Palestra Online e gratuita: A Meteorologia e as Comunicações Sociais

Com o objetivo de discutir a atuação profissional dos meteorologistas na Comunicação Social e estimular a troca de conhecimentos técnicos entre os profissionais, o CREA-RJ, por meio da Câmara Especializada de Agronomia, e com o apoio da SBMET e do Departamento de Meteorologia da UFRJ, realiza o evento online “A Meteorologia e as Comunicações Sociais: O Desafio da Informação da Previsão do Tempo e dos Eventos Climáticos nas Mídias Televisivas e Sociais”. Será no dia 17 de setembro, das 19h às 20h30, pela plataforma Google Meet.  Inscreva-se aqui. Programação 19h – Abertura do evento com o Coordenador-Adjunto da CEAgro, Meteorologista Anselmo de Souza Pontes 19h10 – Palestras Meteorologista Hana Carolina Vieira da Silveira Mestre em Meteorologia pela UFRJ Meteorologista da Climatempo/TV Globo Meteorologista César Soares Mestre em Meteorologia pelo lAG/USP Meteorologista e Criador de conteúdo meteorológico da Climatempo/TV Globo 20h15 – Perguntas 20h30 – Encerramento Link da videochamada: https://meet.google.com/vtm-suea-vwm

Últimos dias para as indicações ao Prêmio David Azambuja do Mérito Florestal 2025

Termina na sexta-feira, dia 12 de setembro, o prazo para as indicações ao Prêmio David Azambuja do Mérito Florestal 2025, destinado a reconhecer profissionais da Engenharia Florestal que se destacam por sua conduta ética, estudos, projetos e iniciativas em prol do desenvolvimento sustentável e da preservação do patrimônio natural do Brasil.  Instituído pela Câmara Especializada de Engenharia Florestal, o prêmio presta homenagem à memória do engenheiro David de Azambuja, um pioneiro da Engenharia Florestal no Brasil, reconhecido por sua participação na elaboração do Código Florestal Brasileiro, na criação de unidades de conservação e na formação de gerações por meio de ensino e pesquisa. O julgamento das indicações será conduzido pela Câmara Especializada de Engenharia Florestal, que também é a responsável por analisar eventuais casos não previstos no regulamento. Para mais informações: [email protected] Regulamento e fica de indicação: https://www.crea-rj.org.br/premiodavidzambuja/

Contagem regressiva para o Congresso Estadual de Agronomia

Faltam poucos dias para o início do Congresso Estadual de Agronomia (CEA), que acontecerá nos dias 11, 12 e 13 de setembro na Universidade Estadual do Norte Fluminense – UENF com o tema “Mudanças Climáticas, Sustentabilidade e Inteligência Artificial”. O evento é uma realização da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado do Rio de Janeiro (AEARJ) com patrocínio do CREA-RJ e da Mútua -RJ.  As inscrições para o 10º CEA estão disponíveis pelo Sympla, com valores acessíveis para estudantes e profissionais associados à AEARJ.  Saiba mais aqui: https://aearj.org.br/ 10º Congresso Estadual de Profissionais Data: 10,11 e 12 de setembro Local: UENF – Universidade Estadual do Norte Fluminense Endereço: Avenida Alberto Lamego, 2000 – Parque Califórnia – Campos dos Goytacazes Resumo da programação 11/09/2025 (Quinta-feira) 9h – Início das inscrições. 10h às 13h – Apresentação de Startups e Empresas Jr. 14h às 16h – Abertura Oficial do Congresso. 16h às 18h – 1º Painel: Mudanças Climáticas. Tema: Segurança Hídrica para Populações, Rebanhos e Plantações. 12/09/2025 (Sexta-feira) 8h30 às 12h30 – Curso de inteligência artificial para os Engenheiros Agrônomos. 14h às 16h – 2º Painel: Licenciamento Ambiental Agropecuário do Estado do Rio de Janeiro: Tema: Perspectivas para o Enfrentamento das Mudanças Climáticas. 16h às 18h – 3º Painel: Desenvolvimento Econômico Tema: Vantagens Comparativas da Agricultura do Rio de Janeiro. 13/09/2025 (sábado)  9h às 10h30 – Homenagem aos Engenheiros Agrônomos. 10h30 às 12h – 4º Painel Sobre o Profissional da Agronomia. Tema: Engenheiro Agrônomo do Presente do Futuro 12h – Apresentação da carta do Congresso e Confraternização. Confira aqui a programação detalhada: https://aearj.org.br/10-congresso-estadual-de-agronomia/ Sobre a AEARJ A Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado do Rio de Janeiro (AEARJ) é uma entidade sem fins lucrativos que representa e valoriza os profissionais da Agronomia no estado. Com atuação voltada ao fortalecimento da categoria, à defesa da profissão e ao desenvolvimento sustentável do setor agropecuário e ambiental, a AEARJ promove eventos técnicos, debates, cursos e iniciativas que aproximam os engenheiros agrônomos da sociedade.  Também atua em articulação com instituições públicas e privadas para incentivar políticas agrícolas, inovação e boas práticas no campo. Reconhecida como voz ativa do agronegócio fluminense, a AEARJ busca contribuir para a segurança alimentar, a preservação dos recursos naturais e o avanço científico e tecnológico no meio rural.

