMP — conheça a certificação PMI-CP 14h00 | Um contato por dia — O poder do Networking (Roberto Viana) 15h10 | Rangel Lage (MOTTA) 16h20 | Os impactos da Reforma Tributária nas empresas de Engenharia (Vinicius Garcia) 17h30 | Riscos Psicossociais na Engenharia (Lysio Sellos e Ana Luiza Horcades)