Geógrafo Roberto Lobato Azevedo Corrêa

Roberto Lobato Azevedo Corrêa é graduado em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ (1961), com especialização em Geografia Regional pela Université de Strasbourg, na França (1964-1965), mestrado em Geografia Urbana pela University of Chicago (1974) e doutorado em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1999), com a tese intitulada “Trajetórias Geográficas: Cinco Temas”, orientada por Maurício de Almeida Abreu.  Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), vinculado ao Instituto de Geociências, Departamento de Geografia, atuando no Programa de Pós-Graduação em Geografia. Possui vasta experiência em Geografia, especialmente em Geografia Urbana, Geografia Cultural e estudos sobre redes urbanas e organização interna das cidades.  Trabalhou como servidor público na UFRJ de 1995 a 2009, em regime de dedicação exclusiva, e desde 2010 atua como professor colaborador voluntário. Antes, de 1959 a 1993, foi geógrafo no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atuou também junto ao Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Espaço e Cultura da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) entre 1993 e 2015. Desenvolveu projetos de pesquisa relevantes, como “Formas Simbólicas e Espacialidade” e “Áreas Sociais: Uma Avaliação Crítica”, ambos financiados pelo CNPq.  Recebeu diversos prêmios de destaque na área de Geografia, como o Prêmio Manuel Correia de Andrade (2015), o Preston E. James Award (2012), o Prêmio Internacional Milton Santos (2009) e o Prêmio Internacional de Geo-Crítica (2003). Publicou diversos livros e artigos acadêmicos, sendo autor e organizador de obras como Caminhos Paralelos e Entrecruzados (2018) e Geografia Cultural: Uma Antologia (2012).  Além de sua intensa produção acadêmica, orientou inúmeras dissertações e teses de mestrado e doutorado, contribuindo significativamente para a formação de novos pesquisadores em Geografia.

Geógrafo Jorge Soares Marques

Jorge Soares Marques é graduado em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 1969) e em Economia pela Sociedade Unificada de Ensino Superior Augusto Motta (SUAM, 1981), com mestrado em Geografia pela UFRJ (1976) e doutorado em Geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP, 1990). Atua na área de Geociências, com ênfase em Geografia Física, especialmente em Geomorfologia Fluvial e Costeira, Ocupação e Uso do Solo e Análise Ambiental.  Foi professor adjunto do Departamento de Geografia da UFRJ de 1970 a 1998, onde também exerceu funções administrativas como Diretor do Instituto de Geociências (1994-1998) e Chefe de Departamento em diferentes períodos. Entre 1999 e 2000, lecionou na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) como professor horista. De 2000 a 2013, foi professor adjunto do Instituto de Geografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), ministrando disciplinas na graduação e na pós-graduação e coordenando o Programa de Pós-Graduação em Geografia entre 2003 e 2006. Marques também desenvolveu projetos de pesquisa como “A Geomorfologia no Diagnóstico e na Previsão de Mudanças Ambientais em Níveis Locais e Regionais” e “Implicações Interativas das Condições Naturais e do Uso do Solo no Estado Presente e Futuro dos Ambientes Urbanos e Rurais”. Atuou como bolsista pesquisador III A do CNPq e presta consultorias ad hoc para órgãos como CNPq, CAPES, FINEP, FAPERJ e periódicos especializados. Sua produção acadêmica inclui artigos científicos, livros e capítulos de livros sobre geomorfologia, sedimentação costeira, impactos ambientais e uso do solo. No âmbito da formação complementar, realizou cursos e treinamentos em áreas como sensoriamento remoto (INPE, 1974), processos de sedimentação no Quaternário, morfologia climática e pedologia, todos na UFRJ na década de 1970. Em termos linguísticos, lê bem em espanhol, francês e inglês, compreendendo bem os três idiomas. Foi patrono e paraninfo de formaturas de cursos de Geografia na UERJ em diversas ocasiões entre 2003 e 2008. Atualmente, Jorge Soares Marques exerce atividades autônomas de ensino e pesquisa, mantendo seu foco na Geografia Física aplicada à análise e gestão ambiental​.

