Eleições do Sistema CONFEA/CREA e Mútua 2026: assista ao vídeo e saiba mais detalhes

As eleições gerais do Sistema CONFEA/CREA e Mútua estão se aproximando: serão realizadas no dia 3 de julho de 2026. O processo será totalmente online, permitindo que os eleitores participem de forma prática e segura de qualquer lugar do país. A votação irá definir cargos estratégicos para o funcionamento do sistema, incluindo a presidência do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, as presidências dos 27 Conselhos Regionais, como o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro, além de conselheiros federais por modalidade e por estado, representantes das instituições de ensino superior e diretores das Mútuas Regionais, de acordo com a rosa dos ventos. Os eleitos no pleito irão assumir mandato no período de 2027 a 2029, com a responsabilidade de conduzir decisões que impactam diretamente o exercício profissional em todo o país. A participação dos profissionais é fundamental para garantir a representatividade e o fortalecimento das categorias. Ao votar, cada profissional contribui para a construção de um sistema mais democrático e alinhado às demandas da Engenharia, da Agronomia e das Geociências brasileiras. Para estar apto a votar, o profissional deve estar em dia com suas obrigações junto ao seu Conselho Regional. Acompanhe as informações sobre as eleições em nosso portal: www.crea-rj.org.br/eleicoes

CREA-RJ confere Selo de Certificação a empresas que se destacam no setor

O maior encontro da Engenharia, Agronomia e Geociências do Rio de Janeiro, CREA AQUI, também foi espaço para reconhecimento e apresentação de práticas exemplares. Por isso, o CREA-RJ abriu espaço na programação do evento para entregar Selos de Certificação a empresas que atendem aos requisitos legais e normativos vigentes, especialmente no que se refere à regularidade cadastral, à presença de responsáveis técnicos devidamente habilitados e registrados, bem como à observância das atribuições profissionais compatíveis com os serviços executados. A Certificação Empresarial foi estruturada em três níveis de reconhecimento: Selo de Comprometimento, Selo de Conformidade e Selo de Excelência. O Conselho acredita que a Engenharia, a Agronomia e as Geociências desempenham um papel fundamental na construção de cidades mais seguras, no impulso ao desenvolvimento e na proteção dos recursos naturais.  Nesse contexto, reafirmando junto à sociedade que a regularidade profissional e institucional é o alicerce da credibilidade, o CREA-RJ lançou o Selo de Certificação Empresarial – um instrumento de reconhecimento concedido às empresas que demonstram estar em plena conformidade com a legislação que regula o exercício das profissões fiscalizadas pelo Conselho. O presidente do CREA-RJ, engenheiro civil Miguel Fernández, e o superintendente técnico, engenheiro civil Leonardo Dutra, entregaram as certificações às empresas contempladas. A Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) recebeu o Selo de Comprometimento nível 1, que foi entregue à gerente de projetos de obras da diretoria técnica de obras, Mayra Castilho Bielschowsky. Em nome da empresa, Mayra declarou que o reconhecimento é muito importante para a Cedae, que foi criada em 1975, ano da fusão entre os estados da Guanabara e do Rio de Janeiro. Com a concessão dos serviços de distribuição de água e coleta e tratamento de esgoto, realizada em 2021, a companhia passou a concentrar seus investimentos e esforços na produção e no fornecimento de água para as concessionárias. A concessionária Águas do Rio foi contemplada com o Selo de Comprometimento nível 1. O diretor executivo da empresa, Renan Mendonça, recebeu a certificação e destacou a relevância de um evento como o CREA AQUI para o setor tecnológico do estado. Ele ainda aproveitou para anunciar que a Maré, maior conjunto de favelas do Rio de Janeiro, começou a viver uma mudança que há décadas era cobrada pelos moradores. Isso porque a concessionária deu início a um pacote de obras de saneamento básico no complexo, que reúne 17 comunidades e cerca de 200 mil pessoas. “O investimento previsto é de R$120 milhões. Quando o sistema estiver pronto, todo o esgoto gerado na Maré será enviado para a Estação de Tratamento de Esgoto Alegria, no Caju, considerada a maior do estado. A expectativa é que cerca de 1,3 bilhão de litros de esgoto por mês deixem de ser despejados na Baía de Guanabara. Em equivalência, isso representa 520 piscinas olímpicas”, destacou Diógenes, informando ainda que em pouco mais de quatro anos, a Águas do Rio investiu R$5,5 bilhões em sistemas de água e esgoto nas 27 cidades onde atua. O Consórcio Construtor Gávea, formado pelas empresas OEC e Carioca Engenharia, também foi premiado com o Selo de Comprometimento nível 1. Jayme Filgueiras de Aguiar, representante da Carioca Engenharia, e Rodrigo Jurdi Guimarães, da OEC, receberam a certificação. Na oportunidade, Jayme refletiu sobre a importância de grandes empresas que atuam na construção civil, como a representada por ele, tenha esse tipo de cuidado nas boas práticas que resultam em segurança tanto na obra, como para os profissionais que as desenvolvem. Já Rodrigo destacou a responsabilidade da OEC na retomada de grandes obras de mobilidade urbana e da forte presença da empresa na execução de grandes projetos de infraestrutura no estado do Rio de Janeiro. Por fim, foi a vez da Naturgy levar mais um Selo de Comprometimento nível 1 que foi recebido pelo gerente executivo do sistema de distribuição, Diogo Ribeiro Franco. Ele explicou que a Naturgy é uma empresa do setor de energia com atuação destacada na distribuição de gás natural. “A matriz energética de biogás é muito importante para o Rio de Janeiro. No estado, nós somos responsáveis pelo fornecimento de gás natural canalizado para milhões de consumidores dos segmentos residencial, comercial, industrial e veicular”, frisou Diogo. O presidente do CREA-RJ lembrou que a certificação de reconhecimento de boas práticas só é possível graças ao trabalho da fiscalização do Conselho orientando empresas e profissionais do sistema. Ele aproveitou para parabenizar toda a equipe que realizou esse trabalho árduo, assim como todas as empresas reconhecidas na cerimônia. “Que este selo represente não apenas um reconhecimento, mas também um estímulo à excelência, à responsabilidade técnica e ao compromisso com a sociedade. E que as iniciativas destacadas pela equipe de fiscalização do CREA-RJ sirvam de inspiração para que cada vez mais profissionais e organizações sigam fortalecendo as boas práticas, contribuindo para o desenvolvimento do nosso estado e para a valorização das Engenharias, da Agronomia e das Geociências”, incentivou Miguel Fernández, garantindo que o Conselho seguirá destacando e beneficiando empresas que realizam trabalhos de excelência.

Parceria entre CREA-RJ e Ação da Cidadania fortalece solidariedade durante o CREA AQUI

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ) firmou parceria com a Ação da Cidadania para promover uma importante mobilização social durante o CREA AQUI, pelo segundo ano consecutivo. Se em 2025, foi arrecadada quase uma tonelada de alimentos, este ano, o número foi ainda maior com a arrecadação de 1,5 tonelada de alimentos.  A parceria com a Ação da Cidadania, reconhecida nacionalmente por seu trabalho no combate à fome e à desigualdade, amplia o alcance das ações sociais promovidas pelo CREA-RJ e mobiliza profissionais, estudantes e a sociedade civil em torno de uma causa coletiva. A iniciativa reforça o compromisso do Conselho com a responsabilidade social e com a construção de uma sociedade mais justa e solidária. Para o CREA-RJ, a parceria representa mais um passo na integração entre conhecimento técnico e responsabilidade social. Ao unir forças com a Ação da Cidadania, o Conselho reafirma seu compromisso com valores humanos e com o desenvolvimento sustentável, incentivando a solidariedade como ferramenta de mudança e esperança para milhares de famílias. Os ingressos do evento tiveram caráter solidário. Para acesso ao CREA AQUI, os participantes contribuíram com 1 kg de alimento não perecível, destinado à Ação da Cidadania — iniciativa que atende cerca de 22 mil beneficiários por mês e também ao Sopão do Bem, que distribui cerca de 500 sopas e refeições por mês para pessoas em situação de vulnerabilidade. A fim de estimular a arrecadação de alimentos, os doadores participaram de um sorteio para concorrer a ingressos para a 81ª SOEA – Semana Oficial da Engenharia e Agronomia, que este ano acontecerá em Aracaju, Sergipe, entre 13 e 16 de outubro. Os sorteados foram: os profissionais Rosane de Souza Leonardo, engenheira civil e de segurança do trabalho e Paulo Rayan Marquarte, engenheiro eletricista; e os estudantes Carlos Alberto Santos Novaes, aluno de Engenharia Mecânica no Cefet, e Carla Michelle Fernandes Delphino, aluna de Engenharia Civil da Univassouras. Mais do que um encontro de ideias, inovação e networking, o CREA AQUI reafirma seu papel como agente de transformação social, fortalecendo ações que contribuem para um futuro mais justo, colaborativo e humano.

