Conecta Volta Redonda e Barra Mansa abre inscrições gratuitas

O Conecta Volta Redonda e Barra Mansa é um grande encontro de conexões, ideias e desenvolvimento regional, que acontecerá dia 27 de agosto, a partir das 9h,  na Associação Comercial de Volta Redonda. O tema desta edição é “Do aço à ação: o encontro entre indústria, inovação e desenvolvimento regional”. O evento, que conta com o patrocínio do CREA-RJ, reunirá empresários, lideranças, instituições e profissionais que acreditam na força do associativismo, da inovação e do empreendedorismo para impulsionar transformações reais na região. Programação: Painel 1, às 14h – Palestra Magna: Empreendedorismo e Desenvolvimento local Painel 2, às 15h – Clusters Setorial: Empreendedorismo, Finanças e Crédito Painel 3, às 16h – Cluster Metal: Desafios e Oportunidades para o Futuro da Industria do Aço Painel 4, às 17h – Desenvolvimento Econômico sobre as Várias Formas de Turismo Resultados anteriores:  R$30 milhões em Negócios Gerados 95% de Aprovação do Público 3.000 participantes conectados 337 empresários conectados Será uma excelente oportunidade para gerar negócios, fortalecer parcerias e trocar experiências com quem está fazendo a diferença. Inscrições gratuitas: https://conectaaco.com.br/ Data: 27/08 Hora: 9h Local: Sede da Associação Comercial, Industrial e Agropastoril de Volta Redonda Rua Emb. Assis Chateaubriand, 18 – Aterrado, Volta Redonda

Presidente do CREA-RJ parabeniza os advogados pelo seu dia

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ), engenheiro Miguel Fernández, parabeniza todos os advogados e advogadas na pessoa da presidente da OAB-RJ, Ana Tereza Basílio, pelo Dia dos Advogados. “Aos incansáveis defensores da justiça, neste dia 11 de agosto, expressamos nossa profunda gratidão e admiração. A data, que marca a criação dos primeiros cursos de direito no Brasil, é um lembrete do valor inestimável da profissão de advogado para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa. Mais do que meros aplicadores da lei, vocês são a voz dos que não podem falar por si, o porto seguro em momentos de vulnerabilidade e o farol que guia através das complexidades do sistema jurídico. Em cada petição, em cada audiência, em cada parecer, reside o compromisso com a ética, a verdade e a defesa dos direitos fundamentais. Parabenizamos a todos os advogados e advogadas por sua dedicação, resiliência e paixão. Que este dia renove o propósito de lutar incansavelmente por um mundo onde a justiça prevaleça e os direitos sejam respeitados. Obrigado por serem a base de um estado democrático de direito, protegendo a cidadania e fortalecendo a confiança na busca pela equidade. Feliz Dia do Advogado!” Miguel Fernández, presidente do CREA-RJ 

Dia do(a) Estudante

No dia 11 de agosto, é celebrado o Dia do Estudante, data que destaca a importância da educação de qualidade para a formação de cidadãos que estão na fase de buscar conhecimento e contribuir para o desenvolvimento da sociedade como um todo. A data faz alusão ao 11 de agosto de 1827, quando o Imperador D. Pedro I instituiu os dois primeiros cursos brasileiros de ensino superior nas áreas de Ciências Jurídicas e Ciências Sociais, na Faculdade de Direito de Olinda (PE) e na Faculdade de Direito do Largo São Francisco (SP).  O primeiro curso superior do Brasil foi criado em 1808, com a chegada da família real portuguesa ao país. Durante todo o século XIX, o ensino superior brasileiro esteve restrito a uma parcela extremamente limitada da população, com pouquíssimas instituições no país. No entanto, logo no início do século 20, com o crescimento da industrialização e das cidades, os estudantes também cresceram em número e importância. Atualmente, no Brasil, cerca de 47,3 milhões de estudantes na educação básica (educação infantil, ensino fundamental e ensino médio), distribuídos em aproximadamente 178,5 mil escolas, de acordo com o Censo Escolar 2023. No ensino superior, são mais de 9,9 milhões de estudantes, com um crescimento de 5,6% em 2023 em comparação com 2022, segundo o Censo da Educação Superior. Isso demonstra uma melhoria em relação ao contexto da pandemia em 2020, em que a evasão escolar atingiu um percentual de 128%, saindo de 165 mil para 377 mil estudantes desistentes da escola. Porém, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 53,6% dos jovens de 15 a 17 anos, que abandonaram a escola antes de terminar, não concluíram o ensino fundamental. Em relação aos jovens de 18 a 24 anos, grupo de pessoas que já poderia ter finalizado a escola, 59,6% largaram os estudos antes do ensino médio. Em relação ao gênero, 36,2% das mulheres abandonaram a escola por gravidez e a necessidade de cuidar de casa, o que demonstra que, apesar dos avanços, ainda há um longo caminho para assegurar a qualidade e permanência da educação para esses estudantes.  Organização Estudantil O movimento estudantil tem seus primórdios em 1901, quando é criada a Federação dos Estudantes Brasileiros, entidade pioneira, porém que teve pouco tempo de atuação. Já em 1910 é realizado o I Congresso Nacional de Estudantes, em São Paulo. O rápido aumento do número de escolas, nas primeiras décadas do século, acompanhou também a rápida organização coletiva dos jovens, que desde o início de sua atuação, estiveram envolvidos com as principais questões do país. A partir da Revolução de 1930, a politização do ambiente nacional levou os estudantes a atuarem firmemente em organizações como a Juventude Comunista e a Juventude Integralista. A diversidade de opiniões e propostas crescia, assim como o desejo de todos em formar uma única entidade representativa, forte e legítima, para promover a defesa da qualidade de ensino, do patrimônio nacional e da justiça social.  Em 1938, foi criada a União Nacional dos Estudantes (UNE), localizada no Rio de Janeiro, com o objetivo de ser a entidade máxima para promover a defesa na qualidade de ensino, do patrimônio nacional e da justiça social. A oficialização da UNE como entidade representativa dos universitários aconteceu por meio do Decreto-Lei 4.080, de 1942, sancionado pelo presidente Vargas. Porém, com o Golpe Militar de 64, o movimento estudantil se tornou ilegal, permanecendo dessa forma por 20 anos. A entidade só voltou à legalidade em 1985, quando foi aprovada pelo Congresso Nacional. Fontes: Arquivo Nacional; Agência Gov; Câmara dos Deputados; IBGE; UNE.