Presidente do CREA-RJ anuncia parceria com a Prefeitura de São Pedro da Aldeia
Em visita a São Pedro da Aldeia (RJ), nesta quinta-feira, dia 4 de abril, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ), engenheiro Miguel Fernández, anunciou que vai firmar parceria com a Prefeitura daquele município e o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio (CAU/RJ) para realizar uma ação conjunta de fiscalização naquela cidade da Região dos Lagos. O objetivo da medida é combater as obras irregulares e o exercício ilegal das profissões de engenheiro e arquiteto. “Queremos estar mais presentes nessa importante região do estado, onde tem se dado grande expansão da indústria da construção civil”, afirmou Fernández, que se reuniu com o prefeito de São Pedro da Aldeia, Fábio do Pastel, e o presidente do CAU/RJ, Sydnei Menezes, na sede da prefeitura daquele município. “Estamos dando um passo concreto para esta parceria, agora com o CREA, para uma ação conjunta que vai coibir todo tipo de obras irregulares”, disse o presidente do CAU, acrescentando que o exercício ilegal da profissão “coloca em risco a vida das pessoas”. O prefeito de São Pedro da Aldeia, Fábio do Pastel, destacou a importância da parceria com as entidades profissionais para o desenvolvimento urbano e a segurança da cidade. “Estamos trabalhando para tornar São Pedro da Aldeia uma cidade cada vez mais organizada e preparada para o futuro. Essa parceria será fundamental para garantir que as obras e projetos sigam padrões técnicos de qualidade e segurança, além de oferecer oportunidades de capacitação para os profissionais do setor”, destacou o prefeito. Também participaram da reunião na prefeitura o secretário de Obras e Desenvolvimento Urbano de São Pedro da Aldeia, Hildegardo Milagres; o secretário adjunto de Urbanismo, Wallace Camilo; o chefe de gabinete da presidência do CREA-RJ, Rodrigo Machado; o gerente de fiscalização do CREA-RJ, Cosme Chiniara; e integrantes da Associação de Arquitetos e Engenheiros da Reunião dos Lagos (Asaerla), que intermediou o encontro. O presidente da Asaerla, o engenheiro eletricista Marco Antonio Pereira lembrou que a entidade foi fundada há 48 anos e reúne 206 profissionais. Em solenidade realizada no Hotel Malibu, em Cabo Frio, a Asaerla homenageou quatro profissionais que participaram da criação e fundação da entidade, em 1977: os engenheiros José Airton de Almeida Lima e Mário Márcio Saab; e os arquitetos Luiz Fernando Lobo e Aristarco Acioli de Oliveira, que exerceu a profissão por mais de 50 anos. Os profissionais receberam diplomas de homenagem das mãos dos presidentes da Asaerla, do CREA-RJ e do CAU/RJ. Em São Pedro da Aldeia, os presidentes do CREA-RJ, do CAU/RJ e profissionais da Asaerla visitaram a recém-inaugurada e mais nova unidade da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) que tem 3 mil e 200 metros quadrados de área construída e recebe cerca de mil alunos por dia, naquela cidade da Região dos Lagos. A visita foi guiada pelo gerente executivo regional da Firjan/Senai, Anderson Carolo. Ele lembrou que a unidade oferece cursos técnicos de construção civil, sistemas de refrigeração, energia fotovoltaica e energia elétrica, mas a maior demanda é na área da construção civil, que tem atraído muitos alunos. O presidente do CREA-RJ, Miguel Fernández, parabenizou a Firjan pela iniciativa, mas observou que é preciso também alertar os alunos que eles precisam sempre receber supervisão técnica de profissionais registrados e habilitados no Conselho para garantir a segurança das obras e, com isso, reduzir os riscos à sociedade.
Comunicado Importante
Devido à previsão de chuvas muito fortes com raios e rajadas de vento no estado do Rio de Janeiro na tarde desta sexta-feira, 4 de abril, visando à segurança de todos, o expediente do Conselho será interrompido às 15h na Sede, Inspetorias e Postos de Relacionamento. O atendimento voltará ao normal na segunda-feira, 7 de abril, das 9h às 17h.
