Evento CarbonAir debate processos de captura e utilização de carbono 

Com o objetivo de promover um debate técnico e científico sobre a inovações tecnológicas voltadas para a captura de carbono, o CREA-RJ, por meio da Câmara Especializada de Engenharia Química – CEEQ, realizou no dia 28 de maio de 2026, o evento “CarbonAir – Inovação Tecnológica Brasileira em Captura de CO2”. O encontro aconteceu na sede do Conselho, e reuniu engenheiros, professores, pesquisadores, representantes de empresas e estudantes. A mesa de abertura foi formada pelo 1º vice-presidente no exercício da presidência do CREA-RJ, engenheiro civil Luiz Carneiro; o coordenador da CEEQ, engenheiro químico Lourival Arruda; o coordenador-adjunto da CEEQ, engenheiro químico Alcestes Guanabarino; e os palestrantes do dia, a cofundadora e CEO da CarbonAir Energy, Bianca Peres Pinto, e o cofundador e CTO da CarbonAir Energy, José Adolfo Oliveira das Chadas. O 1º vice-presidente no exercício da presidência do CREA-RJ, engenheiro civil Luiz Carneiro, destacou a relevância do evento. “Esse é um evento muito atual e importante, e a grande presença dos profissionais no auditório reforça o interesse ao tema. Eu tenho muita satisfação de estar aqui ao lado do Lourival, do Alcestes, e dos companheiros da CarbonAir.” O coordenador da CEEQ, engenheiro químico Lourival Arruda, reforçou o tema debatido. “Nós vivemos um momento em que desafios climáticos exigem não apenas um compromisso, mas também inovação, desenvolvimento técnico e coragem para transformar as ideias em soluções concretas.” O coordenador-adjunto da CEEQ, engenheiro químico Alcestes Guanabarino, falou sobre o contexto climático vivido pela humanidade. “Infelizmente a raça humana está destinada a desaparecer, levando em conta o contexto em que vivemos. Além da contribuição negativa gerada pelas pessoas, existem também a ocorrência dos processos naturais que apontam para uma diminuição do oxigênio na atmosfera.” Após a mesa de abertura, a CarbonAir Energy realizou uma palestra técnica por meio de seus dois cofundadores. A primeira deep tech brasileira dedicada ao desenvolvimento e à implementação de soluções de captura e utilização de CO2, por meio de seus dois cofundadores, explicaram os processos técnicos e científicos da empresa. Finalizada a palestra, foi aberto o espaço para perguntas dos presentes no auditório. Ao término do encontro, os palestrantes receberam certificados do CREA-RJ pela participação no evento.o evento.

Plaorc Tech Summit Sul Fluminense reúne profissionais de Engenharia e Gestão em Volta Redonda

O Plaorc Tech Summit Sul Fluminense foi realizado nos dias 27 e 28 de maio, na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas de Volta Redonda (CDL). Organizado pela Academia Plaorc, com patrocínio do CREA-RJ, o evento reuniu engenheiros, gestores e líderes operacionais do Sul Fluminense para dois dias de conteúdo técnico, integração profissional e intercâmbio de experiências. Durante o encontro, o Conselho disponibilizou um ponto de atendimento aos participantes. O chefe de gabinete do CREA-RJ, Rodrigo Machado, e o 1º diretor das Regionais do Conselho, engenheiro civil e de Segurança do Trabalho Luciano da Silveira Pereira, participaram da cerimônia de abertura, representando a instituição. Em sua fala, Luciano Pereira ressaltou que, embora a tecnologia seja fundamental para o avanço e para o desenvolvimento da sociedade, são os profissionais que fazem com que ela aconteça. “Quanto mais avançada a tecnologia, maior a necessidade de profissionais qualificados, éticos e tecnicamente capacitados para interpretar os dados, tomar decisões e assumir responsabilidades técnicas sobre esses resultados”, disse. Ao longo da programação, o Plaorc abordou temas relacionados à governança, produtividade e previsibilidade em projetos, com foco na aplicação prática das discussões à realidade industrial e empresarial da região. A proposta do evento foi promover a integração entre planejamento, Engenharia e execução, estimulando o intercâmbio entre profissionais, empresas e organizações do Sul Fluminense. Fundada em 2005 e sediada em Volta Redonda, a Plaorc atua nas áreas de planejamento, custos e gestão de projetos, com atividades voltadas ao desenvolvimento de soluções para empreendimentos industriais. O Tech Summit Sul Fluminense integra a agenda da Academia Plaorc de capacitação e desenvolvimento profissional direcionada ao setor de Engenharia.

IBGE celebra 90 anos de produção de informações estratégicas sobre o país

Em 29 de maio de 2026, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) completa 90 anos de instalação oficial, consolidando uma trajetória marcada pela produção de informações estratégicas para o conhecimento do território brasileiro e o planejamento nacional. Ao longo de nove décadas, o instituto tornou-se a principal referência do país na produção de dados estatísticos, geográficos, cartográficos e socioeconômicos, desempenhando papel fundamental na compreensão das transformações populacionais, urbanas, econômicas e ambientais do Brasil. A origem do IBGE remonta à criação do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 1934, durante o processo de modernização administrativa promovido pelo governo federal na década de 1930. A instalação oficial do órgão ocorreu em 29 de maio de 1936, no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. Pouco depois, em 1937, foi incorporado ao instituto o Conselho Brasileiro de Geografia, iniciativa que consolidou a integração entre Estatística e Geografia como eixo estruturante da instituição. Em 1938, o órgão passou a adotar a denominação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mantendo até hoje a característica singular de reunir produção estatística e conhecimento territorial em uma mesma estrutura institucional. Desde então, o IBGE passou a desempenhar função estratégica para o Estado brasileiro, estruturando sistemas nacionais de informação capazes de retratar a realidade do país em diferentes dimensões. Os censos demográficos, realizados periodicamente, tornaram-se alguns dos principais instrumentos de conhecimento sobre a população brasileira, permitindo acompanhar o crescimento populacional, os movimentos migratórios, a urbanização e as mudanças nas condições de vida da sociedade ao longo das décadas. Além das pesquisas estatísticas, o instituto também consolidou ampla atuação na área das Geociências, desenvolvendo trabalhos de cartografia, geodésia, mapeamento territorial e produção de bases geoespaciais utilizadas em planejamento urbano, infraestrutura, gestão ambiental e desenvolvimento regional. A integração entre informações estatísticas e territoriais transformou o IBGE em uma referência técnica fundamental para órgãos públicos, universidades, centros de pesquisa e setores produtivos. Os levantamentos produzidos pelo instituto subsidiam políticas públicas em áreas como saúde, educação, mobilidade, saneamento, habitação e meio ambiente, além de orientarem investimentos públicos e privados. As informações produzidas pelo IBGE também são utilizadas na definição de indicadores econômicos e sociais, na distribuição de recursos federais e na elaboração de estudos sobre desigualdades regionais e dinâmicas territoriais. Ao longo de sua história, o instituto acompanhou as profundas transformações do território brasileiro, registrando o avanço da urbanização, a expansão das fronteiras agrícolas, o crescimento das cidades, as mudanças econômicas e a reorganização regional do país. Paralelamente, incorporou novas tecnologias e metodologias de coleta e processamento de dados, ampliando o acesso público à informação e fortalecendo a produção de conhecimento técnico sobre o Brasil. Nas comemorações dos 90 anos, o IBGE tem promovido uma série de ações institucionais e lançamentos comemorativos que ressaltam a importância da informação pública na formulação de políticas e no fortalecimento da cidadania. A campanha institucional “Meu Brasil, Nosso IBGE”, lançada neste ano, reforça o papel histórico da instituição na construção de um retrato amplo e permanente do país.