Entra em cena ‘os jogadores’

Participar do CREA AQUI foi o prêmio conquistado por alguns profissionais durante a 80ª edição da Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), ocorrida em outubro do ano passado na cidade de Vitória, capital do estado do Espírito Santo. Durante a semana de imersão vivida por profissionais e estudantes da área tecnológica, várias atividades paralelas para a interação entre os participantes vindos de diversas partes do país aconteceram. Entre essas atividades, uma inocente disputa de Jenga resultou em uma premiação incrível para os vencedores: uma viagem para o Rio de Janeiro, com as despesas pagas, para vivenciar o maior encontro da Engenharia, Agronomia e Geociências do estado promovido pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ). O Jenga é um jogo de habilidade e estratégia onde uma torre é construída empilhando blocos em conjuntos de três, onde cada conjunto fica perpendicular ao anterior. Com apenas uma mão, cada jogador deve remover uma pecinha da torre até ela desabar. Vence o jogo quem mantiver a mão firme e não deixar a torre cair. A técnica em segurança do trabalho Liliana Pereira Filho, fiscal do CREA Sergipe, foi uma das vencedoras da competição no primeiro dia da Soea. “Eu só não imaginava que aquele jogo resultaria em um prêmio tão maravilhoso para mim. Agora eu estou tendo um dia incrível no CREA AQUI. Eu não imaginava o tamanho do evento, estou maravilhada com tudo e tentando aproveitar ao máximo. Eu achei o CREA AQUI uma mini Soea, com oportunidades de experiências enriquecedoras para os profissionais e estudantes da área. Eu quero participar de outros”, contou Liliana. Dupla dela na competição, a engenheira civil Thaíse Gonçalves também desfrutava do mesmo prêmio durante o CREA AQUI. “Eu não sabia qual era o prêmio para a dupla vencedora, eu só quis participar daquela experiência criativa de interação promovida na Soea que era brincar com um jogo que eu aprendi na infância. E aí, olha onde eu estou! Nesse evento grandioso que o CREA-RJ realiza para reunir os profissionais desse estado maravilhoso. Eu não esperava que o CREA AQUI fosse tão grande. Eu achei as palestras ofertadas muito práticas e concretas, que aborda assuntos comuns do nosso cotidiano”, avaliou ela. A engenheira civil Rute Adriane Alves Cézar é mineira e não conhecia o Rio. Ela conta que se encantou com a cidade e jamais podia imaginar que viveria essa experiência jogando uma brincadeira que aprendeu na infância. “A minha impressão sobre o Rio de Janeiro está sendo muito positiva. A cidade impressiona pela sua beleza natural, pela energia vibrante e pela forma como integra paisagem urbana e natureza, sendo um cenário inspirador também para a engenharia e o desenvolvimento urbano”, constatou Rute que foi mais uma ganhadora da competição de Jenga na Soea. Mas a experiência da mineira em terras cariocas não parou aí, pois além de conhecer a cidade que encanta, ela também pode vivenciar o maior encontro da Engenharia, Agronomia e Geociências do estado. “O CREA AQUI foi o grande destaque dessa minha viagem, pois ele é um evento muito enriquecedor na área da engenharia civil que eu atuo. Aqui eu pude promover troca de conhecimentos, networking e me aproximar de outros profissionais do sistema Confea/CREA. O encontro também me fez refletir sobre a importância da união entre os CREAs para fortalecer a atuação profissional, incentivar o uso da tecnologia e contribuir diretamente para o desenvolvimento da Engenharia”, refletiu Rute que aproveitou para parabenizar o presidente do CREA-RJ, Miguel Fernández, pela iniciativa e, por aquilo que ela considerou como excelente organização do evento. Um jogo inocente que levou a uma viagem inesquecível Dupla vencedora de Rute na competição, a engenheira civil, de segurança do trabalho e técnica em segurança do trabalho Daniela Lima Souza teve uma experiência de guia turística com a amiga. Isso porque a mineira do município de Montes Claros já conhecia a cidade e, portanto, coube a ela apresentar as belezas cariocas para a novata no Rio. Pelas impressões que Rute declarou ter tido, a Engenharia corre risco de perder uma profissional para o turismo. “Essa minha visita ao Rio foi diferente, pois eu não vim só para turistar. Essa viagem teve um contexto profissional muito relevante que foi conhecer o evento CREA AQUI. Se a minha impressão da cidade é bastante positiva, a desse encontro que vocês realizam então é maravilhosa. Trata-se de uma iniciativa muito importante para aproximar o Conselho dos profissionais promovendo diálogo, troca de experiências e maior compreensão das demandas da categoria”, declarou Daniela. E não só de lembranças vive a turista. Daniela garantiu que levará consigo o aprendizado sobre a importância da proximidade institucional e da valorização da categoria, aspectos que, segundo ela, ficaram muito evidentes durante o evento promovido pelo CREA-RJ que ela pode vivenciar. “Eu só tenho a agradecer o convite feito pelo presidente Miguel Fernández e aos organizadores do evento pelo trabalho de excelência que eles realizaram. É impressionante como um joguinho de equilibrar blocos me proporcionou a oportunidade de participar de um evento tão enriquecedor”, disse ela encantada com o evento. O CREA Aqui também impressionou o goiano José Gustavo Graia. Ele participou da Soea representando uma empresa que atende os profissionais do setor das Engenharias. O que ele não contava era que, no meio dos atrativos do evento, haveria uma competição de Jenga onde ele seria o campeão do dia e ganharia uma experiência no CREA Aqui como premiação. “Eu atuo no Sicoob Engecred, uma cooperativa de crédito que nasceu no segmento da Engenharia, em Goiânia. Atualmente, seguimos com forte atuação junto a engenheiros, arquitetos e empresas desses setores, com presença em todo o território nacional. Por esse motivo, estou constantemente presente em eventos ligados a essas áreas, fortalecendo relacionamentos e acompanhando as tendências do mercado. Quando eu soube que a minha premiação seria participar de um evento como o CREA AQUI, a minha expectativa já subiu”, lembra Graia. A expectativa se tornou realidade e ele conta que o encontro, que reuniu profissionais de todo

Abertas as inscrições para o 1º Curso de Perícia Judicial em Avaliações de Imóveis

Estão abertas as inscrições para o 1º Curso de Perícia Judicial em Avaliações de Imóveis da Sociedade de Engenharia de Segurança do Estado do Rio de Janeiro – SOBES-RIO, com apoio do CREA-RJ e dos programas Progredir e CREA JR-RJ. Com carga horária de 15 horas, o curso acontece nos dias 06, 07, 08, 13 e 14 de abril de 2026, das 18h às 21h. As aulas são on-line, ao vivo, via Plataforma Zoom. O objetivo é ensinar os diferentes métodos de avaliação de imóveis para um público-alvo formado por todos os profissionais do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA, engenheiros de todas modalidades, arquitetos e outros profissionais de nível superior, que queiram ingressar no mercado de Perícias Judiciais.  O corpo docente é formado por Gustavo Signorelli Ruiz Santamaria, palestrante e engenheiro civil e de segurança do trabalho, e Fernando Lima, coordenador do curso e engenheiro civil e de segurança do trabalho.  Mais informações na SOBES-RIO, telefones (21) 2242-2278, (21) 97713-2519 e-mail: [email protected] Inscrições: clique aqui

Abertas as inscrições para o Chief Climate Officer: Gestor do Clima e Sustentabilidade – Liderança para Ação Climática

Estão abertas as inscrições para o curso Chief Climate Officer: Gestor do Clima e Sustentabilidade – Liderança para Ação Climática, da Escola de Negócios & Capacitação Profissional da Universidade de Vassouras, com apoio do CREA-RJ. Com carga horária de 21 horas, o curso terá início no dia 1º de abril de 2026, e vai acontecer em todas as quartas-feiras de abril e maio, das 19h às 22h. As aulas serão na modalidade remota. O público-alvo é formado por executivos e gestores de empresa; gestores públicos e políticos; advogados e consultores jurídicos; profissionais de sustentabilidade e meio ambiente; consultores e especialistas em ESG; engenheiros ambientais e florestais; e acadêmicos e pesquisadores da área de Ciências Ambientais. O corpo docente é composto por: –  Mayná Coutinho Morais, Engenheira Ambiental – Coordenadora e Instrutora –  Mariane Guerra, Engenheira de Produção – Instrutora – Rafael Lima, Mestrando em Direito e Tecnologia pela Fundação Getulio Vargas (FGV/SP) – Instrutor – Tiago Abreu Viana, PhD em Ciências Biológicas (UFRJ) – Instrutor Com o cupom CREARJ10, os profissionais garantem 10% de desconto em todo o curso.  Para mais informações e inscrições: clique aqui

Dia Meteorológico Mundial

No dia 23 de março, é comemorado o Dia Meteorológico Mundial. A data refere-se à Convenção que instituiu a Organização Meteorológica Mundial (OMM), em 1950.  Em 2026, a OMM coloca em evidência o tema “Observando o hoje, protegendo o amanhã”, com o objetivo de destacar a urgência do monitoramento meteorológico e climático avançado para proteger as gerações futuras contra os impactos extremos da mudança climática.  A Meteorologia exerce um papel de grande importância nos estudos sobre o comportamento atmosférico por meio da análise das suas interações com a superfície do planeta. Suas principais atividades são a previsão do tempo e a definição do clima de uma região, sendo uma ciência que traz diagnósticos regulares dos impactos causados pelas mudanças climáticas na sociedade. Além disso, os(as) profissionais dessa área desempenham papéis como monitorar eventos de alto impacto, analisar dados de satélites e radares, estudar fenômenos naturais, e processar e interpretar variáveis como pressão atmosférica, umidade e temperatura. Várias dessas atribuições envolvem o manuseio de aparatos tecnológicos com finalidades distintas, auxiliando em etapas de medição da temperatura do ar, pressão atmosférica, umidade relativa do ar, velocidade do vento, e duração do brilho solar.  No Brasil, as consequências causadas pelas mudanças climáticas vêm gerando impactos crescentes. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, o verão de 2024/2025 foi o sexto mais quente desde 1961, com o país registrando sete ondas de calor no ano passado. Em fevereiro, Quaraí (RS) alcançou 43,8°C, se tornando a maior temperatura do período no território nacional. O mesmo levantamento apontou também que capitais como Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), registraram máximas entre 42°C e 44°C, e 37,2°C em dezembro, respectivamente, sendo o maior valor no mês em 64 anos. O calor não é o único problema a ser enfrentado, visto que o Brasil também vem sofrendo com chuvas intensas e concentradas, também causadas pelas altas temperaturas globais. De acordo com o relatório “Estado do Clima, Extremos de Clima e Desastres no Brasil”, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais – CEMADEN, as chuvas intensas são o principal fator desencadeador de desastres no país, principalmente em áreas urbanas em encostas ou regiões suscetíveis a alagamentos. Com todo esse panorama, a Meteorologia possui uma função importante em identificar e antecipar riscos para a sociedade, medindo os danos e as possíveis soluções a curto, médio e longo prazo. Esse processo estratégico acaba influenciando positivamente a otimização de recursos, ao alertar  governos, empresas e populações a agirem de forma preventiva. De maneira ampla, o Dia Meteorológico Mundial destaca a utilização da ciência e meios técnicos para a segurança e bem-estar da sociedade, seguida da conscientização sobre os danos causados no planeta pelas mudanças climáticas e desastres naturais. Fonte: Gov.br, Mundo Educação e Clima Info Confira o video.

Engenheiro(a) Hídrico(a) e Hidrogeólogo(a) celebram suas profissões no Dia Mundial da Água

No dia 22 de março, é comemorado o Dia do(a) Engenheiro(a) Hídrico(a) e Hidrogeólogo(a). A escolha da data é em razão de também ser o Dia Mundial da Água, que foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1992, com o objetivo de destacar a necessidade de combater o desperdício, proteger mananciais e garantir acesso universal à água potável.  O curso de Engenharia Hídrica foi regulamentado pelo Ministério da Educação – MEC, e as atividades desempenhadas pelos profissionais na área foram normatizadas pela Resolução Nº 429, de 30 de junho de 2006, do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). A Hidrogeologia, por sua vez, não possui um curso específico, já que é uma ciência interdisciplinar, com a formação podendo ser por meio de uma graduação em Geologia, Engenharia Geológica, Engenharia Ambiental e até mesmo Geografia e Física.  