Allan Borges, da Cedae, defende urbanismo conectado com a dignidade dos cidadãos

Em artigo publicado na seção de Opinião do jornal “O Dia”, o presidente do Comitê de Sustentabilidade e chefe de Gabinete da Cedae, professor Allan Borges, afirma que o futuro das cidades não está em planos grandiosos, mas, sim, nas pequenas e cotidianas ações que transformam espaços em lugares de alta potência estética, funcional e simbólica. Ele defende a ideia de que a cidade ideal não é a perfeita, mas a que existe, com suas imperfeições, e que a essência do “fazer-cidade” reside no direito insurgente de moldar o ambiente de acordo com as necessidades e desejos de seus habitantes. Borges argumenta  também que as legislações e os planos formais, lentos e previsíveis, não conseguem acompanhar a urgência da vida urbana. O urbanismo tático surge, então, como uma resposta a essa ineficiência. Segundo ele, é um método e uma ética que devolve à população a capacidade de coautoria sobre o território, de acordo com o que o geógrafo britânico David Harvey chama de direito perdido da população de não apenas usar a cidade, mas de moldá-la. “Essa transição do “onde se passa” para o “onde se vive” é o cerne do fazer-cidade. Jan Gehl (arquiteto e urbanista dinamarquês) ressalta que cidades projetadas para caminhar, sentar e conversar conduzem à distribuição equitativa da dignidade urbana”, escreveu Borges. ​O texto do professor destaca exemplos concretos dessa abordagem, como as Superilles de Barcelona, que reordenaram quarteirões para priorizar pedestres, resultando em melhoria da qualidade do ar, redução de ruído e fortalecimento dos laços comunitários. Para Borges, esses projetos são uma prova de que a transformação urbana pode acontecer por meio de intervenções rápidas e criativas. ​Allan Borges ressalta, ainda, que a cidade não é um cenário neutro, mas um palco de projetos de vida, onde o espaço é disputado. Ele relaciona o “fazer-cidade” com o “fazer-justiça”, ampliando as capacidades humanas e garantindo que a cidade seja um lugar para permanecer e não apenas para passar. O urbanismo tático, embora não resolva todos os problemas, segundo o autor, amplia as capacidades, reabilita os sentidos e dá margem à criação coletiva. ​Ao final de sua análise, Borges nos convida a uma reflexão sobre a questão fundamental: para quem é a cidade? E conclui que se for para ser apenas um local de passagem, ela se perde. Mas se for para ser um lugar de viver, ela se encontra. Para ele, fazer-cidade é devolver a cidade ao corpo e o corpo ao lugar. O urbanismo, portanto, não deveria ser apenas um conjunto de intervenções pontuais. Ele se torna importante se apresentar uma mudança de paradigma, uma quebra com a visão tradicional que via o espaço urbano como algo a ser rigidamente planejado e imposto de cima para baixo. Em vez disso, ele promove a criação de uma cidade mais democrática e humana, onde a voz e a ação da comunidade são tão importantes quanto as diretrizes técnicas.  ​Ao abraçar essa filosofia, a cidade se torna um organismo vivo em constante evolução. Cada jardim comunitário plantado em um terreno baldio, cada mural pintado em uma parede cinza e cada rua transformada em praça de convivência são pequenos atos de rebeldia criativa. Eles não apenas melhoram a estética e a funcionalidade do lugar, mas também reforçam a identidade local e o senso de pertencimento. A cidade, então, passa a ser um reflexo de seus habitantes: imperfeita, em constante transformação, mas cheia de vida, personagens e suas histórias. Ela não é mais apenas uma estrutura física, mas um espaço de afeto, onde a vida é possível. LEIA A ÍNTEGRA DO ARTIGO DE ALLAN BORGES https://odia.ig.com.br/opiniao/2025/09/amp/7121837-allan-borges-fazer-cidade-o-direito-vivo-ao-lugar.html