Presidente do CREA-RJ parabeniza presidente eleito da ABENC-RJ e anuncia cooperação técnica com entidade

Após se reunir com o presidente eleito da Associação Brasileira dos Engenheiros Civis (ABENC), seção RJ, engenheiro civil Cláudio Barcelos Dutra, na sede do CREA-RJ, nesta segunda-feira, dia 6 de janeiro, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ), parabenizou Dutra e anunciou a implantação de um termo de cooperação técnica entre o CREA-RJ e ABENC-RJ para ações conjuntas, envolvendo o setor da Engenharia Civil. “Desejo todo sucesso ao engenheiro Cláudio Dutra e à nova gestão da ABENC, entidade tradicional que tem enorme importância para a Engenharia Civil em todo o país, especialmente no Estado do Rio”, afirmou Fernández, que também é associado à ABENC. O presidente eleito da ABENC-RJ, Cláudio Barcelos Dutra, afirmou estar empenhado em desenvolver um bom trabalho à frente da entidade: “Fico muito honrado por ter sido escolhido para presidir essa entidade que tem mais de 40 anos de existência e representa os engenheiros civis. Nossas expectativas são as melhores, de poder aumentar ainda mais a representatividade da nossa classe, com a ABENC servindo à sociedade. Para isso, firmamos um termo de cooperação com o presidente do CREA e logo veremos bons resultados dessa parceria”, afirmou o engenheiro Cláudio Dutra. Formado em Engenharia Civil pela Unisuam, há 22 anos, com mestrado pela Universidade Federal Fluminense, Cláudio Dutra é servidor da Prefeitura do Rio, onde começou como técnico da Companhia de Engenharia de Tráfego (Cet-Rio) em 2002. Atuou também na Fundação Rio Águas, onde foi diretor de Obras e Conservação e chegou à presidência em 2017, voltando a presidir o órgão em 2020. Em 2019, ele presidiu o Instituto Estadual do Ambiente (INEA). Atualmente é coordenador de obras da Secretaria Municipal de Habitação. A atual diretoria da ABENC-RJ, encabeçada por Cláudio Dutra, foi eleita em 19 de dezembro passado para o triênio 2025-2026-2027. Fundada em 6 de março de 1979, a ABENC é uma entidade nacional empenhada no aperfeiçoamento técnico, científico e cultural dos engenheiros civis, com foco para o desenvolvimento nacional e o bem-estar da sociedade. Em sua luta na defesa e valorização dos profissionais da Engenharia Civil, a ABENC realiza periodicamente congressos brasileiros. Já foram realizados 14 congressos em várias capitais.  

Parabéns ao município de Angra dos Reis, por seus 523 anos!

Uma das mais antigas cidades do Brasil, Angra dos Reis foi ‘descoberta’ pelo navegador André Gonçalves em 6 de janeiro de 1502, Dia dos Santos Reis, daí a origem do seu nome. Seu território era habitado pelos índios goianases. Os colonizadores chegaram em 1556, fixando-se junto a uma enseada. O núcleo foi reconhecido como freguesia em 1593 e, por ordem régia, elevado, em 1608, com o nome de Vila dos Reis Magos da Ilha Grande.  Poucos anos depois, em 1617, o povoado mudou-se para o local onde hoje se assenta a cidade. O novo sítio, provavelmente, foi escolhido por nele já existir a casa conventual das carmelitas, erguida em 1593. O local da povoação antiga recebeu o nome de Vila Velha, conservado até hoje. Em 1626, deu-se início à construção da igreja matriz, a paróquia de N. Sª da Conceição da Ilha Grande, concluída em 1750.  Em 1835, a povoação de N. Sª da Conceição, agora denominada Angra dos Reis, foi elevada à categoria de cidade. Apesar do relevo acidentado da região, a cultura da cana-de-açúcar constituiu a base da economia do município durante o século XVIII, juntamente com a pesca. Os embarcadouros naturais propiciaram o surgimento da atividade portuária que, tanto quanto a atividade pesqueira, seria de grande importância para o desenvolvimento local.  A emergente cultura do café no vale do rio Paraíba do Sul teve nesses embarcadouros significativo ponto de apoio e, naquela época, o papel do porto começou a delinear a estrutura urbana do município.  A partir da segunda metade do século XIX, a região de Angra dos Reis entra em decadência, cujo processo teve início com a queda nas exportações de café e o fim do tráfico de escravos, culminando com a construção da estrada de ferro D. Pedro II que, ao ligar o Rio de Janeiro a São Paulo pelo vale, isolou de vez a localidade.  Entretanto, na década de 20 do século XX, objetivando maior desenvolvimento econômico local, foram realizadas obras no porto para possibilitar a integração com o ramal ferroviário da Rede Mineira de Viação. Outros marcos foram a abertura do trecho rodoviário ligando Angra dos Reis à estrada Rio-São Paulo, em 1945, a instalação dos estaleiros da Verolme, em Jacuecanga, em 1960, a do terminal marítimo da Petrobrás, em 1977, e a construção das usinas nucleares Angra I e II, em 1972 e 1985.  Desde a abertura da rodovia BR-101, iniciada em 1972, o conjunto formado pelas numerosas praias e ilhas do litoral e pela mata atlântica preservada atrai investimentos para o setor de turismo e veraneio, dando origem ao crescimento do comércio e dos serviços.  O Crea-RJ parabeniza Angra dos Reis por seus 523 anos, celebrando todos os profissionais do Sistema Confea/Crea que atuam no município, trabalhando pelo desenvolvimento da região!  Fonte: TCE/RJ – Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro