Eleições CREA-RJ 2026: sede e inspetorias disponibilizarão computadores para apoiar profissionais no dia da votação
Os profissionais registrados e aptos a votar nas Eleições do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA 2026 contarão com um importante apoio do CREA-RJ no dia 3 de julho. Para garantir ampla participação no processo eleitoral, a sede do Conselho e todas as inspetorias regionais disponibilizarão computadores com acesso à internet para que os eleitores possam exercer seu direito ao voto de forma segura e prática. A iniciativa busca facilitar o acesso à votação eletrônica, especialmente para profissionais que não disponham de equipamentos ou conexão à internet no momento do pleito. As Eleições 2026 serão realizadas exclusivamente pela internet, das 8h às 19h (horário de Brasília), por meio do sistema oficial de votação do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA. Para votar, o profissional deverá estar regularmente registrado e adimplente junto ao Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA, conforme as regras estabelecidas no Regulamento Eleitoral. O acesso ao sistema será realizado no site vote.confea.org.br mediante autenticação com CPF e código enviado por e-mail ou SMS cadastrados. A autenticação também pode ser feita via Gov.br. As eleições definirão os nomes para a presidência do CONFEA, a presidência dos CREAs e as Diretorias da MÚTUA para o triênio 2027-2029. A participação dos profissionais é fundamental para fortalecer a representatividade da Engenharia, da Agronomia e das Geociências e contribuir para o futuro das profissões tecnológicas no país. Eleições do Sistema CONFEA/CREA e MÚTUA 2026 Data: 3 de julho de 2026 (sexta-feira)Horário: das 8h às 19hFormato: votação exclusivamente on-line pelo site vote.confea.org.br Apoio presencial: computadores disponíveis na sede e em todas as inspetorias do CREA-RJ Confira aqui os endereços da sede e das inspetorias Mais informações: Portal das Eleições CREA-RJ 2026
Comissão de Meio Ambiente do CREA-RJ participa de debate sobre enchentes e adaptação climática em Petrópolis
A Comissão de Meio Ambiente (CMA) do CREA-RJ participou da organização do seminário “Alternativas para Redução das Enchentes e Proposição de Medidas de Mitigação e Adaptação da População de Petrópolis aos Efeitos das Mudanças Climáticas”, realizado no dia 19 de junho, no Cefet/RJ Petrópolis. O encontro reuniu especialistas, representantes do poder público, profissionais da Engenharia, pesquisadores e integrantes da sociedade civil para discutir soluções voltadas à redução dos impactos dos eventos climáticos extremos no município. Coordenador da Comissão de Meio Ambiente do CREA-RJ e um dos organizadores do evento, o professor Diego Luiz destacou a importância da aproximação entre o Conselho, as entidades de classe e as instituições de ensino na promoção de debates técnicos voltados ao interesse público. “O objetivo de ações como este seminário para o CREA-RJ é se aproximar das instituições de ensino e da sociedade em geral, fomentando o debate de assuntos relacionados à Engenharia, à Agronomia e às Geociências”, afirmou. O seminário foi promovido pela Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro (SEAERJ), em parceria com a Comissão de Meio Ambiente do CREA-RJ, o Cefet/RJ Petrópolis e a Associação de Engenheiros Ambientais e Sanitaristas do Rio de Janeiro (ARJEAS). A programação teve como foco a discussão de obras estruturantes, políticas públicas e estratégias de mitigação e adaptação diante dos efeitos das mudanças climáticas que afetam a região serrana fluminense. Participaram da mesa de abertura as vereadoras Júlia Casamasso e Lívia Miranda, o vice-presidente da SEAERJ, Altamirando Moraes, o coordenador da Comissão de Meio Ambiente do CREA-RJ, Diego Luiz, e o diretor do Cefet/RJ Petrópolis, Felipe Henriques. Durante os debates, foram abordados os desafios relacionados à intensificação dos eventos climáticos extremos e à necessidade de fortalecimento das ações preventivas. As vereadoras destacaram a importância da adoção de políticas públicas voltadas à prevenção de desastres socioambientais e à adaptação das cidades aos novos cenários climáticos. A programação contou com três palestras. A primeira, “Mudanças Climáticas no Contexto de Petrópolis”, ministrada por Altamirando Moraes. Em seguida, o engenheiro civil Flávio Coutinho apresentou a palestra “Propostas Alternativas para as Enchentes de Petrópolis”. Encerrando o seminário, Raquel Favaro, da Defesa Civil Municipal, apresentou as propostas da Prefeitura de Petrópolis para amenizar os impactos das enchentes por meio de ações inseridas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. Com informações do Cefet/RJ Petrópolis
Meteorologia do CREA-RJ e Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro realizam encontro para fortalecer a prevenção contra eventos climáticos extremos
No dia 10 de julho de 2026, o CREA-RJ, por meio da Câmara Especializada de Agronomia — CEAgro, o Departamento de Meteorologia da UFRJ e a Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro, vão realizar o “Encontro Defesa Civil e Meteorologia do CREA-RJ”. O evento, que tem apoio da Simtech e da Hobeco Sudamericana, acontece das 9h às 18h, na sede do Conselho, no Centro do Rio, com o objetivo fortalecer a prevenção, o monitoramento e a resposta a eventos climáticos extremos no estado do Rio de Janeiro, em benefício da segurança e da proteção da sociedade. O encontro também visa a promover a integração e a atualização técnica entre profissionais da Meteorologia, Defesas Civis Municipais e demais áreas correlatas. O público-alvo é formado por representantes das Defesas Civis do estado e municípios do Rio de Janeiro, bem como profissionais, estudantes, empresas, instituições de ensino e membros da sociedade que atuam na área de Meteorologia. Serviço: Evento: Encontro Defesa Civil e Meteorologia do CREA-RJ Data: 10 de julho de 2026 Hora: de 9h às 18h Local: Sede do CREA-RJ – Rua Buenos Aires, 40/4º andar – Centro, Rio de Janeiro Inscrições gratuitas e programação completa: clique aqui
Prefeitura do Rio inicia obras de horta urbana em Madureira com foco em produção agrícola e educação ambiental
A Prefeitura do Rio de Janeiro iniciou as obras de implantação de uma grande horta urbana no entorno do Parque Madureira, na Zona Norte da cidade. Segundo a administração municipal, o empreendimento será a maior horta urbana do mundo, ocupando uma área linear de aproximadamente três quilômetros ao longo da faixa de servidão da Light. Com investimento estimado em R$ 3,5 milhões, financiado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, o projeto está sendo executado pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e tem previsão de conclusão em cerca de um ano.A proposta prevê a criação de um espaço destinado ao cultivo de hortaliças, ervas aromáticas, plantas medicinais e outras culturas agrícolas, associado à implantação de equipamentos voltados à educação ambiental, à comercialização da produção e à promoção da agricultura urbana. Entre as estruturas previstas está um Mercado Produtor com aproximadamente 748 metros quadrados de área construída. O local contará com 54 boxes destinados à venda direta dos produtos cultivados, além de espaços de apoio administrativo, depósito e sanitários. O projeto também inclui a construção de um Centro de Educação Ambiental com cerca de 335 metros quadrados, equipado com auditório, salas de aula e áreas para exposições. O espaço deverá receber atividades educativas, oficinas e eventos relacionados à sustentabilidade, ao meio ambiente e à agricultura urbana. De acordo com a Prefeitura, a iniciativa busca promover a ocupação qualificada de áreas atualmente subutilizadas, associando produção de alimentos, geração de oportunidades econômicas e ações de educação ambiental. O projeto contempla ainda intervenções paisagísticas, plantio de árvores, implantação de jardins e instalação de bicicletários. A agricultura urbana tem sido adotada em diversas cidades como estratégia para ampliar a segurança alimentar, estimular práticas sustentáveis e fortalecer a integração entre áreas verdes e espaços urbanos. Nesse contexto, a implantação de estruturas permanentes para cultivo e comercialização pode contribuir para a valorização do território e para a aproximação da população com temas relacionados à produção de alimentos e à conservação ambiental. Fonte: Prefeitura do Rio de Janeiro