As duas áreas atuam na gestão saudável da água, trabalhando no tratamento, distribuição e utilização dos recursos hídricos. Esse processo atinge positivamente comunidades e indivíduos, contribuindo para a saúde, saneamento,segurança alimentar, proteção contra possíveis riscos naturais e melhora no padrão de vida. Engenharia Hídrica  Esses(as) profissionais desempenham papéis que envolvem projetar, planejar e implementar sistemas que influenciam diretamente o ciclo da água e seu uso sustentável. Sua principal função é prevenir que bacias hidrográficas sofram impactos negativos por consequência de atividades industriais, agrícolas e urbanas. O(a) engenheiro(a) hídrico(a) deve sempre considerar fatores ambientais, sociais e econômicos ao desenvolver soluções que atendam às necessidades humanas sem comprometer os ecossistemas. Geralmente, isso exige um conhecimento aprofundado das ciências hídricas, bem como gestão de projetos e legislação ambiental. Formação Com uma duração média de cinco anos, o curso de Engenharia Hídrica confere o título de bacharelado, e proporciona aos alunos o estudo de disciplinas que envolvem conhecimentos das Ciências Exatas, Biológicas e até Sociais como Matemática, Física, Química, Economia, Fenômenos de Transporte, Mecânica dos Sólidos, Mecânica Aplicada, Geoprocessamento, Topografia e Geodésia; Microbiologia Sanitária, Bioquímica, Controle da Poluição Ambiental e Segurança no Trabalho.  No mercado de trabalho, os setores público, privado, industrial e energético são os mais comuns quando se trata da atuação do(a) engenheiro(a) hídrico(a). Nesses segmentos, os(as) profissionais graduados(as) podem trabalhar com saneamento básico, irrigação e drenagem, revitalização de bacias hidrográficas, construção de barragens e reformas de usinas hidrelétricas. Pós-graduação A Engenharia Hídrica possui uma pós-graduação que oferece oportunidades em gestão, modelagem e infraestrutura de recursos hídricos, contando com programas stricto sensu e opções lato sensu. Algumas das especializações são: Engenharia de Barragens: esses(as) profissionais trabalham no monitoramento de barragens, incluindo a instrumentação, geotecnia, fundações e legislações de segurança, permitindo a análise de riscos para garantir uma operação eficiente. Recursos Hídricos: focado em sistemas de energia com ênfase em bacias hidrográficas, os(as) engenheiros(as) que optam por essa especialização atuam na segurança hídrica e na modelagem hidráulica/hidrológica, utilizando de água disponíveis na natureza e que podem ser empregadas num determinado uso ou atividade, como na agricultura. Engenharia de Geração Distribuída: direciona  planejamento e projeto de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), trabalhando na eficiência energética e análise de viabilidade. Também capacita profissionais a planejar e gerir sistemas de energia solar, eólica e biomassa Irrigação e Drenagem: foca na aplicação na quantidade de água necessária nos solos e de drenagem, fazendo parte de técnicas de irrigação. Com isso, torna-se possível o controle do excesso de água  presente no solo para o processo de aeração e evitar a salinização, evitando maiores impactos ambientais. Hidrogeologia A Hidrogeologia é uma área dentro da Hidrologia e é a ciência que estuda o ciclo da água na natureza, assim como seus processos e interações com o meio ambiente, fornecendo como base para a Engenharia Hídrica. Tem como foco a análise das águas subterrâneas com base nas leis da física e da química, quanto à sua origem, ao seu movimento, qualidade, volume, distribuição e interação em relação às condições geológicas.  Um(a) hidrogeólogo(a) exerce o papel de mapear aquíferos e estimar a disponibilidade de água para abastecimento público, industrial e agrícola, garantindo a sustentabilidade do uso. Além disso, esses(as) profissionais também realizam levantamentos sobre  fontes de poluição, fluxos de contaminação e propondo medidas de remediação. No mundo globalizado, o estudo da água assume um papel de prover solução para os problemas de suprimento hídrico e de controle de contaminação. Fonte: Gov.br, Empregare, SENAI e INBS