Geógrafo Dieter Carl Ernst Heino Muehe

Graduou-se em Geografia pela Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1965. Possui mestrado em Geografia pela mesma universidade (1975) e doutorado em Ciências da Natureza (ênfase em Geomorfologia Costeira), pela Christian-Albrechts Universtät Kiel, Alemanha (1982).  É professor titular aposentado da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Geomorfologia Costeira e Geografia Marinha, atuando principalmente em temas como processos costeiros, morfodinâmica de praia e vulnerabilidade costeira. Foi membro do Comitê Executivo de delimitação da plataforma continental jurídica brasileira (Projeto LEPLAC) durante o período de 1991 a 2013 e do Comitê Executivo do Sistema Global de Observação dos Oceanos (GOOS Brasil), como responsável pelo módulo costeiro durante o período de 1996 a 2009.  Participou, junto à Petrobras, da adaptação da classificação de sensibilidade ambiental a derrames de óleo, da NOAA, às características geomorfológicas do litoral brasileiro. Como consultor do Ministério do Meio Ambiente participou do Projeto Orla na definição dos limites físicos da orla costeira, no Macrodiagnóstico da Zona Costeira Brasileira na Escala da União e no Macrodiagnóstico da Zona Costeira e Marítima do Brasil. Participou dos estudos de vulnerabilidade à mudança do clima para a região costeira da cidade do Rio de Janeiro e para o Estado do Rio de Janeiro.  Foi o organizador do livro Erosão e Progradação do Litoral Brasileiro e do livro Panorama da Erosão Costeira no Brasil. Recebeu o prêmio FCW (Fundação Carlos Wessel) para Ciência Aplicada ao Mar e é Hidrógrafo Honorário concedido pela Diretoria de Hidrografia e Navegação do Ministério da Marinha. Participou da Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais (Rede CLIMA) e do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, e desenvolve o projeto Vulnerabilidade e Riscos Potenciais associados às mudanças climáticas: litoral leste e sul-oriental do Estado do Rio de Janeiro.  A partir de 2015 até 2017 atuou, na qualidade de Professor Visitante Nacional Sênior (PVNS), junto ao Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) com participação em projetos de geomorfologia e vulnerabilidade costeira no litoral do Espírito Santo.e no ensino na pós-graduação sobre processos costeiros, geomorfologia aplicada e geografia marinha. Participou do Projeto Rede Rio Doce Mar/UFES/FEST/RENOVA na avaliação dos efeitos do rompimento da barragem de Mariana sobre as praias e fundo marinho próximo na área de influência da descarga do Rio Doce e do Projeto Vulnerabilidade erosiva e soluções de proteção para o litoral sul do Espírito Santo – CNPq.  Dieter Carl Ernst Heino Muehe encerrou suas atividades em abril de 2023.

Engenheiro Eletricista e de Segurança do Trabalho Luiz Antonio Cosenza

Engenheiro Eletricista formado pela Universidade Gama Filho (UGF), em 1975. Engenheiro de Segurança do Trabalho formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em 1976. Fez Curso de Especialização em Engenharia de Avaliações e Perícias Judiciais pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Curso de pós-graduação em Financiamento de Projetos de Transportes – FGV Como profissional ingressou na RFFSA em 1976 no Departamento de Eletrificação e através de sucessão transferiu-se para a CBTU e para a Companhia Fluminense de Trens Urbanos – FLUMITRENS, empresa Estadual, sucessora da RFFSA e CBTU, tendo ocupado os cargos de Gerente de Subunidade de Manutenção de Sistemas de Energia, Gerente de Unidade de Manutenção de Sistemas de Energia e Gerente de Manutenção de Sistemas de Energia do Corredor de Santa Cruz. Responsável técnico pela RFFSA e CBTU junto ao CREA/RJ. Em 1999, foi Diretor de Produção da FLUMITRENS. Em 2002, foi Presidente da Companhia Estadual de Engenharia de Transporte e Logística (CENTRAL) tendo acumulado à época o cargo de Diretor de Administração e Finanças. Em 2003, Assessor da Diretoria Técnica da CBTU (Ministério das Cidades). Em 2004, Adjunto da Diretoria de Planejamento, Expansão e Marketing da CBTU (Ministério das Cidades). Em 2004, Diretor de Planejamento, Expansão e Marketing da CBTU (Ministério das Cidades). Foi Diretor da Associação de Engenheiros Ferroviários – AENFER por quatro mandatos consecutivos; Presidente do Sindicato Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro; Diretor do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro por seis mandatos; Conselheiro do Clube de Engenharia; Conselheiro do Clube da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas; Coordenador da Câmara Especializada de Energia Elétrica do CREA-RJ, eleito por 8 mandatos; Vice Presidente do Crea-RJ por três mandatos; Coordenador de diversas Comissões no Crea-RJ, tais como, Comissão de Análise e Prevenção de Acidentes, Comissão de Ética Profissional e da Comissão de Orçamento e Tomada de Contas Foi um dos autores da Norma sobre Iluminação de Pátios Ferroviários – ABNT. Foi presidente do Crea-RJ por dois mandatos.