IBGE lança 8ª edição da Pesquisa de Inovação

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou, em 25 de maio de 2026, a 8ª edição da Pesquisa de Inovação (PINTEC), levantamento de periodicidade trienal que tem como objetivo construir indicadores das atividades de inovação em empresas com dez ou mais pessoas ocupadas nos setores industrial, de eletricidade e gás e em segmentos selecionados de serviços. O evento foi realizado na Casa Brasil IBGE, no Palácio da Fazenda, no Centro do Rio de Janeiro, com transmissão ao vivo pelo IBGE Digital. A pesquisa, realizada pelo IBGE desde o início dos anos 2000, havia sido interrompida após a publicação relativa ao triênio encerrado em 2017, acumulando quase uma década sem atualização. A ausência de dados comprometia a formulação de políticas públicas nas áreas de ciência, tecnologia e inovação, além de dificultar a avaliação de instrumentos como a Lei do Bem, principal mecanismo de incentivo fiscal à inovação no setor privado. A nova edição cobrirá os anos de 2023, 2024 e 2025 e incorpora atualizações metodológicas alinhadas aos padrões internacionais da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e do Manual de Oslo 2018. O escopo temático foi ampliado para incluir dimensões como inovação verde, transformação digital, inteligência artificial, automação, propriedade intelectual e práticas ambientais. A coleta de dados conta com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), operacionalizados pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), e com a participação de bolsistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Fonte: Agência IBGE

Dia do(a) Geógrafo(a)

Com o objetivo de homenagear os(as) profissionais que estudam o espaço geográfico e a interação entre a sociedade e a natureza, em 29 de maio é comemorado o Dia do(a) Geógrafo(a). A data foi instituída em 1936, devido à criação do Instituto Nacional de Estatística, atual Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.  No Brasil, as atividades desempenhadas pelos geógrafos(as) foram oficialmente estabelecidas pela Lei Federal n° 6.664 de 1979, visando definir os requisitos para sua execução e áreas de atuação direta, com as mesmas sendo fiscalizadas pelo Conselho Nacional de Engenharia e Agronomia (CONFEA) e os CREAs de cada região.  De acordo com esta lei, além de lecionar, cabe ao(a) geógrafo(a): “reconhecimentos, levantamentos, estudos e pesquisas de caráter físico-geográfico, biogeográfico, antropogeográfico e geoeconômico e as realizadas nos campos gerais e especiais da Geografia, que se fizerem necessárias”.  O(a) geógrafo(a) tem como papel fundamental analisar os detalhes físicos do ambiente e seus impactos sobre as pessoas e sobre a natureza, levando em conta o clima e os padrões apresentados por cada localização, além da economia, cultura, e os processos de globalização. A Geografia também está ligada a outras áreas do conhecimento, como Química, Geologia, Matemática, História, Física, Astronomia, Antropologia e Biologia. Além do trabalho com mapas – uma das ferramentas mais associadas ao profissional   Graduação A graduação em Geografia divide-se em Licenciatura (para ser professor) e Bacharelado (para técnico/pesquisador), com uma duração de três a cinco anos. O curso combina disciplinas teóricas e práticas, abordando tanto a Geografia Física, onde se estuda o relevo, clima, hidrografia e biomas; quanto a Geografia Humana, que analisa população, economia, urbanização e relações espaciais.  Mercado de trabalho A atuação do(a) geógrafo(a) não se limita apenas ao estudo físico da Geografia. O papel desses(as) profissionais se expande na realização de pesquisas voltadas ao impacto ambiental de empresas de engenharia e companhias dos setores de mineração e petróleo. Os(as) geógrafos(as) também são muito requisitados no setor público, por municípios e estados, para elaborar estudos ambientais e socioeconômicos, relatórios de estado do solo e planejamentos rural e urbano.     No campo da geopolítica, os(as) profissionais estudam a organização social, a economia e a política de países e regiões. A função também envolve a análise de como a Geografia influencia as relações de poder entre nações, empresas e grupos sociais. Os(as) geógrafos(as) avaliam recursos, fronteiras e localização, mapeando influências de atores estatais e não estatais e orientando o planejamento territorial, econômico e ambiental.  As outras áreas disponíveis no mercado de trabalho em que a Geografia se aplica inclui: Instituições de ensino: licenciatura para aulas no ensino fundamental, médio e superior, além da produção de materiais didáticos.  Geomarketing: análise de dados espaciais para estratégias de negócios  Geoprocessamento e Cartografia: uso de softwares (SIG), sensoriamento remoto e cartografia digital para mapeamento e análise espacial.  Planejamento Urbano e Rural: zoneamento, planejamento agrícola, logística e transportes, analisando a organização do espaço.  Fonte: Gov.br, Educa+Brasil, Indeed Confira o vídeo