Nova geração de modelos de linguagem de código aberto impulsiona a democratização da inteligência artificial

Uma nova família de modelos de linguagem de grande porte (LLMs), lançada pela Google em abril de 2024, segue gerando impacto e avanços significativos na acessibilidade e no desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA). Desenvolvidos por uma equipe de pesquisa, os modelos, conhecidos como Gemma 3, representam um passo importante na evolução da IA generativa, com foco em desempenho aprimorado e flexibilidade para desenvolvedores e pesquisadores. Modelos de linguagem como o Gemma 3 são construídos com base em redes neurais artificiais, treinadas em vastos conjuntos de dados de texto e código. Através desse processo, eles aprendem a identificar padrões na linguagem, permitindo-lhes gerar texto, traduzir idiomas, responder a perguntas e realizar diversas outras tarefas. A arquitetura desses modelos permite que eles compreendam o contexto e a nuance da linguagem humana, tornando as interações mais naturais e eficazes. Avanços e diferenciais da nova geração A nova geração de modelos apresenta melhorias em diversas áreas. Uma das principais é a capacidade de lidar com instruções mais complexas e gerar respostas mais coerentes e relevantes. Além disso, os modelos demonstram um desempenho aprimorado em tarefas que exigem raciocínio e compreensão de contexto. Um aspecto importante é a disponibilidade em código aberto. Isso significa que o código-fonte dos modelos é publicamente acessível, permitindo que desenvolvedores e pesquisadores de todo o mundo o examinem, modifiquem e aprimorem. Essa abordagem colaborativa acelera a inovação e garante que os benefícios da IA sejam amplamente distribuídos. Outro diferencial reside na otimização para diferentes plataformas e dispositivos. Os modelos foram projetados para serem executados em uma variedade de ambientes, desde servidores de alta performance até dispositivos com recursos limitados, como laptops e smartphones. Essa flexibilidade abre novas possibilidades para a aplicação da IA em diversos setores. Impacto na sociedade e desafios futuros O avanço dos modelos de linguagem tem o potencial de transformar diversos aspectos da sociedade. Na área da educação, podem ser utilizados para personalizar o aprendizado e fornecer suporte individualizado aos alunos. No setor de saúde, podem auxiliar no diagnóstico de doenças e no desenvolvimento de novos tratamentos. Na indústria, podem automatizar tarefas repetitivas e otimizar processos. No entanto, o desenvolvimento e a implantação de modelos de linguagem também apresentam desafios importantes. É fundamental garantir que esses modelos sejam utilizados de forma ética e responsável, evitando a disseminação de informações falsas, a discriminação e outros impactos negativos. Além disso, é preciso investir em pesquisa para mitigar os riscos associados à IA, como a perda de empregos e a concentração de poder. Guia rápido para começar a usar o Gemma 3 Escolha a versão Gemma 3 está disponível em diferentes tamanhos (2B e 7B parâmetros) e formatos. A versão 2B é mais leve e rápida, ideal para dispositivos com recursos limitados. A versão 7B oferece maior precisão, mas exige mais poder de processamento. Acesso Os modelos Gemma 3 estão disponíveis em plataformas como Kaggle, Hugging Face e Google Cloud Marketplace. É preciso criar uma conta nessas plataformas para acessar os modelos. Configuração do ambiente Para utilizar os modelos, é necessário um ambiente de desenvolvimento Python com as bibliotecas necessárias instaladas, como TensorFlow ou PyTorch. As plataformas de acesso geralmente fornecem instruções detalhadas sobre como configurar o ambiente. Carregamento do modelo É preciso utilizar as bibliotecas apropriadas para carregar o modelo escolhido em seu ambiente de desenvolvimento. Interação com o modelo Uma vez carregado, é possível interagir com o modelo fornecendo um prompt de texto. O modelo irá gerar uma resposta com base em seu treinamento e no prompt fornecido. Fonte: Google