Premiações institucionais fecham o CREA AQUI com motivação de quem faz a diferença

Com pompa e circunstância. Assim foi a última atividade do CREA AQUI antes da confraternização final. Para marcar a cerimônia, a abertura contou com a apresentação da Banda de Fuzileiros Navais da Marinha, que tocou os hinos Nacional e o oficial da cidade do Rio de Janeiro. Em seguida, teve início a solenidade de entrega das Premiações Institucionais do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ). O CREA Rio, ao longo dos anos, tem buscado destacar seus profissionais com premiações que valorizam as boas práticas, inovações e o compromisso ético no exercício das profissões. O objetivo, com isso, é expressar reconhecimento às personalidades, instituições e entidades que tenham se diferenciado por suas posições, ações e projetos em suas áreas de atuação. Prêmio CREA-RJ de Meio Ambiente A primeira premiação anunciada foi o Prêmio CREA-RJ de Meio Ambiente que, desde 1998, destaca projetos e atitudes em prol do meio ambiente e da qualidade de vida, homenageando pessoas, instituições e entidades que se sobressaem por seus projetos e atitudes voltadas para o meio ambiente e para a qualidade de vida da população. A premiação é dividida em duas categorias: pessoa jurídica e física. Na categoria pessoa jurídica, foram premiados o Programa Produtores de Água e Floresta (PAF) – Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Guandu; Projeto Trazendo Vidas e Reflorestamento – Edson José Monteiro – Crocodilo Dundee; Federação das Associações de Moradores do município do Rio de Janeiro (FAM-Rio) e o Projeto de Educação Ambiental (PEA) Rendas do Petróleo – Fundação Instituto de Administração (FIA) – Fundação Instituto de Administração (FIA). A coordenadora da Comissão de Meio Ambiente do CREA-RJ, do ano de 2025, engenheira agrônoma Débora Candeias, foi a responsável por realizar a entrega da premiação aos representantes das instituições agraciadas. Já na categoria pessoa física, recebeu o Prêmio CREA-RJ de Meio Ambiente o engenheiro civil Benito Piropo Da-Rin; o engenheiro civil Maurício Couto Cesar Junior; o engenheiro ambiental Namir Machado Jorge Júnior; o engenheiro civil Reginaldo Jardim Ferreira e a engenheira química Victoria Valli Braile. Os homenageados receberam a premiação das mãos do ex-presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), engenheiro civil Henrique Luduvice. Prêmio David de Azambuja do Mérito Florestal Em seguida, foi anunciado o Prêmio David de Azambuja do Mérito Florestal que reconhece engenheiros florestais, instituições de ensino e entidades de classe de profissionais da área que tenham se diferenciado por suas ações, trabalhos, estudos e projetos para a melhoria do desenvolvimento florestal e da preservação do patrimônio natural brasileiro. A premiação começou pela categoria post mortem, que homenageou o engenheiro florestal Ricardo Jaccoud da Silva Bonn, um dos fundadores do Programa Mutirão Reflorestamento, iniciativa vinculada à recomposição da cobertura florestal nas encostas e manguezais do município do Rio de Janeiro. O prêmio foi recebido pela viúva do homenageado, Vânia do Rosário Oliveira Bonn, das mãos da coordenadora da Câmara Especializada de Engenharia Florestal do CREA-RJ, do ano de 2026, a engenheira florestal Denise Baptista. Mudando para a categoria pessoa física, foi a vez do engenheiro florestal Flavio Pereira Telles ser chamado para receber o seu prêmio das mãos da presidente da Associação Profissional dos Engenheiros Florestais do Estado do Rio de Janeiro (Apeferj), engenheira florestal Michelle Ribeiro. Prêmio Johanna Döbereiner Na sequência, teve início a premiação Johanna Döbereiner, que reconhece personalidades, instituições e entidades que se destacaram por suas contribuições na Agronomia, promovendo o avanço e o desenvolvimento da área. Na categoria pessoa jurídica, a premiada foi a Embrapa Solos (centro de pesquisa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). A instituição foi representada por Daniel Vidal Pérez, chefe do órgão, que recebeu o prêmio das mãos do presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado do Rio de Janeiro (AEARJ), engenheiro agrônomo Leonardo da Costa Lopes. Na categoria pessoa física, o grande premiado foi o engenheiro agrônomo José Carlos Polidoro, secretário executivo do Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas e do Programa de Desenvolvimento Agropecuário e Agroindustrial Sustentável do Matopiba, do Ministério da Agricultura e da Pecuária. A honraria foi entregue pela coordenadora da Câmara Especializada de Agronomia do CREA-RJ, do ano de 2025, engenheira agrônoma Débora Candeias. Prêmio José Chacon de Assis Dando continuidade à cerimônia de premiação, teve início a entrega do Prêmio José Chacon de Assis, da Câmara Especializada de Engenharia Elétrica do CREA-RJ que reconhece, em vida, os profissionais que atuaram na Câmara e que se distinguiram por suas posições, ações e projetos na área. O grande premiado foi o engenheiro eletricista Luis Chiganer, ex-conselheiro do CREA-RJ, onde atuou de 2004 a 2007 na Câmara Especializada de Engenharia Elétrica. A entrega do prêmio foi feita pelo coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Elétrica do CREA-RJ, do ano de 2025, engenheiro eletricista Luiz Antonio Cosenza e pelo diretor de benefícios e vice-presidente da Mútua – Caixa de Assistência dos Profissionais dos CREAs, engenheiro eletricista Evânio Nicoleit. 3º Prêmio Orlando Valverde do Mérito da Geografia CREA-RJ Mais um prêmio foi apresentado na sequência, dessa vez, trata-se do Orlando Valverde do Mérito da Geografia, que reconhece pessoas, instituições, entidades ou empresas que tenham se destacado por suas posições, ações, trabalhos, estudos e projetos voltados para o desenvolvimento da Geografia no Brasil. Foram agraciados com essa premiação os geógrafos Ana Maria de Paiva Macedo Brandão, Cláudio Antônio Gonçalves Egler e Miguel Ângelo Campos Ribeiro. Os prêmios foram entregues pelos também geógrafos Rafael Barros e Simone Garcia, coordenador e coordenadora-adjunta da Câmara Especializada de Agrimensura do CREA-RJ do ano de 2026. 2º Prêmio Luiz Henrique Guimarães Castiglione do Mérito da Cartografia CREA-RJ O Prêmio Luiz Henrique Guimarães Castiglione do Mérito da Cartografia é concedido como reconhecimento a profissionais da cartografia que tenham se destacado por suas ações, trabalhos, estudos e projetos em suas áreas de atuação.  Neste ano, venceu a engenheira cartógrafa Miriam Mattos da Silva Barbuda, que coordenou a produção nacional do mapeamento censitário utilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nos censos agropecuários de 2006 e 2017, na contagem populacional de 2007 e no censo demográfico

Palestra sobre a Ponte Rio-Niterói no CREA AQUI revela os bastidores da construção deste ícone da Engenharia Brasileira

O CREA AQUI foi palco de uma aula sobre a história, os desafios e o futuro da Engenharia Brasileira. Em uma palestra marcante, o engenheiro civil Carlos Henrique Siqueira — referência na construção da Ponte Rio-Niterói — compartilhou experiências que revelam não apenas a grandiosidade da obra, mas também os aprendizados técnicos e humanos acumulados ao longo de mais de cinco décadas. Acostumado a ministrar palestras e cursos em todo o Brasil e em diversos países do mundo, o engenheiro civil e professor Carlos Henrique Siqueira, que participou da construção da Ponte Rio-Niterói, ficou impressionado ao subir ao palco do CREA AQUI.  “Confesso que nunca havia visto um público tão numeroso. Isso aumenta a minha responsabilidade, mas ao mesmo tempo é interessante porque a gente passa para a sociedade técnica brasileira muito mais sobre esta obra gigantesca que é a Ponte Rio-Niterói e que representa bem a Engenharia Brasileira”, disse, antes de iniciar a sua apresentação. Com 54 anos de trabalho na ponte, dois a mais do que a data da fundação desta obra de arte especial da Engenharia Nacional, Carlos encantou o público durante as duas horas em que ministrou a palestra técnica “Ponte Rio-Niterói – Referência Mundial em Manutenção de Grandes Estruturas”, lembrando diversas histórias dos bastidores da construção.  Uma obra monumental  Construída entre 1972 e 1973, sendo inaugurada em 1974, a Ponte Rio-Niterói mobilizou cerca de 200 engenheiros e 10 mil trabalhadores simultaneamente, tornando-se um dos maiores projetos de infraestrutura do país. Segundo Siqueira, mesmo décadas depois, a ponte segue entre as maiores do mundo — um símbolo do potencial da Engenharia Nacional.  Mais do que números, o engenheiro destacou o orgulho coletivo envolvido na obra, que até hoje é considerada uma das maiores referências da Engenharia civil brasileira. Evolução da segurança Um dos pontos mais importantes da palestra foi a comparação entre as condições de trabalho da época e os padrões atuais. Siqueira relembrou que, durante a construção, não havia os equipamentos de proteção que hoje são obrigatórios, como capacetes e cintos de segurança. Mesmo com cerca de 40 mortes ao longo da obra, ele ressaltou que, proporcionalmente ao contingente de trabalhadores, que somavam 200 engenheiros e 10 mil operários trabalhando simultaneamente, os índices foram considerados baixos para a época. Ainda assim, o relato reforça o quanto a Engenharia evoluiu em termos de segurança do trabalho e responsabilidade social. Inovação estrutural Outro destaque foi a impressionante durabilidade da ponte. Projetada com concreto de alta qualidade e resistência a sulfatos, a estrutura ultrapassou os 50 anos com desempenho acima do esperado. Siqueira explicou que decisões técnicas adotadas na construção garantiram essa longevidade, reforçando a importância de planejamento, materiais adequados e visão de longo prazo em grandes obras de infraestrutura. Balanço da ponte Um dos episódios mais marcantes relatados foi o movimento da ponte causado por ventos fortes em 18 de agosto de 1980, quando a estrutura chegou a oscilar até 1,30 metro de amplitude, apavorando quem passava no local naquele momento. “Todo mundo parou o carro, alguns gritavam, outros vinham na contramão, outros vinham de marcha ré porque foi um susto naquela época. A partir daí a gente começou a estudar o que fazer para eliminar esse tipo de coisa. Nós fomos ao Canadá umas duas ou três vezes com laboratório de efeitos eólicos lá em Ottawa, e fizemos um estudo, um modelo reduzido da ponte na escala de 1 para 55 e verificamos o que é que tinha que fazer”, lembrou o engenheiro. A solução veio com a implementação de sistemas de Engenharia avançados, como os atenuadores dinâmicos sincronizados (TMD) — dispositivos que funcionam como amortecedores e reduziram a oscilação para cerca de 10 centímetros. O caso se tornou um exemplo clássico de como a Engenharia pode responder a desafios complexos com inovação e precisão técnica. Olhar para o futuro Mesmo em uma época em que o conceito de sustentabilidade ainda não era amplamente discutido, a obra já apresentava soluções eficientes, como o uso de formas metálicas em vez de madeira, reduzindo impactos ambientais. Além disso, Siqueira destacou iniciativas recentes de conscientização ambiental na ponte, como ações para evitar o descarte de resíduos na Baía de Guanabara durante eventos esportivos. Mobilidade urbana O engenheiro também chamou atenção para um ponto importante: os congestionamentos frequentemente atribuídos à ponte, na verdade, estão relacionados à infraestrutura urbana das cidades em seu entorno. A reflexão reforça a necessidade de pensar a mobilidade urbana de forma integrada, indo além das grandes estruturas. Manutenção Fundamental Encerrando sua apresentação, Siqueira deixou um recado direto: grandes obras exigem cuidados contínuos. Comparando a ponte a um “plano de saúde”, ele destacou que a manutenção é essencial para garantir a segurança e a durabilidade de qualquer estrutura. “A ponte é o maior símbolo da engenharia civil brasileira, sem sombra de dúvida, mas tem que ser mantida”, sublinhou.  Legado A participação de Carlos Henrique Siqueira no CREA AQUI reforça o papel do evento como espaço de troca de conhecimento, valorização profissional e discussão sobre os rumos da Engenharia, Agronomia e Geociências. Mais do que relembrar o passado, a palestra mostrou que o futuro da Engenharia depende de inovação, responsabilidade e aprendizado contínuo — pilares que seguem sustentando as grandes obras do país. Assista à palestra e Carlos Henrique Siqueira na íntegra em nosso canal no YouTube, a partir da minutagem 5:50:00.