UFSJ realiza pesquisa nacional “Profissão Geógrafo(a): quais lugares ocupamos na sociedade?”

O Departamento de Geociências (DEGEO) da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ), de Minas Gerais, está realizando, em todo o Brasil, a pesquisa “Profissão Geógrafo(a): quais lugares ocupamos na sociedade? I Contribua com elementos para compreender a profissão no cenário atual, seus desafios e oportunidades”.  A pesquisa está sob a responsabilidade das pesquisadoras geógrafas Dra. Patrícia Martinelli  e  Dra. Adelaine Ellis Carbonar dos Santos,  da Universidade Federal de São João Del Rei .  “Esta pesquisa tem por objetivo explorar o panorama de atuação profissional do Geógrafo no Brasil. Queremos compreender um pouco mais sobre a profissão no cenário atual e a partir deste panorama atuarmos de forma mais articulada para compreender as oportunidades e ações de fortalecimento na formação e carreira deste profissional”, afirma a pesquisadora Patricia Martinelli, coordenadora dos cursos de Geografia em Licenciatura e Bacharelado da UFSJ. Os resultados serão divulgados sem exposição individual dos participantes, que podem desistir ou descontinuar a participação na pesquisa a qualquer momento. Os(as) geógrafos(as) que quiserem participar da pesquisa devem acessar o link  https://forms.gle/3kCGprqoychzRhss6 Em caso de dúvidas  envie e-mail para [email protected] identificando o e-mail com o assunto “Pesquisa Profissão Geógrafa/o”.  Conheça as pesquisadoras Patricia Martinelli Docente do Departamento de Geociências da Universidade Federal de São João Del Rey/MG (2023). Possui graduação em Geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1999), onde também cursou mestrado em Geografia (2004) e doutorado em Geografia (2017), na Área de Concentração de Organização do Espaço. Atualmente é coordenadora dos Cursos de Geografia em Licenciatura e bacharelado da UFSJ, integra o Núcleo Docente Estruturante e Colegiado e participa do Fórum das Licenciaturas UFSJ. No campo técnico/aplicado, possui diversos trabalhos realizados com participação, elaboração e consultoria em planos municipais, auditorias e projetos ambientais, especialmente na área de diagnóstico, práticas participativas do processo e atuação em coordenação de equipes multidisciplinares em Gerenciamento de áreas Contaminadas (diagnóstico água e solo e impactos à saúde humana e populações de entorno). Adelaine Ellis Carbonar dos Santos Doutora em Geografia (Programa de Pós-Graduação em Geografia/UEPG – 2020), Mestra em Gestão do Território (Programa de Pós-Graduação em Geografia/UEPG – 2015), Especialista em Ensino de Biologia (Universidade de Londrina/UEL – 2019), Licenciada em Ciências Biológicas (UEPG), Licenciada em Geografia (UNINTER). Pesquisadora do Grupo de Estudos Territoriais (GETE/UEPG), desenvolve pesquisas relacionadas aos Espaço Geográfico, Educação, Sexualidades, Gênero, LGBTfobia, Políticas Públicas e Produção Científica. Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de São João del Rei – Departamento de Geociências (UFSJ/DEGEO).

Brasil e Peru firmam termo de reciprocidade para engenheiros

O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) assinará um Termo de Reciprocidade com o Colégio de Engenheiros do Peru. O acordo, que será oficializado no dia 10 de abril, em Lima, permitirá o registro de engenheiros brasileiros no país vizinho, facilitando sua atuação profissional e promovendo a mobilidade profissional e a troca de conhecimentos entre os dois mercados. A iniciativa segue o modelo de cooperação já estabelecido pelo Confea com a Ordem dos Engenheiros de Portugal, que permite o registro simplificado de profissionais brasileiros no país europeu. A cerimônia de assinatura ocorrerá durante uma visita técnica ao megaporto de Chancay, um ambicioso projeto financiado por investidores chineses. Considerado estratégico, o porto tem potencial para se tornar o maior centro comercial marítimo da América Latina, impulsionando as relações econômicas entre o Peru e o restante do continente. Além da parceria com o Peru, o Confea também trabalha para expandir o reconhecimento internacional dos engenheiros brasileiros. Um dos projetos em andamento é a certificação Certified Professional Agronomist Engineer – Brazil, em colaboração com a American Society of Agronomy (ASA). A primeira prova avaliadora para a certificação está prevista para agosto deste ano, representando um avanço na valorização e no reconhecimento internacional dos agrônomos brasileiros. Com a assinatura do Termo de Reciprocidade, engenheiros brasileiros terão mais oportunidades de atuação no Peru, um país que vive uma fase de crescimento em setores como infraestrutura, energia e logística. O acordo reforça a importância da cooperação entre entidades de classe e abre caminho para futuras parcerias que beneficiem profissionais e empresas de engenharia dos dois países. Fonte: Confea

Parabéns ao município de Belford Roxo, por seus 35 anos!

Belford Roxo, antigo Engenho do Brejo, pertenceu à cidade do Rio de Janeiro até 15 de janeiro de 1833, quando passou a fazer parte do município de Iguaçu, atual Nova Iguaçu.  Habitadas anteriormente pelos índios jacutingas, suas terras foram assinaladas pela primeira vez no mapa elaborado por João Teixeira Albernaz II, em 1566, entre os rios “Merith, Simpuiy e Agoassu”.  Com a chegada dos portugueses ao Brasil e a posterior implantação de sistema de capitanias hereditárias, a região coube a Martim Afonso, o donatário de São Vicente. Como o estabelecimento da sede da capitania ficou ao sul, as costas setentrionais foram abandonadas à cobiça dos franceses. Somente a partir de meados do século XVIII é que se registram seus primeiros colonizadores.  Cortado pelo rio Sarapuí e, como quase toda a Baixada Fluminense, cercado por pântanos e brejais, o território onde está situado o atual município de Belford Roxo possuía em sua margem um porto para escoamento da produção de açúcar, arroz, feijão, milho e aguardente, cujo engenho fazia parte da freguesia de Santo Antônio de Jacutinga. O povoado sempre refletiu prosperidade. Somente pela metade do século XIX começou seu período de decadência. A construção da estrada de ferro Rio do Ouro, inaugurada em 20 de janeiro de 1883, provocou o surgimento de povoações, vilas e cidades às suas margens, enquanto, paradoxalmente, localidades mais antigas desapareciam rapidamente.  Após uma sucessão de proprietários, a fazenda do Brejo, que pertenceu ao barão de Jacutinga e ao visconde de Barbacena, foi o núcleo inicial de uma pequena vila que, depois de se chamar de Ipueras e Calhamaço Brejo, passa a ter a denominação atual em homenagem ao engenheiro maranhense Raimundo Teixeira Belford Roxo, colaborador de Paulo de Frontin na solução dos problemas de abastecimento de água da capital no final do século XIX.  Belford Roxo emancipou-se pela Lei Estadual nº 1.640, de 3 de abril de 1990, com instalação em 1º de janeiro de 1993. O Crea-RJ parabeniza Belford Roxo por seus 35 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região!  Fonte: TCE/RJ – Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro